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Setor Óptico: venda de óculos em Market Places.

A Abióptica, mais representativa entidade do setor óptico no Brasil, cumpre mais uma vez seu papel de alertar e educar os atores do setor óptico nacional. Busca junto aos varejistas que comercializam produtos ópticos esclarecimentos quanto as práticas de comercialização e o cumprimento da legislação vigente. Tão logo os varejistas se manifestarem publicaremos os respectivos esclarecimentos, bem como tomaremos as providências cabíveis, se necessário. Clique nos links abaixo para fazer o download das notificações . Notificação Casas Bahia Notificação Magazine Luiza
Novidades da Expo Abiótica 2017

A Expo Abióptica, o maior evento óptico da América Latina e um dos maiores do mundo, acontece de 24 a 27 de maio de 2017, no Transamérica Expo Center em São Paulo – SP. Em sua 15ª edição, reúne os mais importantes nomes da indústria óptica nacional e internacional, personalidades e referências da moda do setor. Segundo, o presidente da Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica), Bento Alcoforado, a região Nordeste possui a terceira maior fatia do setor óptico no Brasil: 13,9%. “O Ceará tem o segundo maior faturamento da região. Os dados mais recentes (2016) mostram que o Estado registrou faturamento anual de mais de 400 milhões de reais e gerou mais de 3.700 mil empregos diretos”, ressalta o presidente. Novidades da Feira Lançamentos: modelos de óculos solares e receituários Devido ao grande sucesso da parceria entre, a Capricho e Suntech, o público jovem pode contar com uma coleção inédita que traz design diferenciado e moderno de óculos solares e receituários. Os fabricante da HB e Secret, acabam de lançar no mercado uma extensão da linha Capricho. Os acessórios contêm informação de moda e apresentaminovações em design e traduzem tendências que são desejo das jovens. Pamela Tomé, 21 anos e atriz de Malhação, foi o rosto escolhido para estrelar a campanha pela segunda vez. Com variantes de cores e lentes, os cinco modelos trazem o que há de melhor nas opções de óculos de sol e armações. São óculos redondos e mistos (metal e Grilamid), além dos quadrados, atemporais. Ou seja, estilo e beleza não faltam nos queridinhos das adolescentes. HB – Hot Buttered apresenta a KHAOS, sua nova linha de óculos premium A linha simboliza o início de tudo. É um movimento de separação, de desconstrução, para o surgimento de algo maior. As peças combinam o DNA HB com uma atitude mais fashion e foco no estilo. Elas são marcadas pelo preto fosco, tom versátil que é tanto rock’n’roll quanto alta-costura.átil. Nos detalhes, a cruz ou a caveira em prata ou dourado reafirmam a vocação premium dos modelos. As lentes merecem atenção especial. A KHAOS é a primeira linha de óculos do Brasil a ter suas lentes fabricadas e assinadas pela Carl Zeiss. Essa parceria inédita com a HB incorpora à KHAOS a qualidade e a tecnologia de ponta que já se tornaram sinônimo da conceituada marca alemã. Lançamentos HB – Hot Buttered têm foco em alta performance e inspiração nas road trips australianas Para curtir o caminho ou para treinar até desenvolver todo o seu potencial, os lançamentos solares da HB – Hot Buttered, apresentados na Expo Abióptica 2017, vêm com duas propostas diferentes. O solar OZZIE (uma gíria para Australian) remete às paisagens selvagens e aos diferentes personagens das road trips pela Austrália. É um modelo contemporâneo, de linhas arredondadas. Destaque para os decorativos, para as cores gradientes e para as lentes em tons vibrantes. O modelo SHIELD é ideal para se dedicar à prática esportiva. Cada detalhe do óculos foi desenvolvido para maximizar a performance. A resistência e a leveza do Polytech, material de alta tecnologia, se aliam ao ajuste perfeito e proteção do modelo máscara para trazer conforto superior e segurança. Design moderno e cores esportivas dão o toque final e megafashion.
O Brasil que nos queremos – Folha de São Paulo

Como parte das ações do lançamento da campanha O BRASIL QUE NÓS QUEREMOS, que defende uma agenda positiva no combate ao contrabando, o jornal Folha de São Paulo circulou no dia 29/03, com uma capa “fake” , que trazia uma série de notícias fictícias, que seriam possíveis caso o contrabando fosse combatido. No mesmo jornal, também foi publicado um manifesto, conclamando empresários, governo e políticos a unirem forças no combate ao contrabando, que causa prejuízos da ordem de R$ 130 bilhões ao País. A iniciativa da campanha foi liderada pela Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação e o Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro coordenado pelo ETCO e FNCP. Veja aqui a imagem da campanha veiculada na Folha de São Paulo
O Brasil que nós queremos

O Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, que é coordenado pelo ETCO e FNCP, em conjunto com a Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação, uniram forças com o governo e a sociedade civil para lançar, no último dia 29 de março, a campanha “O Brasil que nós queremos”. O objetivo, além de alertar governo e sociedade para os prejuízos causados pelo contrabando, é propor uma agenda positiva de combate a esse crime, que resulte em um país livre do comércio ilegal, onde se possa gerar mais empregos, renda, arrecadação para os Estados e condições de desenvolvimento econômico para a população. Evoluir do discurso para a prática Combater a ilegalidade é condição prioritária para alcançar este país que nós queremos. Além de prejudicar o Brasil economicamente, atividades como o contrabando de cigarros, armar e drogas, fomentam o crime organizado. Desta forma, foi definida entre os participantes, uma agenda de trabalho que começa agora e será desenvolvida ao longo de 2017. Esse pacto foi protocolado em cerimônia que contou com a presença do Ministro da Justiça, Osmar Serraglio e prevê, em linhas gerais: Apoio técnico e operacional à execução do Plano Nacional de Frinteiras (com foco na fronteira entre Brasil e Paraguai) Implementação de ações de inteligência no combate ao contrabando Identificação de recursos financeiros para investimentos em recursos humanos e tecnológicos Promover discussões no legislativo de medidas que facilitem a execução do plano de fronteiras Criação de grupos de trabalho conjuntos (parlamento, sociedade civil, governo e judiciário) Fomentar debate com países vizinhos Sensibilizar a sociedade sobre os impactos da ilegalidade, incentivando uma mudança de comportamento. Além da assinatura do acordo, a campanha contou com uma forte , um evento com a destruição de produtos contrabandeados em São Paulo e Foz do Iguaçu, abertura da exposição Cidade do Contrabando, no saguão da Câmara dos Deputados e uma ampla cobertura a imprensa.
Novo instrumento reduz tempo de aprendizado de braile

A empresa Tece, fundada por uma bióloga que fez mestrado em Educação e atualmente realiza doutorado na Universidade Estadual Paulista (Unesp), desenvolveu uma nova versão de um instrumento de escrita manual para deficientes visuais – chamado reglete positiva – que diminui em 60% o tempo de aprendizado do sistema de escrita e leitura braille. Apoiada pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP, a empresa já iniciou a comercialização do produto no Brasil e tem planos de exportá-lo. “Ao todo, o processo de desenvolvimento do produto e de testes em instituições que atendem pessoas com deficiência visual levou seis anos”, disse Aline Picolli Otalara, fundadora da empresa, à Agência FAPESP. De acordo com a pesquisadora, a reglete convencional existe desde 1837, quando o francês Louis Braille (1809-1852) apresentou a primeira versão do instrumento, composto por duas placas de metal ou plástico, do tamanho de pequenas réguas escolares, fixas uma na outra por meio de uma dobradiça na lateral esquerda e com um espaço entre elas para permitir a introdução de uma folha de papel. A placa superior possui diversos retângulos vazados, correspondentes aos espaços de escrita em braille (denominadas celas braille). Já a placa inferior tem celas braille com seis pontos côncavos (em baixo relevo) em cada uma delas. Ao introduzir um instrumento (chamado punção) com uma ponta côncava dentro de cada retângulo vazado da placa superior da reglete, pressiona-se a folha de papel entre as duas placas contra os pontos côncavos dispostos na placa inferior para formar o símbolo braille correspondente às letras, números ou qualquer outro caractere que se deseja escrever. Com a folha virada do lado contrário ao que foi inserida na reglete, os deficientes visuais conseguem identificar, por meio da leitura tátil, os pontos em relevo formados pela pressão exercida pela punção na folha de papel. Um dos problemas apresentados por esse dispositivo convencional, no entanto, é que, em razão de os pontos serem escritos em baixo relevo e a leitura ser realizada em alto relevo, a escrita é iniciada do lado direito e os caracteres são escritos espelhados de modo que, quando a folha é virada para a leitura (realizada da esquerda para direita), os caracteres estejam do lado correto. Além disso, no Sistema Braille diversas letras são o reflexo invertido de outras. “Isso gera um esforço maior de quem está aprendendo o sistema braille, porque ele tem de aprender um alfabeto para ler e outro para escrever”, afirmou Otalara. A fim de solucionar o problema, em 2007, por meio de um projeto apoiado pelo PIPE, a empresa fundada pela pesquisadora desenvolveu uma reglete esteticamente similar ao instrumento convencional, que possibilita escrever os pontos já em alto relevo. Para isso, ao contrário da reglete convencional, a placa inferior do instrumento possui os seis pontos em cada cela braille na forma convexa (em alto relevo). Para marcá-los, a Tece desenvolveu um instrumento de punção similar a uma caneta sem ponta e com concavidade fechada que, ao ser pressionado sobre a folha de papel entre as duas placas da reglete, forma os pontos já em alto relevo. Dessa forma, o usuário pode começar a escrever da esquerda para a direita, porque não é necessário virar a folha para ler o que foi escrito. Além disso, precisa aprender um único alfabeto tanto para ler como para escrever em braille. “Nós desenvolvemos ao longo do projeto diversos protótipos do produto para avaliar alguns problemas técnicos causados por essa inversão na escrita braille”, disse Otalara. Desafios Um desses problemas técnicos, segundo a pesquisadora, é que os seis pontos em cada cela braille são muito próximos uns dos outros. Ao marcar um ponto convexo com a punção com a cavidade fechada para fazer um símbolo braille já em alto relevo, se formava um ponto “fantasma” que gerava dificuldade de leitura pelos deficientes visuais. Na primeira fase do projeto, os pesquisadores da empresa criaram diversos protótipos, com diferentes distâncias entre os pontos, e realizaram uma série de testes de leitura dos textos escritos com o novo instrumento. “O surgimento desses ´pontos fantasmas´ foi o fator que tinha impedido, até então, o desenvolvimento desse material”, disse Otalara. “Todas as tentativas anteriores de desenvolver uma reglete que já escreve em alto relevo fracassaram porque não conseguiram superar essa etapa”, afirmou. Curso na Unesp Por meio de outro projeto, também com apoio do PIPE, a empresa realizou um curso de Sistema Braille para avaliar o tempo de aprendizado dos participantes por meio da reglete que desenvolveram. O curso foi realizado com alunos do curso de licenciatura em pedagogia da Unesp de Rio Claro porque, de acordo com Otalara, era difícil encontrar alunos com deficiência visual que ainda não tivessem tido contato com a reglete comum. Por outro lado, os estudantes de pedagogia representam o maior público usuário desse tipo de material. “Há um número muito maior de professores aprendendo Sistema Braille do que, de fato, deficientes cegos”, estima a pesquisadora. Os pesquisadores constataram que, com a reglete que desenvolveram, foi possível reduzir em 60% o tempo de aprendizado do Sistema Braille pelos futuros educadores. Com isso, de acordo com Otalara, é possível diminuir o investimento em formação de professores, facilitar o aprendizado e aumentar o interesse do público, em geral, em aprender o Sistema Braille. “Há uma impressão muito negativa sobre o Sistema Braille. As pessoas já imaginam que é difícil aprender e, quando viam que tinham de aprender a escrever ao contrário, o estigma, principalmente por parte de professores e crianças, aumentava ainda mais”, disse Otalara. O produto foi batizado pela empresa de “reglete positiva”, porque, no ensino de braille, os pontos em baixo relevo, que não aparecem no momento da escrita, são chamados pontos negativos. Já os pontos em alto relevo – legíveis e sensíveis ao toque com a folha virada do lado contrário ao que os pontos foram marcados pela punção escrita – são chamados de pontos positivos. Máquina de escrever em braille Alguns dos resultados do projeto da reglete positiva serão utilizados pela empresa para desenvolver, também com
Principais aspectos que devem ser observados na escolha de lentes e armações

Conforto visual depende de fatores como a escolha correta de lentes e armações Escolher um óculos vai além da definição de uma armação. Por exercerem uma função essencial na correção além de garantir uma visão mais saudável, as lentes também devem ser avaliadas e selecionadas com atenção. O coordenador do projeto Educar da Associação do Comércio de Joias, Relógios e Óptica do Rio Grande do Sul (Ajorsul), Charles Sutter, afirma que o conforto visual depende de fatores como controles periódicos de sua condição visual; orientação técnica do vendedor e óptico na escolha da armação de acordo com a estética; e, a escolha das lentes e tratamentos adequados com a demanda visual. Com relação às lentes, Sutter explica que há dois grandes grupos de materiais: resinas (orgânicas) e cristal (vidro). – As lentes de resina são classificadas de acordo com a espessura; resistência a arranhões e quebras; e, à sua qualidade óptica. Entre elas, existem as lentes de policarbonato que além de leves, são resistentes a quebra, porém, têm a pior qualidade óptica entre todos materiais – considera o coordenador. Já as lentes em Cristal têm sido menos utilizadas por serem mais pesadas e ao seu risco de quebra por impacto. Porém, as tecnologias de fabricação em resinas de alto índice, mais finas, têm apresentado ótimos resultados, com maior segurança e menor peso no resultado final. – O que torna as lentes com aspecto de fundo de garrafa é a graduação e material escolhido. Quanto maior o grau, mais evidenciado este aspecto. Tanto as lentes esférias quanto asféricas podem diminuir este efeito, porém, a tecnologia de fabricação digital com lentes de alto índice reduz este efeito e tornam o uso mais confortável – aponta Sutter. Já os tratamentos anti reflexo se diferem pela sua qualidade e resistência. Os métodos mais modernos possuem em sua composição camadas hidrorrepelente e liporrepelente. Ainda de acordo com o coordenador da Ajorsul, as camadas anti abrasivas não evitam riscos nas lentes. Elas apenas diminuem a probabilidade de arranhões superficiais provenientes da limpeza. Sutter explica, também, sobre o tratamento para proteção de raios ultravioletas (UV). – Em algumas lentes, a proteção já vem de fábrica, enquanto outras precisam ser colocadas. É importante que a óptica ofereça este tratamento, mas acima de tudo, que o cliente tenha o cuidado de certificar-se que suas lentes recebam este recurso, principalmente os solares – expõe o coordenador da Ajorsul. Outra particularidade das lentes, o tratamento antiestático traz a possibilidade de minimizar o efeito das partículas que se juntam às lentes através da energia estática. Quanto às armações, Sutter explica que elas podem ser termoplásticas (inclusive acetato, bastante utilizadas hoje em dia) e as de metal. – As termoplásticas são mais resistentes. É necessária a adaptação e ajuste pelo vendedor ou óptico responsável para que seja utilizado o meio adequado para o ajuste. Nunca devem ser ajustadas pelo cliente devido o risco de quebra. Além disso, com o uso e em dias de muito calor, alguns materiais podem deformar com mais facilidade, por isso deve-se evitar deixar em lugares como no interior do carro em dias muito quentes – explica. A maioria das armações são feitas com ligas de diversos materiais, como níquel, alumínio e monel. As de titânio são minoras. Redação: Francine Malessa Coordenação: Marcelo Matusiak Fonte: PlayPress
