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Visão infantil: como saber se a criança enxerga bem

Como saber se a criança está com problemas de visão Neste artigo, vamos falar para você sobre visão infantil e como saber se a criança enxerga bem. Isto porque, muitas vezes, sem a ajuda de um profissional especializado, pode ser difícil reconhecer os sinais de que os pequenos estão enxergando com dificuldade e pouca nitidez. E a nossa entrevista de hoje será com o consultor e especialista óptico, Sérgio Alex Pereira, que irá esclarecer para você as principais perguntas sobre a importância de realizar testes e exames de acuidade visual nas crianças, desde cedo. “Minha maior preocupação como especialista em óptica é com a qualidade de visão das crianças. Isto porque, nesses 22 anos pesquisando, estudando e desenvolvendo projetos focados na visão infantil e atuando na linha de frente do atendimento a pessoas com erros de refração ou com problemas no processamento visual, percebi que cada vez mais crianças estão apresentando problemas de visão, como a miopia, por exemplo.” Sérgio Alex Pereira, consultor e especialista óptico. SOFRIMENTO E FRUSTRAÇÃO Problemas de visão causam sofrimento e frustração, influenciando diretamente no rendimento escolar e na sociabilização da criança. Confira abaixo, nesta sequencia de perguntas e respostas, as situações destacadas pelo especialista que sempre devem chamar a atenção dos pais, avós, cuidadores, professores e todos aqueles que convivem com a criança. VPOF: POR QUE, HOJE, É MAIS IMPORTANTE DO NUNCA, FAZER O EXAME DE ACUIDADE VISUAL EM CRIANÇAS ? Sérgio Alex: Porque hoje a “ geração das telas “ está brincando cada vez menos ao ar livre e exercitando a visão em situações naturais, em função do uso excessivo da TV, smartphones, tablets. No lugar de andar de bicicleta, correr atrás da bola, brincar de pique-pega, pular amarelinha, crianças de todas as idades, e até aquelas com idade inferior aos 3 quando os olhos ainda estão em formação, estão consumindo vídeos e jogos nas telas do celular durante horas seguidas. VPOF: COMO OS PAIS, PROFESSORES E RESPONSÁVEIS DEVEM FICAR ATENTOS À SAÚDE VISUAL DAS CRIANÇAS ? Sérgio Alex: Vocês mãe e pai, familiares e professores fiquem atentos ao comportamento deles seja em casa, em sala de aula ou qualquer outro ambiente principalmente para reduzir o excesso de exposição à luz artificial, principalmente a luz de LED (luz azul), emitida pelas telas e pela iluminação dos ambientes de casa e da escola, principalmente quando falamos de crianças e adolescentes que estão em fase de alfabetização ou de grande esforço visual e leitura constantes. Nestes casos, é de suma importância verificar erros de refração e outros problemas relacionados a acuidade e ao processamento visual com um profissional especializado para tratar essas questões. VPOF: QUAIS SÃO OS PROBLEMAS DE VISÃO MAIS RECORRENTES ? Sérgio Alex: Erros de refração como a miopia, a hipermetropia e astigmatismo. Estes. se não corrigidos desde cedo, podem ser a principal causa de sérios problemas de aprendizagem e dificuldades na escola. Problemas de visão influem diretamente no rendimento escolar e na sociabilização da criança. Na fase adulta, pelo mal desempenho na escola, isso pode também representar insucesso profissional e grande impacto econômico e social na vida da pessoa. Daí a importância da identificação e tratamento precoces das ametropias. Tais ações também são fundamentais para que se reduza a incidência de ambliopia (olho preguiçoso) entre as crianças. Saiba mais sobre ametropias e ambliopia neste próximo artigo. VPOF: COMO TESTAR A VISÃO DA CRIANÇA? Sérgio Alex: A triagem ou teste de acuidade visual possibilita a detecção de problemas visuais, e permite avaliar o perfil dos erros refracionais em crianças. A fase mais importante para a realização das campanhas de triagem é de até 6 anos. VPOF: QUAIS OS SINAIS DE QUE A CRIANÇA NÃO ENXERGA BEM Sérgio Alex: No do dia-a-dia Franzir a testa Apertar e coçar os olhos Tropeçar e cair com frequência Dores de cabeça constantes Cansaço visual após os estudos ou depois da escola Sentar muito perto da TV ao assistir Na escola Pintar fora das margens do desenho Falta de concentração Dificuldade de copiar no quadro Dificuldades com a leitura Escrever e ler com a cabecinha muito perto do caderno NÚMEROS, ALERTAS E DIRETRIZES DO MINISTÉRIO DA SAÚDE As estatísticas indicam que 20% das crianças em idade escolar apresentam problemas oftalmológicos como a necessidade de usar óculos (por causa de problemas de refração como miopia, astigmatismo e hipermetropia), estrabismo e ambliopia (quando um dos olhos fica desviado). Como a criança está crescendo, o olho também está crescendo. O descuido com a acuidade visual nos primeiros anos de vida causa um grave impacto no desenvolvimento global da criança, levando a baixa autoestima, dificuldade de aprendizado e sentimento de exclusão. Na fase escolar, é raro a criança relatar espontaneamente que não enxerga bem. Muitas vezes o problema é descoberto pelo professor, que observa sinais como lacrimejamento, olhos vermelhos aos esforços visuais, ‘apertar’ os olhos para enxergar de longe, falta de atenção para leitura da lousa, letra feia, dor de cabeça, entre outros sintomas. Algumas crianças apresentam baixo rendimento escolar sem que pais ou professores sequer suspeitam que há uma relação com a visão. COMPARTILHE ESTES SINAIS DE ALERTA COM PROFESSORES, PAIS, FAMILIARES E RESPONSÁVEIS A elaboração das Diretrizes de Atenção à Saúde Ocular na Infância: detecção e intervenção precoce para a prevenção de deficiências visuais foi uma ação conjunta de vários órgãos governamentais e também contou com a colaboração da Área Técnica Saúde da Criança e Aleitamento Materno/DAPES/SAS/MS, do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) e da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). O objetivo destas diretrizes é oferecer orientações às equipes multiprofissionais para o cuidado à saúde ocular da criança abrangendo o pré-natal, neonatal e até o final da infância. A visão é um dos mais importantes sentidos no desenvolvimento físico e cognitivo normal da criança. O desenvolvimento motor e a capacidade de comunicação são prejudicados na criança com deficiência visual porque gestos e condutas sociais são aprendidos pelo feedback visual. O diagnóstico precoce de doenças, um tratamento efetivo e um programa de estimulação visual precoce podem permitir que a criança possa ter uma integração maior com
Expo Óptica 2022 registra recorde com 16 mil visitações em 4 dias

Total de visitações, quando há o retorno do visitante ao evento, foi 30% superior a 2019; Número de visitantes ao evento foi de 12,4 mil pessoas ante 9 mil em 2019; Edição 2023 será lançada em julho A Expo Óptica 2022 registrou recorde de visitações. Na edição desse ano foram 16 mil visitações, ante 11 mil em 2019. O volume de visitantes também foi recorde. De 4 a 7 de maio 12,4 mil pessoas estiveram no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, em São Paulo, ante 9 mil em 2019. A visitação é o momento em que há o retorno do visitante ao pavilhão. “Um terço a mais de visitantes retornou ao evento o que sinaliza o interesse bastante elevado de quem foi conhecer as novidades do setor”, avalia Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica Associação Brasileira das Indústrias Ópticas que completa: “o evento do #reencontro superou nossa expectativa em visitantes e visitações”. Este ano, a Expo Óptica 2022 teve 120 empresas expositoras, ante 89 na edição anterior, ocupando 14 mil metros quadrados, contra 11 mil m² em 2019. Em 2020 e 2021 não houve evento por conta das restrições sanitárias impostas pela pandemia. “O aumento do interesse de empresas e visitantes na Expo Óptica mostra que a perspectiva de negócios resultantes do evento deve ser maior que em 2019”, afirma Ambra Nobre Sinkoc, Diretoria Executiva da Abióptica. Segundo a entidade, a previsão de geração de negócios este ano poderá ser superior a R$ 750 milhões. Em 2019 foi em torno de R$ 500 milhões. Edição 2023. A Expo Óptica 2023 será oficialmente lançada em julho/22. A Abióptica espera que a partir do seu anúncio mais empresas venham integrar a entidade. “Esse movimento é natural e vem sempre entre o balanço de sucesso de um evento e o lançamento do seguinte”, explica a executiva. “As empresas entendem a Expo Óptica como evento fundamental para seu suporte de vendas”, diz Ambra que completa: “é um evento gerador de negócios e as vendas acontecem em seus quatro dias e nas semanas seguintes como resultado dos contatos comerciais realizados”. Sobre a Abióptica. A Abióptica – Associação Brasileira das Indústrias Ópticas atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 100 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Acesse: www.abioptica.com.br Informações à imprensa: Fernando Neves 11-9-9178-4289 [email protected]
MagTag: produto com DNA do Vale do Sinos vem conquistando clientes no país

Cena 1: A pessoa coloca o óculos de leitura na camiseta, vai se abaixar para pegar algo e… pumba! Óculos no chão e lente quebrada. Cena 2: A pessoa coloca o óculos na cabeça, alguém chama, a pessoa vira rapidamente e… pumba! Óculos no chão e lá se vai a haste. Cena 3: A pessoa vai lavar o rosto, tira o óculos, enxagua o rosto, seca as mãos, pensa na vida e… vai embora. Tchau, óculos! Cena 4: A pessoa tira o óculos para poder ficar com a vista livre e coloca sobre uma superfície suja. Quando vai recolocar, aquele meleca vem junto. Eita! Os episódios com final nem tão feliz envolvendo o uso de óculos são muitos. Os prejuízos, então, incontáveis. A SOLUÇÃO Foi buscando uma solução para os usuários de óculos – e também para quem faz uso de outros itens, como fones de ouvido ou crachás – que foi desenvolvido o MagTag. É um suporte magnético que pode ser fixado em diferentes peças de roupa. Seguro, higiênico, elegante e discreto. Uma peça que começa a ganhar espaço nas óticas brasileiras. Quem está à frente do desenvolvimento desse produto é o advogado Vinícius de Azambuja Franco. Morador de Novo Hamburgo, ele está fomentando a cadeia produtiva do Vale do Sinos. “O MagTag é um produto altamente inovador e 100% fabricado com empresas da nossa região. Já estamos presentes em todos os Estados do Brasil e em todos os principais marketplaces do país. Estamos presentes em centenas de óticas”, comemora Franco, que atua como CEO do negócio. Ele explica que foi montado um hub de fornecedores locais a fim de assegurar a produção com a qualidade desejada, com parcerias em Novo Hamburgo e Sapiranga. “Nosso foco é a qualidade. Temos controle e acesso aos fornecedores, tanto na questão dos metais como na pintura automotiva robotizada em alta resolução”, detalha. “São imãs de alto desempenho. Garante uma fixação perfeita sem danificar ou marcar as roupas. Já a base de acrílico leve e resistente”, completa Franco. DESIGN E LINHAS Inovação no mercado, o MagTag possui depósito de patente e marca registrada. “Temos design exclusivo e três linhas: Classic, Lux e Sport. É o primeiro suporte magnético para óculos do Brasil”, comemora o empreendedor. O lançamento oficial do MagTag ocorreu em maio de 2021 e nesse quase um ano o produto foi sendo apresentado para o setor de óticas brasileiras. A cada nova participação em feira especializada, mais portas são abertas e negócios vão sendo fechados. “Tivemos muito sucesso em duas feiras que fomos no ano passado e no evento que estivemos neste ano. Vendemos tudo que tínhamos, inclusive na vitrine. Na feira de Fortaleza, também fui convidado para dar palestra sobre inovação e empreendedorismo. Só voltei com o meu MagTag”, relata. Entre outros detalhes, a MagTag ainda trabalha com outros duas características: tem a primeira embalagem intuitiva do mercado ótico brasileiro e é o primeiro expositor interativo do mercado ótico no Brasil. Em 2022, a empresa incluiu em seu portfólio de soluções a linha Clubes, com propostas personalizadas para times de futebol, vôlei, handebol, entre outros, além dos seus torcedores. A ideia é abranger outros players do mercado com soluções customizadas e de acordo com a necessidade do cliente. “Já temos resultados bem-sucedidos para nossa linha Empresas, que contempla a personalização do MagTag para perfeita identificação de marcas e produtos. Nosso DNA é inovação e estamos sempre de olho no mercado para melhorarmos a nossa performance, atendendo todos os perfis de consumidores”, afirma Franco. Na imagem abaixo, o MagTag personalizado para gremistas, EMBAIXADINHAS A próxima participação do MagTag está confirmada: de 4 a 7 de maio, na Expo Óptica Brasil, no Expo Center Norte, em São Paulo. Para divulgar sua linha Clubes e mostrar o quanto o produto, fabricado com tecnologia de ponta, é resistente a quedas, foi convidada Adriana de Oliveira, Rainha do Freestyle, para participar de apresentações no estande da marca ao longo dos dias da feira. A atleta, que já atuou pela seleção brasileira, fará apresentações de embaixadinhas usando o MagTag para mostrar o quão efetiva é a capacidade do produto em evitar quedas de óculos. Se vale ajudar, vai uma dica pro CEO: leva um suporte magnético reserva e deixa no hotel – vai que vende tudo de novo! Ficou interessado? O site da marca é https://www.magtag.com.br/ . No Instagram, o perfil é @magtag_oficial . Nas fotos abaixo, Vinícius de Azambuja Franco e mais alguns modelos da MagTag. Fonte: https://www.martinbehrend.com.br/noticias/noticia/id/11399/titulo/magtag-produto-com-dna-do-vale-do-sinos-vem-conquistando-clientes-no-pais
Receita prepara MP para taxar sites que importam produtos da China

Após pressões de empresários do setor de varejo, a Receita Federal trabalha em uma Medida Provisória para tributar produtos vendidos por plataformas de fora do País – como AliExpress (China), Wish (EUA), Shein (China), Shopee (China) e Mercado Livre (Argentina) – que trazem produtos a pessoas físicas do Brasil. Durante um almoço organizado pela Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo na última quarta-feira, o secretário especial da Receita Federal, Julio Cesar Vieira Gomes, afirmou que o órgão prepara uma proposta para combate ao que chamou de “camelódromo virtual”. “Essa prática consiste na introdução de produtos no País sem o correspondente pagamento de tributos. Nessa MP, a gente procura trabalhar tanto o fluxo financeiro, quanto o que é declarado na mercadoria, que muitas vezes não corresponde. São produtos importados. O controle é feito exclusivamente no País e a gente tem dificuldade de olhar apenas para aquilo que é declarado.” Como mostrou o Estadão/Broadcast, uma comitiva composta pelo empresário Luciano Hang, dono da varejista Havan, pelo CEO da Multilaser, Alexandre Ostrowiecki, e outros nomes de empresas de varejo que fazem importação de produtos vindos da China levou à Presidência e a senadores denúncias contra plataformas de fora do País que trazem produtos a pessoas físicas no Brasil, prática conhecida como cross-border. Em apresentação que leva o aviso de “material sigiloso” e batizada “Contrabando Digital”, são citadas as empresas AliExpress, Wish, Shein, Shopee e Mercado Livre. Instituições da indústria, que dizem há anos sofrer com concorrência desleal de produtos importados, juntaram forças e fizeram o assunto chegar à Procuradoria-Geral da República (PGR). Varejo e informalidade Um estudo feito no ano passado mostrou que, com um contingente de 6,8 milhões de trabalhadores ocupados sem registro, o varejo é o setor que apresenta maior informalidade no Brasil. Isso representa de R$ 95 bilhões a R$ 125 bilhões em evasão fiscal, ou seja, de impostos que deveriam ser arrecadados pelas empresas. No varejo digital, a venda de produtos pela internet, a evasão é ainda maior: de 33% a 37% das vendas não recolhem tributos, segundo um estudo do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) realizado com o apoio da consultoria McKinsey & Company e do escritório de advocacia Mattos Filho. Nas vendas físicas, a informalidade varia de 25% a 34% das vendas. “A informalidade não é mais o camelô na porta da loja. É uma estrutura poderosíssima que a transformação digital trouxe e que está ceifando empregos”, afirmou na ocasião Marcelo Silva, presidente do IDV. O principal motivo apontado pelo estudo foi justamente a falta de monitoramento dos marketplaces sobre a atuação informal de seus vendedores. A expansão de vendas cross-border (operações comerciais que vão além das fronteiras) e serviços de delivery de produtos evidenciam novas rotas de informalidade. Outro lado Em nota, o AliExpress diz que “é um e-marketplace que permite que comerciantes e compradores se conectem diretamente para benefício mútuo”. “Respeitamos e nos esforçamos para cumprir com todas as regras e regulamentos aplicáveis nos mercados em que operamos. Os comerciantes que utilizam nossa plataforma são separadamente responsáveis por cumprir as leis e regulamentos aplicáveis a eles também.” Com informações de Estadão Conteúdo (Antonio Temóteo). Imagem: Shutterstock Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br/2022/03/28/receita-prepara-mp-para-taxar-sites-que-importam-produtos-da-china/#:~:text=Durante%20um%20almo%C3%A7o%20organizado%20pela,chamou%20de%20%E2%80%9Ccamel%C3%B3dromo%20virtual%E2%80%9D
Mais de 7 milhões de consumidores protegidos

As ações de combate à pirataria executadas pela nossa parceira NoFake, visa combater a comercialização de óculos falsificados principalmente nas plataformas digitais brasileiras. O resultado dessas ações vem surpreendendo a todos. Atualmente a NoFake já protegeu mais de 7 milhões de consumidores com as ações de combate à pirataria. Esta é a soma entre o número de seguidores das páginas que já foram desativadas, mais o número de seguidores das páginas que passaram pelo ajustamento de conduta (se comprometeram a não vender produtos falsificados). Esses resultados está tirando cada vez mais o espaço do mercado ilegal em nosso país, consequentemente fomentando o mercado legal. É muito importante denunciar a venda de produtos falsificados, em específico no setor óptico, que é o principal setor de atuação da NoFake. Através das denúncias, juntos, conseguiremos proteger cada vez mais consumidores, marcas e o mercado legal! Como denunciar a venda de produtos falsificados? Para fazer uma denúncia de oferta de produtos falsificados é bem simples, existem algumas maneiras de serem feitas: 1° – Pelo site: Acesse: https://nofakebrands.com.br/denunciar-venda-de-produto-falsificado/ 2° – Pelo aplicativo: Acesse: https://nofakebrands.com.br/aplicativo-no-fake-combate-pirataria/ Para realizar a denúncia você precisa apenas informar o link da loja, o nome, quais marcas estão sendo comercializadas e pronto! A SUA DENÚNCIA É ANÔNIMA! Após isso daremos início as medidas de verificação. Então se você viu alguma loja ofertando produtos falsificados, já sabe o que fazer!
Neste mês de março de 2022 a Satisloh está completando 100 anos de existência

São 100 anos de trabalho totalmente dedicado a oferecer os melhores produtos e serviços, trazendo grandes inovações tecnológicas para a produção óptica. Durante todo esse tempo, a Satisloh traçou o seu caminho com o intuito de sempre oferecer o melhor atendimento aos clientes que tanto os apoiaram ao longo dessa jornada, acreditando no trabalho e oferecendo sua confiança. E é por esse motivo que a Satisloh quer agradecer por estar conosco nessa caminhada, acreditando nos produtos e serviços. E para comemorar o 100º aniversário, a Satisloh criou uma grande promoção. Confira nas redes sociais da Satisloh. https://www.facebook.com/satislohbrasil Fonte: Satisloh
Investimento da indústria em pesquisa e desenvolvimento cresceu 33,4%, após 2016

Confederação Nacional da Indústria (CNI) lança ferramenta interativa Perfil Setorial da Indústria que apresenta evolução de 33 setores sobre inovação, mercado de trabalho, tributação e outros indicadores De cada R$ 100 investidos pelas empresas brasileiras em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), R$ 69 vêm da indústria. Entre 2016 e 2019, em valores correntes, o aporte em inovação de processos e produtos cresceu 33,4% – de R$ 12,7 bilhões para R$ 16,9 bilhões, percentual acima dos 11,2% da inflação acumulada no período (IPCA), o que reforça o empenho do setor industrial em preservar os investimentos em inovação mesmo depois da crise de 2015-2016, que prejudicou fortemente a condição financeira das empresas. Nesse movimento, alguns setores se destacam, como o de produtos farmoquímicos e farmacêuticos, que ampliou seus investimentos em 63,9%, na década, passando de R$ 955 milhões para R$ 1,6 bilhão. Só de 2018 para 2019, o incremento no valor investido do setor foi de 7,9%, ou R$ 115 milhões. Já as empresas de veículos automotores representam as que mais investiram em P&D no período: mais de R$ 2,8 bilhões apenas no ano de 2019. Em seguida, vem o setor de químicos, com investimento da ordem de R$ 2,5 bilhões em P&D. Os dados estão no Perfil Setorial da Indústria, uma plataforma inédita que será lançada em 7 de fevereiro pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O portal reúne dados sobre mercado de trabalho, tributação, produção, comércio exterior, custos, inovação e investimento de 33 setores da indústria brasileira. Pela plataforma é possível criar rankings e comparativos entre os setores e os indicadores disponíveis, além de calcular a evolução dos números ao longo da série histórica, no recorte que o usuário preferir. “Os números não deixam dúvidas quanto à relevância do setor industrial para o Brasil. Ele é responsável por 20% do PIB e 20% dos empregos formais no país, 69% das exportações brasileiras de bens e serviços, 69% dos investimentos empresariais em P&D e 33% da arrecadação de tributos federais”, comenta o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. Emprego e remuneração O Perfil Setorial revela que o setor que mais emprega atualmente no Brasil é o de alimentos, com mais de 1,6 milhão de trabalhadores, ou 16,9% do total da força de trabalho da indústria brasileira. O setor com o segundo maior número de empregados é o de construção de edifícios, com cerca de 820 mil trabalhadores. Analisando toda a série histórica disponível na plataforma, que vai de 2006 a 2020, o setor que mais aumentou sua força de trabalho, em termos percentuais, foi o de manutenção, reparação e instalação de equipamentos. No período analisado, essa indústria teve 131% de incremento na mão de obra, contratando 115.276 pessoas. Já os melhores salários da indústria são pagos a quem trabalha na indústria extrativa. Os profissionais da extração de petróleo e gás natural recebem em média R$ 19.375,27 mensais, enquanto os funcionários de atividade de apoio à extração de minerais recebem em média R$ 10.013,60 mensais. São especialistas responsáveis por retirada de amostras do solo, bem como perfurações para análise de campos de petróleo e outras áreas de mineração. Participação no PIB industrial O setor de alimentos também é o que tem a maior participação no PIB industrial, ocupando uma fatia de 8,25% do total. Em seguida, vem o setor de extração de petróleo e gás natural, que teve 6,6% de participação no PIB industrial. Esse também foi o setor que mais aumentou sua participação ao longo dos últimos anos. Analisando a série histórica que vai de 2010 a 2019, a atividade cresceu 5,6 pontos percentuais na composição do PIB industrial brasileiro, saindo de 1% para os atuais 6,6% de participação. Tributos recolhidos Em termos de tributos federais, a indústria de veículos automotores foi que mais recolheu para o Fisco, num total de R$ 26,7 bilhões, em 2020. Em seguida, aparece o setor de biocombustíveis e derivados do petróleo: R$ 26,3 bilhões. Essa indústria é responsável pelo refino do petróleo, álcool e biodiesel. Setores que mais exportam Em relação às vendas para o mercado externo, o setor de extração de minerais metálicos ocupa o posto de maior exportador da indústria, com US$ 48,6 bilhões embarcados em 2021. Seguido do de alimentos, que exportou US$ 45,4 bilhões em 2021. Quando se analisa as exportações em proporção ao que produz, o setor que mais destina suas vendas ao exterior é o de outros equipamentos de transporte. Em 2018, 73,4% dos bens produzidos por suas indústrias foram para o exterior. O setor fabrica embarcações, balsas, helicópteros, aviões, trens, motos e outros veículos que não entram na categoria de “automotores” (carros, ônibus e caminhões). Em segundo lugar no ranking dos maiores exportadores está a indústria de fumo que, em 2018, vendeu 42% do que produziu para o exterior. Empresas em operação Em número de empresas existentes no Brasil, o setor de construção de edifícios é o que lidera. São mais de 73 mil. Outro gigante em termos de empresas constituídas é o setor de serviços especializados para construção, que tem mais de 66 mil indústrias. Metodologia O Perfil Setorial da Indústria foi desenvolvido pelas Gerências de Estatística e de Análise Econômica da CNI com base em dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Receita Federal, Ministério da Economia, e da própria Confederação Nacional da Indústria (CNI). A série histórica varia conforme o indicador e a plataforma é atualizada na medida em que as pesquisas são renovadas. Fonte: CNI Atendimento à Imprensa (61) 3317-9406 / 9578 [email protected]
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