Lente de contato “inteligente” mede glicose e pode ajudar a evitar diabetes

Esqueça as picadas constantes para saber sua glicemia. O Instituto de Ciência e Tecnologia de Ulsan e a Universidade de Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, desenvolveram uma lente de contato flexível que é capaz de analisar por meio das lágrimas o nível de açúcar no sangue. Um estudo sobre o produto foi publicado hoje na Science Advances. Conforme a pesquisa, quando a taxa de glicose no organismo está muito alta, a lente “desliga” uma pequena luz de LED, indicando para o usuário sobre sua condição. Os autores explicam que a lente, testada em coelhos, foi a primeira a ter essa função. No futuro, ela poderá ser usada para monitorar diariamente não só nível de glicose de diabéticos, como também de pré-diabéticos, para ajudar a evitar a progressão da doença. Já existem lentes de contato que medem a glicemia. A vantagem do novo dispositivo é que ele não tem componentes quebradiços, que podem bloquear o campo de visão do usuário e até prejudicar a saúde ocular. Para criar essa lente inteligente e mais fácil de usar, Jihun Park e sua equipe desenvolveram uma maneira de incorporar sensores de glicose de nanoestruturas flexíveis e transparentes, circuitos de transferência de energia sem fio e exibir pixels capazes de acessar os dados de glicose em tempo real. O componente de exibição sem fio responde a mudanças de nível de glicose com a ajuda de um sensor de grafeno, ao mesmo tempo em que mostra a informação de glicose através do LED. Depois de detectar o nível de glicose acima do limiar, o pixel desligará, indicando para o usuário que a glicose está acima do ideal. Fonte: BOL.com.br

Dicas de óculos escuros para cada formato de rosto

Neste verão, as tendências apontam para diferentes formatos de óculos escuros: redondos, cat-eye e retangulares são algumas opções em alta. A GrandVision By Fototica, líder global do varejo ótico, traz dicas para escolher o modelo ideal de acordo com o formato de cada rosto – um cuidado que garante uma harmonia maior no look e também conforto na hora de se proteger do sol. Rosto em formato de coração Pessoas com queixo fino, maçãs do rosto salientes e olhos grandes podem contar com armações arredondadas e lentes mais claras, que ajudam a trazer um equilíbrio maior entre a face e o óculos solar. As melhores opções nesse caso são: modelo aviador, retangular, redondo, oval, quadrado e o clubmaster – inspirado nos óculos dos anos 50. Rosto redondo As linhas retas suavizam a expressão de pessoas com a face arredondada, por isso as armações mais anguladas são escolhas ideais: o formato gatinho, em alta no momento, é uma tendência cheia de charme. Também podem ser usados os modelos aviador, retangular, quadrado e o clubmaster. Rosto quadrado Esse tipo de rosto é cheio de personalidade e pode ganhar maior realce com óculos de hastes decoradas ou com cores contrastantes. Se a ideia é um look mais discreto, as armações redondas ou ovaladas suavizam os ângulos da face. Rosto oval O rosto oval combina com a maioria dos tipos de óculos, então basta seguir o estilo pessoal. As armações grandes ficam especialmente estilosas com esse tipo de face, o que permite ousar ainda mais no visual. Armações no estilo butterfly, redondas e gatinho são ótimas apostas. Rosto longo/retangular Armações que acentuem mais a largura do que a altura do rosto são indicadas nesse caso. Hastes chamativas também ajudam a trazer maior harmonia às proporções da face, ajudando a encurtar o rosto. Um dos grandes truques são armações mais grossas, podendo ser quadradas, arredondadas e até mesmo no estilo butterfly. A Seen está entre as grifes mais acessíveis da GrandVision by Fototica e os últimos lançamentos seguem as tendências do verão 2018, com opções para cada um dos tipos de rostos.   Fonte: Opticanet.com.br

Óculos de sol espelhados para arrasar neste verão

O verão chegou e, para proteger a saúde dos olhos da exposição solar frequente e prolongada, o uso de óculos escuros é fundamental. Além de resguardar os tecidos oculares atingidos pelos raios UVB / UVA, o item ajuda a diminuir a quantidade da radiação que agride a visão diariamente. Por isso, o acessório precisa ter as especificações técnicas necessárias que garantam a sua eficiência. De acordo com o especialista Leandro Escudeiro, gerente de Marketing e Produto das óticas Diniz, o acessório espelhado é o protagonista da atual temporada. “Dos anos 80 para o século XXI, ele está de volta modernizado e é a grande aposta do verão 2018. Não importa a cor da armação, as lentes espelhadas chegaram para roubar a cena de vez e podem ser usadas por homens e mulheres”, garante. Fonte: Lounge BR

Mini óculos é o acessório do momento entre as celebridades; veja como usar

Os ” mini óculos ” são esses modelos de óculos de sol pequenos que estão bombando entre as celebridades e também prometem fazer sucesso no Brasil. Se você quer saber como usar, a consultora de imagem e estilo Rita Heroína já indica que eles fazem parte da moda vintage! “Os anos 90 são uma super tendência da estação e, é claro, isso abrange acessórios, como os óculos de sol pequenos. Tudo isso faz parte do universo retrô que está com tudo no ano de 2018.” Na hora de escolher o melhor modelo, a variedade é muito grande. “Os óculos redondos são os que se mantém mais fiéis ao que se utilizava nos anos 90. Entretanto, existem modelos mais ovalados e, para as mais ousadas, em formato de coração”, diz a especialista. Por isso, a melhor forma é equilibrar com o formato do rosto. Rita afirma que a ideia dos óculos de sol é justamente complementar e balancear as linhas da face, mas mesmo assim, isso pode depender do que você acha que combina melhor com seu estilo. “Normalmente este tipo de óculos de sol vem em armações redondas. Essas, por sua vez, são as escolhas ideais para os rostos em formatos ovais, triangulares e quadrados. Mas isso não quer dizer que quem possui um rosto redondo não possa aderir à tendência! É tudo uma questão de gosto pessoal e existem alternativas de armações pequenas em um formato menos arredondado”, explica. Para copiar o look das celebridades, Rita recomenda uma alternativa legal e barata: aproveitar as peças de roupa que você já tem em casa e adaptar para o que você encontra nas famosas e blogueiras por aí! “Você pode até criar uma pasta em plataformas como o Pinterest com os looks das famosas que estão aderindo à tendência, como Fernanda Paes Leme , Camila Coelho e Bella Hadid .” E fique tranquila, se a ideia for criar seu próprio visual, essas armações são fáceis de combinar com qualquer peça! “O importante é ter em mente que este tipo de armação vai deixar seu look mais fashionista e casual, uma vez que ele é bem diferente do que costumamos encontrar pelas ruas”, afirma a especialista. Agora, para não ter erro na composição de peças, a melhor opção é apostar no que esteve em alta na década de 90, seguindo esse estilo. “Quando elementos de décadas passadas voltam às trends, é sempre legal brincar com essa linha do tempo da moda”, diz Rita. Ela indica ir com tudo e apostar em chockers, body chains e brincos de argola, por exemplo. Fazer uma brincadeira com as tendências atuais também pode! Nesse caso, tente colocar elementos mais modernos no visual, criando uma composição bem fashionista. Para quem gosta de ousar, uma ideia é apostar no modelo de óculos com lentes coloridas ou metalizadas. E se os mini óculos não forem pra você, também não tem problema! Outros modelos diferentes que vão estar bastante em alta nessa época de calor são os óculos no formato gatinho e os flat, aqueles que não tem divisão entre as lentes, além de lentes transparentes e de cores diferentes.

Otimismo global cresce e atinge maior nível desde 2012, mostra pesquisa

Os executivos brasileiros estão muito confiantes, entusiasmados até, tanto com as perspectivas de crescimento da economia mundial nos próximos 12 meses, como com as expectativas para o faturamento de suas próprias companhias no mesmo lapso de tempo. Essa explosão de otimismo aparece com clareza na 21ª pesquisa que a consultoria PwC (PricewaterhouseCoopers) fez, no último trimestre de 2017, com 1.293 CEOs (executivos-chefes) de 85 países, 46 deles brasileiros, divulgada nesta segunda-feira (22) em Davos, na Suíça. A pesquisa se transformou em uma tradição por ser lançada, sempre, na véspera dos encontros anuais do Fórum Econômico Mundial, que é o grande convescote da elite empresarial do planeta. De certa forma, mede o estado de ânimo do empresariado global. Neste ano, é especialmente otimista: 57% dos consultados dizem que o crescimento da economia global vai melhorar nos próximos 12 meses, número que praticamente duplica a porcentagem de otimistas do ano anterior (29%). “É o maior crescimento jamais registrado desde que a PwC começou a perguntar sobre o crescimento global em 2012”, informa o relatório da empresa. Nesse capítulo específico, os executivos brasileiros estão sintonizados com seus pares do resto do mundo: a porcentagem de brasileiros que espera maior crescimento global deu um salto de 38 pontos percentuais de 2016 para 2017 e bateu em impressionantes 80% -bem acima, portanto, da média mundial. Idêntico otimismo aparece quando a pesquisa pergunta sobre a confiança no faturamento da própria empresa para os próximos 12 meses: os brasileiros que respondem “muito confiantes” e “algo confiantes” chegam quase a 100%: 57% se dizem “muito confiantes” e 40% “algo confiantes”. Desapareceu de uma vez, portanto, o pessimismo apurado nos levantamentos da PwC feitos durante a grande crise do período 2014/2016: no trimestre final de 2015, último ano completo de Dilma Rousseff, apenas 29% dos brasileiros consultados se diziam otimistas. O otimismo explode de vez e chega efetivamente a 100% quando a pergunta se refere às perspectivas para três anos adiante (e não apenas 12 meses). Os “muito confiantes” batem em 79%, e os 21% restantes estão “algo confiantes”. Otimismo dos brasileiros à parte, a crise derrubou a confiança no Brasil como ponto bom para negócios entre os CEOs dos outros países: na pesquisa feita em 2010 e divulgada em 2011 (fim da era Lula, início do período Dilma), o Brasil ficava em terceiro lugar na lista dos países considerados como potenciais fontes de crescimento das empresas. Caiu para o sétimo lugar, na pesquisa publicada em janeiro de 2017, e agora vai para o oitavo lugar. DESIGUALDADE O otimismo com que os executivos-chefes globais encaram os próximos 12 meses tem, no entanto, uma importante sombra, em geral pouco presente entre as inquietações do empresariado: a desigualdade, fenômeno que o Brasil conhece bem e que está entrando crescentemente na agenda planetária. O relatório da PwC abre, aliás, com a constatação de que, desde a primeira pesquisa, há 20 anos, “o fluxo de comércio quadruplicou, as economias emergentes explodiram e 1 bilhão de pessoas foi retirada da pobreza. Mas os benefícios foram desigualmente distribuídos”. Conclui: “Agora, a ira sobre a maneira como a torta está sendo distribuída está crescentemente modelando nosso discurso político –exatamente como os CEOs anteciparam quase uma década atrás quando previram uma crescente brecha entre ricos e pobres e alertaram sobre as crescentes tensões políticas e religiosas”. Posto de outra forma: Davos-2018 começa com otimismo inédito nos últimos anos sobre a economia e sombras, talvez também inéditas, sobre o ambiente político. Vale para o mundo, vale para o Brasil. MENOS NUVENS NO CÉU Executivos de todo o mundo estão mais confiantes neste ano Fonte: http://m.folha.uol.com.br/mercado/2018/01/1952257-otimismo-global-cresce-e-atinge-maior-nivel-desde-2012-mostra-pesquisa.shtml

Crianças precisam usar óculos de sol!

No verão, muitas famílias aproveitam as férias ou os fins de semana para ir à praia ou à piscina. Muito se fala sobre a importância do protetor solar para proteger a pele de crianças e adultos. Mas sabia que a exposição aos raios solares tem o mesmo efeito cumulativo nos olhos que na pele? Por isso, os óculos escuros devem ser usados desde a infância. Os óculos escuros são essenciais durante a exposição aos raios solares. Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, a falta de proteção permite que uma quantidade maior de radiação penetre no globo ocular. “Isso aumenta em até 60% o risco de contrair catarata, doença que causa a opacidade do cristalino (estrutura que funciona como uma lente nos olhos). A diminuição da luz no globo ocular faz a pessoa enxergar tudo embaçado. Se não for tratada, a catarata pode causar perda da visão.” A exposição ao sol também pode causar doenças como a degeneração na macula, parte central da retina. Nesse caso, pode haver perda da visão central: a pessoa passa a enxergar uma mancha preta no centro do campo de visão. Os raios ultravioleta também podem provocar uma inflamação na córnea, chamada de ceratite. Ela causa dor, vermelhidão e lacrimejamento, sintomas que costumam passar após duas horas longe do sol. De acordo com o especialista, o sol tem efeito cumulativo sobre os olhos. Isso quer dizer que, com exceção da ceratite, os problemas só aparecem na fase adulta. Mas a visão começa a sofrer as consequências desde a infância. “Até cerca de 9 anos de idade, o cristalino é totalmente transparente e filtra apenas 20% da radiação ultravioleta emitida pelo sol. A quantidade de radiação que penetra no globo ocular é maior e, portanto, mais prejudicial à saúde dos olhos.” Além disso, as crianças passam cerca de três vezes mais tempo ao ar livre do que os adultos, ficando mais expostas aos raios solares. Para evitar que a visão sofra com a ação dos raios solares no futuro, crianças a partir de 9 anos devem usar óculos escuros. Antes disso, a visão ainda está se formando – “a exposição a diferentes cores e níveis de luminosidade é importante para o bom desenvolvimento dos olhos”. Em crianças de até 9 anos, a visão pode ser protegida com lentes transparentes que filtrem 100% da radiação, além de bonés e chapéus. É importante que os óculos infantis sejam adquiridos em lugares de confiança – óculos de má qualidade podem prejudicar o desenvolvimento da visão. Eles devem ter proteção UVA e UVB (comprimentos de onda diferentes que são absorvidos de maneiras distintas). Escolha um modelo que se encaixe no gosto da criança e que seja confortável, sem ficar folgado ou apertar demais. Os óculos escuros devem ser trocados todo ano, pois o crescimento da criança faz com que eles fiquem desajustados no rosto. Se o crescimento for lento, a troca deve ser feita em, no máximo, dois anos, período médio em que o filtro das lentes solares vence. CONSULTORIA: LEÔNCIO QUEIROZ NETO (OFTALMOLOGISTA E CONSULTOR MÉDICO DA ABIÓPTICA – ASSOCIAÇÃO DA INDÚSTRIA ÓPTICA). Fonte: http://recreio.uol.com.br/noticias/para-os-pais/criancas-precisam-usar-oculos-de-sol-infancia-ferias-praia-piscina-verao-calor-raios-solares-olhos-visao-corpo-humano-saude-problemas-doenca.phtml#.WmJCZ6inHIW  

Exposição prolongada ao sol pode antecipar catarata, alerta oftalmologista

Exposição prolongada ao sol pode antecipar catarata, alerta oftalmologista Na estação mais quente do ano, a exposição prolongada ao sol pode antecipar o surgimento de catarata, que normalmente ocorre com o envelhecimento. De acordo com os especialistas, no verão, as pessoas procuram se proteger dos raios solares, mas acabam esquecendo de cuidar dos olhos. Muitos estudos mostram que os raios Ultra Violetas (UV) podem aumentar o risco de catarata e de outras doenças oculares. Para o oftalmologista do HVISÃO, membro da Associação Americana (ASCRS) e Europeia (ESCRS) de Catarata e Cirurgia Refrativa e da Sociedade Brasileira de Catarata e Refrativa (BRASCRS), Francisco Lobato, a catarata é a doença ocular que reduz a eficiência e transparência do cristalino. “Fica atrás da íris e da pupila, muda de forma, permitindo que as imagens recebidas se concentrem na retina, que fica na parede posterior do olho. Quando a catarata se forma, as imagens vão se tornando cada vez mais difíceis de serem distinguidas, o contraste e cores ficam comprometidos”, disse o especialista. “A exposição prolongada ao sol favorece a precocidade do estresse oxidativo, reação química que pode ocorrer quando as células consomem oxigênio e outros nutrientes do organismo para produção de energia, sendo este, um dos principais contribuintes para o envelhecimento e para as doenças relacionadas à idade, incluindo a catarata”, explica Francisco Lobato. Segundo o médico, as células do cristalino contêm água e proteínas e não possuem as organelas, tipicamente encontradas em outras células. “Quando a catarata se forma, as proteínas das células do cristalino mostram sinais de danos oxidativos. Elas espalham a luz, ao invés de transmiti-la. Assim, pode-se dizer que o estresse oxidativo é responsável por destruir as proteínas do cristalino, dando origem à catarata”, afirma o oftalmologista. De acordo com o médico, o uso de óculos de qualidade, que de fato bloqueiem UVA e UVB (>98%) e chapéu são medidas preventivas importantes, nesta época do ano. Na alimentação, Lobato conta que consumir alimentos/suplementos ricos em antioxidantes (ômega-3, zeoxantina, transresveratrol, vitamina C e E, selênio, zinco, Carotenoides, cacau, açaí, etc), diminuem o estresse oxidativo. O oftalmologista alerta que os cuidados com a visão não se restringem apenas à época do verão, principalmente para pessoas que moram em localidades onde a incidência de raios solares é presente quase o ano inteiro. O tratamento de catarata é cirúrgico. Com 30 anos de experiência em cirurgias de catarata, Francisco Lobato conta que durante o procedimento, retira-se o cristalino e implanta-se uma lente intraocular (LIO) com grau especificamente calculado. Atualmente, existe um método mais moderno, no qual utiliza-se um aparelho de laser (FLACS = Femtosecond assisted cataract surgery) para a realização de algumas etapas da cirurgia, com o objetivo de dar mais precisão, previsibilidade e reprodutibilidade à cirurgia de catarata, finalizou Lobato. Fonte: Quem Vê – O seu portal sobre Saúde, Moda, Estética e Beleza!

Doença comum pode estar detonando sua visão silenciosamente: 2 sinais para observar

Condição comum e grave, a hipertensão arterial não apresenta sintomas óbvios e pode resultar em diversos problemas sérios de saúde, como AVC e infarto. O que pouca gente sabe é que a pressão alta sem controle ou tratamento pode até afetar a visão do paciente. Pressão alta afeta a visão. Mais comum entre idosos, a hipertensão arterial sistêmica pode acometer os olhos, afetando principalmente a retina, responsável pela transformação da luz em impulso nervoso que, recebido pelo cérebro, nos permite enxergar. Os vasos retinianos podem ser afetados, portanto, por alterações vasculares provocadas pela pressão alta. A mácula, região da retina responsável pela visão de detalhes, pode sofrer alterações devido a um quadro de hipertensão arterial, comprometendo assim a capacidade de visualização plena. A alteração nas paredes dos vasos causada pela pressão alta pode levar a quadros de oclusão que, consequentemente, gera baixa na visão. As oclusões podem acometer vasos centrais em regiões dos olhos que, em alguns casos, pode até resultar em perda de visão. Os sintomas de comprometimento da visão causado pela hipertensão se desenvolvem tardiamente, mas dois sinais merecem atenção e a busca por um diagnóstico médio o mais rápido possível: visão borrada e/ou alterações do campo visual. Quando diagnosticada precocemente por um oftalmologista, a condição tem grandes chances de controle e até regressão. Não existe cura para a doença, mas realizar exames constantes e controlar a pressão arterial através de cuidados com a alimentação, medicamentos e prática de exercícios são medidas que evitam o comprometimento da visão. Fonte: Hoje Mais – MS

Cuidado: exposição dos olhos aos raios solares pode causar nove doenças oculares. Usar óculos escuros é fundamental

De acordo com o oftalmologista Renato Neves, do Eye Care Hospital de Olhos, a luz invisível, solar, é composta por raios infravermelhos e ultravioleta. Enquanto a radiação infravermelha é percebida em forma de calor, a ultravioleta desencadeia reações que vão desde o bronzeamento até queimaduras e fotoalergias. Para se proteger das radiações, todos devem fazer uso diário de óculos escuros com filtro UV nas lentes, que bloqueiem entre 99% e 100% dos raios UVA e UVB. Mais do que em qualquer época do ano, no verão a incidência de raios ultravioleta (UVA e UVB) é bastante alta. Portanto, ninguém deve sair de casa sem proteger os olhos com óculos de sol. De acordo com o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, o acessório é imprescindível e deve ser usado até mesmo nos dias nublados. “A exposição exagerada aos raios solares pode causar, no mínimo, nove doenças oculares: câncer de pele, câncer da conjuntiva (membrana mucosa e transparente que reveste e protege o globo ocular), pinguécula (espessamento da conjuntiva), pterígio (fibrose da conjuntiva), ceratite (inflamação da córnea), catarata (opacificação do cristalino), degeneração do vítreo (responsável por manter a forma esférica do olho), retinopatia solar (queimadura da retina) e degeneração macular (deterioração da visão central).” O médico explica que a luz invisível é composta por raios infravermelhos e ultravioleta. Enquanto a radiação infravermelha é percebida em forma de calor, a ultravioleta desencadeia reações que vão desde o bronzeamento até queimaduras e fotoalergias. “Para se proteger das radiações, todos devem fazer uso diário de protetor solar para pele e óculos escuros com filtro UV nas lentes. Vale ressaltar que é fundamental que os óculos bloqueiem entre 99% e 100% dos raios UVA e UVB. Sendo assim, as pessoas devem fugir da tentação de adquirir óculos vendidos baratinho na praia, geralmente cópias de grandes marcas ou óculos genéricos que não ofereçam nenhuma garantia para a saúde ocular”. Já com relação à cor das lentes, Neves afirma que a escolha é uma combinação de gosto pessoal e de função. “Com exceção da lente preta, que é mais indicada no pós-operatório de cirurgia ocular, as demais cores de lentes devem levar em consideração sua utilidade. As lentes de cor cinza e marrom proporcionam bastante conforto visual e são as preferidas de quase todo mundo. Quem dirige bastante ou já passou dos 60 anos costuma dar preferência às lentes verdes, que oferecem melhor visão de contraste. Quem pratica muita pescaria, esportes náuticos, caça ou ainda pretende viajar para o exterior, onde está nevando, deve optar por lentes de cor púrpura ou vermelha, porque elas aumentam a visão de contraste em ambientes com fundo azul ou verde.” Por fim, o especialista ressalta que os óculos devem se ajustar bem aos dois lados do rosto para que os raios solares não penetrem pelas laterais. Além disso, os adultos não devem se descuidar da visão de seus filhos. “Os pais, às vezes, têm dois ou três óculos de sol para usar, mas acham natural que o filho saia de casa sem qualquer proteção ocular. Trata-se de um erro grave, porque os efeitos nocivos do sol são cumulativos e podem se manifestar a qualquer momento. Por isso, toda criança deve ter bons óculos de sol – incluindo os bebês – e deve ficar à sombra entre 10h e 14h, período em que os raios UV são mais fortes. Chapéus e bonés também devem ser usados nesses casos”. Fonte: Dr. Renato Neves, médico oftalmologista e diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos – www.eyecare.com.br Website: http://www.eyecare.com.br/ Fonte: SEGS-SP-04/01/2018 WEB

De volta às compras

Os brasileiros enchem as lojas e fazem o comércio ter o melhor Natal em sete anos; o consumo das famílias pode impulsionar a economia em 2018 As lojas cheias, bem cheias, na semana do Natal anunciavam algo de novo e muito bom no comércio, já que a festa responde por 30% da receita anual. Mas os balanços superaram as expectativas: o Natal de 2017 teve o maior crescimento nas vendas em sete anos. A expansão foi de 5,6% em relação ao mesmo período de 2016, segundo levantamento da Serasa Experian, empresa de análise de crédito. Os shopping centers foram os principais beneficiados pela retomada do consumo. As vendas para o Natal em shoppings aumentaram 6%, superando a marca de 50 bilhões de reais, de acordo com a Alshop, associação dos lojistas desses centros comerciais. Os segmentos do varejo que mais cresceram foram os que vendem produtos com preços mais baixos, como brinquedos, bijuterias e perfumaria. Mas até lojas que oferecem mercadorias mais caras, como eletrônicos, mostraram sinais de recuperação. Há evidente estímulo para toda a cadeia econômica. A produção de aparelhos de TV cresceu mais de 30% em 2017, assim como a venda de smartphones. Empresas que montam eletrônicos na Zona Franca de Manaus estão convocando funcionários que estavam parados para reforçar as linhas de produção. Os resultados positivos são um reflexo do aumento do poder de compra dos brasileiros. A expectativa é que o chamado consumo das famílias cresça 1% em 2017 e até 3% em 2018, em linha com o que é esperado para o desempenho da economia como um todo. Ou seja, o consumo tem tudo para ser novamente o principal motor do PIB brasileiro, como ocorria antes da recessão. “Há quatro grandes pilares sustentando a recuperação do varejo: juros em queda, inflação baixa, fortalecimento da confiança dos consumidores e, principalmente, melhoria no mercado de trabalho”, diz Luiz Rabi, economista da Serasa. A taxa de desemprego caiu de 13,7%, em março, para 12,2%, em outubro, o que, na prática, significa que mais de 1 milhão de brasileiros conseguiram ocupação nesse período. A taxa básica de juros, que baliza o custo do crédito, está no patamar mais baixo da história, em 7% ao ano. A confiança do consumidor retornou aos níveis de 2014. Por fim, a inflação é a menor em quase duas décadas. Mas, apesar do contexto favorável, os bons resultados recentes estão longe de compensar o tombo dos últimos dois anos: as vendas no varejo encolheram 11,2% entre 2015 e 2016, segundo o IBGE. “É provável que o setor volte para o patamar pré-crise somente em 2020”, avalia Rabi. Para que isso aconteça, é preciso que os pilares que dão sustentação ao consumo sejam reforçados e que a retomada do mercado de trabalho se espalhe pelo emprego formal, o que ainda não ocorreu. Mas há riscos relevantes no horizonte. Se a reforma da Previdência não sair do papel ou se candidatos com agenda populista, que negam a necessidade de ajustes na economia, se mostrarem com possibilidades reais de vitória na eleição presidencial, a desconfiança de investidores e empresários poderá fazer o real se desvalorizar, com efeitos negativos sobre a inflação e os juros. Esse movimento esfriaria a recuperação do consumo e, em última instância, do PIB. A torcida é que os resultados do Natal sirvam como ensaio geral para 2018. Publicado em VEJA de 3 de janeiro de 2017, edição nº 2563  Fonte: VEJA – por: Bianca Alvarenga

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