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STEFAN NILSSON NOVAREJO

Por que o varejo ótico brasileiro cresce tanto?

O segmento de Óticas cresceu nos últimos anos estimulado por uma mudança de posicionamento, mas ainda enfrenta desafios para conseguir se consolidar

Um hino dos Paralamas do Sucesso cai por terra oficialmente. Em 1984, o vocalista Herbert Vianna desabafava no hit “Óculos” sobre a desaprovação alheia em torno do uso do objeto. Após mais de três décadas do lançamento da música, o mercado de óticas rumou para o sentido oposto e passou por grande transformação. As estratégias de marketing, colocando o acessório como parte essencial da moda, alavancaram a procura pelas armações e lentes. Se no passado usar um par de óculos era visto de forma debochada, hoje ter dois ou mais para usar em ocasiões diferentes é o habitual.

O presidente da Abióptica (Associação Brasileira da Indústria Óptica), Bento Alcoforado, reconhece que, nos últimos dez anos, houve crescimento real do setor por conta da inserção da moda na venda dos óculos. De 2006 para 2017, o aumento foi de 172% no faturamento do segmento, passando de R$ 7,7 bilhões para R$ 21 bilhões.

“Há uma evolução tecnológica nas lentes e um desenvolvimento extraordinário no design dos óculos. E isso foi acompanhado pelo mercado. É uma grande tendência e fator crucial para continuarmos crescendo”, afirma o economista de 71 anos, à frente da entidade há mais de uma década.

As armações de óculos de grau, com design arrojado e diversificado, deram lucro de R$ 7,4 bilhões no ano passado. As vendas dos modelos com grau chegaram a triplicar em comparação a 2006. Na mesma linha, os óculos de sol vieram ainda mais fortes na série histórica, atingindo no ano passado R$ 9,5 bilhões.

Considerada um divisor de águas no mercado ótico, a Chilli Beans se inseriu entre os grandes players de forma rápida e com uma proposta inovadora, mexendo com a estratégia das concorrentes, que tiveram de se adaptar à nova fórmula de sucesso nas vendas de óculos instaurada pela empresa.

Esqueça os balcões, em que profissionais de jaleco destrancavam e abriam as portas de vidro para mostrar peças ao cliente. O modelo de negócio da Chilli Beans deixou isso no passado. “Nós criamos a inovação no setor. Mostramos que podíamos fazer diferente, e sempre que alguém faz isso força o mercado a se mexer e a repensar seus formatos. Nós mostramos que os óculos de sol podem, sim, ser um acessório de moda”, afirma o CEO e fundador da marca, Caito Maia. “Eu costumo pensar que nós trouxemos o conceito de fast fashion para o mercado ótico antes mesmo de esse conceito estar em evidência no varejo”, conclui.

Seja com quiosques espalhados por shopping centers, sejam pelas lojas físicas, que se destacam pela exposição e iluminação das armações em contato direto com os consumidores, a empresa, fundada em 1997, fatura anualmente cerca de R$ 600 milhões com suas 800 franquias espalhadas pelo Brasil e exterior. A companhia almeja ter mais 300 pontos nos próximos dois anos e chegar à marca do R$ 1 bilhão em faturamento nos próximos cinco anos.

“Há uma evolução tecnológica nas lentes e um desenvolvimento extraordinário no design dos óculos. E isso foi acompanhado pelo mercado. É uma grande tendência e fator crucial para continuarmos crescendo”, afirma o economista de 71 anos, à frente da entidade há mais de uma década.

As armações de óculos de grau, com design arrojado e diversificado, deram lucro de R$ 7,4 bilhões no ano passado. As vendas dos modelos com grau chegaram a triplicar em comparação a 2006. Na mesma linha, os óculos de sol vieram ainda mais fortes na série histórica, atingindo no ano passado R$ 9,5 bilhões.

Considerada um divisor de águas no mercado ótico, a Chilli Beans se inseriu entre os grandes players de forma rápida e com uma proposta inovadora, mexendo com a estratégia das concorrentes, que tiveram de se adaptar à nova fórmula de sucesso nas vendas de óculos instaurada pela empresa.

Esqueça os balcões, em que profissionais de jaleco destrancavam e abriam as portas de vidro para mostrar peças ao cliente. O modelo de negócio da Chilli Beans deixou isso no passado. “Nós criamos a inovação no setor. Mostramos que podíamos fazer diferente, e sempre que alguém faz isso força o mercado a se mexer e a repensar seus formatos. Nós mostramos que os óculos de sol podem, sim, ser um acessório de moda”, afirma o CEO e fundador da marca, Caito Maia. “Eu costumo pensar que nós trouxemos o conceito de fast fashion para o mercado ótico antes mesmo de esse conceito estar em evidência no varejo”, conclui.

Seja com quiosques espalhados por shopping centers, sejam pelas lojas físicas, que se destacam pela exposição e iluminação das armações em contato direto com os consumidores, a empresa, fundada em 1997, fatura anualmente cerca de R$ 600 milhões com suas 800 franquias espalhadas pelo Brasil e exterior. A companhia almeja ter mais 300 pontos nos próximos dois anos e chegar à marca do R$ 1 bilhão em faturamento nos próximos cinco anos.

 

Fonte: Portal no varejo 

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