Exposição prolongada ao sol pode antecipar catarata, alerta oftalmologista

Exposição prolongada ao sol pode antecipar catarata, alerta oftalmologista Na estação mais quente do ano, a exposição prolongada ao sol pode antecipar o surgimento de catarata, que normalmente ocorre com o envelhecimento. De acordo com os especialistas, no verão, as pessoas procuram se proteger dos raios solares, mas acabam esquecendo de cuidar dos olhos. Muitos estudos mostram que os raios Ultra Violetas (UV) podem aumentar o risco de catarata e de outras doenças oculares. Para o oftalmologista do HVISÃO, membro da Associação Americana (ASCRS) e Europeia (ESCRS) de Catarata e Cirurgia Refrativa e da Sociedade Brasileira de Catarata e Refrativa (BRASCRS), Francisco Lobato, a catarata é a doença ocular que reduz a eficiência e transparência do cristalino. “Fica atrás da íris e da pupila, muda de forma, permitindo que as imagens recebidas se concentrem na retina, que fica na parede posterior do olho. Quando a catarata se forma, as imagens vão se tornando cada vez mais difíceis de serem distinguidas, o contraste e cores ficam comprometidos”, disse o especialista. “A exposição prolongada ao sol favorece a precocidade do estresse oxidativo, reação química que pode ocorrer quando as células consomem oxigênio e outros nutrientes do organismo para produção de energia, sendo este, um dos principais contribuintes para o envelhecimento e para as doenças relacionadas à idade, incluindo a catarata”, explica Francisco Lobato. Segundo o médico, as células do cristalino contêm água e proteínas e não possuem as organelas, tipicamente encontradas em outras células. “Quando a catarata se forma, as proteínas das células do cristalino mostram sinais de danos oxidativos. Elas espalham a luz, ao invés de transmiti-la. Assim, pode-se dizer que o estresse oxidativo é responsável por destruir as proteínas do cristalino, dando origem à catarata”, afirma o oftalmologista. De acordo com o médico, o uso de óculos de qualidade, que de fato bloqueiem UVA e UVB (>98%) e chapéu são medidas preventivas importantes, nesta época do ano. Na alimentação, Lobato conta que consumir alimentos/suplementos ricos em antioxidantes (ômega-3, zeoxantina, transresveratrol, vitamina C e E, selênio, zinco, Carotenoides, cacau, açaí, etc), diminuem o estresse oxidativo. O oftalmologista alerta que os cuidados com a visão não se restringem apenas à época do verão, principalmente para pessoas que moram em localidades onde a incidência de raios solares é presente quase o ano inteiro. O tratamento de catarata é cirúrgico. Com 30 anos de experiência em cirurgias de catarata, Francisco Lobato conta que durante o procedimento, retira-se o cristalino e implanta-se uma lente intraocular (LIO) com grau especificamente calculado. Atualmente, existe um método mais moderno, no qual utiliza-se um aparelho de laser (FLACS = Femtosecond assisted cataract surgery) para a realização de algumas etapas da cirurgia, com o objetivo de dar mais precisão, previsibilidade e reprodutibilidade à cirurgia de catarata, finalizou Lobato. Fonte: Quem Vê – O seu portal sobre Saúde, Moda, Estética e Beleza!

Doença comum pode estar detonando sua visão silenciosamente: 2 sinais para observar

Condição comum e grave, a hipertensão arterial não apresenta sintomas óbvios e pode resultar em diversos problemas sérios de saúde, como AVC e infarto. O que pouca gente sabe é que a pressão alta sem controle ou tratamento pode até afetar a visão do paciente. Pressão alta afeta a visão. Mais comum entre idosos, a hipertensão arterial sistêmica pode acometer os olhos, afetando principalmente a retina, responsável pela transformação da luz em impulso nervoso que, recebido pelo cérebro, nos permite enxergar. Os vasos retinianos podem ser afetados, portanto, por alterações vasculares provocadas pela pressão alta. A mácula, região da retina responsável pela visão de detalhes, pode sofrer alterações devido a um quadro de hipertensão arterial, comprometendo assim a capacidade de visualização plena. A alteração nas paredes dos vasos causada pela pressão alta pode levar a quadros de oclusão que, consequentemente, gera baixa na visão. As oclusões podem acometer vasos centrais em regiões dos olhos que, em alguns casos, pode até resultar em perda de visão. Os sintomas de comprometimento da visão causado pela hipertensão se desenvolvem tardiamente, mas dois sinais merecem atenção e a busca por um diagnóstico médio o mais rápido possível: visão borrada e/ou alterações do campo visual. Quando diagnosticada precocemente por um oftalmologista, a condição tem grandes chances de controle e até regressão. Não existe cura para a doença, mas realizar exames constantes e controlar a pressão arterial através de cuidados com a alimentação, medicamentos e prática de exercícios são medidas que evitam o comprometimento da visão. Fonte: Hoje Mais – MS

Cuidado: exposição dos olhos aos raios solares pode causar nove doenças oculares. Usar óculos escuros é fundamental

De acordo com o oftalmologista Renato Neves, do Eye Care Hospital de Olhos, a luz invisível, solar, é composta por raios infravermelhos e ultravioleta. Enquanto a radiação infravermelha é percebida em forma de calor, a ultravioleta desencadeia reações que vão desde o bronzeamento até queimaduras e fotoalergias. Para se proteger das radiações, todos devem fazer uso diário de óculos escuros com filtro UV nas lentes, que bloqueiem entre 99% e 100% dos raios UVA e UVB. Mais do que em qualquer época do ano, no verão a incidência de raios ultravioleta (UVA e UVB) é bastante alta. Portanto, ninguém deve sair de casa sem proteger os olhos com óculos de sol. De acordo com o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, o acessório é imprescindível e deve ser usado até mesmo nos dias nublados. “A exposição exagerada aos raios solares pode causar, no mínimo, nove doenças oculares: câncer de pele, câncer da conjuntiva (membrana mucosa e transparente que reveste e protege o globo ocular), pinguécula (espessamento da conjuntiva), pterígio (fibrose da conjuntiva), ceratite (inflamação da córnea), catarata (opacificação do cristalino), degeneração do vítreo (responsável por manter a forma esférica do olho), retinopatia solar (queimadura da retina) e degeneração macular (deterioração da visão central).” O médico explica que a luz invisível é composta por raios infravermelhos e ultravioleta. Enquanto a radiação infravermelha é percebida em forma de calor, a ultravioleta desencadeia reações que vão desde o bronzeamento até queimaduras e fotoalergias. “Para se proteger das radiações, todos devem fazer uso diário de protetor solar para pele e óculos escuros com filtro UV nas lentes. Vale ressaltar que é fundamental que os óculos bloqueiem entre 99% e 100% dos raios UVA e UVB. Sendo assim, as pessoas devem fugir da tentação de adquirir óculos vendidos baratinho na praia, geralmente cópias de grandes marcas ou óculos genéricos que não ofereçam nenhuma garantia para a saúde ocular”. Já com relação à cor das lentes, Neves afirma que a escolha é uma combinação de gosto pessoal e de função. “Com exceção da lente preta, que é mais indicada no pós-operatório de cirurgia ocular, as demais cores de lentes devem levar em consideração sua utilidade. As lentes de cor cinza e marrom proporcionam bastante conforto visual e são as preferidas de quase todo mundo. Quem dirige bastante ou já passou dos 60 anos costuma dar preferência às lentes verdes, que oferecem melhor visão de contraste. Quem pratica muita pescaria, esportes náuticos, caça ou ainda pretende viajar para o exterior, onde está nevando, deve optar por lentes de cor púrpura ou vermelha, porque elas aumentam a visão de contraste em ambientes com fundo azul ou verde.” Por fim, o especialista ressalta que os óculos devem se ajustar bem aos dois lados do rosto para que os raios solares não penetrem pelas laterais. Além disso, os adultos não devem se descuidar da visão de seus filhos. “Os pais, às vezes, têm dois ou três óculos de sol para usar, mas acham natural que o filho saia de casa sem qualquer proteção ocular. Trata-se de um erro grave, porque os efeitos nocivos do sol são cumulativos e podem se manifestar a qualquer momento. Por isso, toda criança deve ter bons óculos de sol – incluindo os bebês – e deve ficar à sombra entre 10h e 14h, período em que os raios UV são mais fortes. Chapéus e bonés também devem ser usados nesses casos”. Fonte: Dr. Renato Neves, médico oftalmologista e diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos – www.eyecare.com.br Website: http://www.eyecare.com.br/ Fonte: SEGS-SP-04/01/2018 WEB

De volta às compras

Os brasileiros enchem as lojas e fazem o comércio ter o melhor Natal em sete anos; o consumo das famílias pode impulsionar a economia em 2018 As lojas cheias, bem cheias, na semana do Natal anunciavam algo de novo e muito bom no comércio, já que a festa responde por 30% da receita anual. Mas os balanços superaram as expectativas: o Natal de 2017 teve o maior crescimento nas vendas em sete anos. A expansão foi de 5,6% em relação ao mesmo período de 2016, segundo levantamento da Serasa Experian, empresa de análise de crédito. Os shopping centers foram os principais beneficiados pela retomada do consumo. As vendas para o Natal em shoppings aumentaram 6%, superando a marca de 50 bilhões de reais, de acordo com a Alshop, associação dos lojistas desses centros comerciais. Os segmentos do varejo que mais cresceram foram os que vendem produtos com preços mais baixos, como brinquedos, bijuterias e perfumaria. Mas até lojas que oferecem mercadorias mais caras, como eletrônicos, mostraram sinais de recuperação. Há evidente estímulo para toda a cadeia econômica. A produção de aparelhos de TV cresceu mais de 30% em 2017, assim como a venda de smartphones. Empresas que montam eletrônicos na Zona Franca de Manaus estão convocando funcionários que estavam parados para reforçar as linhas de produção. Os resultados positivos são um reflexo do aumento do poder de compra dos brasileiros. A expectativa é que o chamado consumo das famílias cresça 1% em 2017 e até 3% em 2018, em linha com o que é esperado para o desempenho da economia como um todo. Ou seja, o consumo tem tudo para ser novamente o principal motor do PIB brasileiro, como ocorria antes da recessão. “Há quatro grandes pilares sustentando a recuperação do varejo: juros em queda, inflação baixa, fortalecimento da confiança dos consumidores e, principalmente, melhoria no mercado de trabalho”, diz Luiz Rabi, economista da Serasa. A taxa de desemprego caiu de 13,7%, em março, para 12,2%, em outubro, o que, na prática, significa que mais de 1 milhão de brasileiros conseguiram ocupação nesse período. A taxa básica de juros, que baliza o custo do crédito, está no patamar mais baixo da história, em 7% ao ano. A confiança do consumidor retornou aos níveis de 2014. Por fim, a inflação é a menor em quase duas décadas. Mas, apesar do contexto favorável, os bons resultados recentes estão longe de compensar o tombo dos últimos dois anos: as vendas no varejo encolheram 11,2% entre 2015 e 2016, segundo o IBGE. “É provável que o setor volte para o patamar pré-crise somente em 2020”, avalia Rabi. Para que isso aconteça, é preciso que os pilares que dão sustentação ao consumo sejam reforçados e que a retomada do mercado de trabalho se espalhe pelo emprego formal, o que ainda não ocorreu. Mas há riscos relevantes no horizonte. Se a reforma da Previdência não sair do papel ou se candidatos com agenda populista, que negam a necessidade de ajustes na economia, se mostrarem com possibilidades reais de vitória na eleição presidencial, a desconfiança de investidores e empresários poderá fazer o real se desvalorizar, com efeitos negativos sobre a inflação e os juros. Esse movimento esfriaria a recuperação do consumo e, em última instância, do PIB. A torcida é que os resultados do Natal sirvam como ensaio geral para 2018. Publicado em VEJA de 3 de janeiro de 2017, edição nº 2563  Fonte: VEJA – por: Bianca Alvarenga

Clique Ciência: Qual a distância máxima que o olho é capaz de enxergar?

Shutterstock A habilidade visual do olho humano depende de uma série de fatores, como tamanho do objeto que está sendo observado, saúde dos olhos e luminosidade. A distância máxima que conseguimos enxergar não é um consenso entre cientistas. Há quem defenda que, na prática, nossa capacidade é perdida depois de cerca de cinco quilômetros de distância, por causa da curvatura da Terra. Ou seja, qualquer coisa depois disso estaria abaixo do horizonte – e fora do nosso campo de visão. Outros vão mais longe. Se descartarmos interferências da luz, obstruções (árvores, por exemplo) e considerarmos uma linha reta sem o horizonte, poderíamos ver para mais de 50 quilômetros. Renata Mello/Folhapress Olhando as estrelas Para tentar encontrar uma resposta mais segura, os pesquisadores Kevin Krisciunas e Don Carona, da Universidade do Texas, bolaram um experimento. A pesquisa foi inspirada na maneira como os humanos observam as estrelas. Eles compararam, então, a intensidade do brilho de estrelas bastante e pouco visíveis à chama de uma vela. A ideia era fazer um paralelo prático para tentar estimar qual a distância máxima em que o olho humano detectaria o brilho da chama acesa. O resultado foi de 2,76 quilômetros. Embora o achado dos americanos contrarie a teoria dos cinco quilômetros, ele está longe de ser conclusivo. Meno A Kwena Safari Camp Um estudo realizado em 2014 encontrou evidências de que o olho humano, em determinadas condições, seria capaz de ver fótons infravermelhos, que possuem comprimentos de onda com alcance de trilhões de metros. Na prática, isso significa que, possivelmente, nossa capacidade visual pode ir muito além dos 2,76 km ou dos 5 km defendidos pelos teóricos. Isso porque, ao enxergar esses fótons, nós conseguiríamos detectar luz fora do nosso espectro de visão. Enxergando com detalhes No dia a dia, no entanto, o importante é saber até onde conseguimos enxergar com precisão. De acordo com a oftalmologista Caroline Pinheiro, um exame bastante comum para teste de acuidade visual é o Snellen. Nele, o paciente precisa identificar as posições da letra “e” em diferentes tamanhos. “Normalmente, fazemos o exame a uma distância de seis metros”, comenta. A menor letrinha que a pessoa sem problemas de visão consegue identificar, geralmente no padrão 20/20, tem o tamanho de 8,87 milímetros a seis metros de distância. Algumas condições visuais reduzem a capacidade de enxergar objetos à distância com competência. Caso da miopia, um erro de refração que desfoca a imagem, dificultando a identificação de objetos que estão longe.  Fonte: uol.com.br  

Ação conjunta fiscaliza óticas que ofereciam exames de vista em Cuiabá

O Procon Estadual, órgão vinculado á Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), e a Delegacia Especializada do Consumidor (Decon) realizaram nesta sexta-feira (05.01) fiscalizações em duas óticas na capital. A inspeção foi motivada por denúncia feita ao órgão de Defesa do Consumidor sobre a irregularidade de que uma das óticas fiscalizadas realizaria exames de vista, prática considerada ilegal, visto que é proibido o funcionamento de aparelhos próprios para o exame dos olhos nas dependências do estabelecimento de vendas de lentes de grau. Conforme os artigos 13 e 17 do decreto federal 24.492/34, também é proibida a existência de cartazes e anúncios com oferecimento de exame de vista nesses estabelecimentos. À partir do recebimento da denúncia, a Superintendência de Defesa do Consumidor comunicou os fatos à Decon. No dia previsto para a realização do exame, fiscais de Defesa do Consumidor e agentes policiais da Decon se dirigiram ao estabelecimento, no bairro Jardim Imperial, e constataram que a proprietária encaminhava clientes até outra ótica, localizada no centro da cidade, em que eram realizados exames de vista por profissional sem habilitação pelo Conselho Regional de Medicina e que era proprietário do estabelecimento ótico. Uma vez realizado o exame, o cliente era trazido de volta a loja para compra do óculos e confecção das lentes. Os fiscais constataram, ainda, que a ótica mantinha em pleno funcionamento equipamentos médicos para exame dos olhos, dentro de sua dependência, contrariando o Decreto Federal n° 24.492/1934.Também foi constatada na fiscalização que a empresa oferecia ao público consumidor, ” exames de vista”, sendo encontrados panfletos, expostos ao público e na parede de um supermercado, contendo a seguinte informação: ”Exame de Vista Computadorizado” De acordo com o fiscal de Defesa do Consumidor, Josimar Gusmão, que participou da ação, ”foram constatadas venda casada e exercício ilegal da medicina, uma vez que os estabelecimentos comercializavam as lentes de óculos de grau direcionando os consumidores para exames em consultório instalado dentro da própria ótica e sendo atendido por um profissional não habilitado pelo Conselho Regional de Medicina, ou seja, pelo Optometrista”, ressalta o fiscal. O Superintendente interino do Procon, André Badini, ressalta que “a atuação dos optometristas está prevista nos Decretos Federais n. 20.931/32 e 24.492/34, ambos vigentes, que os restringem à manipulação de lentes de acordo com prescrição médica, entre outras atividades. A ação do optometrista que receita lentes de grau coloca a saúde dos consumidores em risco, uma vez que o vício refrativo pode estar associada à uma doença ocular que somente um médico oftalmologista poderia identificar. “Os estabelecimentos autuados responderão a processo administrativo no órgão e estarão sujeitas a aplicação das sanções administrativas previstas no Código de Defesa do Consumidor. Serviço O Procon-MT atende na sede estadual, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA), nº 917, Edifício Eldorado Executive Center – Bairro Araés, de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h, para registro de reclamações, audiências, consulta de processos e protocolo de documentos. No posto do Ganha Tempo da Praça Ipiranga, o atendimento ao público também é de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h30, e no Várzea Grande Shopping, das 10h às 19h. No posto da Assembleia Legislativa, o atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones 151 ou (65) 3613-8500. Fonte: 24 Horas News – MT

Visão ganha mais cobertura de convênios

Nova cobertura pode reduzir o transplante de córnea no país, além da perda da visão por diabetes e outras doenças na retina. A atualização da cobertura obrigatória dos convênios médicos que acaba de ser publicada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) inclui três procedimentos que fazem grande diferença para a saúde ocular do brasileiro. Um deles é o crosslinking. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier, primeiro hospital oftalmológico do Hemisfério Sul, evidências científicas mostram que esta terapia é a única capaz de interromper a evolução do ceratocone. “A doença geralmente surge na juventude, afina e deforma a córnea. No Brasil ainda é a maior causa de transplante de córnea e quando não recebe o tratamento adequado pode se tornar uma doença bastante limitante” afirma o especialista. Prova da relação entre o ceratocone e o transplante é a diminuição do número de brasileiros que precisou passar por este tipo de procedimento conforme os registros anuais ABTO (Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos) desde que o crosslinking passou a ser aplicado no país. Queiroz Neto afirma que isso só foi possível porque a terapia barra a deformação da córnea, aumentando sua resistência em até três vezes. É um procedimento ambulatorial realizado com anestesia local em que o cirurgião aplica na superfície da córnea vitamina B2 (riboflavina), associada à radiação ultravioleta. Para o especialista os registros da ABTO só não foram mais positivos porque muitos adiaram o tratamento por causa da crise econômica. Resultado: Os dois últimos registros anuais mostram aumento dos transplantes. 12% temem o tratamento, diz pesquisa Outro problema encontrado em uma pesquisa conduzida por Queiroz Neto com 315 portadores de ceratocone é o medo do procedimento revelado por 12% dos participantes. O especialista afirma que o tratamento é bastante seguro, além de interromper a evolução do ceratocone em 90% dos casos. Ele estima que entre os pacientes atendidos cerca de 4 em cada 10 também experimentam melhora da visão. “Passar por transplante tem riscos maiores. Por isso, prevenir ainda é o melhor remédio”, afirma. Barreiras à perda irreversível da visão Queiroz Neto ressalta que as outras duas novas terapias no rol de procedimentos dos convênios são indicadas no diagnóstico e tratamento de alterações no polo posterior do globo ocular que estão em alta no Brasil por causa do envelhecimento da população. Uma delas é a injeção intraocular com antiangiogênicos um tipo de medicação mais bem tolerada e menos tóxica que a quimioterapia e a radioterapia. É indicada para tratar retinopatia diabética que aumenta em 26 vezes o risco de cegueira entre diabéticos, degeneração macular e outras alterações vasculares no fundo do olho. Apesar da perda da visão central que caracteriza a degeneração macular ser irreversível o especialista afirma que o bom acompanhamento médico permite administrar melhor os fatores de risco. A outra terapia, destaca, é a OCT (Tomografia de Coerência Óptica), exame que permite a visualização detalhada da retina e do disco óptico. “É uma tecnologia fundamental para o bom acompanhamento do glaucoma, alterações na retina e nervo óptico”, afirma. Só é efetiva, ressalta, quando o paciente está livre da catarata que impede a visualização do fundo do olho. Fonte: Revista Hosp

Câncer de pele também pode atingir as pálpebras

Você se preocupa em proteger sua pele dos efeitos nocivos do sol? E a pele das suas pálpebras? Como você costuma protegê-las? Usar óculos de sol com lentes UVA/UVB e passar protetor solar nas pálpebras inferiores são cuidados essenciais para prevenir o tipo de câncer mais prevalente no Brasil: o de pele, que pode inclusive atingir as pálpebras. Segundo a oftalmologista, Dra. Tatiana Nahas, especialista em cirurgia de pálpebras e Chefe do Setor de Plástica Ocular da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o diagnóstico dos tumores palpebrais costuma ser mais precoce quando comparado a outros tipos de neoplasias. “Como o tumor fica aparente na maioria dos casos, um exame oftalmológico é capaz de detectar rapidamente. As lesões costumam ter a aparência de pintas, manchas, bolinhas ou verrugas, que podem se desenvolver tanto nas pálpebras superiores quanto inferiores. Porém, a maioria dos tumores se desenvolve nas pálpebras inferiores”, explica. Tumores benignos Um tumor benigno é aquele que cresce mais lentamente e não tem a capacidade de se espalhar para outros órgãos e tecidos, gerando a metástase. “Nas pálpebras, o mais prevalente é o papiloma escamoso, que se parece muito com uma verruga e costuma ter a mesma cor da pele ou um pouco mais escuro. Temos ainda o hemangioma capilar, cistos, molusco contagioso, ceratoacantoma e o xantelasma”, diz Dra. Tatiana. Tumores malignos O tumor maligno é aquele de crescimento rápido e que pode resultar em metástases. O tipo mais comum nas pálpebras, que corresponde a 90% dos tumores nesta área, é o carcinoma basocelular. De acordo com a oftalmologista, o primeiro sinal é o aparecimento de um nódulo duro ou de uma bolha de cor rosada ou sem cor, com pequenos casos aparentes na superfície. Essas lesões podem sangrar e formar crostas. A lesão pode ainda levar à perda dos cílios. Grupo de Risco O principal fator de risco é a exposição aos raios solares sem proteção, ou seja, sem usar óculos adequados e protetor solar. Entretanto, os tumores nas pálpebras são mais prevalentes em pessoas entre 50 e 80 anos, com pele clara. Alguns estudos apontam que os homens são as principais vítimas dos tumores palpebrais. Tratamento é cirúrgico A retirada da lesão é o tratamento de escolha na maior parte dos casos. A cirurgia deve ser feita por um oftalmologista especialista em plástica ocular. “Cada paciente irá demandar um tipo de cirurgia. Há casos em que é possível retirar o tumor sem precisar de uma reconstrução. Mas, em outros, dependendo do tipo e da localização da lesão, é preciso fazer uma plástica reparadora para reconstruir as pálpebras”, explica Dra. Tatiana. A médica alerta que é particularmente importante que a cirurgia seja feita por um oculoplasta, já que os tumores podem comprometer estruturas delicadas dos olhos, que só um oftalmologista conhece. Assim, o especialista que faz este tipo de cirurgia é um oftalmologista com especialização em plástica ocular, ou também chamado de oculoplasta. “Felizmente, a maioria dos tumores palpebrais quando diagnosticados precocemente podem ser curados e, muito raramente, geram metástases. O importante é o paciente procurar um oftalmologista assim que perceber qualquer sinal anormal nas pálpebras, além claro de proteger-se do sol, usando óculos e protetor solar nas pálpebras inferiores”, finaliza a médica.  ([email protected])   Já limpou suas pálpebras hoje? Você certamente escova os dentes e toma banho todos os dias, mas é quase certo que nunca tenha ouvido falar que a suas pálpebras também precisam de uma boa higiene. O fato é que as pálpebras não são apenas uma pele que cobre os olhos e os protege. Pelo contrário, além de pelos (os cílios), as pálpebras são equipadas com diversas glândulas, responsáveis pela produção de gordura e de fluídos que ajudam a nutrir e a manter a córnea saudável. Mas, você pode se perguntar: por que eu deveria limpar minhas pálpebras? Porque a falta de higiene ou o acúmulo de sujeira nas pálpebras pode levar ao desenvolvimento da blefarite, uma inflamação crônica da área. Segundo Dra. Tatiana Nahas, oftalmologista, especialista em cirurgia de pálpebras e Chefe do Serviço de Plástica Ocular da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, além da falta de limpeza, a blefarite costuma surgir com mais frequência em pessoas com a pele muito branca, assim como naquelas que são atópicas (alérgicas), que apresentam dermatite seborreica, rosácea, síndrome do olho seco, terçol, triquíase, entrópio, ectrópio, além de conjuntivite e ceratite. Como limpar suas pálpebras A higiene regular é a parte mais importante do tratamento da blefarite e a melhor maneira de prevenir o problema. Os objetivos da higienização são aliviar o incômodo, limpar a secreção oleosa e desobstruir as glândulas responsáveis pela lubrificação dos olhos, que possam estar entupidas. Quem apresenta o problema deve ter uma rotina diária de limpeza que consiste de três etapas: aquecimento, massagem e limpeza. Limpeza em 3 passos: Aqueça: O aquecimento com compressa morna serve para liquefazer as secreções endurecidas, evitando que a pele fique machucada. O ideal é manter a compressa sobre as pálpebras por cerca de 5 minutos. Massageie: O próximo passo é massageá-las com o dedo indicador – levemente, claro – de fora para dentro e paralelamente à borda da pálpebra, onde ficam os cílios. Traga os dedos das sobrancelhas em direção aos cílios superiores. Na pálpebra inferior, massageie trazendo o dedo em direção aos cílios, sempre com os olhos fechados. A ideia é expulsar as secreções gordurosas das glândulas, depois que elas foram aquecidas. Repita a massagem em ambas as pálpebras por 10 vezes. Limpe: Por fim, limpe a borda das pálpebras gentilmente com uma compressa feita de gaze. Quem quer se prevenir, pode ter uma rotina mais espaçada, de ao menos três vezes por semana. A limpeza pode ser feita com xampu infantil neutro diluído em água morna ou ainda com produtos específicos para a limpeza das pálpebras

Certificações avalizam companhias que vão além das normas

A adoção de boas práticas de governança corporativa é tão importante para os negócios que instituições independentes e governos certificam, a partir de critérios objetivos, empresas que cumprem determinados parâmetros se destacam na implantação de normas de conduta ética e transparência. Na área de governança corporativa, a B3 (antiga BM&F Bovespa) desenvolveu, ainda em 2000, níveis diferenciados de transparência e de respeito aos direitos de investidores do mercado de capitais. São quatro níveis, com regras crescentes de transparência, fiscalização e controles, que permitem um conhecimento maior dos negócios e reduzem os riscos assumidos pelos investidores. A Petrobras, estatal com maior valor de mercado no país, pediu em outubro a adesão ao Nível 2 de governança da B3. As regras são praticamente as mesmas do Novo Mercado, segmento de maior transparência, porém admitindo a existência de ações preferenciais (sem voto), desde que tenham direitos adicionais aos previstos na lei. “O [acionista] preferencialista vai passar a ter direito de voz”, disse Isabela Carneiro da Rocha, gerente de relacionamento com investidores da Petrobras. E isso sem desrespeitar a Lei do Petróleo brasileira, que impede o voto dos preferencialistas, explicou. Segundo a gerente, a adesão ao Nível 2 da B3 vai aperfeiçoar a governança e a transparência das instâncias de decisão na Petrobras com reflexo inclusive na percepção do valor da empresa pelos investidores. Órgãos do mercado incentivam adoção de boas práticas de governança A B3 também desenvolveu um programa que reconhece boas práticas de governança em empresas do setor público chamado Destaque em Governança de Estatais. A Petrobras e o Banco do Brasil foram as primeiras empresas a aderir a esse programa, que tem uma série de exigências sobre divulgação de informações, instâncias de fiscalização e controles internos, código de conduta e requisitos mínimos para indicação de gestores e conselheiros. Segundo a B3, a Petrobras atendeu a todos as medidas obrigatórias do programa. O governo federal também desenvolveu um programa próprio para avaliar a aplicação da Lei de Responsabilidade de Estatais, em vigor desde o ano passado, e ainda estimular condutas éticas, transparência e governança das empresas estatais. É o Indicador de Governança da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), do Ministério do Planejamento. A secretaria conduz avaliações trimestrais das diversas estatais em aspectos objetivos, como eficácia dos controles e fiscalização, transparência das informações prestadas e funcionamento dos conselhos e das diretorias. Cada aspecto analisado tem um peso, de acordo com a relevância e o desafio de implementação da política. A Petrobras recebeu nota 10 e figura no Nível 1 do Indicador de Governança da Sest, o melhor. Segundo a Sest, as normas de conduta e procedimentos adotados pelas empresas do Nível 1 servem de referência para as demais estatais em processo de aperfeiçoamento das políticas internas de governança. Neste ano, a Petrobras foi também uma das vencedoras do Troféu Transparência, concedido pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Os avanços da Petrobras foram ainda reconhecidos pela agência de classificação de risco Moody’s, que em outubro elevou a nota de crédito da empresa de B1 para Ba3. Além da melhora no perfil da dívida, a Moody’s ressaltou a sólida disciplina de gestão e o fortalecimento da governança corporativa na empresa. FONTE: http://estudio.folha.uol.com.br/petrobras/2017/11/1938858-certificacoes-avalizam-companhias-que-vao-alem-das-normas.shtml  

CBÓptica discute comércio informal de produtos ópticos

Em reunião realizada na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília, no dia 27 de novembro, a Câmara Brasileira do Comércio de Produtos e Serviços Ópticos (CBÓptica) debateu temas de interesse do empresariado do setor, sob a coordenação de André Roncatto. Entre as preocupações prioritárias, destaca-se o comércio informal de produtos ópticos. Segundo os membros da CBÓptica, essa ilegalidade tem fechado as portas dos estabelecimentos legítimos, abertos por empresários que cumprem as obrigações legais, realizando o pagamento de impostos e contribuições tributárias. A pirataria e o contrabando foram tratados com descontentamento pelos empresários do ramo. “A informalidade está crescendo de forma desgovernada”, afirmou Akira Kido, do Sindióptica-SP, ao falar da má fiscalização governamental e apreensão de produtos pirata por parte do governo. Segundo ele, há pouca apreensão de produtos ilegais, enquanto os legítimos empresários do setor sofrem ameaças. Na mesma linha, Paulo Gonçalves, do Sindiópticas-MG, citou os shoppings informais, que atendem e prescrevem lestes a preços irrisórios, em seu estado. Como outro exemplo, José Fernando da Silva, representante do Sindióptica-DF, falou da feira dos importados na capital da República, “onde há venda ilegal de produtos falsificados e poucas ações de apreensão destes”, afirmou. “Estamos lidando com um crime organizado. Infelizmente, é o Brasil, e o consumidor que está perdendo”, ressaltou o coordenador da CBÓptica. “Por outro lado, a CNC tem uma representação no Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), do qual sou representante, e esperamos superar esse problema”, disse André Roncatto. Segundo ele, o diálogo com os fornecedores de lentes foi uma sugestão levantada na reunião. Outra sugestão seria levar a questão ao Ministério Público. A qualificação dos profissionais, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), também foi citada, como possível ação em prol do combate ao comércio ilegal, por Silvino de Souza, do Sindiópticas-RJ. “Precisamos nos unir e nos organizar, pois até mesmo os comerciantes ambulantes que vivem nas ruas o fazem”, complementou. Ao propor maior união para divulgação nacional, como ação de combate à pirataria e ao contrabando, Juarez Gonçalves da Hora, coordenador substituto da CBÓptica, ressaltou: “Quem mais precisa saber a respeito é o consumidor”. Matérias legislativas A câmara discutiu os Projetos de Lei de interesse do setor óptico, sobre os quais o assessor legislativo da CNC Douglas Pinheiro informou que a CNC é favorável a todos, porém com ressalvas. O caso da contrariedade parcial da CNC e da CBÓptica não diz respeito às disposições das proposições, mas à certificação do comércio de produtos ópticos no varejo ficar a cargo de uma entidade ligada à indústria, como a Abióptica, e não ao Inmetro, órgão governamental certificador. A Assessoria Legislativa da CNC (Apel) falou sobre o andamento do Sustitutivo da Câmara dos Deputados (SCD) 7/2017 (que teve origem no Senado Federal como Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 512/2003 e foi aprovado na Câmara dos Deputados como Projeto de Lei (PL) nº 5.534/2005). Ele torna obrigatória a conformidade com as normas da ABNT das armações para óculos, óculos de proteção solar, blocos de lentes, lentes oftálmicas e lentes de contato. Sobre a proposição, o coordenador da CBÓptica afirmou: “Nós somos a favor, desde que seja aprovado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro)”. Com relação ao PL nº 4.008/2015, que dispõe também sobre a obrigatoriedade de certificação de óculos e lentes ópticas, o assessor legislativo da CNC Douglas Pinheiro afirmou: “Vamos trabalhar para que o projeto seja mantido com o texto inicial, que proíbe a comercialização de óculos e lentes ópticas, de grau ou não, sem certificado de garantia do fabricante”. Representação da CNC perante as ameaças A chefe da Assessoria de Gestão das Representações da Confederação, Wany Pasquarelli, levantou a importância da união do setor para a representatividade nas discussões do Grupo Multidisciplinar do Varejo na ABNT, que pretende elaborar texto das normas de boas práticas para o varejo óptico. O setor tem de identificar a necessidade de regulamentação, caso contrário precisa contrapor os interesses da Abióptica, que almeja a certificação dos selos. “Estima-se que o varejo óptico tenha 34 mil estabelecimentos, porém está sendo pouco representativo em seus interesses. É preciso organização do setor, pois as associações não possuem a legalidade e a legitimidade que nós temos”, disse Wany. Ela reafirmou que: “Sabemos que há os entraves políticos, mas os avanços desejados somente são possíveis com trabalho planejado”. Para finalizar, Roncatto resumiu: “Na verdade é uma divisão de tarefas”. A prática da optometria na visão do varejo “A Lei n.º 4.008/2015 foi uma mudança na calada da noite”, disse o convidado do dia, Fábio Luiz da Cunha, advogado do Conselho Brasileiro de Óptica e Optometria (CBOO), que se constitui em uma pessoa jurídica de natureza privada e de caráter associativo, não sendo uma autarquia nem tendo poder de polícia. “Realizamos o trabalho de organizar, unir e fortalecer os ópticos e os optometristas brasileiros na busca do pleno reconhecimento de suas profissões e respeito aos seus direitos e prerrogativas”, explicou Fábio. “O CBOO, apesar de não ter o poder fiscalizatório, está sempre de portas abertas para a CNC, assim como estará de portas abertas a qualquer entidade que necessite de apoio. Lutar junto conosco para combater esse tipo de prática, como o da Abióptica é legítimo. Estamos aí para ajudar a buscar soluções juridicamente plausíveis”, disse Fábio. Em exemplo, Fábio afirmou: “Trabalhamos com foco na ética e, apesar de não sermos um órgão fiscalizador, temos uma campanha preventiva muito forte acerca da ilegalidade, que é: se é barato, desconfie”. Ao finalizar a reunião, o coordenador da câmara falou da necessidade de avançar e protagonizar ações para que o setor continue sendo destaque no varejo, “inclusive com a regularização da profissão de optometrista (realizada hoje por técnico profissional que, pelo exame do olho, diagnostica falhas de refração e prescreve lentes e/ou exercícios apropriados)”.

Junte-se a Abióptica, a mais representativa instituição do setor óptico brasileiro

Principal entidade representativa do setor óptico no Brasil, com mais de 230 empresas associadas e 95% das marcas comercializadas no Brasil
Contato

© Copyright → Abioptica → Por: Coneki - Soluções Digitais | Criação de Sites