Semana Mundial da Visão: Fundação Abióptica realiza testes gratuitos em Santos

Iniciativa acontece em cinco municípios de São Paulo, comtemplando cidades do norte, sul, leste, oeste e litoral do estado, entre os dias 09 e 13 de outubro. Teste pretende orientar a população quanto à necessidade dos cuidados com a visão  Em comemoração ao Dia Mundial da Visão, celebrado este ano no dia 11 de outubro, a entidade social Fundação Abióptica – Pelo Direito de Enxergar Direito realizará a Semana Mundial da Visão/Ação OlhoVivo em cinco cidades de São Paulo. A iniciativa, que acontece de 09 a 13 de outubro, tem como objetivo levar orientação e estimular a prevenção contra doenças oculares. Em Santos, a ação acontece no dia 10 de outubro, das 12h às 20h, no Shopping Pátio Iporanga. O teste será realizado gratuitamente por 30 voluntários por meio da “Tabela de Sinais de Snellen”, em que a pessoa precisa efetuar a leitura das letras ou símbolos, na sequência indicada. Se identificada alguma dificuldade, o triado será orientado a procurar um especialista. Espera-se que mais de mil pessoas passem pelos testes de visão em postos móveis espalhados pelos principais shoppings das cidades participantes. A ação busca, também, esclarecer dúvidas sobre os riscos à saúde ocular ao se usar produtos ópticos piratas ou ilegais, orientando sobre as melhores práticas no momento da compra de óculos solares e de receituário. “Nossa intenção é realmente orientar a população quanto à necessidade de cuidar da visão, afinal trata-se do principal sentido do ser humano”, conta o presidente da Abióptica, Bento Alcoforado. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 50% da população mundial apresenta algum tipo de problema visual, e mais de 60 milhões de brasileiros podem ter algum problema visual ainda não detectado. Para Alcoforado, a falta de conscientização da população está relacionada, em especial, à falta de políticas públicas de prevenção e cuidados com a visão. “Muitos não sabem que precisam de correção visual, afinal, as doenças oculares são silenciosas e não causam dor”, comenta. Outros dados importantes referentes à saúde ocular: ·         Uma estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) mostra incidência da catarata em 17% das pessoas entre 55 e 65 anos; 47% entre 65 e 75 anos e 73% nas que têm mais de 75 anos; ·         Dados do Ministério da Saúde mostram que 70% das crianças matriculadas no Ensino Fundamental público nunca passaram por consulta oftalmológica; ·         25% dos acidentes de trabalho são causados por distorções ou falhas visuais; ·         O uso de lentes vencidas ou danificadas causam inúmeras complicações à visão, além de aumentar em 10 vezes a chance de ser ter uma úlcera; ·         15% das mulheres que usam maquiagem regularmente relatam problemas como olho seco, alergias, conjuntivite e blefarite; ·         Praticar atividades externas sem o uso de óculos de proteção solar aumenta em 60% a chance de se adquirir catarata precoce. A Ação Olho Vivo já realizou triagens visuais em mais de dez mil pessoas de várias cidades em 2017, passando por regiões de norte a sul do Brasil. Mais informações pelo telefone (11) 5093-0563. Abaixo, a programação completa: 09/10 – São Paulo – SP Market – das 12h às 20h. 10/10 – Santos – Shopping Pátio Iporanga – das 12h às 20h. 11/10 – São José dos Campos – Vale Sul Shopping – das 12h às 20h. 12/10 – Presidente Prudente – Prudenshopping – das 14h às 20h 13/10 – Araçatuba – Araçatuba Shopping – das 14h às 22h. Sobre a Fundação Abióptica A Fundação Abióptica – Pelo Direito de Enxergar Direito é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que tem em sua essência e premissas a defesa dos direitos do cidadão – crianças, adolescentes, adultos e idosos – de enxergar direito. Foi criada para desenvolver ações que visem a gerar e administrar meios e recursos que propiciem aos jovens em situação de vulnerabilidade social uma melhor qualidade de vida. SERVIÇO: Semana Mundial da Visão/Ação Olho Vivo em Santos Data: 10 de outubro Horário: das 12h às 20h Local: Shopping Pátio Iporanga – Av. Ana Costa, 465 – Gonzaga, Santos – SP Realização: Fundação Abióptica Gratuito Fonte: blogjornaldamulher

Mercado de luxo: objetos de desejo!

Cheios de poder e estilo, os óculos de sol estão presentes nas coleções das principais marcas internacionais, movimentando bilhões em vendas! Mercado de luxo por Simone Galib Mais do que simples acessórios, os óculos de sol estão entre os itens indispensáveis do closet de homens e mulheres. Afinal, quem consegue viver sem eles? Indispensáveis para a proteção dos olhos contra os raios solares, eles também são fundamentais na finalização do look e, portanto, parceiros inseparáveis da indústria da moda. Essa associação com o universo fashion, que se intensificou a partir dos anos 1980, alavancou o setor nos últimos anos. No Brasil, entre 2006 e 2017, o faturamento cresceu 172%. Somente em 2017, as vendas no país totalizaram R$ 21,04 bilhões, segundo dados da Abióptica (associação que representa as empresas nacionais). Não é à toa que as grandes marcas de luxo internacionais investem cada vez mais no acessório em suas coleções, oferecendo armações arrojadas, clássicas, atemporais, em formatos diversos e lentes em vários tons tanto nos modelos masculinos, quanto nos femininos. E, já que estamos falando em mercado de luxo, não faltam novidades no portfólio da Luxottica, a fabricante italiana que produz óculos para mais de 20 grifes do planeta, entre elas Armani, Prada, Chanel, Ralph Lauren, Versace e Dolce&Gabbana. A empresa, com fábricas na China, Estados Unidos e Brasil, tem também cerca de 20 marcas próprias, sendo as mais famosas a Oakley e a Ray Ban. A primeira, muito conhecida pelos seus modelos esportivos, e a segunda, um clássico há décadas. A marca italiana Ray Ban foi criada em 1937 e se tornou muito popular na década de 1950 por ter sido usada pelos militares. Depois, ganhou as telas de cinema e até hoje a cada 15 segundos um Ray Ban é vendido no mundo. A título de inspiração, trazemos alguns dos modelos (femininos e masculinos) mais estilosos das coleções exclusivas das grifes, que fazem sucesso mundo afora e também podem ser comprados no Brasil. Dá só uma olhada – e escolha o seu! Fonte: viagenssa.com

Encontro vai unir setor óptico e startups!

As soluções nascentes de grande impacto para o setor óptico O ProVA, Laboratório de Inovação do Varejo, em parceria com a Abióptica, realiza encontro para aproximar empresas do mercado ótico e startups, que vão apresentar tecnologias e tendências de grande impacto para o setor, como Impressão 3D, Silver economy (negócios para a terceira idade), Wearables (tecnologias vestíveis), entre outras. Quando: 04 de setembro Onde: ProVA – Rua Frei Caneca, 569 – Consolação (1º andar do Shopping Frei Caneca) Horário: 19h Info: http://www.provalab.com.br/evento/fast-dating-as-solucoes-nascentes-de-grande-impacto-para-o-setor-optico GRATUITO Fonte: Opticanet

Fast Dating: As soluções nascentes de grande impacto para o setor óptico | ProVA- Laboratório de Inovação do Varejo

No próximo dia 04 de Setembro irá acontecer no ProVA um Fast Dating (encontro rápido), que dará sequência ao evento realizado no dia 09/08 em parceria com a Abióptica. Iremos receber startups que atuam com as tendências escolhidas pelos participantes da oficina do setor ótico que aconteceu aqui, entre as tendências estão: Impressão 3D, Silver economy (negócios para a terceira idade) Experiências do consumidor, Big Data Wearables (tecnologias vestíveis) As startups terão a oportunidade de apresentar seus negócios para o público presente, tirar as dúvidas dos varejistas e fechar grandes parcerias em nosso espaço. Para acompanhar as startups convidadas fique de olho em nossas redes sociais, em breve apresentaremos as escolhidas. Não perca essa valiosa oportunidade! Inscreva-se o quanto antes!! *Se você é uma startup inovadora, trabalha com alguma das tendências apresentadas e gostaria de apresentar sua solução para participar deste evento, nos envie um e-mail: contato@ pelo telefone +55 11 4858-7193.   Fonte: Eventbu

Expo Abióptica se reinventa e altera nome para Expo Óptica Brasil

Após 16 anos em um formato que permitia apenas a participação de associados da Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica), a tradicional Expo Abióptica – agora Expo Óptica Brasil – será aberta também a empresas nacionais e internacionais não associadas, possibilitando aos visitantes acesso a novidades e inovações do setor. Segundo Bento Alcoforado, presidente da Abióptica, essa é uma estratégia para fortalecer o evento como a principal vitrine do setor óptico da América Latina. “O setor óptico está sempre atento à evolução e mudanças e nos preocupamos em tomar medidas que beneficiem toda a cadeia produtiva. Tornar nosso evento mais democrático foi mais uma iniciativa que reforça essa nossa postura”, comenta. A permissão para participar do evento como expositor para empresas não associados da Abióptica, nacionais e internacionais, significa um reposicionamento importante do setor, demonstrando o desejo de um evento grande e com projeção internacional. “Com esta abertura teremos um número muito maior de expositores o que significa muitas novidades em produtos, designer, tecnologia, inovação entre outras, afirma Alcoforado”. A Expo Óptica Brasil propiciará a integração entre as diferentes categorias de produtos ópticos e equipamentos, além de: espaços remodelados, lounges interativos, Palco Conferência, Connect Áreas, Arena de Capacitação, Sala Imprensa, Loja Modelo, Lounges Trades, Espaço Inovação, Sala Entidades, entre muitos outros. O lançamento da Expo Óptica Brasil 2019 acontecerá dia 18 de setembro de 2018, data em que as empresas poderão adquirir seus espaços para participação. Interessados em expor podem obter mais informações por meio do telefone (11) 3059-2091 e e-mail [email protected].  Abióptica Criada há mais de 20 anos, a Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica) é a mais representativa instituição do segmento óptico brasileiro, com mais de 100 associados que representam 95% das empresas do setor, entre indústrias, importadores, exportadores, distribuidores e varejo. A entidade visa à promoção de negócios no segmento e à regulamentação do setor óptico nacional.   Fonte: Portal Radar

Setor de óticas já tem 46 empresas em Santa Cruz do Sul

Estão na moda: variedade de cores, modelos e design eleva o consumo do acessório em todo o País, inclusive em Santa Cruz do Sul

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Impulso do setor vem do maior número de pacientes e da modernização no design dos óculos Quem tem mais de 30 anos e vive em Santa Cruz do Sul desde a infância certamente lembrará que, naquele tempo, quando o assunto era mandar fazer os óculos, existiam poucas lojas do ramo na cidade. O processo era caro e demorado. Além disso, no passado, usar óculos não era tão bonito assim. A modernização dos processos de fabricação de lentes, o aumento no número de pacientes em atendimento no município e a transformação dos óculos em acessório de moda alteraram aquela realidade. De acordo com o sistema de alvarás da Secretaria Municipal de Fazenda, hoje existem 46 registros ativos para empresas cuja finalidade principal é vender óculos. “Antigamente eram quatro, nós e mais três óticas”, recorda Mauro Spode, proprietário da Hoffmann Spode. Com mais de 70 anos no mercado, a empresa familiar, hoje administrada por ele, acompanhou a evolução. Ajustou-se à modernidade, incorporou processos de fabricação e viu tudo se transformar muito rápido. Em 2007, a empresa encerrou a fabricação de óculos no laboratório próprio. Hoje o espaço é mantido para montagem e ajustes, com acerto de lentes, grau e regulagem. “Desta forma, realizamos um atendimento personalizado”, ressalta. Para Spode, o consumo ajudou a popularizar o segmento. Segundo ele, há clientes que têm mais de um par de óculos, alternando cores e estilos de armações. “Dependendo do tipo de lente, os óculos agora ficam prontos no mesmo dia. No passado era bem diferente”, recorda. Na Joalheria e Ótica Kothe, vizinha da Hoffmann Spode e também tradicional no ramo, a percepção sobre a quantidade de óticas na cidade tem a ver com as mudanças no comportamento da sociedade. “Os óculos estão ligados à vaidade, à moda. Temos clientes que buscam apenas uma armação, sem lentes de grau, porque assim usam uma peça da moda”, diz a gerente da empresa, Luana Kessler. Ela conta que assim como calçados e roupas, os óculos fazem parte da composição do look dos usuários, por isso se tornaram um acessório. “Sempre que saem as tendências para uma estação, o fabricante lança modelos que combinam com a moda.” Cresce também o volume de pacientes O médico oftalmologista Antonio Carlos Gontan começou a atuar em Santa Cruz na década de 1970. Ele conta que naquele tempo, o município tinha apenas três médicos dessa especialidade. Pequeno também era o número de óticas – três ou quatro, ele estima. “Hoje nós somos dez ou 11 profissionais em atividade. Imagine que cada um de nós receite cinco óculos por dia – o que é pouco. Serão 50 novos óculos vendidos pelo comércio.” Para o oftalmologista, não há aumento no número de doenças da visão. Existe, sim, uma quantidade crescente de pacientes, por conta da evolução da população, do acesso aos tratamentos e da condição de Santa Cruz como polo regional de serviços. A gerente da Bellarte Óptica e Joalheria, Camila Froemming, reforça a explicação do médico. A loja, que pertence a uma rede santa-mariense, foi inaugurada em abril em busca do grande número de consumidores da região. “Quem usa óculos precisa substituí-los a cada dois anos. Santa Cruz tem um potencial grande nesse setor”, avalia. Spode mostra uma antiga lente de óculos, ainda bruta, antes das mudanças na fabricação Tendência nacional Conforme dados da Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica), na última década houve um crescimento de 172% no faturamento do setor no Brasil. A evolução tecnológica das lentes e o design moderno das armações são apontados como os fatores que popularizaram o uso dos óculos e os transformaram em acessório de moda. Segundo a Abióptica, em 2017 o segmento faturou R$ 21,04 bilhões.   Fonte: Gaz [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Visão Embaçada – Setor Óptico Registra Decréscimo de 1%

O setor óptico registrou queda de 1% em faturamento no primeiro semestre de 2018 – no acumulado dos últimos 12 meses. O levantamento foi realizado pela Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica). A entidade previa um crescimento de no mínimo 5% para o período. A alta do dólar, segundo o representante do setor, impactou diretamente nas vendas, isso porque cerca de 90% do mercado óptico é suprido com importações. Para o segundo semestre, o esperado é que o setor alcance, no máximo, o índice de 2%. A Abióptica ainda aposta em datas importantes para o varejo, como Black Friday e Natal, para reverter o quadro.   Fonte: Gironews

“Apesar da crise, o Brasil é atrativo para investimentos”, avalia CEO da EY

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Por Jaqueline Mendes São Paulo – O executivo Luiz Sergio Vieira, CEO da consultoria EY (antiga Ernst & Young), tem dedicado boa parte de seu tempo a ajudar as empresas brasileiras a se adaptar às transformações impostas pelas novas tecnologias. Uma de suas principais atribuições é analisar os impactos dessas mudanças em companhias do mundo todo, trazendo para o Brasil aquilo que ele considera essencial para a chamada nova economia. Em entrevista exclusiva, Vieira analisa a conjuntura brasileira, fala sobre a influência do cenário eleitoral na retomada da confiança e critica a forma como algumas empresas têm agido diante das inovações tecnológicas. A boa notícia é que, segundo o presidente da EY, ativos brasileiros continuam no radar dos estrangeiros. “Fizemos uma pesquisa que mostrou que o Brasil é o segundo país do mundo mais atrativo para investimentos”, afirma. Confira na entrevista a seguir. Como o senhor avalia o atual cenário da economia brasileira? O Brasil vem de uma crise econômica e de um cenário extremamente desafiador. Tivemos nos últimos anos encolhimento do PIB. É claro que, olhando para os números, houve uma retomada, mas que ficou prejudicada pela agenda recente, como a greve dos caminhoneiros e o calendário eleitoral. A não aprovação das reformas vai prejudicar a recuperação? A agenda de reformas foi paralisada, desde as micro até as maiores. Elas foram colocadas em compasso de espera, mas deverão acontecer com o próximo governo. Então, obviamente, isso tem gerado revisões constantes da projeção de crescimento da economia. O Brasil deixou de ser atraente aos olhos dos investidores? Não. A gente nota que, apesar de toda a crise econômica, o Brasil continua sendo atrativo para investimentos. Nós estamos mantendo um nível de investimento estrangeiro direto muito alto. O Brasil continua se posicionando entre os oito maiores países que mais recebem aportes. Agora, em se tratando de investimentos de longo prazo, é claro que as incertezas inibem. As dúvidas que ainda estão postas no calendário eleitoral, sem uma clara indicação do que vai acontecer, colocaram alguns investimentos em compasso de espera. Mas vários setores estão sendo muito prejudicados… Como o Brasil possui uma indústria completa, uma cadeia de produção muito diversificada, é natural que alguns setores estejam piores do que outros. Alguns investimentos foram reduzidos, sim. Além disso, houve desaceleração do movimento de IPOs (abertura de capital) e alguns M&A (fusões e aquisições) foram adiados. O Brasil está atrativo por que a crise e o dólar deixaram o país mais barato? Sem dúvida. O que acontece é que esse movimento de investimento acontece pelo preço dos ativos, mas ocorre principalmente pela perspectiva de lucratividade, de retorno daquele ativo. O cenário tem que ser composto também pela perspectiva de crescimento do país. Não adianta só o ativo estar barato, se não há no horizonte uma boa perspectiva de retorno do investimento. O investidor que não conhece o Brasil consegue enxergar esse potencial futuro? Os investidores estrangeiros já conhecem os altos e baixos da nossa economia. Eles sabem quando há capital abundante e identificar algumas janelas de oportunidades no país. Não há outros países emergentes melhores para se investir? Fizemos uma pesquisa recentemente, que chamamos de “barômetro”. Ela mostra que o Brasil foi o segundo país mais atrativo do mundo para investimentos. Não foi o que mais recebeu investimentos, mas o que apresentou melhores perspectivas. Mesmo na crise, o Brasil recebeu mais recursos do que a Índia. Há interesse porque temos um mercado de 200 milhões de pessoas, posição geográfica estratégica, um grande potencial para obras de infraestrutura. Então, é óbvio que há muita oportunidade de investimento para onde quer que se olhe, em comparação a outros mercados que estão muito mais maduros. Continua atrativo mesmo sem as reformas? As reformas foram muito bem-vistas pelo mercado, mas não conseguimos continuar a agenda. Além disso, com um nível de desemprego alto e um elevado endividamento das empresas, hoje esse cenário gera uma certa aversão e mais cautela dos investidores. Mas eles ainda olham para o país de forma positiva. A vitória de um candidato à Presidência com viés populista ou radical pode afetar o crescimento?Independentemente de quem seja o próximo presidente eleito, seja o candidato A, B ou C, só o fato de saber qual será o rumo da economia, os investimentos tendem a aumentar. Será possível fazer uma leitura do que irá acontecer com o Brasil e, assim, precificar. Então o ambiente político é, atualmente, o maior obstáculo para a recuperação econômica? Sim, hoje o maior entrave para o crescimento é a indefinição eleitoral. É claro que o Brasil tem uma pauta grande de assuntos que precisa tratar sobre competitividade e para atratividade de capital. Mas, aí, são problemas históricos que nós temos que trabalhar. Quais problemas? Marcos regulatórios, agências reguladoras, sistema tributário complexo e desequilibrado, educação. Há uma série de problemas que deixam o Brasil muito mal em qualquer ranking de competitividade. Se fizer o dever de casa, parar de trabalhar sob a ótica do país do futuro e, sim, o país do presente, o Brasil pode crescer muito mais. As novas tecnologias irão transformar o mercado de trabalho? Esse é um movimento global, uma quarta revolução industrial, composta por uma série de tecnologias disruptivas. Isso muda muita coisa, com a convergência de setores, e cria novas formas de como o consumidor irá lidar com as empresas. A agilidade, a rapidez e o acesso à informação que o cliente passou a ter disponível tiveram um impacto muito grande no mercado. Uma das características desse movimento é a velocidade em que ela está acontecendo. Essa velocidade é boa ou ruim? A rapidez é algo que gera oportunidades para a criação de negócios, para quem é inovador ou que está muito mais ligado ao cliente. Mas, é obvio, ela exige que as empresas e os países sejam ágeis. Na história da evolução, os animais que sobreviveram não foram os maiores, mas os mais adaptáveis. Então, acho que esse é o cenário que está posto. Quando essas novas tecnologias serão uma realidade em toda a

Projeto cria regras para garantir qualidade de óculos e lentes em geral

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) analisa um projeto de lei que torna mais rigorosa a fiscalização sobre a qualidade de lentes e óculos vendidos no Brasil. O substitutivo da Câmara (SCD 7/2017) altera um projeto de lei (PLS 512/2003) apresentado pelo então senador Jonas Pinheiro (1941-2008). A relatora é a senadora Ana Amélia (PP-RS), que ainda não apresentou sua análise sobre a matéria. A Câmara ampliou o alcance do projeto. Pelo texto de Jonas Pinheiro, todos os óculos de sol comercializados deveriam oferecer proteção contra a radiação ultravioleta. O substitutivo da Câmara estende os critérios de qualidade para armações, óculos, blocos de lentes, lentes oftálmicas e lentes de contato vendidos no Brasil. De acordo como o SCD 7/2017, todos os componentes precisam obedecer a critérios estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Ainda segundo a proposta, o material deve ser avaliado por um organismo de certificação de produto (OCP) credenciado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Os critérios utilizados para a análise são definidos pelo Programa Brasileiro de Conformidade Óptica. Elaborado pela Associação Brasileira da Óptica (Abióptica), com apoio do Inmetro, o documento estabelece um modelo de certificação para os produtos. O texto determina que fiscalização fica a cargo da autoridade sanitária e de órgãos delegados pelo Inmetro. A lei considera o descumprimento da lei como infração sanitária. As penas começam com advertência e multa, que pode alcançar R$ 1,5 milhão. Mas também pode haver apreensão e inutilização do produto, suspensão de venda ou fabricação, interdição parcial ou total de estabelecimentos e até cancelamento de autorização para funcionamento de empresas. Fonte: Opticanet

Fiscalização sobre qualidade de lentes e óculos vendidos ficam mais rigorosas

Projeto está sob análise do Senado. Fiscalização fica a cargo da autoridade sanitária e de órgãos delegados pelo Inmetro Está sob análise do Senado um projeto de lei que torna mais rigorosa a fiscalização sobre a qualidade de lentes e óculos vendidos no Brasil. O texto apresentado pelo senador Jonas Pinheiro diz que todos os óculos de sol comercializados devem oferecer proteção contra a radiação ultravioleta. Segundo a proposta, o material deve ser avaliado por um organismo de certificação de produto (OCP) credenciado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Os critérios utilizados para a análise são definidos pelo Programa Brasileiro de Conformidade Óptica. Elaborado pela Associação Brasileira da Óptica (Abióptica), com apoio do Inmetro, o documento estabelece um modelo de certificação para os produtos. O texto determina que fiscalização fica a cargo da autoridade sanitária e de órgãos delegados pelo Inmetro. A lei considera o descumprimento da lei como infração sanitária. As penas começam com advertência e multa, que pode alcançar R$ 1,5 milhão. Mas também pode haver apreensão e inutilização do produto, suspensão de venda ou fabricação, interdição parcial ou total de estabelecimentos e até cancelamento de autorização para funcionamento de empresas. A Câmara dos Deputados ampliou o projeto e estendeu os critérios de qualidade para armações, óculos, blocos de lentes, lentes oftálmicas e lentes de contato vendidas no Brasil. Todos os componentes precisam obedecer a critérios estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).   Fonte: Casa de noticias

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