Setor ótico chega à marca de R$ 21 bilhões. Conheça franquias para investir na área

Previsão do setor é crescer 5% em 2018. Franquias representam cerca de 13% dos 26 mil pontos de venda no varejo Depois de dois anos em queda, o setor ótico cresceu 7,4%, em 2017, chegando à marca de R$ 21 bilhões. A estimativa é da Abióptica, que engloba toda a cadeia produtiva do setor, como fabricantes e laboratórios. Para abrir uma franquia do setor, há opções a partir de R$ 15 mil. Conheça XXseteXX redes de óticas para investir. Operando há cinco anos no modelo de franchising, a Mercadão dos Óculos abriu 60 novas unidades no ano passado (2017), e pretende inaugurar outras 70 neste ano. Com foco nas classes C e D, a rede cresceu com a migração de usuários. “No setor de alimentação dizemos que quem tinha um ticket de R$ 80 caiu para R$ 50; o de R$ 50 caiu para R$ 30, e o de R$ 30 passou a trazer marmita de casa. No segmento ótico aconteceu a mesma coisa”, explica Gustavo de Freitas, diretor executivo da marca. Das 192 unidades franqueadas da Mercadão, hoje, cerca de 90% são lojas de rua. O investimento inicial da franquia parte de R$ 95 mil. A rede aproveita o fato de trabalhar com marcas prórias, entre produtos fabricados e importados pelo Mercadão. “Como o nosso produto é marca própria, a gente pode oferecer qualidade sem precisar pagar royalties [cobrados pelas grifes”] As grifes foram as grandes responsáveis, nos anos 1990, pela migração do óculos como um produto funcional para tornar-se um artigo fashion, explica o presidente da Abióptica, Bento Alcoforado. Este processo de transformação e crescimento seguiu por todos os anos 1990 e 2000. E segue firme, principalmente em mercados emergentes, como o Brasil. “Em 2010, na Europa, um estudo indicou que a América Latina, impulsionada pelo Brasil, iria ultrapassar o mercado da Europa Ocidental ao final de dez anos”, lembra Bento. A tendência foi interrompida pela crise econômica e política brasileira. Mas deve voltar para este rumo nos próximos anos. Para 2018, a entidade prevê um crescimento de 5% no setor. Dos cerca de 26 mil pontos de venda que existem no Brasil, o número de unidades vinculadas a franquias ainda é pequeno (cerca de 13%). A norte-americana Nys Collection chegou no Brasil em com modelos de loja e quiosque pensados para shopping, com investimento inicial a partir de R$ 68 mil. No ano passado, a rede lançou a primeira franquia de óculos home-based do Brasil. O franqueado não tem ponto comercial, e leva os produtos dentro de uma mala. O foco deste modelo é em óculos de sol, e o investimento inicial fica em R$ 15 mil. 1 – NYS Collection Quiosque Investimento Inicial: de R$ 68,5 mil a R$118,5 mil Taxa de franquia: R$ 30 mil Capital de giro: R$ 30 mil Royalties: 15% sobre a compra Taxa de publicidade: 2% sobre a venda Área mínima: 2 mts x 1,10 mt a 4 mts x 1,10 mts Número de funcionários: 3 Faturamento Bruto Mensal: R$ 28 mil (modelo smart) a R$ 40 mil (modelo premium) Lucro médio mensal: de 15% sobre o faturamento líquido Prazo de Retorno: 18 meses a 24 meses Home-Based Investimento inicial total: R$ 15 mil Taxa de franquia: R$ 5 mil Capital de giro: R$ 3 mil Royalties: 15% do valor das compras Taxa de publicidade: 2% do valor das vendas Faturamento médio mensal estimado: R$ 4,5 mil Retorno sobre investimento estimado: de 6 a 8 meses Mais informações no site da empresa: http://bit.ly/2FvXJGz 2 – Mercadão dos Óculos Investimento Inicial: de R$ 95 mil e R$ 115 mil Taxa de franquia: de R$ 35 mil a R$ 55 mil Capital de Giro: de R$ 20 mil a R$ 30 mil Área média para Instalação: 25 m² a 60 m² Tipo de negócio: Ótica Ano de fundação: 2012 Ano de fundação do franchising: 2013 Número de funcionários: 4 Número de unidades próprias: 3 Número de unidades franqueadas: 190 Royalties: 5% sobre o faturamento Taxa de publicidade: 2% Faturamento médio da unidade: R$ 50 mil Lucro médio mensal: de 15% a 25% do faturamento Prazo médio para retorno: de 18 meses a 24 meses Mais informações no site da empresa: http://bit.ly/2HkcIUh 3 – Óticas Carol Instalação: em torno de R$ 800 a R$1,2 mil o metro quadrado para lojas de rua. Já as de shopping, em torno de 50% a mais. Projeção de abertura em 2018: 190 lojas Taxa de franquia: até R$ 50 mil Royalties: 4% do faturamento bruto Capital de Giro: 4 a 6 meses do faturamento médio esperado Faturamento Médio mensal: R$ 70 mil Lucro Médio Mensal: 12% a 18% Prazo de retorno: em torno de 24 a 36 meses Mercadoria inicial: a partir de R$ 65 mil Mais informações sobre a empresa: http://bit.ly/2HleFzR 4 – Mercadótica Investimento inicial: R$ 150 mil a R$210 mil Taxa de Franquia: R$ 40 mil Instalações: R$ 60 mil a R$ 90 mil Capital de Giro: R$ 50 mil a R$ 80 mil Royalties : 5% (sete por cento) sobre faturamento bruto Taxa de Publicidade (FPP): 2% (dois por cento) sobre faturamento bruto Faturamento Médio Mensal: R$ 35 mil a R$ 80 mil Retorno: 18 a 30 meses (em média) Tempo de Contrato: 5 anos (60 meses) Fonte: Gazeta do povo
Abióptica vai mapear lojistas pelo Brasil

Para ajudar a mapear um dos segmentos mais pulverizados do varejo, a associação das óticas pretende lançar em abril o Clube Abióptica de Benefícios. Por meio de uma plataforma, o objetivo e oferecer vantagens aos associados e obter informações relevantes sobre o segmento no Brasil. A novidade será lançada no mês que vem durante a Expo Abióptica 2018. “Além de oferecer benefícios, a intenção é aproximar a Abióptica dos mais de 23 mil pontos de vendas espalhados pelo Brasil”, diz o presidente da Abióptica, Bento Alcoforado. Os benefícios envolvem mais de 500 marcas fornecedoras para a cadeia. A adesão é gratuita, feita por meio da internet. Fonte: DCI
Marco Luque estrela campanha bem-humorada de combate à pirataria das Óticas Diniz

Rede aposta nos personagens “Silas Simplesmente” e “Ed Nerd” para abordar os perigos do uso de óculos falsos. Em março, as Óticas Diniz — maior rede do varejo óptico do Brasil — comemoram o mês de Combate à Pirataria em mais uma campanha com veiculação nacional. Marco Luque, da Globo, foi o escolhido para protagonizar o novo filme da marca por meio de “Silas Simplesmente” e “Ed Nerd”, dois dos papeis mais populares da carreira do humorista. Para Leandro Escudeiro, gerente de Marketing da rede, o objetivo é transmitir a mensagem de forma efetiva, sem parecer clichê. “Queríamos tratar o tema de um jeito que realmente chamasse a atenção das pessoas. E nada melhor do que usar o humor para isso, ainda mais com um dos grandes nomes do stand-up comedy brasileiro da atualidade”, destaca. Ainda segundo o executivo, o filme é bem diferente de tudo o que as Óticas Diniz já fizeram antes. “Pirataria é coisa séria, mas pode ser abordada com leveza e sutileza para alertar sobre os perigos do uso de produtos falsos, principalmente de óculos, que é uma questão de saúde. Sem dúvida, o carisma dos personagens de Marco Luque vai atrair o público”, afirma. Nos vídeos de 30” e 15”, o taxista “Silas Simplesmente” transporta e conversa com “Ed Nerd” durante a corrida. O motorista conta que tem um passageiro que oferece acessórios piratas, e o rapaz que sabe tudo de internet fica surpreso, mas “Silas” responde: “Pirata aqui never! Silas é simplesmente original”, e que só compra óculos de grau e de sol com garantia e confiança nas Óticas Diniz. Depois de apresentada a mecânica promocional do período, “Ed Nerd” finaliza: “Vou comprar e destruir todos os piratas”. Criada pelo Grupo RÁI — um dos maiores grupos independentes de comunicação do país –, a campanha de Combate à Pirataria também pode ser conferida no PDV, além dos canais da TV aberta e de PayTV, entre eles, GNT, Multishow, SporTV, Viva, Megapix, Universal, GloboNews, ID, TLC, Fox, FX, Fox Life, TNT, Space, Esporte Interativo, Warner, Sony, AXN, History, Cinemax, Discovery Channel, Discovery Kids, Discovery H&H e todos os Telecines. O filme também pode ser acessado nas plataformas digitais das Óticas Diniz no YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=F4WzfB7wxfA&feature=youtu.be), no Facebook (https://pt-br.facebook.com/oficial.oticasdiniz/) e no Instagram (https://www.instagram.com/oticasdiniz/). Pirataria.: Anunciante: Diniz Franchising Administração Ltda. | Agência: RÁI Publicidade Ltda.| Produto: Óculos | Título: Pirataria | Duração: 30” e 15” | Formato: HD | VP de criação: Mauricio Cavalcanti | Diretor de criação: Ricardo Domingues | Criação: Ricardo Domingues e Maurício Cavalcanti |Roteiro: Mauricio Cavalcanti | RTV: Rose Jimenes | Produtora executiva: Rose Jimenes | Atendimento: Roberta Mendes, Renata Silveira e Mariana Oliveira | Produtora de imagem: YAD 18 | Diretor de cena: Thiago Vieira Bozzo | Direção de fotografia: Bruno Tiezzi | Montador: Caio Martins / Mateus Avila | Fotografia: Sergio Still é Sergio Chvaicer| Finalização: Renato Montoro | Aprovação cliente: Leandro Escudeiro | Produtora de Áudio: Lucha Libre.
Herpes ocular: períodos de estresse intenso favorecem a doença

Apesar de haver tratamento para o herpes ocular, a doença ainda é incurável. Trata-se de uma infecção provocada pelo mesmo vírus do herpes labial, o herpes simplex (HSV). Existem mais de 80 tipos de vírus do herpes, mas uma coisa eles têm em comum: percorrem os nervos até se alojarem numa terminação nervosa, onde passam períodos de inatividade. Quando acomete lábios e pele, o diagnóstico do herpes é bastante fácil. Mas quando o vírus atinge os olhos, a doença pode ser mal diagnosticada e tratada indevidamente – aumentando os riscos, inclusive, de o paciente perder a visão. De acordo com Renato Neves, médico oftalmologista e diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, é preciso ter bom conhecimento para distinguir o herpes ocular do herpes zoster (causado pelo vírus da varicela), de determinadas infecções, e até mesmo de uma intoxicação ocular provocada por medicamentos. Assim como o herpes labial, que pode surgir novamente quando a imunidade da pessoa está em baixa, dados da Academia Americana de Oftalmologia (AAO) revelam que, depois do episódio inicial, há 27% de chance de acontecer novamente dentro de um ano, 50% em cinco anos e 63% em 20 anos. “Infecções recorrentes incomodam muito os pacientes, já que a doença pode surgir na infância e voltar a ocorrer de tempos em tempos. Vale ressaltar que o herpes ocular pode acometer qualquer camada dos olhos, mas as manifestações mais comuns incluem blefarite (inflamação das pálpebras), conjuntivite folicular (causada por alterações da própria mucosa) e ceratite (inflamação da córnea). Outro ponto importante e que precisa ser esclarecido: o herpes ocular nada tem a ver com o herpes genital, que é uma doença sexualmente transmissível”, diz Neves. O médico explica que geralmente a pessoa entra em contato com o vírus herpes simplex ainda na infância – mas a doença pode se manifestar muitos anos depois, em períodos de estresse intenso ou baixa imunidade. “Em determinados casos, a criança é tratada de uma infecção moderada. O vírus invade os olhos e chega ao gânglio trigeminal, onde encontra condições ideais para se instalar e se tornar latente. Ao longo da vida, principalmente quando a pessoa passa por episódios traumáticos, esse vírus faz o caminho de volta para a córnea e se manifesta como herpes ocular. O tratamento imediato com medicamentos antivirais específicos ou antibióticos interrompe a multiplicação do vírus e impede que a doença continue destruindo as células epiteliais”. Embora o estresse seja um gatilho importante para a manifestação da doença, o oftalmologista afirma que problemas de saúde bucal, queimaduras de sol, traumas e períodos pós-cirúrgicos também podem desencadear novos episódios de herpes ocular. “Mais da metade da população mundial já entrou em contato com esse vírus. O importante é que a doença seja devidamente diagnosticada e tratada, a fim de não se agravar. Em casos mais severos, o tratamento indicado é o transplante de córnea.”
Mercadão dos Óculos abre unidades em Santa Bárbara dOeste e Itapecerica da Serra

Próxima de completar 200 unidades, a Mercadão dos Óculos, rede de franquias de óticas, inaugurou em fevereiro mais duas unidades no estado de São Paulo: uma em Santa Bárbara d’Oeste e outra em Itapecerica da Serra. As novidades se juntam às mais de 70 lojas da marca em São Paulo, região onde o Mercadão dos Óculos possui maior presença. Atualmente, a empresa conta com 190 franquias abertas em todo Brasil. O objetivo é atingir 600 unidades até 2020. “Em 2017, a marca faturou R$ 80 milhões e abriu 57 novas franquias pelo país, sendo 43 no Estado de São Paulo, onde muitos franqueados inauguraram a segunda unidade”, afirma Gustavo de Freitas, diretor executivo do Mercadão dos Óculos. Em Santa Bárbara d’Oeste, a jornalista e apresentadora Chris Flores, que assina uma linha exclusiva de óculos solares e armações do Mercadão dos Óculos, convidou os moradores da região por meio de um vídeo publicado na internet. “Olá pessoal de Santa Bárbara d’Oeste, aqui é a Chris Flores e estou convidando todo mundo para passar na loja do Mercadão dos Óculos. É o melhor preço do mercado, pode ir lá conferir”, disse. A unidade está localizada na rua Limeira, 1786, Parque Zabani, telefones 19 3629-6601 e 19 98711-7252. Na Grande São Paulo, a loja de Itapecerica da Serra se une às demais franquias da região, como em Taboão da Serra, São Bernardo do Campo, Santo André, Guarulhos, Diadema, dentre outras, oferecendo mais opções de atendimento ao cliente. A unidade fica na ladeira Capitão Moraes, número 78, Centro, telefones 11 4559-5430 e 11 99301-5048. Com preços que variam entre R$ 19,90 e R$ 239,90, o Mercadão dos Óculos atende as classes C e D. Para ser um proprietário de uma franquia da marca o investimento inicial varia entre R$ 95 mil e R$ 115 mil. O prazo de retorno estipulado é de 18 a 24 meses.
Usar lentes de contato em demasia pode causar até doença grave

Se você é um usuário constante de lentes de contato, saiba que é preciso ter cuidado para evitar danos aos olhos. As lentes corretivas podem substituir os óculos, entretanto, a falta de limpeza ou o uso contínuo (sem tirar nem para dormir) são fatores que contribuem para o desenvolvimento de algumas condições oculares que podem ser graves.A estimativa do governo dos Estados Unidos é de que cerca de 6% dos 33 milhões de usuários de lentes de contato apresentam algum problema nos olhos, todos os anos. De acordo com a oftalmologista Tatiana Nahas, da Santa Casa de São Paulo, é normal receber pacientes que usam as lentes corretivas queixando de algo nos olhos. “Independente do material, forma de uso ou tecnologia, o fato é que a lentes de contato alteram a fisiologia dos olhos. Essas mudanças, no geral, não são importantes. Mas, em certas situações, podem levar a quadros potencialmente graves. Mesmo que a pessoa seja uma usuária há muitos anos, precisamos levar em conta que há fatores ambientais e físicos interagindo constantemente”, esclarece a especialista.Entre um dos principais e mais graves problemas relacionados ao uso de lentes de contato está a ceratite bacteriana. “O uso de lentes de contato é o principal fator de risco para o desenvolvimento desta condição. Em pessoas que usam lentes de forma contínua, ou seja, que não fazem a colocação e a retirada diariamente, o risco é 10 a 15 vezes maior. Ou seja: não durma de lentes”, alerta a oftalmologista.Ainda conforme Tatiana Nahas, a ceratite pode progredir muito rápido e, quando não tratada, há risco de provocar lesões na córnea que, em casos mais graves, pode levar à diminuição da capacidade visual. Quando isso acontece, o único recurso disponível para recuperar a visão é o transplante de córnea.A médica explica que as complicações estão ligadas à falta de higienização, manutenção e bom uso das lentes. “Esses processos previnem a formação de depósitos de sujeira que provocam desconforto e turvação visual, além de aumentarem o risco de aderências de micro-organismos nas lentes de contato”, afirma a especialista. O grande problema de dormir com a lente, de acordo com Tatiana, é que o fechamento das pálpebras durante o sono impacta na falta de oxigenação na córnea, condição que aumenta o risco de adesão de micro-organismos no acessório e, consequentemente, de uma infecção.A ceratite tem sintomas bem específicos. A dor é um deles, pois a córnea é cheia de nervos. Além disso, a pessoa terá uma importante sensibilidade à luz, a visão ficará borrada, podendo ainda apresentar vermelhidão, lacrimejamento e sensação de ter algo grudado nos olhos. Tratamento A melhor coisa a se fazer é procurar, como mostra a oftalmologista, é procurar ajuda profissional. Depois da confirmação do quadro, o tratamento é feito com colírios antibióticos, lubrificantes, além do controle do desconforto ocular.As lentes de contato podem ser práticas, mas quem as usa tem que ter consciência da importância de seguir as recomendações do médico, do fabricante e fazer corretamente a limpeza e a manutenção. Além destes cuidados, é preciso evitar usar as lentes em piscinas ou no mar, assim como visitar o médico regularmente.
Marcas de óculos investem no varejo

Fabricantes brasileiros de óculos têm investido na abertura de franquias, para melhorar sua rentabilidade com a venda direta ao consumidor. As companhias optam principalmente por quiosques, que têm custo de investimento mais baixo em comparação a lojas tradicionais. A GO Eyewear, fabricante brasileira de óculos, começou a fazer a venda direta de suas marcas por meio da rede varejista Atitude Point, da qual é sócia majoritária. A Atitude Point foi criada em 2015 e passou a abrir unidades de franquia em 2017. A varejista fechou 2017 com 41 unidades, sendo duas lojas e 39 quiosques, e receita de R$ 12,5 milhões. Para 2018, a meta é abrir 18 quiosques e elevar a receita para em 20%, para R$ 15 milhões. Marcelo Teixeira, gerente nacional da Atitude Point, prevê abrir unidades em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O investimento inicial gira entre R$ 120 mil e R$ 150 mil e a taxa de retorno é de 16%. “A GO tem milhares de modelos de óculos. É possível adaptar o mix de produtos em cada quiosque, de acordo com o perfil do shopping center e sem competir diretamente com as lojas que são clientes da fabricante”, afirmou Teixeira. O executivo também disse que, nas lojas tradicionais, a oferta de óculos de sol não passa de 5% do total de armações disponíveis. No quiosque, é possível oferecer mais opções ao consumidor. Joyci Lin, presidente da Go Eyewear, disse que as vendas da fabricante no ano passado cresceram 25% em volume. O aumento deveu-se à expansão de dois dígitos nas vendas para grandes redes de óticas e ao fechamento de um acordo com a Kering, segunda maior empresa de luxo do mundo, atrás da LVMH, para a venda de marcas de luxo de óculos no Brasil. A GO passou a distribuir as marcas Gucci, Bottega Venetta, Saint Laurent, Puma, Alexander McQueen e Stella McCartney no Brasil. “Nos últimos dois anos, os varejistas estavam desanimados. Mas hoje, as redes estão voltando a investir na abertura de lojas”, disse Joyci. Ela estima que as vendas totais da GO, incluindo venda para outros varejistas, crescerão 15% neste ano em volume. A executiva disse que vê crescimento mais forte principalmente em marcas de valor agregado mais alto e de luxo. “Os consumidores que em anos anteriores trocaram óculos por armações de preços mais baixos estão voltando a buscar produtos mais premium neste ano.” A venda direta ao consumidor tem sido feita há mais tempo no Brasil pela Chilli Beans. Há 20 anos no mercado, a companhia fechou 2017 com 800 unidades no país, entre lojas e quiosques, e abertura de 73 unidades. Caito Maia, presidente da Chilli Beans, disse que a meta é chegar a 900 unidades neste ano. Em receita, a companhia cresceu 8% no ano passado, para R$ 653 milhões. Para 2018, a companhia prevê uma expansão de 8%, para 706 milhões. “Estou empolgado com a entrada de 2018, as vendas no começo do ano ficaram acima da média do mercado”, afirmou Maia, sem citar números. O executivo disse que a companhia segue reforçando a oferta de óculos de preços mais baixos – R$ 139,80 o par. Com isso, tem ampliado as vendas. “No ano passado, essas linhas responderam por 9% das vendas totais. Neste ano, devem representar 15%”, disse Maia. Na Chilli Beans, 20% dos produtos são fabricados localmente e 80% são importados. Setor cresceu 7,4% em receita em 2017, para R$ 21 bilhões. Para 2018, a expectativa é de um avanço de 10% Outro fabricante em expansão é o Mercadão dos Óculos, de São José do Rio Preto (SP). Em 2017, a companhia abriu 60 lojas nas regiões Sudeste e Sul do país e atingiu uma receita de R$ 80 milhões. Gustavo Freitas, diretor-executivo do Mercadão dos Óculos, disse que a meta da companhia para 2018 é abrir pelo menos 70 lojas e obter um aumento de 50% na receita da rede, que já conta com 187 unidades. A meta é chegar em 2020 com 600 lojas em todo o país. O Mercadão dos Óculos opera com lojas de 35 a 40 metros quadrados. O investimento inicial médio é de R$ 200 mil. “O que mais tem motivado a expansão de lojas hoje é a procura dos próprios franqueados para abrir mais lojas”, afirmou Freitas. O executivo disse que o mercado de óculos voltou a crescer desde o segundo semestre de 2017. E a rede apresenta aumento de vendas acelerado por causa da sua proposta de valor. “O consumidor não paga por marca, por luxo do shopping. A marca própria nos permite oferecer preços mais competitivos”, disse o executivo. As armações são vendidas a partir de R$ 19,90. Os óculos prontos são vendidos a partir de R$ 50. O Mercadão dos Óculos produz em torno de 25% das linhas em São José do Rio Preto. O restante é importado da Ásia. Outra fabricante que começou a investir no varejo é a Suncode, de óculos de sol. Fundada no fim de 2016 por Makoto Ikegame e Pedro Ortega, a Suncode fabrica óculos de sol em Campinas (SP) e vende exclusivamente pela internet. Os óculos são vendidos a preços a partir de R$ 155 o par. “Se fosse incluir royalties de fábrica, margem de importador, de distribuidor e da ótica, os óculos iam custar o triplo do preço”, disse Ortega. O comércio eletrônico foi aberto em 2017 e tem previsão de receita de R$ 2 milhões neste ano. A decisão dos fabricantes ópticos de abrir lojas segue uma tendência mundial das empresas de bens de consumo. Não por acaso, a Luxottica, maior empresa mundial de óculos, comprou em janeiro de 2017 a Óticas Carol, por EUR 110 milhões (R$ 386,6 milhões). A Luxottica já era dona da rede Sunglass Hut no Brasil, com cerca de 100 lojas. A Óticas Carol é a maior rede do Brasil, com 950 lojas. Procuradas, a Óticas Carol e a Luxottica não quiseram comentar sobre seus resultados no país em 2017. De acordo com a Abióptica, após
Ação aguda dos Raios ultravioletas nos olhos pode provocar queimaduras iguais às causadas na pele, alerta especialista

A exposição ao sol durante o início do ano exige cuidados especiais para proteger a pele e os cabelos. Mas, o que muitas pessoas não sabem é que os olhos também merecem a mesma atenção. Isso porque, em dias ensolarados, a ação aguda dos raios ultravioletas sobre os olhos também podem provocar queimaduras na superfície ocular. “O problema é que não sentimos os raios infravermelhos, e ai nos dias de sol forte, mesmo com uma exposição rápida, os danos podem ser agudos a curto e longo prazos”, comenta o Dr. Renato Neves. A exposição exagerada dos olhos aos raios UVA e UVB podem causar ao longo do tempo problemas graves como o espessamento na conjuntiva, inflamação na córnea, catarata, degeneração do vítreo, queimadura da retina e até o câncer. Mesmo em dias nublados, é fundamental o uso de óculos escuros adequados. “A intensidade dos raios pode ser alta independentemente do calor que a pessoa sente. Nos dias nublados, os raios de sol passam através das nuvens finas e são refletidos na areia, na neve, em grandes paredões de centros urbanos e até no chão da rua”, explica o oftalmologista. Como escolher os óculos escuros adequados? O mais importante é que os óculos escuros bloqueiem de 99 a 100% dos raios UVA e UVB. Os óculos devem envolver a face de têmpora a têmpora, para que os raios solares não penetrem pela lateral. Utilize óculos que possuam proteção UV. A qualidade das lentes é essencial. O preço, modelo e cor dos óculos são de importância secundária. “A proteção UV vem de uma camada de agentes químicos aplicada na superfície da lente que garante a segurança dos olhos. Não se deixe levar pelo preço barato ou pela cor das lentes”, afirma. Fonte: terra.com.br
Cade aprova fusão entre Essilor e Luxottica, mas demonstra preocupações sobre futuras movimentações

Para órgão, operação não impacta significativamente concorrência no mercado brasileiro Conforme divulgado nesta sexta-feira (23) no Diário Oficial da União (DOU), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a fusão entre o grupo francês Essilor Internacional e a italiana Luxottica. Em dezembro do ano passado, o órgão antitruste considerou complexa a operação e solicitou uma análise econômica. A transação foi anunciada em janeiro de 2017 e estimada em 48 bilhões de euros. Segundo a Superintendência-Geral (SG) do Cade, a fusão entre as empresas não tem impacto concorrencial significativo no mercado brasileiro. O parecer da área técnica afirma também não ter encontrado evidências de que os efeitos negativos, decorrentes da venda conjunta de produtos, superem os positivos. Assim, concluiu que “as concorrentes podem continuar a competir com as requerentes para ofertarem produtos mais baratos ou de melhor qualidade e, em última instância, beneficiar o consumidor final”. Por outro lado, o Cade não deixou de demonstrar preocupações sobre futuras movimentações que podem causar um fechamento do mercado. “Esses movimentos resultariam, principalmente, como identificado pela instrução, de aquisições de laboratórios óticos por parte da Essilor ou mesmo da adoção de estratégias comerciais que possam levar a uma tentativa de exclusão de rivais ou elevação das barreiras à entrada no mercado”, diz o documento. Há um prazo de 15 dias para que terceiros interessados na operação possam apresentar recurso ao órgão. O grupo francês Essilor International é líder mundial em lentes oftálmicas e detentora de marcas como Varilux, Crizal e Transitions. Possui 32 fábricas espalhadas pelo mundo, duas delas no Brasil, além de 490 laboratórios óticos, sendo 26 no país. Já a italiana Luxottica é especializada no design e fabricação de armações de óculos de grau e de sol. Tem 12 fábricas internacionais, com uma em solo brasileiro. É dona de marcas como Ray-Ban, Oakley e Persol. Fonte: Lexis Nexis
Setor óptico cresce 7,4% em 2017, segundo a Abióptica: Conheça redes de franquias como a NYS Collection, com investimento a partir de R$68 mil, e a Ótica Diniz, que possui mais de mil unidades franqueadas

O faturamento do setor óptico cresceu 7,4% em 2017, na comparação com o ano anterior, segundo a Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica. As vendas totalizaram R$ 21,04 bilhões. Foi o primeiro aumento desde 2015, ano que apresentou a maior queda da última década (11,1%), embora com faturamento similar ao de 2017. “Ainda não temos uma projeção oficial, mas a tendência é que haja no mínimo uma manutenção desse ritmo de melhora, em torno de 7%, no primeiro semestre”, diz Bento Alcoforado, presidente da Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica). Conheça a seguir as principais redes de franquias do ramo ótico. 1 – NYS Collection A NYS Collection Eyewear, marca americana especializada em óculos, oferece mais de 400 modelos para variados estilos de vida, todos com proteção UV em suas unidades franqueadas. No mercado há mais de 20 anos, a NYS Collection Eyewear está presente em 40 países com mais de 1.000 pontos de venda. No Brasil, a rede, que iniciou a expansão por franquias em 2014, soma mais de 20 unidades e planeja dobrar este número em um ano. A rede está em pleno processo de expansão com dois modelos de negócios: o quiosque que requer o investimento inicial de R$ 68.500 a R$118.500 e o modelo home-based que sai por R$ 15 mil. 2 – Mercadão de Óculos O Mercadão dos Óculos é uma rede de franquias que vende armações de grau e óculos de sol com preços até 60% mais baratos do que a média do mercado. Fundada em 2012, em São José do Rio Preto (SP), para atender demandas das classes C e D em busca de produtos óticos de qualidade com baixo valor, a marca inaugurou 54 novas lojas em 2017, com um faturamento total de quase R$ 80 milhões. No mesmo ano, ainda lançou uma grife de óculos assinada pela apresentadora e jornalista Chris Flores. Atualmente, conta com 187 unidades abertas e, em 2018, pretende conquistar 70 novas franquias e atingir o faturamento de R$ 100 milhões em toda rede. O investimento inicial varia entre R$ 95 mil e R$ 115 mil. 3 – Atitude Point Fundada em 2011 em São Paulo, a Atitude Point é uma franquia do ramo ótico. O negócio comercializa óculos solares das marcas Atitude Eyewear, Speedo Eyewear e Bulget Occhiali. A rede entrou para o franchising em 2015 com o modelo de negócio de quiosques para shopping center. Atualmente, a marca possui 41 quiosques em 14 estados e prevê abrir 10 novas unidades até o final de 2018. Os óculos solares da Atitude Point são multimarcas de grifes com preços acessíveis e que atingem diferentes públicos. O ticket médio nas unidades da rede é de R$ 199. Para este ano, o negócio espera faturar mais de R$ 15 milhões, um crescimento médio de 25% em comparação ao ano de 2017. 4 – Óticas Carol Com 20 anos de atuação, a Óticas Carol, criada em 1997 no interior de São Paulo, se tornou uma das maiores redes de franquias no Brasil, com mil lojas distribuídas pelo País. A empresa se diferencia por oferecer as melhores marcas internacionais a preços acessíveis, sempre com a forma de pagamento facilitada: 10 vezes sem juros. Além disso, é a única no setor óptico com laboratório próprio 100% digital, responsável pela produção de lentes de alta qualidade e performance, que chegam a ser entre 30% e 50% mais baratas se comparadas a produtos similares no mercado. Como vantagens para novos franqueados, na Óticas Carol o pagamento da taxa de franquia pode ser parcelado e o financiamento pode ser realizado com bancos parceiros, em condições já negociadas pela franqueadora. Uma nova unidade da rede da marca sai a partir de R$150 mil. 5 – Super Ótica São José A marca Super Ótica São José foi criada em 1969 na cidade São José dos Pinhais (PR) e atualmente é uma marca muito forte na região e, em 2010, se tornou franquia, acumulando então mais de 50 lojas próprias e cerca de 100 franqueadas em 13 estados brasileiros. A rede visa levar aos clientes o melhor para a saúde dos seus olhos através de produtos e serviços de extremo bom gosto e qualidade. E tem no seu portifólio grifes exclusivas, como Santini®, Belize®, Runaway® e Paradise®. Para investir em uma nova unidade franqueada são necessários entre R$155 e 250 mil. 6 – Óticas Diniz Com atuação no mercado brasileiro desde 1992, as Óticas Diniz representam, atualmente, uma das maiores redes de varejo óptico nacional. Na rede os clientes encontram produtos de primeira linha de marcas conhecidas no mundo todo como Calvin Klein, Dior, Lacoste, Carrera, Giorgi Armani, entre outras. A rede também trabalha com marcas nacionais como Ana Hickman e Seninha. Nos últimos 5 anos, a marca dobrou o número de lojas, tendo atualmente mais de 1000 unidades com presença em todo o país. Com um investimento a partir de R$200 mil é possível se tornar um franqueado da maior rede de óticas do país, valor este que inclui a taxa de franquia, o capital de giro e todos os custos de implantação. 7 – Chilli Beans A rede Chilli Beans foi desenvolvida pelo empresário Caito Maia no final dos anos 90 e hoje é a maior rede especializada em óculos escuros e acessórios da América Latina, contando com mais de 740 unidades distribuídas por 9 países em 3 continentes. Tendo o fast fashion como plataforma de negócios, a marca lança semanalmente dez modelos de óculos de sol, cinco de relógios e três de armações de grau. Essa rotatividade disponibiliza uma enorme variedade para os clientes, estimulando-os a constantes visitas para conferir as novidades dos pontos de vendas. A empresa foi pioneira no conceito de ótica self-service, que permite ao cliente manusear e experimentar os produtos, e também a primeira marca do segmento a inaugurar uma máquina de customização, que permite que o cliente fabrique seus próprios óculos. Fonte: Sua Franquia
