Neste mês de março de 2022 a Satisloh está completando 100 anos de existência

São 100 anos de trabalho totalmente dedicado a oferecer os melhores produtos e serviços, trazendo grandes inovações tecnológicas para a produção óptica. Durante todo esse tempo, a Satisloh traçou o seu caminho com o intuito de sempre oferecer o melhor atendimento aos clientes que tanto os apoiaram ao longo dessa jornada, acreditando no trabalho e oferecendo sua confiança. E é por esse motivo que a Satisloh quer agradecer por estar conosco nessa caminhada, acreditando nos produtos e serviços. E para comemorar o 100º aniversário, a Satisloh criou uma grande promoção. Confira nas redes sociais da Satisloh. https://www.facebook.com/satislohbrasil Fonte: Satisloh

Investimento da indústria em pesquisa e desenvolvimento cresceu 33,4%, após 2016

Confederação Nacional da Indústria (CNI) lança ferramenta interativa Perfil Setorial da Indústria que apresenta evolução de 33 setores sobre inovação, mercado de trabalho, tributação e outros indicadores   De cada R$ 100 investidos pelas empresas brasileiras em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), R$ 69 vêm da indústria. Entre 2016 e 2019, em valores correntes, o aporte em inovação de processos e produtos cresceu 33,4% – de R$ 12,7 bilhões para R$ 16,9 bilhões, percentual acima dos 11,2% da inflação acumulada no período (IPCA), o que reforça o empenho do setor industrial em preservar os investimentos em inovação mesmo depois da crise de 2015-2016, que prejudicou fortemente a condição financeira das empresas. Nesse movimento, alguns setores se destacam, como o de produtos farmoquímicos e farmacêuticos, que ampliou seus investimentos em 63,9%, na década, passando de R$ 955 milhões para R$ 1,6 bilhão. Só de 2018 para 2019, o incremento no valor investido do setor foi de 7,9%, ou R$ 115 milhões. Já as empresas de veículos automotores representam as que mais investiram em P&D no período: mais de R$ 2,8 bilhões apenas no ano de 2019. Em seguida, vem o setor de químicos, com investimento da ordem de R$ 2,5 bilhões em P&D. Os dados estão no Perfil Setorial da Indústria, uma plataforma inédita que será lançada em 7 de fevereiro pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O portal reúne dados sobre mercado de trabalho, tributação, produção, comércio exterior, custos, inovação e investimento de 33 setores da indústria brasileira. Pela plataforma é possível criar rankings e comparativos entre os setores e os indicadores disponíveis, além de calcular a evolução dos números ao longo da série histórica, no recorte que o usuário preferir. “Os números não deixam dúvidas quanto à relevância do setor industrial para o Brasil. Ele é responsável por 20% do PIB e 20% dos empregos formais no país, 69% das exportações brasileiras de bens e serviços, 69% dos investimentos empresariais em P&D e 33% da arrecadação de tributos federais”, comenta o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. Emprego e remuneração O Perfil Setorial revela que o setor que mais emprega atualmente no Brasil é o de alimentos, com mais de 1,6 milhão de trabalhadores, ou 16,9% do total da força de trabalho da indústria brasileira. O setor com o segundo maior número de empregados é o de construção de edifícios, com cerca de 820 mil trabalhadores. Analisando toda a série histórica disponível na plataforma, que vai de 2006 a 2020, o setor que mais aumentou sua força de trabalho, em termos percentuais, foi o de manutenção, reparação e instalação de equipamentos. No período analisado, essa indústria teve 131% de incremento na mão de obra, contratando 115.276 pessoas. Já os melhores salários da indústria são pagos a quem trabalha na indústria extrativa. Os profissionais da extração de petróleo e gás natural recebem em média R$ 19.375,27 mensais, enquanto os funcionários de atividade de apoio à extração de minerais recebem em média R$ 10.013,60 mensais. São especialistas responsáveis por retirada de amostras do solo, bem como perfurações para análise de campos de petróleo e outras áreas de mineração. Participação no PIB industrial O setor de alimentos também é o que tem a maior participação no PIB industrial, ocupando uma fatia de 8,25% do total. Em seguida, vem o setor de extração de petróleo e gás natural, que teve 6,6% de participação no PIB industrial. Esse também foi o setor que mais aumentou sua participação ao longo dos últimos anos. Analisando a série histórica que vai de 2010 a 2019, a atividade cresceu 5,6 pontos percentuais na composição do PIB industrial brasileiro, saindo de 1% para os atuais 6,6% de participação. Tributos recolhidos Em termos de tributos federais, a indústria de veículos automotores foi que mais recolheu para o Fisco, num total de R$ 26,7 bilhões, em 2020. Em seguida, aparece o setor de biocombustíveis e derivados do petróleo: R$ 26,3 bilhões. Essa indústria é responsável pelo refino do petróleo, álcool e biodiesel. Setores que mais exportam Em relação às vendas para o mercado externo, o setor de extração de minerais metálicos ocupa o posto de maior exportador da indústria, com US$ 48,6 bilhões embarcados em 2021. Seguido do de alimentos, que exportou US$ 45,4 bilhões em 2021. Quando se analisa as exportações em proporção ao que produz, o setor que mais destina suas vendas ao exterior é o de outros equipamentos de transporte. Em 2018, 73,4% dos bens produzidos por suas indústrias foram para o exterior. O setor fabrica embarcações, balsas, helicópteros, aviões, trens, motos e outros veículos que não entram na categoria de “automotores” (carros, ônibus e caminhões). Em segundo lugar no ranking dos maiores exportadores está a indústria de fumo que, em 2018, vendeu 42% do que produziu para o exterior. Empresas em operação Em número de empresas existentes no Brasil, o setor de construção de edifícios é o que lidera. São mais de 73 mil. Outro gigante em termos de empresas constituídas é o setor de serviços especializados para construção, que tem mais de 66 mil indústrias. Metodologia O Perfil Setorial da Indústria foi desenvolvido pelas Gerências de Estatística e de Análise Econômica da CNI com base em dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Receita Federal, Ministério da Economia, e da própria Confederação Nacional da Indústria (CNI). A série histórica varia conforme o indicador e a plataforma é atualizada na medida em que as pesquisas são renovadas. Fonte: CNI Atendimento à Imprensa  (61) 3317-9406 / 9578 [email protected]

Do boca a boca ao marketing digital

Em conversas com muitas óticas é comum escutar o comentário: “o boca a boca é o meu melhor Marketing”. Esta afirmação é realmente muito verdadeira e poderosa. Desde as primeiras organizações sociais, a indicação de pessoas iguais a nós sempre foi uma grande influência em nosso processo de escolha, tanto para o bem como para o mal. Quando um amigo ou mesmo conhecido fala que um determinado local é bom, nós transferimos a reputação desta pessoa para o local indicado e ficamos com predisposição positiva quanto a possível experiência. E olha que muitas coisas ruins tem que acontecer para que esta opinião, após a experiência vivida, seja muito contrária à do amigo que fez os comentários positivos. Sendo assim, é certo e claro que este tipo de Marketing é um dos mais poderosos em construção de imagem e reputação. Entretanto, muitas vezes este volume de indicação e geração de negócios está muito abaixo das metas e necessidades da ótica. Neste contexto é que a comunicação é muito importante para a construção da imagem da ótica e da geração de vendas. Na era da Internet, o site e as redes sociais são fundamentais para o posicionamento da ótica e posicionamento de marca. Mas, ainda sim, em muitos casos, a mensagem alcança poucas pessoas e com isso não garante o volume necessário para o negócio. Para conquistar um bom posicionamento e alcançar uma grande base de público – necessário para a geração de negócios -, o investimento em mídia paga se torna fundamental. No mercado hoje, as maiores empresas de mídia são o Google e o Facebook/Instagram. Este é o caminho mais viável para usar dois dos grandes preceitos da publicidade: alcançar o público e gerar repetição. Com Google e Facebook as possibilidades de segmentação são muitas: Escolha de local (Estado, cidade e até mesmo um raio a partir do endereço da ótica), dias e horários da programação, perfil de público, interesses e muito mais. Comparada com muitas outras mídias, investir nestas duas plataformas oferece um ótimo retorno a um investimento bem abaixo da média. Agora, voltando lá no início: O Marketing boca a boca é maravilhoso, mas você não vai apostar só nele para garantir a prosperidade de sua ótica, não é mesmo?   Paulo Ignácio Head Marketing Digital – Mercado Óptico Sócio Fundador Liga Marketing Digital www.ligamarketingdigital.com.br/oticas

Novo HB Presto

Óculos de grau com máscara clip on e produzido com Grafeno é a nova criação revolucionária da HB – Hot Buttered       Fonte: HB-Hot Buttered  

Balança comercial de 2021 tem resultado histórico: superávit de US$ 61 bilhões

Nesta segunda-feira (03), o Ministério da Economia divulgou o balanço comercial geral de 2021 e mostrou que houve um superávit de US$ 61,008 bilhões. Os dados, levantados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), mostraram que as exportações superaram as importações. Mesmo com o resultado positivo, o saldo ficou abaixo da projeção estimada divulgada em dezembro – US$ 70,9 bilhões. O balanço de 2021 teve um aumento de 21,1% com relação ao ano de 2020 (na época, o balanço comercial teve um resultado positivo de US$ 50,4 bilhões). As exportações somaram US$ 280,394 bilhões (+34% com relação à 2020), sendo que o minério de ferro foi um dos destaques (alta de 74%) e que foi muito demandado principalmente pela China. Já as importações somaram US$ 219,386 bilhões no ano passado (alta de 38,2%). O crescimento está relacionado com as compras de itens como vacinas e insumos industriais. Para 2022, a Secex prevê um saldo comercial de US$ 79,4 bilhões, o que representaria um aumento de 30% em relação ao resultado recorde de 2021. Fonte: Talura

TCL anuncia novos óculos inteligentes que ‘criam’ tela de 140′

Nesta terça-feira (4), durante sua apresentação na CES 2022, a TCL anunciou a nova geração do NxtWear Air. Unindo Realidade Virtual (RV) e Aumentada (RA), o dispositivo vestível traz um design mais modesto e mais leve, pesando cerca de 75 gramas. Outro diferencial do dispositivo é possibilitar um efeito de criar uma tela de 140 polegadas. Para que o produto fosse possível, a TCL adicionou duas telas de Micro LED, com resolução Full HD (1080p), posicionadas na armação. Para funcionar, entretanto, o novo gadget também precisa, assim como na primeira geração, ser conectado a um smartphone via USB-C. A marca também cita que os óculos podem se conectar a notebooks e tablets. De acordo com Stefan Streit, CMO da TCL Communications, o vestível foi criado pensando em portabilidade e conforto. Segundo ele, a nova geração permite aos usuários aproveitarem “a mesma experiência” da última geração, “mas com ainda mais portabilidade, um ajuste confortável e um design de estilo individual”. Entre as funções, a companhia destaca que é possível jogar, assistir a filmes ou usar o NxtWear Air como um segundo monitor para o computador. O preço oficial do dispositivo ainda não foi revelado pela companhia, mas ele deverá ser disponibilizado ainda no primeiro trimestre de 2022. *Esta matéria deverá ser atualizada com novas informações. TCL anuncia novos óculos inteligentes que ‘criam’ tela de 140″Nesta terça-feira (4), durante sua apresentação na CES 2022, a TCL anunciou a nova geração do NxtWear Air. Unindo Realidade Virtual (RV) e Aumentada (RA), o dispositivo vestível traz um design mais modesto e mais leve, pesando cerca de 75 gramas. Outro diferencial do dispositivo é possibilitar um efeito de criar uma tela de 140 polegadas a cerca de 13 metros de distância.Para que o produto fosse possível, a TCL adicionou duas telas de Micro LED, com resolução Full HD (1080p), posicionadas na armação. Para funcionar, entretanto, o novo gadget também precisa, assim como na primeira geração, ser conectado a um smartphone via USB-C. A marca também cita que os óculos podem se conectar a notebooks e tablets.De acordo com Stefan Streit, CMO da TCL Communications, o vestível foi criado pensando em portabilidade e conforto. Segundo ele, a nova geração permite aos usuários aproveitarem “a mesma experiência” da última geração, “mas com ainda mais portabilidade, um ajuste confortável e um design de estilo individual”.Entre as funções, a companhia destaca que é possível jogar, assistir a filmes ou usar o NxtWear Air como um segundo monitor para o computador. O preço oficial do dispositivo ainda não foi revelado pela companhia, mas ele deverá ser disponibilizado ainda no primeiro trimestre de 2022.   Fonte: https://www.tecmundo.com.br

CHINA -oportunidade ou ameaça? Será que entendemos o momento e os riscos futuros ao capitalismo e a “nova centralização”​

Autor Thiago Benador – Instagram @thiagobenador e linkedin Thiago Benador Você que é quase um quarentão como eu, viveu de perto a transformação digital num piscar de olhos, nos últimos 30 anos, passamos do Atari para o master system, mega drive, Nintendo, neo geo, abandonamos o fliperama, eliminamos as máquinas fotográficas, passamos 5 eras de PlayStation, iPads, rede social e por ai vai, e ja estamos a um passo do metaverso!  Mais que isso, rimos dos produtos chineses, nos anos 90, quebramos indústrias brasileiras como de brinquedos, visto o preço que eles chegaram aqui após abertura dos portos pelo nosso querido Fernando Collor, felizmente naquela época existiam ainda as “desculpas” sobre a qualidade, o acabamento, a confiança, a garantia, e por ai vai, fomos nos acostumando a essas “desculpas” e gradativamente consumindo e migrando, para as oportunidades da mão de obra barata, leis trabalhistas não existitam, passo a passo fomos levando o parque industrial do mundo para lá. Empresas mostravam payback nos projetos de migração para China, talvez não se davam conta da transferência de tecnologia que o mundo fazia, e gradativamente foram migrando, ele foram melhorando a qualidade, aprendendo com os demais, colocando as metodologias japonesas de fabricação, mandando e patrocinando os chineses a estudarem pelo mundo, melhoraram produtos e linhas, desenvolvendo fornecedores, criando metrópoles, criando portos enormes, concentrando o fluxo mundial de mercadorias na sua costa no pacifico, gradativamente e individualmente no conceito de migração, toda multinacional se via na administração moderna, migrando a produção para lá, ano após ano a China teve seu PIB multiplicado e os dólares entrando, e hoje como já foram na história da humanidade (para quem não sabe o povo chinês tem em média 5800 anos), são uma potência econômica (hoje perto de superar o PIB dos EUA) e onde vive quase 1/3 da população do planeta. Parabéns a China, maravilhosos resultados, mas o que preocupa nisso tudo? Estamos convivendo com o Covid, muitos chamam de peste chinesa, outros que o vírus foi manipulado em laboratório, que existe uma estratégia política por trás, um plano de poder e por ai vai, independente de ser verdade ou não, o mundo está mais pobre, inflacionado com toneladas de dinheiro impresso para manter a população em casa e ativa, a economia mundial retraiu e mais que isso, não notamos talvez o cenário caótico logístico, já não bastasse o oligopólio marítimo de armadores, vimos a falta de containers, a China importadora de comida e matéria-prima, exportadores de todos os produtos acabados do mundo, a balança não alinhada trouxe custos altos, falta de material e mais inflação na retomada mundial, isso foi um alerta apenas, estamos pagando caro no frete, e por ser oligopólio mostramos a eles uma mina de dinheiro e novos patamares de preço possível, a frota marítima do mundo parada na costa chinesa mostra a força e o descompasso do globo terrestre, o capitalismo parado na costa socialista / comunista, com gestão direta de um imperador, a pouco designado com poder vitalicio por seu povo, curioso o capitalismo literalmente tão forte refém de seus “inimigos” ideais, o cenário da reflexão não é a minha ideologia ou opinião, sobre o melhor modelo econômico, mas sim o indicador de que o mundo globalizado, não está mais tão globalizado, está refém sim, e tudo que conhecemos pode mudar, muito em breve, a não ser que possamos voltar a mexer em estratégias, balancear as indústrias e a produção global novamente, movimento que os USA fizeram na última gestão Trump, China não é mais uma oportunidade de custo de mão de obra barato, o frete vai compensar com toda certeza esse antigo “saving” com suas economias de mão de obra, não se trata de custo, se trata de ter autonomia novamente sobre seu produto (afinal a tecnologia já foi transferida, já criou “um monstrinho concorrente), é também sobre dividir poder, e muita atenção, a não estar numa só mão, principalmente quando ela anda na contramão da sua rota (quando a Republica socialista, gerida por um partido comunista passa a ser a maior população mundial e dona do maior PIB), impérios estavam no passado? Vivem no seu presente? Voltarão no seu futuro? Pensou nisso? Não se acha refém da China hoje?  A China já é o maior parceiro econômico do Brasil, nós os alimentamos com carne, soja, grãos e muita matéria prima, mas eles aprendem rápido, até quando seremos fornecedores? Se deram conta de quantos privatizações e quantas cotas de ações em nossa bolsa já são de empresas e governo Chineses? Estudaram como a América Latina recebe e de onde vem investimentos? Acho que talvez ainda não nos demos conta que de parceiros em alguns anos seremos uma aquisição deles, atenção a China, Brasil e Mundo, repensem o hoje agora, pode ser tarde em poucos anos…  Boa reflexão! Thiago Benador   Fonte: https://www.linkedin.com/pulse/china-oportunidade-ou-amea%25C3%25A7a-ser%25C3%25A1-que-entendemos-o-momento-benador/?trackingId=hxhiAq4XTg%2BR4gqCxlfrgA%3D%3D

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