10 de julho é o Dia da Saúde Ocular

Enxergar bem nem sempre é sinônimo de boa saúde ocular. Muitas doenças são silenciosas e provocam progressivas perdas visuais sem que a pessoa perceba. De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, existem cerca de 1,2 milhões de cegos no Brasil. Mas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 80% desses casos poderiam ter sido evitados ou tratados com um acompanhamento oftalmológico. “As consultas regulares não são apenas para verificar se existem dificuldades de visão. Também são realizados outros exames específicos fundamentais para descobrir doenças como retinopatia diabética, catarata, glaucoma, ceratocone, entre outras, que nem sempre são percebidas pelo paciente e podem causar cegueira”, revela Ana Paula Canto, oftalmologista da Clínica Canto. Os cuidados devem começar ainda na maternidade, com a realização do teste do olhinho, que verifica se há alguma alteração no reflexo vermelho do olho que pode ser devido a uma catarata congênita, alterações corneanas ou alterações da retina. “Depois, as avaliações devem ser semestrais até os dois anos de idade. Após esse período, devem ser realizadas consultas anuais ou a cada dois anos”, orienta Geraldo Canto, oftalmologista da Clínica Canto. Esse acompanhamento é fundamental durante o desenvolvimento da visão, que ocorre até os sete anos de idade. Nesse período, caso exista algum problema que não seja corrigido, a visão pode não se desenvolver totalmente, ocasionando a ambliopia, conhecida popularmente como olho preguiçoso. “É preciso ter muita atenção, pois, algumas vezes, apenas um dos olhos pode ter um grau mais elevado e o outro enxergar bem, e isso pode não ser percebido pelos pais. Então, algumas vezes é somente quando a criança fica adulta que se percebe essa dificuldade e, muitas vezes, não haverá mais tratamento”, salienta Geraldo Canto. Na vida adulta, as consultas devem continuar a ser realizadas anualmente, especialmente, quando a pessoa chega à terceira idade. Nessa época, doenças como glaucoma (aumento da pressão dentro do olho) e a catarata são comuns e podem ser tratadas logo no início. “Muitos pacientes acreditam que a catarata deve ficar mais ‘madura’ para operar. Mas, a medicina e as técnicas de cirurgias estão cada vez mais modernas e rápidas, o que faz com que possamos operar a catarata assim que o paciente comece a notar seus sintomas e que esses dificultem atividades do dia a dia, como dirigir. O importante é diagnosticar e tratar antes de perder qualidade de vida”, aponta Ana Paula Canto. O glaucoma é uma doença silenciosa e uma das principais causas de cegueira irreversível. Seu diagnóstico só pode ser realizado através de consultas com o médico oftalmologista que mede a pressão do olho e avalia o nervo óptico que sofre lesões com a evolução da doença. O glaucoma não tem cura, porém tem tratamento, que deve ser iniciado no início da doença para evitar a cegueira, explica a Dra Ana Paula Canto. Cuidados diários Algumas atitudes no dia a dia também são importantes para manter a saúde ocular, pois evitam infecções, alergias ou perfurações que podem prejudicar a visão. Confira as dicas dos oftalmologistas da Clínica Canto: – Nunca coce os seus olhos, pois isso pode provocar lesões na córnea e facilitar a aquisição de doenças; – Colírios só devem ser usados com orientação médica, pois alguns deles podem ter efeitos colaterais graves se não forem corretamente indicados; – Use óculos de sol de qualidade, com atestado de proteção ultravioleta. Uma lente falsa pode aumentar a exposição dos olhos aos raios solares e causar doenças e tumores oculares; – Não compartilhe maquiagens, pois elas podem transmitir desde conjuntivites até herpes. Também fique atenta ao prazo de validade, pois produtos vencidos podem causar alergias e infecções; – Faça a higienização adequada das suas lentes de contato. Não use água ou soro fisiológico, pois eles podem estar contaminados e acabar provocando infecções oculares graves; – Lentes de contato são objetos de uso pessoal, não podem ser compartilhados; – Evite mergulhar em rios, mares ou piscinas que pareçam ter água contaminada, pois isso pode provocar infecções e alergias; – Mantenha sua casa arejada e lave bem cobertores, roupas de cama e casacos que ficaram guardados por um longo período; – Se a sua profissão exige óculos de proteção, nunca deixe de usar. Ele é fundamental para evitar acidentes oculares graves; – Descanse os seus olhos. Se você utiliza muito o computador, faça uma pausa de 20 segundos a cada 30 minutos e olhe para o horizonte ou algum ponto o mais longe possível; – Lembre-se de piscar várias vezes ao dia, principalmente, durante atividades que exigem muita atenção; – Ingira bastante água, pois ela ajuda em diversas funções do organismo e na qualidade da lágrima. Fonte: SEGS-SP

Uma nova visão na Fototica

O catarinense Murillo Piotrovski passou por diversos cargos e países desde que ingressou, em 2010, na GrandVision, grupo holandês de óticas que fatura € 3,5 bilhões e conta com sete mil lojas, em 44 países. O executivo trabalhou por dois anos na sede da empresa, em Amsterdã, foi diretor de marketing em Portugal e o responsável pela marca Solaris, em Paris. Ele também liderou a migração de todas as lojas do grupo para a bandeira GrandVision, finalizada em 2015. Um ano depois, voltou ao Brasil para assumir o cargo de diretor de operações e marketing da filial brasileira da companhia, a GrandVision by Fototica. Neste ano, Piotrovski terá que enfrentar um novo desafio, talvez o maior de sua trajetória profissional. Em maio, o executivo assumiu a presidência da empresa, em um momento em que a varejista luta para retomar o seu plano de expansão, após enfrentar dificuldades em 2017. Em fevereiro do ano passado, seu antecessor, o sueco Stefan Nilsson, chegou à companhia com a promessa de abrir 40 lojas em 2017 e chegar a 500 até 2022. A estratégia não foi bem-sucedida. Hoje, a empresa tem 93 pontos de venda no País, 12 unidades a menos do que quando Nilsson assumiu o cargo de CEO. “Tivemos que fechar algumas lojas que não eram rentáveis e transferimos várias unidades próprias para o modelo de franquias”, afirma Piotrovski. “Agora, estamos com uma estrutura melhor e podemos crescer de uma forma muito mais saudável.” O novo plano da Fototica é mais modesto. A meta de Piotrovski é abrir 50 lojas até o fim de 2019, o que aproximaria a rede das 150 unidades. Todas serão franquias e o investimento para a abertura irá variar de R$ 140 mil a R$ 380 mil. Atualmente, a empresa conta com 46 franquias, 47 lojas próprias e está presente em sete Estados brasileiros, com forte atuação em São Paulo. A ideia é ingressar em novas praças, como Belo Horizonte, Brasília e Goiânia. A primeira receberá uma loja no início de julho, no Shopping BH. Segundo Piotrovski, a entrada em Brasília e Goiânia se dará ao longo dos próximos doze meses. O discurso do novo CEO da Fototica também é mais moderado, se comparado ao seu antecessor. “Queremos expandir de forma planejada e com um crescimento qualitativo”, afirma Piotrovski. “Será difícil chegar ao tamanho das líderes no curto e médio prazo.” Em sua expansão, a Fototica vai competir com a Óticas Carol, a Óticas Diniz e a Chilli Beans, todas com mais de 700 lojas (confira mais no quadro). Além disso, terá que crescer em um mercado extremamente pulverizado e que conta hoje com 26 mil óticas espalhadas pelo País, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Ópticas (Abióptica). “É um mercado difícil de consolidar. Toda hora novas óticas surgem e as quatro maiores representam menos de 12% do setor”, afirma Bento Alcoforado, presidente da Abióptica. Retomar o plano de expansão não será a única missão de Piotrovski. O engenheiro mecânico terá o desafio de melhorar os indicadores operacionais das lojas, que, segundo ele, são inferiores às unidades da GrandVision na Europa. O principal deles é a conversão de vendas, indicador que mede a porcentagem dos consumidores que entraram na loja e que de fato compraram algum produto. “No Brasil, não é permitido o optometrista dentro das óticas, o que acaba prejudicando a conversão. Temos o desafio operacional de atingir um número elevado com essas restrições locais”, diz Piotrovski. O executivo catarinense não revela qual a taxa média de conversão das lojas no Brasil, mas afirma que ainda há um potencial muito grande a ser trabalhado. Para os próximos anos, outra frente de atuação será o crescimento de duas novas categorias: a de lentes de contato e a de aparelhos auditivos. A rede está testando, há alguns meses, espaços exclusivos dentro dos pontos de venda para a experimentação desses dois produtos. O centro de lentes de contato está presente em 23 lojas e a categoria já representa 20% do faturamento da companhia, que gira em torno de R$ 200 milhões. O de audimetria está apenas em uma das unidades, no Shopping Iguatemi, em São Paulo, mas, ainda neste ano, duas outras ganharão o serviço. “O maior desafio no mercado de óticas é dar uma experiência diferenciada”, afirma Roberto Vautier, especialista em varejo da AGR Consultores. “Nesse sentido, essas duas iniciativas são muito positivas.” A dificuldade da Fototica para expandir e se aproximar das líderes do setor vem de longa data. Desde que foi adquirida pela GrandVision, em 2007, a empresa não conseguiu dar tração ao seu crescimento, abrindo poucas lojas na última década. Piotrovski sabe disso e fez dessa sua missão: “Meu maior desafio é trazer a expansão da forma que queremos. Crescer de maneira consistente para ter um projeto robusto de longo prazo”.   Fonte: IstoÉ Dinheiro 

Cirurgia a laser pode causar danos à visão

Desde que se submeteu a uma cirurgia a laser, dois anos atrás, Geobanni Ramirez enxerga tudo triplicado. A cirurgia deixou o artista gráfico de 33 anos com sensibilidade à luz, visão dupla e distorções visuais que criam halos ao redor de objetos luminosos fazem a luz dos faróis dos automóveis se transformarem em uma explosão luminosa que o cega. Seus olhos estão tão secos e doloridos que, de meia em meia hora, precisa pingar um colírio. Às vezes, queimam “como quando a gente corta cebola”. Sua visão noturna é tão ruim que sair depois que escurece é arriscado. Mas o cirurgião afirmou a Ramirez que sua operação foi um sucesso. “Minha visão é considerada 20/20 (ou seja, normal), porque eu enxergo os A, B e C em toda a cartela do exame de vista”, acrescentou. “Só que vejo três As, três Bs e três Cs”. Ele diz que nunca foi alertado de que poderia ter danos permanentes depois da cirurgia. Nos anos 1990, a Administração da Alimentação e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) aprovou os primeiros lasers para corrigir a visão. Cerca de 9,5 milhões de americanos, e talvez outros milhões de pessoas em todo o mundo, fizeram esse tipo de cirurgia, atraídos pela promessa de que logo estariam livres de óculos e lentes de contato. Segundo os pacientes, os oftalmologistas que realizam esse procedimento asseguram que é praticamente infalível. Entretanto, desde 2008, pessoas que se submeteram ao procedimento denunciaram em uma reunião com a FDA que passaram a apresentar danos à visão e sofrer dores crônicas, o que motivou perda de emprego, deficiência visual, depressão – e até mesmo suicídios. Um recente teste clínico realizado pela FDA sugere que as complicações experimentadas por Geobanni não são raras. Cerca de 50% das pessoas que tinham olhos saudáveis antes da Lasik (nome dado à técnica que utiliza laser em cirurgias oculares) passaram a apresentar pela primeira vez aberrações visuais depois do procedimento, constatou o teste. Aproximadamente 33% sentiram secura nos olhos, complicação que pode causar grave desconforto, o que não sentiam antes. Os autores escreveram que “pacientes que se submetem a esta cirurgia deveriam ser informados, antes do procedimento eletivo, sobre a possibilidade de, posteriormente, apresentarem novos sintomas visuais”. Muitos médicos insistem que a Lasik é o procedimento mais seguro para o tratamento dos olhos e que complicações graves são “extremamente raras”. Alguns admitem que a visão dos pacientes pode regredir depois da cirurgia, e que, em alguns casos, eles poderão precisar de óculos. Mas cirurgiões que operam com a Lasik afirmam que, após alguns meses, a maioria dos pacientes apresenta melhora em relação à dor, à secura dos olhos, à visão dupla e a outras aberrações visuais, como as de Ramirez. “Maus resultados podem ocorrer de vez em quando? Sim. Mas o risco é muito pequeno”, afirmou Eric Donnenfeld, ex-presidente da Sociedade Americana da Cataratas e de Cirurgia Refrativa. Agora, um grupo de pacientes está exigindo que a FDA emita alertas ao público a respeito da cirurgia Lasik. O grupo é liderado por Morris Waxler, um funcionário aposentado do alto escalão da FDA que lamenta o quanto se esforçou para obter a aprovação da Lasik, há mais de 20 anos, e por Paula Cofer, que afirma que a Lasik destruiu sua visão e a deixou com dores crônicas. Paula agora tem um site, lasikcomplications.com, que é dedicado a dois homens que se suicidaram depois de sofrerem complicações por causa da Lasik. “Queremos que a FDA alerte o público sobre o fato de que a Lasik danifica a visão e causa dores, problemas de visão e outros danos irreversíveis, algo que o uso de óculos e lentes de contato jamais provocaria”, afirmou Waxler. Outros estudos recentes sugerem que pacientes de Lasik também poderão sofrer, no longo prazo, outras complicações de visão, e possivelmente precisarão de cirurgia de catarata mais cedo e apresentarão uma grave doença que ameaça a visão, chamada ectasia corneana. A Lasik leva cerca de 15 minutos e elimina a necessidade de óculos ao remodelar a córnea, tecido transparente, fino e resistente localizado na parte anterior do olho. Sua função é focalizar a luz na retina na parte posterior do olho. Os cirurgiões usam um laser ultravioleta que reduz a curvatura da córnea para as pessoas que não enxergam de perto (hipermetropia), e a acentuam para as que não enxergam de longe (miopia). John Vukich, médico do alto escalão da Sociedade Americana da Catarata e Cirurgia Refrativa, admitiu que distorções visuais são possíveis efeitos colaterais da Lasik, mas acrescentou que avanços técnicos reduziram o risco. Cynthia MacKay, um dos poucos oftalmologistas que se manifestaram contra o procedimento, afirmou que a cirurgia pode danificar os olhos porque corta minúsculos nervos da córnea, reduz a espessura da córnea e a enfraquece, afetando permanentemente a forma do olho. “Não há nada de errado com os olhos que se submetem ao Lasik, com exceção do fato de que eles precisam de óculos para enxergar de longe”, disse a médica. “Eles enxergam bem antes do procedimento e deveriam enxergar igualmente bem depois. Mas não é o que acontece”. Fonte: Estadão 

Mercadão dos Óculos ultrapassa 200 unidades e investe em software próprio para gestão 360° da rede

Marca atinge 210 lojas e anuncia tecnologia exclusiva aplicada ao varejo, que permitirá mais agilidade na tomada de decisão e até melhorias de processos da franqueadora, do centro de distribuição e dos estabelecimentos Entre os dias 27 e 30 de junho, a Mercadão dos Óculos, rede de óticas com 210 unidades pelo Brasil, participará da ABF Franchising Expo, a maior feira de franquias da América Latina. Na ocasião, a marca apresentará o exclusivo Live Optical – software de inteligência em varejo desenvolvido pela TOTVS e que permitirá uma gestão 360° de toda rede –, além de produtos que seguem as últimas tendências de moda e as vantagens de ser um franqueado. “Com o Live Optical a franqueadora poderá acompanhar as vendas de cada unidade por classe de produtos e até mesmo pela matéria-prima da armação ou solar”, explica Gustavo de Freitas, diretor executivo da Mercadão dos Óculos. Com essas informações, a rede, que possui fábrica própria, ganha mais agilidade na tomada de decisão para a fabricação e distribuição dos produtos, por exemplo. “Com uma visão 360°, rapidez na comunicação e um novo grau de informações, teremos mais propriedade para atuar na melhoria de processos da franqueadora, do centro de distribuição e das lojas”, comenta o diretor executivo. Outra vantagem é para o franqueado que, com o software, terá mais agilidade no processo de venda, já que tudo será realizado de forma digital, e melhor gestão da loja. “Além disso, o Live Optical foi configurado para ajudar o franqueado a fazer uma venda mais técnica, de maior qualidade ainda para o cliente”, comenta Freitas. A Mercadão dos Óculos também estará no Smart Mall da TOTVS, espaço com mais de 400 metros quadrados onde o cliente terá a oportunidade de participar de experiências com os softwares desenvolvidos pela TOTVS. No caso da rede, os produtos serão apresentados com a tecnologia de realidade aumentada. Para este ano, a empresa tem a meta de abrir 70 lojas e, até 2020, chegar a 600 unidades. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), a marca é o melhor investimento até R$ 200 mil, com um dos menores prazos de retorno de capital. Mais: por dois anos consecutivos, recebeu o prêmio de Excelência em Franchising pela ABF. Para ser proprietário de uma franquia, o investimento inicial varia entre R$ 95 mil e R$ 115 mil. O prazo de retorno estipulado é de 18 a 24 meses. Investimento em marketing A fim de ampliar a imagem da marca pelo Brasil e conquistar novos públicos, a Mercadão dos Óculos também investiu em marketing e contratou recentemente a apresentadora Ana Maria Braga como garota-propaganda. Ela é a protagonista da Campanha Nacional “Qualidade que eu aprovo com preço de Mercadão”. “São mais de 200 lojas espalhadas por todo Brasil, com marcas exclusivas. Além disso, a Mercadão dos Óculos tem qualidade e a maior variedade de produtos”, declara. A rede de óticas ainda possui uma coleção exclusiva, de óculos solares e armações de grau, assinada pela apresentadora e jornalista Chris Flores. Sobre a Mercadão dos Óculos A Mercadão dos Óculos é uma rede de óticas criada para atender as classes C e D, com preços que variam entre R$ 19,90 e R$ 239,90. Fundada em São José do Rio Preto (SP), conta com mais de 200 unidades e está presente em 22 estados. Neste ano, a marca pretende abrir 70 lojas e, até 2020, chegar a 600 pontos. Em 2017 e 2018, recebeu o prêmio de Excelência em Franchising da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ficha Técnica Investimento Inicial: de R$ 95 mil e R$ 115 mil Taxa de franquia: de R$ 35 mil a R$ 55 mil Capital de Giro: de R$ 20 mil a R$ 30 mil Área média para Instalação: 25m² a 60m² Tipo de negócio: Ótica Ano de fundação: 2012 Ano de fundação do franchising: 2013 Número de funcionários: 4 Número de unidades próprias: 3 Número de unidades franqueadas: mais de 190 Royalties: 5% sobre o faturamento Taxa de publicidade: 2% Faturamento médio da unidade: R$ 50 mil Lucro médio mensal: de 15% a 25% do faturamento Prazo médio para retorno: de 18 meses a 24 meses Site: www.mercadaodosoculos.com.br   Fonte: Portal do franchising

Faturamento da indústria óptica cresce 7,4%, mas a entrada de produtos ilegais preocupa o setor

Perspectiva é de aumento do faturamento, mas a entrada de produtos ilegais preocupa Apesar da crise, o faturamento da indústria óptica cresceu 7,4% em 2017 em relação ao ano anterior, para RS 21,04 bilhões. Foi o primeiro aumento desde 2015. Ainda sem projeção oficial, a Associação Brasileira das Indústrias Óptica (Abióptica) acredita que o ritmo será mantido neste primeiro semestre. Um dos maiores desafios enfrentados é a pirataria. Segundo a entidade, 45% do faturamento do setor em 2016 vieram de produtos ilegais. De um total de RS 19,6 bilhões, cerca de R$9 bilhões ficaram nas mãos de quem lida com produtos falsificados. Entre 2006 e 2016, foram apreendidos mais de 80 milhões de unidades de produtos ópticos piratas. Apesar disso, o setor está repleto de oportunidades. “Os óculos perderam o estigma e, nos últimos anos com as grandes grifes, ganharam apuro estético no design e em qualidade. Óculos, hoje têm a ver com moda, comportamento”, diz Bento Alcoforado, presidente da Abióptica. Segundo ele, o país passa por um período de transição, com a população envelhecendo, o que deve aumentar a demanda por óculos de correção. “Estimamos que apenas 36 milhões de brasileiros fazem correção visual. Há um potencial de cerca de 70 milhões de pessoas que talvez precisem de óculos e não usam por não terem acesso às consultas.” Para ele, há ainda oportunidades para lentes de contato, porque só 1% da população brasileira faz uso delas, enquanto na Europa a taxa é de 14% e no Japão de 20%. Além da pirataria, de acordo com Alcoforado, a indústria enfrenta outros desafios. “Nosso mercado é composto por mais de 95% de insumos importados. Vemos com preocupação as recentes altas do dólar. E o setor precisa de regulamentação para derrubar as barreiras comerciais.” Na Chilli Beans, que espera chegar a 870 lojas no país, há esforços para vender óculos de grau, fabricados desde 2010, como mesmo apelo fashion que os de sol têm. “No Brasil, de cada cinco óculos vendidos, quatro são de grau, e 70% das vendas acontecem em lojas de rua. Por isso estamos focados na abertura de franquias da Chilli Beans fora dos shoppings. Queremos vender óculos de grau como acessórios de moda. Por que ter só um?”, pergunta Caito Maia, fundador e CEO da empresa. Com quase cem anos, a holandesa GrandVision, que comprou a Fototica no Brasil, tem cerca de sete mil lojas em 44 países da Europa, Ásia e América Latina. Aqui, são cem lojas, das quais metade é própria e metade franquia. A GrandVision by Fototica, como foi batizada, não revela números, mas garante que, apesar de tímido (um dígito), seu crescimento no país tem se mantido nesse patamar desde 2017. “Nosso foco está no crescimento das franquias. Somos fortes em lojas de shoppings e nos diferenciamos pela simplicidade. O cliente tem pleno acesso aos produtos, pela transparência, porque os preços estão à mostra, e por oferecer o menor preço e manutenção gratuita por toda a vida útil dos óculos”, diz Murillo Pietrovski, CEO da empresa, que pretende alcançar até o fim do ano o dobro de franquias que tem hoje. Desde 2013, a Abióptica e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) preparam uma política industrial para aumentar a competitividade do setor, porque a importação de produtos semiacabados-com um mínimo de agregação de valor local é uma ameaça para o desenvolvimento da atividade. As ações planejadas e parcialmente executadas são: ampliação do mercado consumidor, adensamento produtivo e tecnológico e fortalecimento de competências críticas. “Temos de investir em capacitação, porque para ser vendedor em uma ótica é necessário ter conhecimentos específicos”, diz Alcoforado. A capacitação também preocupa os fabricantes de produtos oftalmológicos. A Alcon vai inaugurar no segundo semestre, em São Paulo seu quinto experience center, centro de treinamento em cirurgias e salas de aulas. A empresa investe globalmente 22% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento apostando na inovação para alavancar o crescimento. “Nos primeiros meses do ano, o Brasil foi o pais que mais cresceu na América Latina” diz Luciano Marques, presidente da empresa. Recentemente aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), oNGenuity, da Alcon, é um equipamento para cirurgia oftalmológica que utiliza tecnologia 3D em alta definição para melhorar a visualização do olho por parte do cirurgião. Seu sistema é composto por uma câmera de longo alcance dinâmico (HDR), que fornece alta resolução. A empresa tem ainda o Sistema Optiwave Refractive Analysis (ORA) com tecnologia VerifEye+ que permite ao oftalmologista maior precisão nas cirurgias de catarata, lançado em 2017. Inovação também é a aposta da startup brasileira Prevention, que tem como meta prevenir e evitar a cegueira. “Cerca de 80% da cegueira mundial é evitável mediante um teste preventivo. Os números são assustadores: a cada cinco segundos uma pessoa fica cega no mundo, e a cada minuto uma criança” diz Juliano Santos, fundador da empresa, que criou o Adam Robo. O objetivo é realizar testes de visão rápidos e precisos por meio de um equipamento portátil, que pode ser levado para áreas remotas, onde as pessoas sofrem com a falta de atendimento médico. O desenvolvimento do Adam Robo durou um ano e é vendido ou alugado em três categorias: para atenção básica à saúde visual; o júnior, voltado para o uso pedagógico para crianças de três a 12 anos; e o aplicado ao trânsito e à mobilidade. Um dos lançamentos prevê um Adam Robo que conversa com as pessoas de maneira autônoma.   Fonte: Valor Econômico

3 Dicas práticas de marketing visual para aplicar na sua ótica

“Uma imagem vale mais que mil palavras”. Você conhece está expressão? Ela vale para um dos conceitos básicos do mundo dos negócios: o Marketing Visual. “Acredite em metade que você ouve e quase tudo que você vê”. Isso significa que a primeira impressão que guardamos sobre algo ou alguém é visual. Nós que estamos no negócio da visão, temos a responsabilidade de ter uma apresentação visual profissional correta para nossos clientes. Porém, frequentemente nos esquecemos deste fato, e nos concentramos em outras atividades, como contratar uma boa equipe de vendas, investir em propaganda, etc. Estes itens também são imprescindíveis para se poder montar um bom negócio, mas é preciso levar em consideração que parte da venda é realizada com um bom “Marketing”. O Marketing Visual, é uma das maneiras mais simples e baratas de transmitir uma boa mensagem sobre sua loja, comunicando-se com o foco principal do seu negócio: o consumidor . É por isso que trataremos neste conteúdo um pouco sobre marketing visual e como ele pode ser o diferencial da sua loja. Saber como ele funciona e colocá-lo em prática, vai lhe possibilitar que você ofereça a melhor experiência de consumo que seus clientes já tiveram, gerando mais vendas, e trazendo novas perspectivas sobre o sucesso da sua ótica. Preparado para adotar o melhor merchandising para sua ótica? O que é Marketing Visual O marketing visual ou visual merchandising trabalha com um preceito básico e crítico do comércio: como o produto é apresentado ao consumidor. Quando esta apresentação é feita apropriadamente, a ótica poderá ter um desempenho superior ao da concorrência, e obter mais eficiência em vendas. No caso, todo sucesso é baseado em quatro fundamentos básicos: 1. Conhecer o consumidor: mire na diversidade de produtos para saciar suas necessidades e seus desejos. Para continuar competitivo em um mercado em constante mutação, todos os esforços devem ser direcionados aos clientes. 2. Crie parcerias com seus fornecedores: ofereça marcas de fácil apelo junto ao consumidor, utilizando materiais de ponto de vendas. Neste caso, produtos deve ser fácil de ser visto, estimulando o cliente a comprar o que foi apresentado. 3. Apresente com impacto e apelo aos olhos: o produto deve estar a mostra em um ambiente limpo, organizado e fácil de ser identificado. Isto ajuda a simplificar o processo de compra enquanto reforça o reconhecimento da grife. 4. Destaque o produto em suas vitrines: use materiais de ponto de venda como: banners, cartazes, expositores e suportes. Assim uma ponte entre o consumidor e o produto é estabelecida. Criar uma ligação entre o conceito transmitido pela marca ou grife e o produto, por meio de materiais entregues pelo seu fornecedor, traz emoção à venda e capta a atenção do consumidor, uma vez que esses materiais são desenvolvidos com esse objetivo. Então, utilize-os com esse propósito. Como fazer a arrumação correta da sua Ótica Não basta apenas colocar os produtos sobre uma bancada, vitrine ou prateleiras. Sua disposição faz a diferença na hora de captar atenção do cliente, com passos fáceis de serem seguidos. No caso dos óculos, primeiro arrume-os por coleção, separando por grifes e marcas. Em segundo, organize-os por preços dos valores altos para os mais baixos. Isso irá facilitar na hora de direcionar clientes com “poder de compra”diferentes. Não se esqueça de sempre mostrar o produto de maior valor e depois, o de menor valor. Estes passos, é o principio de uma apresentação de sucesso, podem e devem ser utilizados ao arrumar os produtos em todas as partes da loja – prateleiras, mostruário e displays. Use o Marketing Visual em toda loja: O Marketing Visual entra em ação com vitrines interessantes, que causam impacto. Por isso, analise os seguintes fatores: 1. A mensagem ou o layout da vitrine é agradável aos olhos? 2. Destaca o produto? 3. Ela desperta interesse pelos produtos? Criar impacto é uma das melhores maneiras de chamar a atenção. Para isso, há diversas opções. Uma delas é a mudança periódica da vitrine. Confira alguns exemplos: – se a loja está localizada em um shopping, aconselha-se à mudança da vitrine uma vezes por semana, porque o público que frequenta de segunda à quinta-feira é um perfil diferente, dos que vão de sexta à domingo; – se a loja está localizada em centro ou calçadão, o período é também de uma semana no máximo. Lembre-se: “Quando a mercadoria gira, o dinheiro também gira e quando a mercadoria para de girar, o dinheiro também para”. Por isso, que estas mudanças e giros de mercadorias na vitrine, prateleiras, e balcões são importantes. Eles permitem que você se integre com as mercadorias que estão na loja já algum tempo, e as que acabaram de chegar. Conteúdo escrito por Helder de Abreu (Consultor Identidade & Marketing Visual) Blog: www.mktvisualnaotica.blogspot.com Facebook: Helder de Abreu Instagram: @abreuhelder Fanpage: @Empreconsul Instagram: @empreconsul4555 Fonte: Opticanet

Junho Violeta alerta sobre a prevenção do ceratocone

Em estágios mais avançados, o único tratamento para a doença é o transplante de córnea Com o tema “Esfregar e coçar os olhos prejudica a visão”, foi iniciada a campanha Violet June, ou Junho Violeta, na tradução para o português, no início deste mês. O objetivo é divulgar informações sobre os riscos do ceratocone. “Coçar muito os olhos, pré-disposição genética ou ter parentes com ceracotone são fatores de risco para a doença, que é uma distrofia corneana que gera ectasia, ou seja, é quando nossa córnea passa a ter um formato irregular e fica mais fina”, explica a oftalmologista da Clínica Canto, Ana Paula Canto. O ceratocone é a distrofia mais comum da córnea e afeta uma em cada duas mil pessoas, segundo dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. A doença costuma surgir entre os 13 a 18 anos e tende a se estabilizar aos 35. “Normalmente, o ceratocone ocorre nos dois olhos, de maneira assimétrica, quer dizer, é mais avançado em um dos olhos”, ressalta a oftalmologista. Embora não tenha cura, a doença tem tratamento. Por isso, é importante o diagnóstico precoce para evitar a sua progressão. Em casos iniciais, o uso de óculos é suficiente para a melhora da visão. Mas, em situações mais avançadas, pode ser necessária uma lente de contato rígida ou anéis intraestromais. “Temos diversas opções de lentes de contato no mercado e elas costumam funcionar muito bem. Já os anéis intraestromais são colocados no meio da córnea e ajudam a regularizar o ceratocone e a melhorar a visão quando os óculos e as lentes não resolverem”, explica Geraldo Canto, oftalmologista da Clínica Canto. Em alguns casos, também é realizado um procedimento denominado crosslink para evitar a progressão do ceratocone. “O método consiste na aplicação de um medicamento associado a raios ultravioletas em frequência específica, que colabora para que as fibras de colágeno da córnea se aproximem e fiquem mais fortes, diminuindo as chances de progressão da doença”, revela o oftalmologista. Já em estágios mais avançados, o paciente pode ser submetido ao transplante de córnea. “Quando nenhum outro procedimento conseguir ajudar na melhora da visão do paciente, pode ser indicada a realização do transplante.” Sintomas do ceratocone A deformidade na córnea causada pela ceratocone provoca um distúrbio na visão, fazendo com que ela fique mais embaçada e fora de foco. “É comum um dos primeiros sintomas ser alterações frequentes no grau dos óculos, normalmente dos graus de astigmatismo e miopia. Mas, muitos pacientes só vêm até o consultório quando percebem que os óculos não estão mais resolvendo e a doença já está mais avançada”, conta Ana Paula Canto. Para evitar a doença, a recomendação é nunca coçar os olhos, principalmente se há casos de familiares com a doença. “Também é fundamental consultar um oftalmologista regularmente, pois somente ele poderá identificar a doença mesmo antes do paciente perceber os sintomas”, orienta a oftalmologista.   Fonte: Parana Shop 

Fundação Abióptica oferece testes gratuitos de acuidade visual na estação Brás do Metrô de São Paulo

Iniciativa que acontece no dia 13 de junho, das 10h às 17h, pretende orientar a população quanto à necessidade dos cuidados com a visão e diagnósticos preventivos A entidade social Fundação Abióptica – Pelo Direito de Enxergar Direito realizará no dia 13 de junho, na estação Brás do Metrô de São Paulo, a Ação Olho Vivo. A triagem visual gratuita, que tem como objetivo levar orientação e estimular a prevenção contra doenças oculares, acontece das 10h às 17h no piso Mezanino, ao lado da Sala de Supervisão Operacional. A Ação Olho Vivo é voltada para todas as idades e consiste na avaliação de acuidade visual por meio da aplicação da Tabela de Sinais de Snellen. Se identificada alguma dificuldade de leitura ou qualquer outra necessidade visual, a pessoa será orientada a procurar um especialista. A iniciativa visa, também, esclarecer sobre os riscos de usar produtos ópticos piratas ou ilegais, orientando sobre as melhores práticas no momento da compra de óculos solares e de receituário. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 50% da população mundial apresentam algum tipo de problema visual. Por outro lado, mais de 60 milhões de brasileiros não fazem os exames visuais periódicos. Para o presidente da Abióptica, Bento Alcoforado, a falta de conscientização da população está relacionada, em especial, à falta de políticas públicas de prevenção e cuidados com a visão. “Muitos não sabem que precisam de correção visual, afinal, as doenças oculares são silenciosas e não causam dor. Por isso, a Ação Olho Vivo busca informar e conscientizar a população”, comenta o presidente. Outros dados importantes referentes à saúde ocular: Uma estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) mostra incidência da catarata em 17% das pessoas entre 55 e 65 anos; 47% entre 65 e 75 anos e 73% nas que têm mais de 75 anos; Dados do Ministério da Saúde mostram que 70% das crianças matriculadas no Ensino Fundamental público nunca passaram por consulta oftalmológica; 25% dos acidentes de trabalho são causados por distorções ou falhas visuais; O uso de lentes vencidas ou danificadas causam inúmeras complicações à visão, além de aumentar em 10 vezes a chance de ser ter uma úlcera; 15% das mulheres que usam maquiagem regularmente relatam problemas como olho seco, alergias, conjuntivite e blefarite; Praticar atividades externas sem o uso de óculos de proteção solar aumenta em 60% a chance de se adquirir catarata precoce. A Ação Olho Vivo já realizou triagens visuais em mais de dez mil pessoas de várias cidades em 2017, passando por regiões de norte a sul do Brasil. Mais informações pelo telefone (11) 5093-0563. Sobre a Fundação Abióptica A Fundação Abióptica – Pelo Direito de Enxergar Direito é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que tem em sua essência e premissas a defesa dos direitos do cidadão – crianças, adolescentes, adultos e idosos – de enxergar direito. Foi criada para desenvolver ações que visem a gerar e administrar meios e recursos que propiciem aos jovens em situação de vulnerabilidade social uma melhor qualidade de vida. SERVIÇO: Ação Olho Vivo – Fundação Abióptica Datas: 13 de junho de 2018 Horários: das 10h às 17h Local: Estação Brás do Metrô de São Paulo (piso Mezanino, ao lado da Sala de Supervisão Operacional). Gratuito 

4 Óculos de sol para apostar e arrasar neste inverno – por Ópticas Diniz

Em alta, armações redondas em tons de vermelho e preto estão disponíveis nas Óticas Diniz Queridinho de famosas como as cantoras Rihanna e Selena Gomez, além das irmãs Kardashian e Jenner, os óculos escuros de formato redondo são a febre do momento. E no inverno não é diferente. A moda dos anos 90, principalmente no tamanho pequeno, está de volta e veio para ficar na atual temporada. São ideais para pessoas cheias de estilo e personalidade. A tendência para este inverno é usa-los em looks monocromáticos e sóbrios para destacar ainda mais o acessório. Os tons mais fortes da temporada são o vermelho, que tem invadido o street style e combina com qualquer tom de pele, e o preto, clássico de sempre. Sem dúvida, são escolhas seguras para apostar e arrasar na estação mais fria do ano. Confira abaixo, quatro óculos redondos que estão disponíveis nas mais de 1.000 lojas das Óticas Diniz no país. Casual, este elegante Calvin Klein proporciona modernidade a qualquer look. O toque retrô destaca ainda mais o acabamento fosco e translúcido da armação de acetato. Este Ana Hickmann traduz a essência de mulheres fortes e marcantes. Possui armação metálica, ponte dupla e lentes espelhadas que dão estilo no dia a dia. Clássico, este Lacoste nunca sai de moda. Com shape arredondado, tem acabamento em tons de vermelho e vinho, detalhes translúcidos e lentes em degrade para quem não abre mão de sofisticação. Este Calvin Klein é versátil e pode ser usado em todas as ocasiões. De armação de acetato e acabamento brilhante, realça o look e dá um toque mais fashion às mulheres. Fonte: Optica net

Case de sucesso Chilli Beans: tecnologia, proximidade e inovação

A Chilli Beans, marca de ótica criada há 20 anos, hoje é uma varejista que já marca presença em mais de 19 países, com mais de 800 lojas. O fundador da Chilli Beans, Caito Maia afirmou em uma das suas palestras ”percebemos há 10 anos atrás que se continuássemos a vender óculos escuros, iríamos falir”. E o empresário percebeu que seus produtos precisavam de um valor a mais. Na Chilli Beans, todos os produtos são especiais. Os óculos possuem uma história, que é contada pelos vendedores na hora da compra. Essa foi a estratégia usada para a marca não se tornar um simples comodity. Toda semana, a franquia Chilli Beans lança novas coleções de produtos como óculos e relógios. Porém, todos os produtos trazem algo a mais como, por exemplo, a parceria com cantora Rita Lee, que traz a assinatura da cantora acompanhada com um disco voador que ela mesma desenhou. Quando esse valor é agregado ao produto, os consumidores passam a ver um óculos de escuros com outros olhos. A linha dos Beatles foi a mesma coisa, a marca utilizou madeiras do mesmo tipo que as que eram utilizadas nos instrumentos da banda, e trouxe um toque pessoal aos produtos. A Chilli Beans é uma das poucas óticas do Brasil que oferecem a customização de óculos em tempo real. O cliente escolhe a cor da lente, da haste em um computador e leva para casa na hora. A empresa também foi a primeira a trazer as lentes foscas. “Dois meses depois, a Rayban lançou a mesma lente”, comentou o fundador da empresa. São tecnologias simples, mas que mudam completamente como os consumidores compreendem o produto e a marca. A partir daí, a Chilli Beans passou a investir ainda mais no fortalecimento de seu nome, realizando campanhas de posicionamento de marca. A tecnologia da Chilli Beans diferencia a marca de seus concorrentes, colocando-a sempre um passo na frente. Caito Maia tem plano de chegar em 1.100 pontos de venda no mundo nos próximos anos. Para isso, a marca não escolhe investir mais no varejo físico ou e-commerce, mas na junção dos dois. Em 2015, a Chilli Beans ganhou o prêmio de maior franqueadora do ano pela ABF. “Das 800 lojas, eu conheço 700 e realizo 50 visitas nas lojas por semana, conversando com as pessoas”, comenta Maia. Para ele, é importante ter um contato próximo com os franqueados. Para isso, a empresa realiza uma convenção anual em um cruzeiro, onde divulga as coleções e intenções da marca para o próximo ano. Fonte: Franchise Store

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