Ar seco aumenta conjuntivite alérgica

A conjuntivite alérgica é um sério problema de saúde pública que se propaga nesta epoca do ano. Isso porque, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que no outono e inverno triplicam as alergias respiratórias: rinite, sinusite, bronquite e asma. Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier de Campinas, a propagação da conjuntivite alérgica neste período do ano está relacionada à maior concentração da poluição típica do ar seco, e ao fato de 6 em cada 10 alérgicos terem a manifestação nos olhos durante as crises de alergia. Para se ter ideia da magnitude disso para a saúde ocular, a estimativa da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai)) é de que 41,8 milhões de brasileiros, ou 20% da população, têm algum tipo de alergia. O oftalmologista afirma que a conjuntivite alérgica se manifesta mais em: crianças que estão com o sistema imunológico em desenvolvimento e por isso são mais suscetíveis às doenças alérgicas; mulheres devido à maior prevalência de olho seco entre elas e ao contato da mucosa ocular com maquiagem e cosméticos, e usuários de lente de contato por causa da reação a algum componente da solução higienizadora. Ao contrário do que algumas pessoas imaginam não é possível desenvolver alergia às lentes que produzidas em material biocompatível com a superfície ocular. Fonte: Correio do Sul
Mais de 7 mil óculos falsificados são apreendidos em Goiânia

A ação foi deflagrada no Camelódromo Ok, localizado na Praça A, no Setor Campinas, nesta Capital A Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Consumidor, com apoio do GT-3 (Grupo Tático da Polícia de Goiás) e SPTC (Polícia Científica de Goiás), deflagrarou a Operação “Falsa Proteção”, visando resguardar o consumidor contra os males causados pela falsa proteção solar, combatendo a pirataria e delitos contra a relação de consumo, de óculos solares e armações de óculos de grau, após denúncia protocolada pela ABCF – Associação Brasileira de Combate à Falsificação. A ação foi deflagrada no Camelódromo Ok, localizado na Praça A, no Setor Campinas, nesta Capital. Além dos óculos solares e armações de marcas falsificadas, foram encontrados óculos de grau prontos, que eram vendidos sem receita médica, apenas com um precário teste visual. A operação, coordenada pelo Delegado Rodrigo do Carmo Godinho, resultou na apreensão de aproximadamente 12.000 (doze mil) peças de diversas marcas famosas, como: Prada, RayBan, Dior, Miu Miu, Michel Kors, Dolce & Cabbana, Giorgio Armani, Oakley, HB, Gucci, Nike, Ferrari, Puma, Carolina Herrera, Adidas, Ana Hickmann, Hugo Boss, Pólice, Chillibeans, Bvlgari, Emporio Armani, Jimmy, Porsche, Pierre Cardim, entre outras. Ainda, foram encontradas, em uma das lojas, falsificações de relógios das seguintes marcas: Diesel, Invicta, Rolex, Cassio, Puma, Tommy Hilfiger, Adidas, dentre outros. Estima-se o prejuízo causado ao estado seja de aproximadamente R$ 700.000,00 ante o não recolhimento do ICMS. Segundo Rodolpho Ramazzini, diretor da ABCF, ações como a que ocorreu em Goiânia precisam ser intensificadas, já que o contrabando e a pirataria geram à economia naciona a perda de cerca de R$145 bilhões ao ano. “O setor óptico é um dos mais prejudicados. Além das perdas na geração de empregos, renda e riqueza, há a questão da saúde. Produtos de péssima qualidade podem lesar a saúde e a segurança”, alerta o diretor. Diante da evidência de crimes contra as relações de consumo, os proprietários de três lojas foram autuados em flagrante delito, por infringir o art. 7º, parágrafo único da Lei 8.137/90, cumulado com o artigo 18, parágrafo 6º, inciso II, do Código de Defesa do Consumidor. Fonte: Optica net
Conjuntivite alérgica em crianças é mais prevalente no Outono-Inverno

15/05/2018 Crianças que apresentam rinite alérgica têm maior risco de apresentar alergias oculares Todos os pais sabem que outono e inverno são sinônimos de agravamento de problemas alérgicos, respiratórios e oftalmológicos, como a conjuntivite alérgica. Esta condição é mais comum entre os meses de abril e setembro e afeta, principalmente, crianças que já apresentam quadros de alergia respiratória, como a rinite. Estima-se que as alergias oculares, como a conjuntivite, afetam de 15 a 20% da população mundial, sendo o clima um dos principais fatores de risco. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as causas mais comuns da conjuntivite alérgica são pó, ácaros e pólen. Segundo a oftalmopediatra, Dra. Marcela Barreira, geralmente a conjuntivite alérgica está associada a um quadro respiratório, como a rinite. “O clima mais frio é o principal desencadeador das crises alérgicas. Isso porque há uma maior exposição aos agentes alergênicos, como pó e ácaros. É muito comum no outono e no inverno, quando as crianças ficam mais dentro de casa e têm um maior contato com cobertores, tapetes e malhas de lã, objetos muito propícios ao acúmulo de pó e ácaros”, observa. Rinite aumenta risco de alergia ocular De acordo com o Estudo Internacional sobre Asma e Alergias na Infância (ISAAC), no Brasil cerca de 29% dos adolescentes e 25% das crianças em idade escolar sofrem com sintomas relacionados à rinite alérgica e, portanto, estão mais suscetíveis a apresentarem também alergias oculares e outras alergias, como dermatites, por exemplo. “Pacientes com conjuntivite alérgica apresentam coceira nos olhos, vermelhidão e secreção. Entretanto, diferentemente da conjuntivite provocada por bactérias ou vírus, a secreção da conjuntivite alérgica é mais clara e a coceira é muito mais intensa. É também um tipo de conjuntivite mais prolongada, mais crônica, diferente dos quadros agudos, característicos das conjuntivites infecciosas”, comenta Dra. Marcela. A oftalmopediatra explica que outra diferença da conjuntivite alérgica para as conjuntivites bacterianas ou virais é o tempo de resolução. “Nas conjuntivites infecciosas o tratamento é rápido e a condição costuma se resolver entre 7 e 14 dias. Já as conjuntivites alérgicas duram mais tempo e o tratamento deve levar em consideração também o tratamento preventivo da alergia para evitar crises”, afirma. Como é feito o tratamento De acordo com Dra. Marcela, assim como todo quadro de alergia, a conjuntivite alérgica tem picos de melhora e de piora e, por isso, dependendo da frequência com que ela aparece, o tratamento pode ir além de antialérgicos e colírios. “Existem crianças que apresentam um quadro um pouco mais intenso e frequente. Se não for tratada corretamente, a conjuntivite alérgica pode causar sequelas, como lesões de córnea”, explica. A escolha do melhor tratamento e a necessidade de cada criança são determinadas pelo oftalmopediatra. Mas, em alguns casos, pode ser necessário o uso de corticoides, por exemplo. Prevenção Se seu filho (a) é alérgico (a), é possível adotar algumas medidas preventivas que ajudarão a evitar o desencadeamento das crises. Veja abaixo: – Mantenha a casa e o quarto das crianças sempre limpos, evitando o acúmulo de pó – Preste atenção principalmente nos bichinhos de pelúcia, que tendem a acumular ácaros e poeira. O ideal é mantê-los guardados, para evitar o acúmulo de poeira – No quarto da criança evite colocar cortinas e tapetes. Se colocar, lave-os a cada 15 dias – Lave as roupas de lã e/ou de frio antes de usá-las. Geralmente são agasalhos que ficam muito tempo guardados, acumulando ácaros e, às vezes, até desenvolvendo mofo – Tome cuidado com o ar condicionado. O filtro deve ser sempre limpo – Em vez de vassouras, prefira o aspirador de pó, que não espalha a poeira no ar e passe um pano úmido no chão em seguida – Lembre-se que travesseiros e colchão também acumulam ácaros. Coloque-os para tomar sol ou use capas antialérgicas Fonte: https://opticanet.com.br/secao/saude/11860/conjuntivite-alergica-em-criancas-e-mais-prevalente-no-outono-inverno
Gravidez pode afetar a visão da mãe e do bebê

Mulheres não sabem que os hormônios podem afetar a visão, diz pesquisa. O antigo ditado, “ser mãe é padecer no paraíso” inclui alterações na saúde ocular durante a gestação que a maioria das brasileiras desconhece. É o que mostra uma pesquisa feita pelo oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, feita com 745 mulheres de 25 a 60 anos. Das participantes 90% não sabem que as mudanças hormonais na gravidez interferem na saúde dos olhos. Instabilidade de grau O especialista afirma que a visão embaçada é a queixa mais comum das gestantes. Uma das causas, explica, é a maior produção de estrógenos que faz o corpo reter mais água e o cristalino do olho ficar mais espesso. Esta produção oscila e quando cai desidrata o cristalino. ” Este processo instabiliza o grau dos óculos e lentes de contato. Ainda assim, a troca só é indicada dois meses após o parto” afirma. Olho seco e ceratocone A variação hormonal também influi na qualidade e quantidade da lágrima. ” É a síndrome do olho seco que também embaça a visão, provoca coceira, irritação e maior sensibilidade à luz”, afirma. O oftalmologista adverte que o olho seco pode agravar o ceratocone. “A doença degenerativa afina a córnea e reponde por 70% dos transplantes no país. Por isso, todo cuidado para manter os olhos bem lubrificados é pouco”, pondera. A dica do oftalmologista para prevenir o olho seco é incluir na dieta alimentos que contêm ômega 3: semente de linhaça e peixes gordurosos como a sardinha, salmão e bacalhau. “O tratamento é feito com colírio lubrificante e a melhor fórmula depende de uma avaliação médica da lágrima”, salienta. O especialista diz que a única terapia que interrompe a progressão do ceratocone é o crosslink, cirurgia ambulatorial que fortalece as fibras de colágeno da córnea, associando a aplicação de radiação ultravioleta e riboflavina (vitamina B2) Manchas escuras Queiroz Neto afirma que outra alteração ocular que pode ocorrer na gravidez é enxergar manchas escuras. A alteração está relacionada à pré-eclâmpsia, uma emergência médica caracterizada pelo aumento da pressão arterial e inchaço generalizado do corpo. O diagnóstico pode ser feito pelo exame de fundo de olho que diagnostica alterações nos vasos da retina, um dos primeiros sinais da hipertensão arterial. O tratamento é feito pelo oftalmologista em conjunto com o ginecologista e pode impedir a morte da mãe e do bebê durante o parto. Alimentação da mãe pode cegar o bebê “Consumo de verduras e frutas mal lavadas, água contaminada, ovos crus ou leite não pasteurizado durante a gravidez pode contaminar o feto”, alerta Queiroz Neto. Ele explica que o parasita toxoplasma gondii atravessa a placenta e pode causar no bebê importantes causas de perda da visão na infância: glaucoma, doenças inflamatórias na retina, nervo óptico, ou catarata congênita Falha na vacina O oftalmologista alerta que muitas mulheres não tomam as duas doses da vacina contra rubéola quando completam a idade de 1 ano e entre 4 a seis anos. Por isso, não ficam imunizadas contra a doença que pode ser contraída durante a gravidez, expondo o bebê ao risco de nascer com catarata congênita, salienta. O diagnóstico é feito na maternidade pelo teste do olhinho que apesar de barato ainda não é obrigatório em todo o país. Como nos adultos, o único tratamento da catarata infantil é a cirurgia que deve ser feita até 1 ano de idade, pontua. Doenças sexualmente transmissíveis A vida e a visão de milhares de bebês que são contaminados pela bactéria da sífilis, doença sexualmente transmissível, poderia ser salvas se as gestantes fizessem o tratamento com antibióticos assim que recebessem o diagnóstico. “A bactéria atravessa a placenta e pode causar sérios danos na visão como a catarata congênita, além de alterações no coração e cérebro que podem levar à morte. O herpes genital também pode causar a perda parcial da visão do bebê caso a uma ferida se rompa na hora do parto. Fonte: imirante
Receita emite multas milionárias contra importadores de óculos

Na “Operação Miopia”, deflagrada nesta terça-feira contra importadores de SP, autos de infração lavrados contra 7 empresas de SP já somam mais de R$ 106 milhões em tributos e multas A Receita Federal, por meio da Delegacia Especial de Fiscalização de Comércio Exterior (Delex) de São Paulo, deflagrou nesta terça-feira, 9 de maio, a “Operação Miopia” de combate à sonegação e fraudes na importação de óculos por empresas de São Paulo. Os autos de infração lavrados pelos auditores-fiscais envolvidos na operação já somam, até a presente data, mais de R$ 106 milhões em tributos e multas lançados contra sete importadores devido à sonegação de direitos comerciais incidentes na importação de óculos e tributos correlatos. Outras oito fiscalizações já estão em curso. A expectativa é que se chegue ao total de R$ 150 milhões lançados. As empresas fiscalizadas (que não tiveram seus nomes revelados pela Receita) são acusadas de simular o fracionamento de suas importações, ou importavam as peças avulsas, havendo a necessidade de um mero encaixe ou parafusamento. Trata-se, segundo a Receita, de uma tática utilizada no intuito de fugir do pagamento dos direitos antidumping: as pessoas jurídicas deixaram de declarar a importação de armações e passaram a informar hastes e frontais em uma manobra que acarretou em significativa redução dos tributos devidos, pois, além de não recolherem os direitos antidumping, também sonegaram Imposto de Importação (II) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). As 15 fiscalizações já iniciadas foram abertas apenas em empresas da Grande São Paulo. O conhecimento adquirido e a metodologia de fiscalização desenvolvida pela Delex serão repassados às demais Unidades da Receita Federal, que iniciarão novos procedimentos em todo o território nacional. ENTENDA A FRAUDE A “Operação Miopia” visa garantir proteção ao segmento da indústria brasileira dedicado à fabricação de óculos. A meta é reestabelecer a livre concorrência no mercado, combatendo práticas concorrenciais destrutivas, e também autuar empresas que fraudaram os direitos antidumping incidentes na importação de armações e frentes de óculos, comportamento que já causou grandes prejuízos aos fabricantes nacionais. Condutas comerciais predatórias exercidas por exportadores chineses viabilizaram a entrada no mercado nacional de armações de óculos com preços muito abaixo de seu valor real. Trata-se de uma prática que possui iminente objetivo de prejudicar os fabricantes locais, levando-os à falência, para que, em momento posterior, os importadores consigam se consolidar no mercado e impor novos preços, sem concorrência. A tática comercial combatida é conhecida como “dumping”, cuja prática recorrente foi devidamente comprovada para esse segmento econômico. Em contrapartida, o Brasil determinou a imposição de medidas antidumping por meio da Resolução Camex nº 76, de 30 de setembro de 2013, documento que estabeleceu taxação adicional sobre a importação de armações de óculos. Trata-se de uma conduta protetiva, criada com objetivo de neutralizar os efeitos danosos à indústria nacional que foram causados por importações de produtos cujos preços praticados no mercado interno chinês são significativamente superiores aos de exportação para o Brasil. Ao se esquivarem da correta tributação por meio de fraudes que visaram alterar as características da obrigação tributária e reduzir o montante dos tributos devidos, as empresas fiscalizadas cometeram uma série de crimes, como sonegação e falsidade ideológica. As condutas entendidas como criminosas foram representadas ao Ministério Público Federal para que seja determinada a instauração de inquérito policial, ou mesmo apresentada denúncia criminal contra os envolvidos. Fonte: Convergencia online
Cosmética Beleza: acessórios estilosos

A variedade de óculos apresentada na Expo Abiótica 2018, ganhou ainda mais glamour quando exibida por celebridades Considerado pelo presidente da Abiótica, Bento Alcoforado, o maior evento da América Latina e o terceiro do mundo no segmento, a 16ª edição da Expo Abióptica, realizada de 10 a 13 de abril, em São Paulo, reuniu importantes nomes da indústria óptica nacional e internacional, personalidades e referências do setor. Durante os quatro dias de feira, os visitantes encheram os olhos com a inovação dos designs solares e receituários desfilados no Transámerica Expo Center. No estande da GO Eyewear, registramos presenças de famosos que causaram frisson no público ao desfilarem os mais novos modelitos. A apresentadora Ana Hickmann, com sua beleza e simpatia indescritíveis, exibiu os lançamentos de óculos da marca que leva seu nome, com uma coleção que reforça a volta do metal e aposta nas lentes sobrepostas na armação, com design duplo gatinho duplo, que evidencia as sobrancelhas. Na Bulget Occhiali, os óculos com design clássico se mantêm na coleção. Outras opções são as lentes sobre a armação, as de acetato frontal dégradé e hastes em metal vazado desfilados pela atriz Flávia Alessandra. Loiríssima e com um corte mega-atual, a global fez jus à elegância, à ousadia e à modernidade de um Bulget. No caso de Atitude, representada pelas cantoras Aline Barros e Vanessa, a novidade fica por conta das lentes únicas, que deixam os óculos ainda mais fashion. Com madeixas e figurino completamente renovados, Vanessa foi responsável pela fila quilométrica, formada por seus seguidores que disputaram horário e espaço para registrar o momento com a pop star e, claro, conhecerem as exclusividades da coleção. Já a Speedo segue com o sucesso da tecnologia omoplata. Os modelos esportivos foram desenvolvidos para auxiliar na performance atlética e os casuais para os praticantes de atividade física. Os designs foram apresentados pelos esportistas Marcelo Negrão e Gustavo Borges. “As lentes têm proteção ultravioleta e as charneiras omoplata permitem o giro de 360º das hastes”, revela o coordenador de grifes da GO, Daniel Rios. Fonte: Diario do Nordeste
Por que o varejo ótico brasileiro cresce tanto?

O segmento de Óticas cresceu nos últimos anos estimulado por uma mudança de posicionamento, mas ainda enfrenta desafios para conseguir se consolidar Um hino dos Paralamas do Sucesso cai por terra oficialmente. Em 1984, o vocalista Herbert Vianna desabafava no hit “Óculos” sobre a desaprovação alheia em torno do uso do objeto. Após mais de três décadas do lançamento da música, o mercado de óticas rumou para o sentido oposto e passou por grande transformação. As estratégias de marketing, colocando o acessório como parte essencial da moda, alavancaram a procura pelas armações e lentes. Se no passado usar um par de óculos era visto de forma debochada, hoje ter dois ou mais para usar em ocasiões diferentes é o habitual. O presidente da Abióptica (Associação Brasileira da Indústria Óptica), Bento Alcoforado, reconhece que, nos últimos dez anos, houve crescimento real do setor por conta da inserção da moda na venda dos óculos. De 2006 para 2017, o aumento foi de 172% no faturamento do segmento, passando de R$ 7,7 bilhões para R$ 21 bilhões. “Há uma evolução tecnológica nas lentes e um desenvolvimento extraordinário no design dos óculos. E isso foi acompanhado pelo mercado. É uma grande tendência e fator crucial para continuarmos crescendo”, afirma o economista de 71 anos, à frente da entidade há mais de uma década. As armações de óculos de grau, com design arrojado e diversificado, deram lucro de R$ 7,4 bilhões no ano passado. As vendas dos modelos com grau chegaram a triplicar em comparação a 2006. Na mesma linha, os óculos de sol vieram ainda mais fortes na série histórica, atingindo no ano passado R$ 9,5 bilhões. Considerada um divisor de águas no mercado ótico, a Chilli Beans se inseriu entre os grandes players de forma rápida e com uma proposta inovadora, mexendo com a estratégia das concorrentes, que tiveram de se adaptar à nova fórmula de sucesso nas vendas de óculos instaurada pela empresa. Esqueça os balcões, em que profissionais de jaleco destrancavam e abriam as portas de vidro para mostrar peças ao cliente. O modelo de negócio da Chilli Beans deixou isso no passado. “Nós criamos a inovação no setor. Mostramos que podíamos fazer diferente, e sempre que alguém faz isso força o mercado a se mexer e a repensar seus formatos. Nós mostramos que os óculos de sol podem, sim, ser um acessório de moda”, afirma o CEO e fundador da marca, Caito Maia. “Eu costumo pensar que nós trouxemos o conceito de fast fashion para o mercado ótico antes mesmo de esse conceito estar em evidência no varejo”, conclui. Seja com quiosques espalhados por shopping centers, sejam pelas lojas físicas, que se destacam pela exposição e iluminação das armações em contato direto com os consumidores, a empresa, fundada em 1997, fatura anualmente cerca de R$ 600 milhões com suas 800 franquias espalhadas pelo Brasil e exterior. A companhia almeja ter mais 300 pontos nos próximos dois anos e chegar à marca do R$ 1 bilhão em faturamento nos próximos cinco anos. “Há uma evolução tecnológica nas lentes e um desenvolvimento extraordinário no design dos óculos. E isso foi acompanhado pelo mercado. É uma grande tendência e fator crucial para continuarmos crescendo”, afirma o economista de 71 anos, à frente da entidade há mais de uma década. As armações de óculos de grau, com design arrojado e diversificado, deram lucro de R$ 7,4 bilhões no ano passado. As vendas dos modelos com grau chegaram a triplicar em comparação a 2006. Na mesma linha, os óculos de sol vieram ainda mais fortes na série histórica, atingindo no ano passado R$ 9,5 bilhões. Considerada um divisor de águas no mercado ótico, a Chilli Beans se inseriu entre os grandes players de forma rápida e com uma proposta inovadora, mexendo com a estratégia das concorrentes, que tiveram de se adaptar à nova fórmula de sucesso nas vendas de óculos instaurada pela empresa. Esqueça os balcões, em que profissionais de jaleco destrancavam e abriam as portas de vidro para mostrar peças ao cliente. O modelo de negócio da Chilli Beans deixou isso no passado. “Nós criamos a inovação no setor. Mostramos que podíamos fazer diferente, e sempre que alguém faz isso força o mercado a se mexer e a repensar seus formatos. Nós mostramos que os óculos de sol podem, sim, ser um acessório de moda”, afirma o CEO e fundador da marca, Caito Maia. “Eu costumo pensar que nós trouxemos o conceito de fast fashion para o mercado ótico antes mesmo de esse conceito estar em evidência no varejo”, conclui. Seja com quiosques espalhados por shopping centers, sejam pelas lojas físicas, que se destacam pela exposição e iluminação das armações em contato direto com os consumidores, a empresa, fundada em 1997, fatura anualmente cerca de R$ 600 milhões com suas 800 franquias espalhadas pelo Brasil e exterior. A companhia almeja ter mais 300 pontos nos próximos dois anos e chegar à marca do R$ 1 bilhão em faturamento nos próximos cinco anos. Fonte: Portal no varejo
Expo Abióptica 2018 traz inúmeras novidades para o setor

Entre as maiores feiras do setor ópticos da América Latina, a Expo Abióptica aconteceu em São Paulo, no Transamérica Expo Center, entre os dias 10 e 13 de abril. Zelo foi convidada a estar presente no evento, que reuniu marcas nacionais e internacionais, empresários do ramo, executivos e profissionais do segmento. A Abióptica, Associação Brasileira da Indústria Óptica, está entre as mais importantes instituições do segmento brasileiro, com mais de 100 associados que representam 95% das empresas do setor, entre indústrias, importadores, exportadores, distribuidores e varejo. E, para este ano, trouxe novidades em seu evento. Entre elas, o Eyewear Brands, um ambiente dedicado às marcas Premium, onde os visitantes tiveram acesso aos principais óculos referências em luxo e modernidade; o Eyewear Fashion – ala para pequenas empresas e fornecedores em busca de oportunidades no mercado; e o Abióptica 20 anos, espaço voltado à história do setor óptico, onde foi lançado o livro “Abióptica 20 anos”. Sentidos apurados Entre os vários estandes que compunham a exposição o da alemã Zeiss Vision Care chamava atenção, trazendo um layout lúdico, com um circuito interativo que convidava o visitante a embarcar em um tour sensorial. O percurso, realizado em três etapas; olhos de todos, seus olhos e suas lentes, simulava as etapas pelas quais um paciente em consultório oftalmológico passa, do diagnóstico dado pelo médico ao processo de escolha das lentes na óptica, para demonstrar o que a tecnologia da multinacional traz de novo. Entre os destaques do percurso, a ARD – Aberrometria Refratométrica Digital, tecnologia ZEISS para médicos oftalmologistas que detecta com muito mais precisão o grau necessário para os óculos do paciente. “Em apenas um minuto, fornece ao médico o resultado com uma precisão inovadora”, destaca Fabio Del Vecchio, Coordenador de Treinamentos Zeiss. Luxo A Marchon Eyewear, que está entre as maiores designers, fabricantes e distribuidoras de óculos de sol e de receituário, também marcou presença na exposição. Responsável por produzir os óculos de grandes marcas globais do universo de moda, lifestyle e esporte, a Marchon Eyewear representa Calvin Klein, Chloé, Diane Von Furstenberg, Lacoste, Marchon NYC, Nautica, Nike, Nine West, Salvatore Ferragamo e Airlock, e durante o evento apresentou mais de 30 lançamentos para o mercado ótico. Entre os destaques, a Calvin Klein, que traz ao Brasil pela primeira vez alguns óculos assinados pelo novo diretor criativo Raf Simons, que vem mudando o posicionamento da grife americana e atiçando o desejo de quem acompanha moda. Chloé e Salvatore Ferragamo, dois fortes nomes no segmento de luxo, reforçam sua fabricação artesanal italiana e design icônicos, como o modelo Carlina (que você pode conferir na galeria no fim dessa matéria) da grife francesa, um clássico contemporâneo que aparece repaginado com novos detalhes em torno de suas famosas lentes. Entre os grandes, também estava a GO Eyewear, empresa brasileira que cria e desenvolve óculos solares e de receituário, com novidades das 16 marcas do portfólio da companhia – Ana Hickmann, Evoke, Hickmann, Atitude, Speedo, T-Charge, Bulget Occhiali e Jolie -, além das marcas internacionais oriundas da parceria com a italiana Kering Eyewear, firmada no primeiro semestre de 2017. São elas: Cartier Lunettes, Gucci, Bottega Venetta, Saint Laurent, Puma, Alexander McQueen/McQ, Stella McCartney e Boucheron. A atriz Flávia Alessandra, que marcou presença no estande da marca, sinalizou a importância do evento: “Para nós mulheres, apaixonadas por esse acessório, é incrível um evento como esse. Aqui temos uma concentração de tudo o que é tendência, de tudo o que vai apitar durante o ano e podemos fazer parte desse metiê que está ditando a moda”. E, ainda, lembrou sobre sua linha colaborativa com a Bulget, que já existe fazem mais de 5 anos. Fonte: Revista Zelo
07 de maio: Dia do Oftalmologista

Astigmatismo atinge 60% dos brasileiros Falta de informação e insegurança dificultam adesão de pacientes e médicos a lentes de contato corretivas O Dia do Oftalmologista é comemorado anualmente no dia 07 de maio. A data tem o objetivo de homenagear os profissionais que nos ajudam a preservar a saúde ocular. Um de seus propósitos é reforçar uma parte importante da rotina dos oftalmologistas: a de conscientizar a população sobre problemas oculares, que são muito comuns e contam hoje com métodos corretivos como óculos e lentes de contato. Um dos problemas de refração mais comuns é o astigmatismo, que atinge cerca de 60% dos brasileiros1, um número superior à média mundial. Olhos astigmatas não formam a imagem em um único ponto focal na retina – camada mais interna do olho que é sensível à luz – fazendo com que as imagens sejam formadas em mais de um ponto e, por isso, acabam sendo interpretadas como “borradas”. O astigmatismo pode apresentar diferentes graus de intensidade e a correção é indicada mesmo para graus baixos, já que impedem uma visão nítida. Até pouco tempo, a única forma de corrigir o astigmatismo era por meio de óculos. A boa notícia é que existem, hoje, lentes de contato corretivas capazes de resolver o problema e garantir ao paciente uma visão perfeita mesmo quando o uso dos óculos não é recomendado – como durante atividades físicas. Mas nem todos se beneficiam ainda: “Apesar do astigmatismo ser muito comum, é preciso levar mais informação à população sobre os métodos corretivos. Cerca de 22% dos pacientes não sabem que têm o problema e 12% acham que ele não é possível corrigi-lo”, afirma a Dra. Tatiana Souto, oftalmologista da Johnson & Johnson Vision. Isso ocorre não só por falta de informação, mas também porque o astigmatismo pode estar associado com miopia e hipermetropia, o que pode confundir pacientes. Além disso, os pacientes com a condição alegam não se adaptar ao uso de lentes de contato: cerca de 65% dos que abandonam a categoria têm astigmatismo2. Isso acontece pois na maior parte dos casos ele não é corrigido da forma adequada, já que requer um tipo específico de lente de contato. Esses pacientes acabam usando lentes esféricas, indicadas para miopia, hipermetropia e presbiopia, quando deveriam usar lentes tóricas, próprias para o astigmatismo. As lentes tóricas contam com uma tecnologia de estabilização que ajuda a posicioná-las corretamente e garantir uma correção eficiente em qualquer situação. É o caso de ACUVUE OASYS® para ASTIGMATISMO com HYDRACLEAR® PLUS, que conta com o exclusivo desenho de estabilização acelerada. Essas lentes, além de corrigir o astigmatismo, garantem aos pacientes conforto, estabilidade visual, hidratação ocular adequada e alto nível de proteção UV. “É importante informar pacientes e médicos sobre os benefícios das lentes tóricas, já que cerca de 28% dos astigmatas não sabem que existem lentes próprias para a condição e 18% dos oftalmologistas não as prescrevem por não conhecerem a categoria ainda”, afirma a especialista. O desafio é o de incentivar pacientes com astigmatismo a conversarem mais à fundo com os seus médicos sobre o uso de lentes tóricas, que são muito bem aceitas por pacientes e médicos. Cerca de 78% de astigmatas que usam esse tipo de lente reconhecem a sua superioridade em relação às lentes esféricas3 e 9 a cada 10 profissionais consideram as lentes tóricas fáceis de adaptar4). Informações importantes para os usuários de lentes de contato A escolha da lente de contato deve ser feita pelo paciente em conjunto com o oftalmologista e o uso deve ser acompanhado regularmente pelo médico. Para evitar desconforto e problemas oculares originados pelo mau uso, siga sempre as instruções de utilização e troca que acompanham o produto e são fornecidas pelo fabricante, além de seguir as recomendações extras fornecidas pelo oftalmologista. Não use lentes de contato se tiver infecção ocular ou desconforto, lacrimejamento excessivo, alterações da visão, vermelhidão ou outros problemas oculares. Se um desses problemas ocorrer, entre em contato com seu oftalmologista imediatamente. Você nunca deve compartilhar as lentes de contato com outras pessoas. Para obter mais informações sobre uso, cuidados e segurança apropriados, consulte o guia de instruções ao usuário (fornecido com o produto) ou fale com seu oftalmologista. Visite a página acuvue.com.br para saber mais sobre a lente mais adequada para cada tipo de usuário. Sobre ACUVUE OASYS® para ASTIGMATISMO com HYDRACLEAR® PLUS Para corrigir o astigmatismo, condição que faz com que os olhos formem imagens em dois pontos focais, as lentes de contato têm de estar corretamente posicionadas sobre o olho e o ideal é que não girem. A maior parte das lentes procura garantir estabilidade por meio de prisma de lastro, com uma área mais grossa e pesada na sua parte inferior, que é puxada pela gravidade, ajudando a posicioná-las. Contudo, esse método pode apresentar problemas quando o paciente está em movimento, inclinado ou movendo os olhos muito rapidamente. ACUVUE OASYS® para ASTIGMATISMO com HYDRACLEAR® PLUS traz a tecnologia DEA (Desenho de Estabilização Acelerada), com quatro zonas de estabilização que interagem de forma dinâmica com a pressão natural das pálpebras e realinham o ângulo das lentes automaticamente a cada piscada, garantindo mais estabilidade e conforto. Sobre a Johnson & Johnson Vision A Johnson & Johnson Vision, o principal fabricante de lentes de contato do mundo, está totalmente comprometida em melhorar a qualidade de vida dos pacientes e em trabalhar em parceria com os oftalmologistas. Desde ACUVUE®, marca que fez sua estreia em 1987 com a primeira lente de contato gelatinosa e descartável do mundo, a empresa tem, repetidamente, apresentado produtos inovadores e de alta qualidade para o setor. ACUVUE® traz soluções para correção de astigmatismo, miopia, hipermetropia e presbiopia e está nos olhos de cerca de 35 milhões de pessoas ao redor do mundo. Para obter mais informações, visite www.acuvue.com.br. Fonte: SEGS -SP
Catarata é responsável por 51% dos casos de cegueira no mundo

A catarata, problema na opacidade do cristalino que dificulta a realização de atividades simples no dia a dia, como ler, e acomete principalmente os idosos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença é responsável por 51% dos casos de cegueira no mundo, o que representa cerca de 20 milhões de pessoas. Apesar deste cenário parecer difícil, os avanços nos tratamentos de doenças oculares e da cirurgia oftalmológica continuam crescentes. A Dra. Renata Attanasio de Rezende Bisol, membro da Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR-BRASCRS), destaca alguns pontos importantes sobre os novos tratamentos para catarata. “Por enquanto não há terapia clínica para a catarata. A partir do momento que o oftalmologista faz o diagnóstico e que existe repercussão clínica, o único tratamento eficaz é o cirúrgico onde se substitui o cristalino opaco por uma lente intraocular transparente”, afirma. Pesquisas e estudos experimentais têm sido realizados em animais com o uso de colírios contendo substâncias como a N-acetil-carnosina, antioxidante que parece prevenir e até mesmo dissolver complexos proteicos causadores de certas opacidades cristalinas. Além disso, “os avanços no tratamento cirúrgico da catarata nos últimos anos foram diversos e pode-se destacar, a introdução do laser de femtosegundo que possibilitou uma maior precisão nas incisões, desenvolvimento de aparelhos que realizam medidas pré-operatórias do grau da lente intraocular a ser implantada (biometria) e a redução gradual do tamanho das incisões, viabilizada por conta das modificações nas ponteiras dos aparelhos de facoemulsificação”. Medicamentos Por enquanto não há nenhum tratamento medicamentoso que comprovadamente previna ou reduza o desenvolvimento de catarata em olhos humanos. “Sabe-se que o estresse oxidativo é cataratogênico. Consequentemente, os antioxidantes agiriam na prevenção do desenvolvimento e/ou da progressão da catarata. Desta forma medidas como a redução da ingesta de bebidas alcoólicas, do tabagismo da exposição aos raios UVB e uma dieta rica em vitaminas A,C e E e betacaroteno foram consideradas protetoras para o desenvolvimento de catarata por alguns autores”, afirma a médica. Fatores de risco O principal fator de risco para a catarata é o envelhecimento. “Outros fatores importantes para o desenvolvimento da catarata são tabagismo, Diabetes Mellitus, exposição à radiação ultravioleta (UV), principalmente raios UVB, uso de corticoide oral e tópico.” Condições como alta miopia, redução de estrogênio pós-menopausa, genética, estado nutricional também está na lista dos fatores de risco. Além disso, a relação entre índice de massa corporal e o consumo de gordura devem ser observados. Fonte: Diário do Nordeste
