Nível de serviço, o diferencial para o Mercado Ótico – CRM e S&OP as ferramentas que fazem toda a diferença para um eficiente Ominichannel!

  Autor Thiago Benador – Instagram @thiagobenador e linkedin Thiago Benador O mercado ótico brasileiro está em transformação, os players que competem nesse mercado precisam começar a buscar novas metodologias e soluções para seus negócios, o mundo globalizado e o acesso a tudo na palma das mãos, com grandes variedades de modelos, de preços, de públicos, tendo a concentração da produção desse mercado em poucos pólos como China e Itália, deixam os lead times de atendimento desafiadores, fazem com que o segredo do sucesso e destaque estejam relacionados a uma boa estratégia de vendas e canais, um bom planejamento de demanda – S&OP se faz extremamente necessário, o estoque precisa ser saudável, precisa elevar o seu nível de serviço, e a sua dedicação precisa estar com foco total no atendimento e na prestação de serviço a seu cliente. O conhecimento total da cadeia de supply chain se faz necessário para o sucesso de quem compete no Brasil, e quando isso é somado a tecnologia da informação e integração de toda a cadeia através das ferramentas de TI e BI, você se torna mais rápido e preparado para a tomada de decisão.   Contextualizando o Tema A qualidade do seu plano estratégico, definição clara e objetiva do canais de vendas, com marcas e força de representação das suas marcas alinhadas a estratégia de cobertura de pedidos e nível de serviço que quer para seus clientes, farão com que possa desenhar um S&OP – um plano de demanda e abastecimento acurado, que garantirá um estoque alinhado e saudável. Para esse mercado onde a produção das grandes marcas está centralizadas praticamente toda na China e Itália, se torna importantíssimo conhecer o supply chain completo desde os lead times de suprimentos do seu fabricante, passando por todos os canais que possam existir até a chegada ao seu estoque, isso vai ser importantíssimo para um adequado cálculo de estoque de segurança para seu nível de serviço, contrapondo e mitigando riscos a sua operação, para uma possível obsolescência ou baixo giro do seu estoque. Num mercado nacional restrito a poucos players e uma grande guerra de preços, contando com uma pirataria elevada, o diferencial competitivo gerador de lucro para um distribuidor do setor está na gestão perfeita do seu estoque, como planeja seu abastecimento, os modais logísticos que define, o gerenciamento preciso de seu estoque de segurança, sua gestão de mostruários em poder de terceiros, acompanhamento de níveis de obsolescência com foco total em giro de estoque. Suporte de ferramentas de gerenciamento de estoque como um bom ERP, bem parametrizado, uso de WMS e coletor de dados, rotinas de inventários cíclicos, curva ABC bem implementada para ganho de produtividade e gestão visual com KPIs bem definidos ajudam e muito a reduzir baixas e melhorar a acuracidade de inventários que impactam diretamente em provisões e baixas nos lucros operacionais, garantindo um resultado e um fluxo de caixa adequado que te permitirão competir ainda mais em preços (se necessário for) ou simplesmente melhorar a margem dos acionistas. Cuide do processos, cuide do clientes, ouça o cliente, segmente seus clientes para dar níveis de serviços diferenciados, crie mecanismos menos burocráticos, atenção a logística reversa, que para esse mercado faz toda a diferença, dê valor ao nível e satisfação do seu cliente, crie canais múltiplos de atendimento e esteja perto do balcão de vendas, integre as ferramentas, use a era da tecnologia a seu favor, integrando todo o supply chain, seu fornecedor/fabricante, seus parceiros logísticos nacionais e internacionais, dashboards com business inteligence, informações nos Ipads e celulares, busque chegar a integrar as vendas dos seus clientes chave, reposições automáticas, seja criativo e dinâmico. Integre suas áreas internas, compartilhe a gestão, monitores os KPI e responsabilidades, e acima de tudo esteja pronto para entrar forte na competição, pois com tudo isso em produção, o céu será o limite para você.   GESTÃO E CONTROLE DE ESTOQUE, o nível de cobertura imediato para entrega do primeiro pedido e o tempo de atendimento, farão a diferença nesse mercado para nível de serviço.   A gestão e o controle dos estoques são muito importantes para uma empresa, seja ela grande, média ou pequena, nacional ou multinacional, seja uma fábrica, um distribuidor ou até mesmo uma loja no varejo, é através dessa gestão que a empresa se torna capaz de prever o quanto será necessário comprar, armazenar, que espaço vai precisar para acondicionar, investimento a ser feito, desembolso, fluxo de pagamentos e caixa, risco financeiro e atrasos de entrega, nível de serviço que pretende entregar a seus clientes, tempo, prazo, % de atendimento na primeira entrega, provisões para um próximo pedido, embarques do mês, para uma determinada sazonalidade, para o ano, para um plano estratégico de 5 anos, enfim são muitas as informações, benefícios e melhorias operacionais de impactos múltiplos na logística, na satisfação do cliente, no nível de serviço, na contabilidade e no resultado operacional da empresa que a gestão eficiente e eficaz de um estoque pode trazer a uma empresa.   Compartilho alguns indicadores de gestão e controle de estoques importantes para a gestão: Cobertura de estoque Índica de faltas de materiais Distribuição de giro Índice de indisponibilidade Índice de obsolescência Nível médio de estoque Custo de estoque Análises por famílias O estoque de segurança se torna fundamental, itens com lead time de produção longo, que dependem de importação, passam pela alfandega brasileira, trazem riscos de variações e incertezas das demandas, por não terem grande visibilidades da área comercial, trazem ao planejamento de desafios muito grades para uma boa e saudável cobertura de estoque O estoque de segurança tem por objetivo garantir o abastecimento de um item contra incerteza de em seu consumo. Para cada item, portanto, o estoque de segurança será tanto maior quanto maiores forem as incertezas sobre o seu consumo. Por isso conhecer bem o seu produto, suas marcas, seu giro, seu mercado, seus fornecedores, sua logística ponta a ponta, cruzar passado e futuro e históricos e indicadores gerais são importantíssimos para definir a sua forma e premissa de cálculo

Qual lente de contato é melhor para treinar e que cuidados ter com ela?

Quem tem problemas de visão como miopia e astigmatismo sabe que é arriscado usar óculos ao fazer esportes de contato ou com bola (lutas, futebol, basquete, vôlei etc.). Ao sofrer uma queda, levar um golpe ou uma bolada, os óculos podem machucar o seu rosto e os seus olhos. Por isso, para quem pratica esse tipo de modalidade e precisa de lentes corretivas, o mais indicado é usar lentes de contato. Elas garantem não só que você enxergue bem durante o exercício, como também proporcionam conforto, segurança e até uma melhor visão do que os óculos —explicamos melhor esse benefício mais abaixo. Mas fazer atividades físicas com lentes de contato exige atenção, principalmente para não infectar os olhos. A seguir, tiramos dúvidas comuns de quem treina com lentes e mostramos cuidados importantes que você precisa ter. Qual a melhor lente de contato para a prática esportiva? Não há uma lente específica para o esporte. Mas as lentes gelatinosas de uso único costumam ser as mais recomendadas para quem vai utilizar o produto apenas para fazer exercícios, por serem consideradas mais seguras (têm menor risco de contaminação) e práticas. Segundo os especialistas ouvidos por VivaBem, ao usar a lente diária para treinar a pessoa não precisa se preocupar, por exemplo, com o estojo e a solução de limpeza. Você retira o produto da embalagem, coloca-o no olho, faz seu exercício e depois o tira e joga fora. Claro que o tipo de lente a ser utilizado por cada pessoa é uma questão bem individual —se você usa a lente o dia todo e vários dias da semana, por exemplo, a de uso mensal pode ser mais vantajosa. O tipo deve ser decidido com a ajuda do oftalmologista, após realização de exame oftalmológico e avaliação dos hábitos da pessoa. Quais são os principais cuidados que você deve ter? Lave bem as mãos Os cuidados com as lentes de contato no treino são os mesmos que devem ser tomados no dia a dia. O principal deles é higienizar bem as mãos com água e sabão e enxugá-las em papel absorvente ao colocar e retirar as lentes de contato. A higiene das mãos é essencial para minimizar risco de contaminação das lentes, o que pode causar complicações oculares. Não esfregue o olho se cair suor ou sujeira O risco aqui vai além de você perder as lentes. Mesmo que pareçam limpas, suas mãos estão cheias de germes. Aí, ao esfregar os olhos, você pode levar micro-organismos para dentro deles, contaminando a região e também as lentes de contato. Além disso, o atrito das mãos com os olhos pode ocasionar lesões oculares. Se suor ou sujeira estiverem irritando seus olhos durante um treino, o certo é parar a atividade, lavar as mãos e retirar as lentes para fazer uma higienização —ou até mesmo realizar a troca delas. Caso isso não seja possível, outra opção é usar colírios lubrificantes ou lágrimas artificiais para lavar os olhos, com ou sem lentes de contato. Se depois do treino você tirar as lentes e o desconforto persistir, é recomendado procurar um médico oftalmologista. Tire-as antes do banho Seja no vestiário da academia, seja na sua casa, a recomendação é sempre tirar a lente antes de entrar no chuveiro. A água pode ter impurezas, sabão ou estar contaminada com bactérias, vírus, fungos, que podem ser absorvidos pelas lentes e ficar em contato prolongado com seus olhos, provocando irritação ou até mesmo problemas como conjuntivite, úlceras e outras condições que podem levar à cegueira. Armazene corretamente Se você usa as lentes de contato de uso prolongado (mensal), é essencial higienizá-las e armazená-las corretamente após o uso —utilizando sempre solução de desinfecção multipropósito e estojo apropriados. Também é importante descartar as lentes no prazo indicado pelo fabricante e trocar o estojo a cada três meses. Esses cuidados reduzem o risco de infecções por fungos e bactérias. Dicas práticas ao usar lentes de contato para treinar: Se onde você pratica esportes não há um banheiro adequado para fazer a higienização das mãos, coloque as lentes em casa (ou no trabalho), antes de sair para treinar; Tenha sempre um par extra de lentes de contato, para trocar ou repor o acessório, se necessário; Tenha sempre um colírio lubrificante ou lágrima artificial prescrita pelo oftalmologista; Sempre que possível, use óculos de sol para fazer exercícios ao ar livre; Nunca retire as lentes de contato com a mãos sujas; Posso fazer esportes aquáticos com lente de contato? Não. Água e lentes de contato não combinam. A água de mar, lagos, rios ou piscinas pode conter micro-organismos que contaminam as lentes e podem provocar graves infecções oculares, além de irritações e alergias. Lentes de contato rígidas não devem ser usadas sem óculos de proteção, pois saem dos olhos ao abri-los dentro d’água. Os esportes aquáticos devem ser praticados com o uso de óculos adequados à modalidade, que podem ter lentes corretivas. Quando o uso das lentes for inevitável, o atleta deve consultar um médico oftalmologista, que irá avaliar a possibilidade de utilizar lentes gelatinosas de uso único. Elas devem ser retiradas e descartadas imediatamente após a prática esportiva na água. Se necessário, uma nova lente pode ser colocada a partir de 30 minutos da retirada. Essas ações diminuem o risco de contaminação por vírus, bactérias e protozoários. Melhor visão Segundo os especialistas ouvidos por VivaBem, uma das vantagens das lentes de contato em relação aos óculos é que, como a correção do grau é feita diretamente sobre os olhos, o campo de visão é similar ao mesmo de um olho que não tem grau, garantindo uma melhor visão periférica —o que, em alguns esportes, pode contribuir para um melhor desempenho. Os oftalmologistas explicam que as armações dos óculos são o principal obstáculo que diminuem o campo de visão de um atleta. Com o uso das lentes de contato, o campo visual pode ser ampliado em até 15% —em comparação com o uso de armações. Outro ponto positivo é que as lentes de contato proporcionam ao esportista mais liberdade de movimento, mais estabilidade visual mesmo com a constante movimentação ocular e menos distorções

#Reencontro do setor óptico!

Após dois anos sem ocorrer o maior evento anual do setor óptico, a Expo Óptica 2022 vem para marcar um grande reencontro e “matar saudades”! A maior exposição de óptica da América Latina já tem data confirmada, de 04 a 07 de maio de 2022 no Expo Center Norte, pavilhão azul, em São Paulo/SP. O novo conceito do evento não poderia ser outro, está baseado no “Reencontro”. Depois de  2 anos sem o principal evento do setor óptico brasileiro podemos finalmente afirmar que esse grande reencontro do setor óptico vai acontecer! Estamos preparando um grande #Reencontro para todos do setor óptico.  O site do evento já está atualizado, lá você encontra tudo: transfer, caravanas, expositores, palestrantes, serviços oferecidos durante o evento e expositores confirmados.  Acesse https://www.expoopticabrasil.com/ Caso tenha alguma dúvida, enviar e-mail para [email protected] ou ligue para (11) 3059-2090 (ramal 12). Sobre Abióptica  A Associação Brasileira da Indústria Óptica – Abióptica, entidade mais representativa do setor óptico brasileiro, possui entre seus associados 95% de todas as marcas e grifes comercializadas no Brasil. Tem como um dos seus principais objetivos a defesa dos interesses do setor óptico por meio do fortalecimento e união da indústria e varejo. Sobre a Expo Óptica Brasil Desde 2003, a Abióptica coordena e organiza a Expo Óptica, o maior e mais representativo evento óptico da América Latina e um dos maiores do mundo no setor. No encontro, todos os representantes da óptica mundial têm a oportunidade de discutir, traçar novos rumos e apresentar aos profissionais toda a gama de novidades, inovações e tendências.

Planejando sua primeira importação

Esta semana entregamos mais alguns projetos de importação. O projeto contempla uma série de informações que compõem a importação. São abordadas desde as características do produto, passando pelo perfil do fornecedor internacional e concluindo com custos e prazos do projeto. Esta apresentação visa atender o perfil dos nossos clientes que não tem nenhum conhecimento sobre como funciona um processo de importação. No projeto detalhamos todas as fases do processo, demonstrando o fluxo de pagamentos e o custo total da importação até a mercadoria entregue no armazém do importador. Enfim, considerando os atuais patamares dos preços do frete internacional e a taxa do dólar, o custo da importação acaba ficando bem elevado. E se você trabalha com produtos importados e seus concorrentes também trazem os mesmos produtos do exterior, provavelmente as despesas de importação estarão altas tanto para você quanto para os seus concorrentes. Neste caso é importante acompanhar o mercado e ver um momento melhor de fechar o pedido e de embarcar. Alguns clientes chegaram a falar de desistir da importação, no entanto, temos que levar em consideração, que os valores relacionados ao frete não vão ficar eternamente nestes patamares e, portanto, acompanhar as informações sobre os fretes e taxa do dólar é extremamente importante. Seguem abaixo os itens que compõem o custo total de importação de mercadorias. Valor das mercadorias: O valor das mercadorias sem dúvida é o principal dos valores a negociar. Um aspecto muito importante a ser considerado é o relacionamento entre o preço dos produtos e a condição de pagamento e condição de entrega. Ou seja, para que você possa analisar corretamente o preço ofertado, é preciso saber as condições de entrega, ou seja, onde o fornecedor vai disponibilizar as mercadorias. Por exemplo, ele pode deixar a carga no porto de origem, no porto de destino ou até mesmo no estabelecimento do comprador. Esta informação é importante para compormos o custo da importação. Outra informação importante é a condição de pagamento. Normalmente em uma primeira compra, o fornecedor deverá solicitar pagamento antecipado, que pode ser 30% na colocação do pedido e os restantes 70% quando a mercadoria estiver pronta para embarque, ou seja, os 30% são exigidos para que eles iniciem a produção e o pagamento dos 70% são impeditivos para a disponibilização da carga para embarque. Taxa do dólar: Sem dúvida é um dos fatores que mais influenciam e que infelizmente estão fora do nosso alcance. Veja abaixo a variação nos últimos meses. Em uma importação de USD 50.000,00 por exemplo, tivemos a seguinte variação no valor convertido em reais em 1 mês: 03.09.2021 = USD 50.000,00 x 5,1685 = R$ 258.425,00 30.09.2021 = USD 50.000,00 x 5,4394 = R$ 271.970,00 Resultando na majoração do valor em reais no montante de R$ 13.545,00. Consequentemente, este aumento no valor em reais se reflete num incremento dos impostos devidos na importação que, por sua vez, devem ser adicionados ao custo da importação, calculado em 03/09 e em 30/09. Frete internacional: Desde o início da pandemia até hoje ocorreram vários episódios na logística internacional que impactaram negativamente nos valores de frete. Serviços de frete que eram cobrados USD 3.000,00 antes da pandemia, chegam a ser cobrados atualmente USD 12.000,00, ou seja, um aumento de 300%. Inacreditável, mas infelizmente é fato. Primeiro foi o acidente no Canal de Suez. Quem diria que um fato ocorrido do outro lado do nosso país fosse causar tanto transtorno? Pois é, mais de 400 embarcações paradas durante quase 10 dias, ocasionando um acúmulo enorme de cargas a serem embarcadas na China para todo o mundo e um aumento na falta de containers disponíveis. Na sequência, uma série de consecutivos fechamentos de portos da China por vários dias, ocasionados pela pandemia. À medida que o governo chinês foi identificando casos de COVID-19 nos portos eles interditavam o local na tentativa de conter o avanço da pandemia. Isso resultou nas cargas acumulando na China para embarcar, os containers evaporando e, como consequência, frete subindo semanalmente. Ah… e ainda tem os transportes aéreos. Vamos analisar um pouco o modal aéreo, no qual muitas cargas são embarcadas em voos mistos, ou seja, voos compartilhados de passageiros e de cargas, em que aeronaves têm seus porões utilizados para transporte de mercadorias. Com a pandemia, muitos voos de passageiros foram cancelados. Conclusão: menos opções de aeronaves para transporte e por consequência, valores dos fretes aumentando semanalmente. Uma alternativa seria transferir as cargas do aéreo para o marítimo, mas lembre-se que este já está com um volume muito alto de cargas precisando ser escoadas. Portanto, já dá para imaginar o caos. Um outro fator importante é que o valor de frete internacional entra na base de cálculo dos impostos, ou seja, os custos de importação aumentam exponencialmente. Seguro Internacional: Muitos acabam não incluindo este item nos custos, por acharem que é um custo que não compense contratar, já que eles sempre acham que nunca vai acontecer nada durante o trajeto. No entanto eles desconhecem os riscos que a carga corre durante o trajeto internacional. Problemas podem ocorrer durante o manuseio no transporte até o porto ou aeroporto, durante o próprio trajeto internacional, ou mesmo no transporte do porto ou aeroporto para o seu armazém, sem contar o risco de um acidente, roubo, extravio etc. E por mais que não pareça, estas ocorrências acontecem com muita frequência. Impostos: Aí corre a maior parte dos custos de importação. As alíquotas dos impostos dependem do tipo de mercadoria. Cada mercadoria tem um código que segue a NCM – Nomenclatura Brasileira do Mercosul – e com base nele conseguimos consultar as alíquotas dos impostos e os procedimentos para importação. Os procedimentos variam bastante de produto para produto, sendo que alguns deles têm que conseguir a anuência de órgãos controladores. Mas este é um assunto para abordarmos em um outro artigo. Enfim, abaixo a relação dos impostos: – II: Imposto de Importação – IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados – PIS: Programa de Integração Social – COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social –

Selo de Qualidade Técnica para ópticas é lançado no Paraná como um benefício para a população e para o mercado de saúde visual

Iniciativa do Conselho Regional de Óptica e Optometria do Paraná e do SINDIÓPTICA/PR auxilia os consumidores na busca de bons serviços, qualifica o trabalho dos profissionais da área e promove a percepção de que as óticas são estabelecimentos de saúde Os paranaenses que necessitam de óculos e o mercado de óticas do estado vão contar com um benefício na busca pela qualidade em lentes para correção visual. O Conselho Regional de Óptica e Optometria do Paraná – CROO/PR e o Sindicato do Comércio Varejista de Material Óptico, Fotográfico e Cinematográfico no Estado do Paraná – SINDIÓPTICA/PR lançarão um Selo de Qualidade Técnica, que será conferido aos estabelecimentos que cumprirem com as exigências da categoria para oferecer produtos de qualidade e apropriados para a saúde dos olhos. “A visão é o mais importante dos sentidos humanos, merece ser tratada com respeito e cuidado. A ideia do selo nasceu da necessidade de sinalizar, tanto para o consumidor, quanto para o próprio setor óptico, que estabelecimentos trabalham de acordo com os critérios técnicos e éticos exigidos para o setor”, explica Franklin Kerber, vice-presidente do CROO/PR e optometrista. O selo será concedido a estabelecimentos que contam com profissionais ópticos aptos para garantir: a interpretação correta da prescrição, armações adequadas para o rosto, medidas para uma perfeita adaptação dos óculos e as melhores lentes. O lançamento do selo está marcado para 1º de outubro (sexta-feira) às 19h, no Senac Centro (Curitiba/PR), em um evento para convidados. Na ocasião, será realizado um coffee break seguido de uma apresentação, que contará com cinco profissionais envolvidos na iniciativa: Reginaldo Alberto Pereira (bacharel em optometria e pós-graduado em ortóptica e reabilitação visual), Carlos Eduardo Scarpim Winnikes (bacharel em optometria), Arlindo Mitsuo Tsumanuma, (técnico óptico e optometria), Fabio Prestes Barbosa Meger (assessor jurídico do CROO/PR) e José Alberto Pereira (presidente do SINDIÓPTICA/PR). Esta ação conjunta entre os representantes dos profissionais técnicos em óptica e dos comércios varejistas de artigos ópticos visa valorizar aqueles que trabalham de forma adequada, bem como dar visibilidade aos consumidores sobre a importância de escolher bem os estabelecimentos em que irão adquirir suas lentes. “O selo é ao mesmo tempo uma forma de certificar as boas práticas do estabelecimento óptico, e um compromisso de que a óptica aplica com rigor critérios técnicos e éticos estabelecidos por lei e pelo código de ética profissional do Conselho Brasileiro de Óptica e Optometria. Para o consumidor, é a garantia de receber o melhor para suas necessidades de saúde visual. Para o profissional de óptica, a segurança de uma concorrência leal, balizada nas melhores práticas”, aponta Franklin Kerber. Óticas precisam ser encaradas como lojas de saúde Não existe hoje a percepção de que uma óptica seja uma casa de saúde, tanto quanto uma farmácia. No entanto, esta é uma visão que precisa ser mudada, e a criação do Selo de Qualidade Técnica pode contribuir com essa mudança. “De fato não há como negar que a escolha dos óculos, das armações, têm um grande impacto sobre a imagem pessoal, e estes são sim itens de moda. Porém, o propósito principal desses itens não pode ser ignorado. Óculos bem adaptados, lentes produzidas com material de qualidade, construídas com precisão, são essenciais para um bom desempenho no trabalho, nos estudos, e na vida em geral. Especialmente em tempos onde tanto da visão tem sido exigido. Boa parte de nós passa horas a frente de uma tela, dependemos cada vez mais de nossa capacidade de enxergar bem e com conforto. Então é preciso encarar a óptica como estabelecimento de saúde, e que a escolha adequada das lentes, dos óculos, é uma responsabilidade compartilhada entre o óptico e o cliente, aliando um excelente design com perfeição técnica que o sentido da visão merece”, afirma Franklin Kerber. Sobre o CROO/PR Com sede em Curitiba, o Conselho Regional de Óptica e Optometria do Paraná – CROO/PR é uma associação privada que representa no estado os técnicos em óptica (responsáveis pelos estabelecimentos que comercializam lentes e óculos) e os optometristas, que são profissionais da área da saúde visual que trabalham na atenção primária com prevenção de disfunções oculares e correção de erros refrativos, além de atuarem em terapia visual e adaptação de lentes de contato. O CROO/PR tem entre seus objetivos lutar pela regulamentação do exercício do profissional optometrista, esclarecer para a sociedade questões que envolvem o desenvolvimento da saúde visual da população paranaense, e também fazer propostas de readequação e reorganização dos atendimentos em saúde ocular. Serviço: Lançamento do Selo de Qualidade Técnica CROO/PR e SINDIÓPTICA/PR Local: Senac Centro (Rua André de Barros, 750, 10º Andar – Curitiba/PR) Data e horário: 1º de outubro (sexta-feira) às 19h Entrada para convidados   Fonte: Lide Multimídia

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