EssilorLuxottica: uma visão diferente para o Brasil

EssilorLuxottica: uma visão diferente para o Brasil De um lado está a tradição, ancorada em marcas centenárias como Essilor (de 1849), Salmoiraghi & Viganò (1865), Persol (1917), Ray-Ban (1937), Luxottica (1961), GrandVision (1891) e mais recentemente Giorgio Fedon & Figli SpA (1919). Do outro está a modernidade, com um modelo de negócio contemporâneo e produtos arrojados, cheios de tecnologia. A união de história, experiência, know-how e inovação é a fórmula de crescimento da companhia EssilorLuxottica – criada em 2018 a partir da união da francesa Essilor e da italiana Luxottica. Líder global em desing, manufatura e distribuição de lentes oftalmológicas, armações e óculos de sol, a empresa registrou faturamento de 24,5 bilhões de euros em 2022, 23% maior do que do ano anterior, na casa dos 19,8 bilhões de euros, e 70% superior ao de 2020, na ordem de 14,4 bilhões, quando o grupo viu as vendas despencarem por causa da pandemia que ocasionou o fechamento de lojas no mundo inteiro. Agora os tempos são outros e a visão da multinacional está mais clara. O desempenho deste ano tem sido ainda melhor que o do ano passado. No primeiro semestre de 2023 foram 12,8 bilhões de euros, ante 11,9 bilhões do mesmo período de 2022. Na América Latina, onde o Brasil é o mercado mais representativo, a receita de janeiro a junho deste ano foi de 727 milhões de euros, aumento de 11,8% em relação ao mesmo intervalo anterior. Para avançar ainda mais na região e no País, a EssilorLuxottica coloca em prática um plano de expansão com modelo de negócio diferenciado. A previsão é de abrir no Brasil, até o fim do ano, nove lojas das marcas Ray-Ban e Oakley, duas das cinco marcas do grupo presentes em território nacional, além das Sunglass Hut, Grand Vision e Óticas Carol — são 150 marcas no portfólio mundial da companhia. As novas unidades representam um aumento de 25% do grupo, que visa encerrar 2023 com 15 lojas Ray-Ban e 25 Oakley. A meta é dobrar a rede em dois anos. As aberturas se concentram majoritariamente em São Paulo, mas também estarão presentes em praças do Centro-Oeste e do Nordeste. O planejamento começou a sair do papel dia 31 de agosto, com a inauguração de duas lojas, uma da Oakley e outra da Ray-Ban, no Shopping Eldorado, na zona oeste da capital paulista. “A operação do Brasil é um desafio e ao mesmo tempo uma grande oportunidade para a companhia, pois observamos que ainda há muito espaço para crescer”, disse Guilherme Wadouski, diretor de lojas próprias da EssilorLuxottica no Brasil. “Brasil é um desafio e ao mesmo tempo uma grande oportunidade para a companhia, pois observamos que ainda há muito espaço para crescer.” Guilherme Wadouski diretor de lojas próprias da essilorluxottica O executivo que está há pouco mais de dois anos na posição carrega em sua bagagem passagens por Aramis, Calvin Klein, Loungerie e Renner. Sua missão na companhia ítalo-francesa é atuar na integração das bandeiras, em alinhamento com o movimento global da organização. Obviamente, com rentabilidade. A abertura das lojas da Ray-Ban e da Oakley uma ao lado da outra no shopping de São Paulo é um exemplo. A estratégia gera resultados. A negociação com os shoppings pelos espaços é facilitada e, assim, consegue balancear o custo ao consumidor, fazendo uma precificação dos produtos mais adequada e melhor administração de descontos. A gestão de pessoal também é maximizada. Um gerente cuida das duas lojas. E apesar das marcas serem consideradas concorrentes, Wadouski aponta que os públicos-alvo são complementares. “Ray-Ban que tem história, cultura, o lado vintage desde o modelo Aviador da década de 1930, e Oakley com sua característica life style em outros casos de uso, inclusive de esportes de alta performance como o ciclismo”, disse. São 1.032 SKUs em exposição por loja da Oakley — incluindo produtos de vestuário — e 300 em cada unidade da Ray-Ban. Operação completa Além das vendas diretas, as lojas próprias têm a função de fortalecer a imagem das marcas. As novas ópticas melhoraram a experiência do consumidor e os conecta à história e valores das bandeiras. E o trabalho para atender e favorecer as revendedoras multimarcas também é importante. As marcas estão presentes na maior parte das 25 mil óticas do País. 12,8 bilhões de euros foi a receita global da empresa no primeiro semestre, mantendo ritmo de crescimento Para atender a essa cadeia de vendas, a empresa possui a rede completa de design, fabricação, distribuição e vendas totalmente nacional. O Brasil é um dos poucos países do mundo que possuem essas quatro linhas internas. Em julho de 2021 a companhia deu um passo importante na operação brasileira ao investir em um centro de distribuição próprio, na cidade de Sumaré (SP), onde também está a fábrica. Antes era um espaço alugado, com um prestador logístico local. O investimento possibilitou ter autonomia nos processos e avançar em um sistema de armazenagem. No quesito marketing, a EssilorLuxottica tem apostado em campanhas com influenciadores. Em Ray-Ban, nomes como Marcos Mion, Giovanna Ewbank e Mano Brown estão entre as estrelas principais. O squad conta ainda com o ator João Guilherme, os cantores Urias e Thiago Pantaleão e os influenciadores Léo Picon e Julia Rodrigues. Já a Oakley tem entre seus embaixadores o produtor artístico KondZilla e Igão e Mítico, do Podpah, um dos podcasts com maior audiência do País. Óticas E a Óticas Carol? Uma das maiores redes do território nacional, adquirida pelo grupo em 2017, vai bem. São 1.450 unidades e deve chegar a 1,5 mil até o fim do ano. E algumas delas com um novo conceito de smart shop, uma vitrine digital em que o cliente consegue dentro da loja física fazer pedidos de modelos que não estão em exposição. É um projeto piloto que vai expandir para outras marcas se a avaliação for positiva. Essa é a visão da EssilorLuxottica para o Brasil, que tem refletido em alguns bilhões de dólares em receita. Fonte: Istoé Dinheiro Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do
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Abióptica explica a PEC 45/2019 que trata da Reforma Tributária

Abióptica explica a PEC 45/2019 que trata da Reforma Tributária A Abióptica preparou material para seus associados explicando em detalhes a PEC 45/2019 que trata da reforma Tributária. Em forma de apresentação, a explicação mostra as deliberações e o mapeamento de cenários políticos detalhados na Câmara dos Deputados. O material mostra também a perspectiva de tramitação da PEC 45/2019 no Senado. O documento completo é restrito aos associados da Abióptica e será atualizado à medida que a matéria for tramitando no Congresso Nacional. Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Óculos falsificados apreendidos em Rolândia (PR)
1º Congresso Internacional – Universidades Empreendedoras

1º Congresso Internacional – Universidades Empreendedoras O Congresso Internacional promovido pela UFABC acontece entre 17 e 19 de outubro em São Bernardo do Campo/SP. A ASPR e o Instituto Brasil Digital, com o seu Movimento Brasil Digital para todos tem a alegria e honra de apoiar institucionalmente o referido Congresso e colaborar para a sua Realização. A ASPR aproveita para agradecer a UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina, Abrafiltros e a Abióptica pela colaboração na divulgação do Congresso. Convidamos todos a participarem do Congresso, os Clientes e demais stakeholders da ASPR e também todas as Organizações apoiadas e apoiadoras do Movimento Brasil Digital para Todos. Participe, clique aqui e inscreva-se! Eis um pouco do Congresso: “A discussão acerca de Universidades Empreendedoras é urgente. O seu papel no desenvolvimento econômico e social é cada vez mais relevante à medida que contribui sobremaneira para a inovação de produtos e serviços nos setores público e privado. O quadrinômio Universidade-Empresa-Governo-Sociedade Civil precisa ser potencializado e operacionalizado para que o empreendedorismo permeie todas as camadas da sociedade em todos os setores da economia. O 1º Congresso Internacional de Universidades Empreendedoras visa preencher uma lacuna há muito existente no Brasil. Com a participação de renomados acadêmicos e práticos internacionais e brasileiros, os aspectos centrais das relações entre Universidades Empreendedoras e os diversos Ecossistemas serão amplamente discutidos e aprimorados, e serão desenhadas propostas concretas para um desenvolvimento sustentável que beneficie economias e sociedades do Brasil e do mundo”. Prof. Dr. Ricardo Reolon Jorge, UFABC. Algumas das Áreas Temáticas que serão cobertas no Congresso: O papel das Universidades Empreendedoras na (re)construção de regiões industrializadas que sofreram reveses nas últimas décadas. O papel das Universidades Empreendedoras na construção de um ecossistema de inovação e empreendedorismo. Aspectos culturais institucionais que constroem uma Universidade Empreendedora: valores compartilhados e crenças. A cultura da inovação e do empreendedorismo na construção de Universidades Empreendedoras. A interdisciplinaridade e a construção de uma cultura de inovação e empreendedorismo nas Universidades Empreendedoras. Best practices e casos de Universidades Empreendedoras. Incentivos na construção de Universidades Empreendedoras. Métricas e metodologias nas Universidades Empreendedoras que induzem discentes e docentes ao empreendedorismo e à inovação”. Juntos pela Inovação e Transformação Digital no ABC Paulista e pelo Brasil. Ary Silveira Bueno Fundador e Diretor da ASPR Presidente do Conselho do SiNEco Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Fonte: ASPR Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Óculos falsificados apreendidos em Rolândia (PR)
Treinar Óticas lança nova plataforma de EaD continuada para o mercado óptico

Treinar Óticas lança nova plataforma de EaD continuada para o mercado óptico Times qualificados são a chave do sucesso para alavancar as empresas em seus segmentos. Compreendendo essa importância, a Treinar Óticas lança sua nova plataforma de educação corporativa continuada online voltada para o setor óptico, dispondo de conteúdos completos para treinar e desenvolver por meio de ambiente virtual moderno e inovador, pelos valores de lançamento de R$ 297,97 no plano individual, e de R$ 797,97 no plano equipe (contemplando até 5 colaboradores simultâneos) – ambos, podendo ser parcelados em até 12 vezes. Mais informações Associados à Abióptica possuem mais 20% de desconto sobre o preço de lançamento da nova plataforma! Conheça a Treinar Óticas Idealizada em 2017, a plataforma surgiu como um desmembramento dos produtos da Treinar Mais, empresa especializada na oferta de soluções completas e inovadoras em aprendizagem corporativa online, que vão desde o desenvolvimento de treinamentos até a entrega dos mesmos, direcionados a negócios dos mais diversos portes e segmentos. De acordo com a fundadora, Letícia Araújo, a decisão de se aprofundar neste setor aconteceu após receber uma proposta para desenvolver uma trilha de aprendizagem para uma rede de óticas presente no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, algo que a despertou para a demanda latente em especialização destes times. Segundo a fundadora, este é um mercado em constante expansão no país. Afinal, em dados divulgados pela Abióptica, o setor registrou um crescimento de 11,17% em 2022, quando comparado ao ano de 2021 – um resultado que demonstra sua recuperação após os impactos causados pela pandemia. “Meu objetivo foi criar um produto que atendesse a essa demanda e que permitisse o aprendizado contínuo destes profissionais, como forma de prepará-los para realizar melhores atendimentos e melhores vendas, além de alavancar os resultados de cada negócio”, explica. Pensando nisso, a Treinar Óticas foi desenvolvida como uma plataforma à parte da Treinar Mais, contendo trilhas de conteúdos que abordam desde temas específicos do setor, como lentes, armações e deficiências visuais, até aqueles mais abrangentes sobre vendas, marketing, postura profissional, dentre muitos outros que contribuirão para uma maior produtividade de cada colaborador. Tudo isso, por meio de videoaulas dinâmicas, rápidas (até 10 minutos) e leves, com uma linguagem técnica e comercial aderente a esse segmento. Além destes materiais, os inscritos na plataforma também possuem acesso a aulas mensais com especialistas do ramo, compartilhando suas experiências, conhecimentos e tendências que agreguem na sua capacitação constante. Junto, ainda, há um treinamento novo a cada mês, sempre mantendo-os atualizados sobre o que há de novo no mercado para seu desenvolvimento contínuo. Todas essas características são ofertadas em um modelo de streaming de educação continuada. A expectativa com a Treinar Óticas é levar conhecimento consistente, de qualidade e torná-lo acessível a todos os lojistas, das pequenas às grandes redes e franquias. “Investir no aprendizado profissional não precisa ser utópico. A meta é que a plataforma consiga preparar os colaboradores e tornar o negócio mais competitivo”, finaliza Letícia. Fonte: Treinar Mais Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Isenção de imposto em compras de até U$50 pode acabar
CNCP na luta contra a ilegalidade nas plataformas digitais

CNCP na luta contra a ilegalidade nas plataformas digitais A Abióptica participou da segunda reunião ordinária de 2023 do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos da Propriedade Intelectual (CNCP), realizada em Brasília no dia 9 de agosto. No encontro o secretário Nacional do Consumidor e também presidente do CNCP, Wadih Damous, disse que a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) vai notificar as plataformas que estejam promovendo a venda de produtos falsificados e, aplicar sanções. “Para os empresários é muito bom contarmos coma disposição do governo em combater a pirataria e fortalecer as empresas que geram divisas e mantém empregos”, afirma Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. Na reunião o CNCP fez um balanço de suas ações no combate à pirataria e vendas ilegais, a Polícia Rodoviária Federal informou sobre as apreensões realizadas nas rodovias e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) relatou suas ações no campo da fiscalização. Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Isenção de imposto em compras de até U$50 pode acabar
O desempenho econômico de curto prazo surpreende, mas falta um Projeto para a Nação

O desempenho econômico de curto prazo surpreende, mas falta um Projeto para a Nação Os dados do desempenho econômico de curto prazo surpreendem especialmente os mais céticos e hipercríticos, mas eram previsíveis pelo conjunto de indicadores que envolvem a redução do desemprego, a evolução da renda real, a queda da inflação, especialmente dos alimentos, a sinalização da queda da Selic e, como consequência de tudo isso, a melhoria do índice de confiança dos consumidores. Isso apesar dos dados não tão positivos do lado do crédito para pessoas físicas, que envolvem a elevada taxa de juros, a inadimplência e o nível de endividamento das famílias, todos eles praticamente nos mesmos patamares anteriores ou com leve declínio. Com exceção das taxas de juros do rotativo dos cartões que, de forma quase provocativa no ambiente atual, continuam a crescer. O desempenho econômico do 2º trimestre deste ano, comparado ao do 1º trimestre, colocou o Brasil como 7ª colocado no ranking de melhor desempenho no PIB nesse período em termos globais. E estimula a visão, expressa pela agência Austin Rating, de que o país possa voltar ao grupo das dez maiores economias do mundo ainda este ano em projeções dos indicadores do FMI. As projeções para o desempenho do ano avançam e superam as que foram feitas no final do ano passado e, em muito, as do início deste ano. Interessante que todas aquelas previsões que foram determinantes de um comportamento excessivamente cauteloso, gerador de descrença e retração de investimentos, não são agora lembradas para que se cobre coerência de quem as fez. Sempre haverá o argumento de que esse pessimismo exacerbado estimulou medidas de cautela que agora mostram sua eficácia. Mas a realidade é que a evolução levemente positiva do conjunto de fatores baseada nos dados econômicos de curto prazo tem raízes evidentes em ações iniciadas em períodos anteriores, em especial no rigor com que se tratou a questão da inflação, principal elemento corrosivo de desempenho de uma economia e que foi global e fortemente impactada pelas questões que envolveram a pandemia no mundo. Isso apesar dos danos de curto prazo gerados pelo período eleitoral, a polarização que marcou o período e a divisão que o país ainda vive revolvendo o passado. Mas, como sempre, é lembrado que o país é maior que suas crises. Só não podemos nos conformar com isso. Não podemos nos conformar com o soluço do crescimento econômico de curto e médio prazos, contentando-nos com a visão simplista do que é bom para a próxima eleição. Não podemos nos conformar com a persistência das desigualdades e a perda de oportunidades para um crescimento mais sólido e consistente. Não podemos nos conformar com a persistência da informalidade que gera distorções, reduz empregos e inibe o crescimento sustentável. Não podemos ignorar que carecemos de um Projeto para a Nação, que integre a visão de todo o país e considere os movimentos geopolíticos globais e a nossa realidade com um balanço equilibrado de nossos ativos e passivos. Que considere na conta dos ativos tudo aquilo que herdamos e o que temos construído apesar das dificuldades. E, na conta do passivo, as desigualdades, os temas sociais, a educação e a segurança. Só teremos evolução sustentável se pudermos abraçar um Projeto para a Nação que nos encaminhe para um outro futuro. Projetos ambiciosos de longo prazo têm a virtude de convergir na sua visão pois, na maioria das vezes, o que nos separa são as divergências políticas e partidárias do curto prazo. Buscar de forma equilibrada a convergência possível para a construção de um projeto de longo prazo é um grande desafio. Mas não precisamos sair do zero. Existem propostas bem estudadas e elaboradas que podem ser ponto de partida se analisadas de forma ampla, aberta, plural e isenta. Um desses trabalhos é o projeto Brasil 2034, proposto pelo MBC – Movimento Brasil Competitivo, organização privada e apolítica que coordenou o desenvolvimento desse trabalho realizado com apoio da FGV que merece ser lido, avaliado e considerado (clique aqui para conhecer o projeto). E sempre com tópicos que podem e devem ser ajustados pela dinâmica das mudanças que ocorrem continuadamente. Por ser algo criado com uma visão sem nenhum envolvimento de política partidária, pensando no melhor para a Nação no longo prazo e tendo sido estudado, ponderado e bem embasado, é um excelente ponto de partida para unir o setor empresarial em seu alinhamento nos grandes temas nacionais. E se tornou crítico unir o setor empresarial em defesa das crenças liberais e da economia de mercado num momento em que esses valores estão tão ameaçados. Vale conhecer, avaliar e refletir. Nota: Esses novos e importantes elementos que impactam a transformação do varejo e do consumo também serão apresentados e debatidos com 225 palestrantes para os mais diferentes canais, categorias, formatos e modelos de negócios do varejo e do consumo no Latam Retail Show e mais as 10 pesquisas e estudos inéditos que serão apresentados e que têm como tema central “Back to the Future”, de 19 a 21 de setembro, em São Paulo. Conheça mais clicando aqui. Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem e publisher da plataforma Mercado&Consumo. *Este texto reproduz a opinião do autor e não reflete necessariamente o posicionamento da Mercado&Consumo. Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Fonte: Mercado & Consumo Autor: Marcos Gouvêa de Souza Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Óculos falsificados apreendidos em Rolândia (PR)
Isenção de imposto em compras de até U$50 pode acabar

Isenção de imposto em compras de até U$50 pode acabar O pleito da Abióptica, e demais entidades do setor produtivo, de acabar com a isenção de imposto de importação de compras de até US$ 50 em sites de vendas poderá ser atendido. A medida está em discussão pelo Ministério da Fazenda. “A Abióptica é favorável ao livre comércio e ao mercado aberto mas não podemos deixar de proteger a empresa brasileira contra a concorrência predatória e desleal”, afirma Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) definiu a adoção, por todos os estados, da alíquota de 17% de ICMS em operações de importação por comércio eletrônico. “O empresário nacional paga impostos e gera empregos e por isso merece respeito e a devida proteção da legislação”, conclui a executiva. Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Óculos falsificados apreendidos em Rolândia (PR)
Óculos falsificados apreendidos em Rolândia (PR)

Óculos falsificados apreendidos em Rolândia (PR) Um lote de óculos falsificados foi apreendido em duas lojas de produtos variados em Rolândia, cidade próxima a Londrina no Paraná. A ação foi feita pelo escritório Fera Advogados Associados, de São Bernardo do Campo (SP), parceiro da Abióptica. Os produtos imitam óculos originais da marca Chilli Beans e, segundo os lojistas, foram adquiridos na região da rua 25 de Março, no centro de São Paulo. “Realizamos uma ação corretiva com o Fera Advogados Associados fazendo o infrator pagar os custos do processo”, explica Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica, que completa: “A intenção é que eles nunca mais vendam pirataria, evitando assim lesar consumidor e a marca”. Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Uma análise da cadeia produtiva da moda paulista
Receita no varejo cresce 1,5%

Receita no varejo cresce 1,5% A receita de vendas no varejo teve crescimento de 1,5% em julho com relação ao mesmo mês de 2022, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). As vendas no entanto registraram queda no mesmo período de 0,7%. O relatório divulgado informa que o resultado foi prejudicado por efeitos de calendário. Julho de 2022 teve uma sexta-feira a mais do que o mesmo mês em 2023, justamente o dia da semana mais forte para o movimento comercial do mercado de varejo. E esse ano o mês apresentou uma segunda-feira a mais. Os segmentos com os desempenhos mais negativos foram Bares & Restaurantes, Veterinárias & Pet Shops e Estética & Cabeleireiros. O ICVA acompanha mensalmente a evolução do varejo brasileiro, de acordo com as vendas realizadas em 18 setores mapeados pela Cielo, desde pequenos lojistas a grandes varejistas. Esse universo representa 1,1 milhão de varejistas credenciados à companhia. Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Fonte: CNI Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Reforma tributária deve ganhar alterações no Senado
