Continuidade: o verdadeiro desafio das empresas familiares

Falar de sucessão é, antes de tudo, falar sobre encerramento de ciclos. E como todo encerramento, esse é um tema que costuma ser evitado. Nas empresas familiares, em especial, a sucessão carrega uma carga emocional significativa, frequentemente associada à ideia de perda, fim ou substituição. Para muitos fundadores, planejar a sucessão é como abrir mão de parte de sua identidade. Esse apego emocional, embora natural, pode ser superado com um processo estruturado que honre o legado enquanto prepara o futuro. A verdade é que, em muitas dessas empresas, o planejamento sucessório é adiado indefinidamente sob a crença de que a vida seguirá seu curso natural. No entanto, como mostram inúmeros casos, quando a transição de liderança ocorre de forma repentina, seja por afastamento, falecimento ou incapacidade, a ausência de preparo pode expor a empresa, o patrimônio e a harmonia familiar a riscos evitáveis Ao mesmo tempo é importante considerar que nem toda empresa será sucedida nos moldes tradicionais. Muitos empresários(as) tem como objetivo um evento de venda. Há empresas cujos fundadores não têm filhos. Outras, em que os herdeiros não têm interesse — ou preparo — para assumir o negócio. Ainda assim, há uma verdade inegociável: as empresas não existem para terminar com seus fundadores. O compromisso com a perenidade precisa transcender a presença — ou ausência — de herdeiros, e ser tratado como uma responsabilidade central da governança. Isso significa reconhecer que o negócio precisa seguir adiante, seja por meio da sucessão familiar, da profissionalização da gestão, da formação de lideranças internas ou da criação de estruturas que garantam a transição de forma ordenada e legítima. Para além da figura do fundador ou da família, é preciso desenhar mecanismos que permitam à organização operar com resiliência, mesmo em cenários adversos. Isso exige tempo, método e, sobretudo, coragem para enfrentar a realidade do negócio e da família empresária. A construção dessa resiliência passa, obrigatoriamente, por ações concretas. Entre elas: Mapeamento de posições críticas: Quais funções colocariam a operação em risco caso se tornassem vagas? Avaliação de talentos internos e externos: Há lideranças prontas — ou possíveis de serem desenvolvidas? Planos de capacitação e readiness: Como preparar alguém — da família ou não — para liderar com legitimidade? Governança da transição: Como garantir que o processo seja legítimo, transparente e estrategicamente orientado? Dado o nível de complexidade envolvido, estruturar um processo de continuidade exige apoio qualificado. Não se trata apenas de desenhar um organograma ou planejar uma substituição pontual — trata-se de alinhar pessoas, interesses, capacidades e timing em torno de um projeto de perenidade. Neste contexto, conselhos consultivos ou processos de advisory se tornam ferramentas decisivas. Seu papel é atuar como instância técnica e estratégica de apoio à liderança, oferecendo direcionamento, questionamento estruturado e, acima de tudo, legitimidade ao processo de transição. Conselhos Consultivos estruturados contribuem para: Reduzir a dependência de indivíduos e evitar decisões unilaterais; Assegurar direcionamento estratégico com visão de longo prazo; Coordenar e construir planos de sucessão ou de profissionalização; Formação de novas lideranças com base em competências, não apenas vínculos familiares. A continuidade de um negócio não é uma consequência natural do tempo, nem um privilégio garantido a quem construiu um legado. Ela é uma escolha deliberada — e como tal, exige preparo, estrutura e responsabilidade. Independentemente de haver ou não herdeiros, a empresa precisa estar pronta para seguir adiante. Isso é o que distingue organizações que perduram daquelas que sucumbem ao primeiro evento imprevisto. Não basta ter boa vontade. É preciso método, coragem e apoio. O setor óptico — composto majoritariamente por empresas familiares, muitas vezes centralizadas em fundadores — precisa trazer esse tema para o centro da pauta estratégica. Falar de continuidade é falar de futuro. Associação Brasileira de Conselheiros Consultivos Certificados (ABC3) está ao lado das empresas familiares do setor óptico nessa jornada. Com expertise em governança e sucessão, a ABC3 oferece suporte qualificado para estruturar processos de perenidade, desde a formação de conselhos consultivos até a capacitação de lideranças. Fonte: Associação Brasileira de Conselheiros Consultivos Certificados (ABC3) Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 200 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Curso de Consultor Óptico GRATUITO abre novas turmas!
Setor óptico mundial em expansão constante!

O mercado óptico global segue em expansão. No ano passado, as vendas em todo o mundo chegaram a US$200 bilhões. A curva de crescimento, segundo projeções dos analistas do setor, não dá mostras de estar perdendo impulso. Ao contrário, o desempenho comercial segue firme e a perspectiva é de, até 2030, as vendas mundiais alcançarem a marca de US$336 bilhões, com crescimento anual médio entre 8% e 8,6%. A força de crescimento do mercado óptico está nos óculos de grau. Em escala global, esse segmento responde por cerca de 69% das vendas totais. A razão para isso está na necessidade da população mundial de fazer correção visual. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) metade da população mundial, ou seja, 4 bilhões de pessoas, têm algum problema de visão que torna necessário o uso de óculos ou lentes corretivas. Isso acontece a reboque dos avanços tecnológicos no campo da conectividade, ou seja, desenvolvimento de tablets, computadores, celulares e relógios inteligentes entre outros dispositivos. A interação com eles em nossa vida cotidiana exige que passemos muitas horas diárias expostos às emissões de luz azul. Trata-se de um uma faixa do espectro de luz visível que pode afetar o ritmo circadiano, que é o nosso ciclo natural de 24 horas, quando são regulados nossos processos biológicos, como sono, temperatura corporal, produção hormonal e metabolismo. A luz azul provoca alteração no ritmo circadiano levando a perda de sono e afetando nossa saúde. Apesar de metade da população mundial precisar fazer correção visual, em torno de 2 bilhões, segundo a OMS, utilizam óculos ou lentes de contato. Isso significa que, minimamente, mais 2 bilhões se habitantes precisam ser atendidos pela tecnologia oftalmológica existente e em desenvolvimento ao redor do planeta. Esse volume de pessoas representa, também, uma demanda de mercado ainda não atendida. Isso sustenta as estratégias de expansão de vendas e de ampliação de marcas. Não raro é comum verificarmos movimentos de aquisição e fusão entre grandes marcas, como ocorrido em 2018 que resultou no surgimento do maior conglomerado óptico do mundo, com receita de cerca de €60 bilhões (dados de 2023) e presença global. O outro movimento corporativo que se vê é o domínio vertical da cadeia de produção. Vária empresas já se posicionam de forma a atuarem do design de armações e lentes até às vendas no varejo. Outras foram às compras e ampliaram seus portfolios por meio de aquisições de marcas premium ou alianças estratégicas. Assim, temos um setor dinâmico, em expansão e com oportunidades de crescimento. Para as empresas o trabalho é conquistar a preferência dos consumidores atuais e dos novos que poderão ser incorporados. Afinal, a demanda reprimida é bilionária. Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 200 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Curso de Consultor Óptico GRATUITO abre novas turmas!
Óticas Luisa

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A reforma tributária avançou, e agora?

O momento de posicionamento estratégico tributário já começou. Em maio de 2024, publicamos uma reflexão, em que abordamos os avanços da Reforma Tributária. Na época, destacamos o desejo antigo do mercado por um sistema tributário mais simples e eficiente. Atendendo a demanda da sociedade, foi aprovada a EC 132/2023, cujos reais efeitos demorarão para serem conhecidos. O sonho de reduzir a burocracia é real. Passado mais de um ano e considerando o início da fase de implementação para 2026, com longa transição, o trabalho deixa de ser apenas legislativo e passa a ser estratégico às empresas. A pergunta agora é, como as empresas devem se movimentar – e quando? A hora de esperar já passou Muitos ainda estão aguardando as definições de leis complementares, como se pudessem tratar essa transição como algo que só começará em 2026. Quem atua com gestão tributária, contabilidade e/ou controladoria sabe que as decisões estratégicas se constroem com antecedência — e a Reforma Tributária já tem sido pauta do planejamento de muitas empresas. Nos “bastidores”, já vemos: Empresas revisando contratos comerciais para prever cláusulas de reequilíbrio; Profissionais de TI reestruturando ERP e emissão fiscal diante das mudanças no layout da NF-e; Gestores simulando novas estruturas de preço e margem; Empresas reavaliando localização geográfica à luz da extinção de incentivos estaduais; e, Clientes avaliando a troca de fornecedores, em função da nova estrutura tributária. Ignorar esse movimento é correr o risco de ser surpreendido pela nova realidade — e, em matéria tributária, quem se antecipa, economiza. O Brasil está redesenhando sua lógica tributária Com o fim da cumulatividade parcial, o surgimento de uma apuração assistida automatizada e o split payment (pagamento fracionado do tributo diretamente ao Fisco), estamos diante de um novo paradigma: O foco não será mais apenas apurar corretamente, mas estar integrado com os sistemas do Fisco e da cadeia de valor. Não é exagero dizer que estamos vendo o nascimento de um IVA digital à brasileira, com pilares modernos, mas também com riscos relevantes de interpretação, adaptação tecnológica e sobreposição de obrigações acessórias durante o período de transição – 2026/2032. O papel do contador vai além do compliance A Reforma não é apenas um desafio operacional — é um convite ao protagonismo para o profissional. Empresas que veem o contador como um “emissor de guias” estão fadadas ao fracasso. Aquelas que se valem da contabilidade como núcleo de gestão e estratégia, poderão fortalecer a sua sustentação financeira e alcançar perenidade. Por isso e para isso, a ASPR está ativamente envolvida com estudos e capacitações, mantendo parcerias com especialistas, buscando entregar a melhor Solução. Nosso compromisso é traduzir a Reforma Tributária em reais impactos, com orientações práticas para nossos clientes e Soluções Adequadas a cada Negócio. Resumindo A Reforma Tributária não é para 2026, quanto aos seus efeitos — ela já começou. Não há mais espaço para o discurso de que “ainda está tudo indefinido”. É hora de reunir as lideranças da empresa, avaliar os processos, redesenhar sistemas, novos contratos comerciais (para compras e para vendas), novos modelos de negócios, incluindo os digitais. O novo sistema tributário exige ação imediata e inteligência tributária. Você não deve enfrentar esse desafio sozinho. Você pode contar com bom parceiro na gestão, na longa jornada para o novo sistema tributário nacional. Paulo Rogério Magri Sócio Diretor da ASPR Fonte: ASPR Sobre a Abióptica Desde 1997, a Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica – representa e fortalece o setor óptico no Brasil. Reúne mais de 200 empresas associadas, responsáveis por mais de 95% das marcas comercializadas no país. Sua missão é conectar indústria e varejo, defendendo os interesses do consumidor e impulsionando o desenvolvimento do segmento. Leia também: Curso de Consultor Óptico GRATUITO abre novas turmas!
Economias globais avançam na adoção de práticas de economia circular

As principais economias globais avançam na adoção de práticas de economia circular. Esse é o balanço do primeiro Boletim de Conjuntura Internacional do Projeto COMMODA Sustentável, elaborado pela Impacta Consultoria, promovido pela Fiesp e que tem a Abióptica como integrante do comitê gestor. O documento mostra como Estados Unidos, União Europeia e China estão avançando na criação e adoção de legislações e políticas concretas para impulsionar práticas circulares. Desde incentivos fiscais e exigências de ecodesign até a criação de passaportes digitais para produtos, essas medidas estão moldando novos critérios de acesso aos mercados internacionais. Segundo o levantamento, o Brasil também dispõe de ações relevantes, como a Estratégia Nacional de Economia Circular e o Plano Nacional 2025–2034, que reforça a necessidade de adaptação da indústria nacional. Para o setor óptico e demais segmentos da moda, a economia circular representa a oportunidade estratégica de inovação, inserção em cadeias globais mais sustentáveis e alinhamento regulatório. Fonte: Impacta Consultoria Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 200 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Curso de Consultor Óptico GRATUITO abre novas turmas!
Setor óptico cresce com força no Brasil, aponta Passaport Euromonitor 2025

O Passaport Euromonitor 2025 traz a mais completa análise sobre o mercado óptico brasileiro, incluindo uma análise aprofundada sobre o comportamento do mercado óptico brasileiro. No estudo, a publicação mostra que o setor cresce de maneira robusta a despeito do cenário econômico. O material traz um perfil de cada aspecto dos negócios no Brasil, a partir das informações prestadas pela Abióptica e que foram coletadas pela publicação junto às empresas brasileiras. O levantamento inclui tendências de consumo, desempenho por categoria de produto, projeções de crescimento e os principais desafios e oportunidades para o setor nos próximos anos. O acesso ao conteúdo do Passaport Euromonitor 2025 é exclusivo dos associados da Abióptica. Fonte: Euromonitor Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 200 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Curso de Consultor Óptico GRATUITO abre novas turmas!
Eyewear Intelligence destaca impacto da inflação no mercado óptico brasileiro

O portal Eyewear Intelligence traz uma análise a respeito do mercado óptico brasileiro. O texto se chama “Inflation keeps driving the Brazilian optical market as eyeglasses volumes drop” e é assinado por Pierre-Marie Bernard. Os dados apresentados no artigo foram coletados junto ao material oficial da Abióptica. O acesso ao material faz parte da parceria mantida pela entidade com a publicação. Fonte: Eyewear Intelligence Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 200 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Curso de Consultor Óptico GRATUITO abre novas turmas!
As transformações do setor óptico na última década: entre inovação, consolidação e personalização

Nos últimos dez anos, o setor óptico global e brasileiro passa por uma revolução silenciosa e profunda, que reúne avanços científicos, mudanças de mercado e novas expectativas dos consumidores. Esses fenômenos se entrelaçam numa narrativa que impactará por décadas a inteligência estratégica do setor. Convergência tecnológica em lentes e dispositivos inteligentes O aprimoramento dos materiais e dos processos de fabricação deu origem a lentes ultraleves, resistentes a riscos e com recursos adicionais como filtros de luz azul, tratamento antirreflexo e lentes fotocromáticas adaptativas. Na fronteira da tecnologia, ainda em desenvolvimento, lentes líquidas autofocais (auto‐foco) e varifocais eletrônicos surgem como alternativas às lentes multifocais tradicionais, abrindo possibilidades para uso em realidade aumentada (AR) e aplicações biomédicas. Wearables: do plano visual ao digital integrado A expansão dos “smart glasses” trouxe ao mercado sistemas com conectividade Bluetooth, tradução em tempo real, integração com aplicativos e sensores biométricos. O uso de lentes fotossensíveis capazes de mudar de cor e intensidade em segundos, com até oito tonalidades – começou a combinar estética, praticidade e tecnologia. Fusões, aquisições e hegemonia mercadológica A união de duas grandes empresas em 2018 criou o maior conglomerado óptico mundial, com receita de cerca de €60 bilhões em 2023 e presença global. O domínio vertical da cadeia: do design ao varejo, além da aquisição de marcas premium, fortaleceu ainda mais sua atuação em mercados-chave. Crescimento consistente e expansão geográfica O mercado óptico global alcançou US$200 bilhões em 2024, com projeção para US$336 bilhões até 2030 e crescimento anual médio de cerca de 8 a 8,6%. O segmento de óculos com grau representou mais de 69% desse valor em 2024. No Brasil, o mercado varejista óptico cresceu mais de 5% em 2024, atingindo quase 27 bilhões de reais. Experiência do cliente: entre o físico e o digital (‘phygital’) A personalização ganhou destaque: consultoria de IA para escolha de armações, espelhos virtuais AR para provar óculos antes da compra e atendimento omnicanal tornaram-se diferenciais competitivos. Esse modelo híbrido valoriza a conveniência digital sem abrir mão da interação humana, crucial em adaptações ópticas em óculos de correção visual. Diagnóstico ocular e telemedicina Ferramentas de inteligência artificial estão presentes em exames de retina (como a OCT angiografia) e em diagnósticos automatizados de doenças oculares, como retinopatia diabética ou glaucoma, com precisão antes restrita a especialistas. Nos Estados Unidos, lentes intraoculares ajustáveis com luz UV já permitem refinar resultados pós-cirurgia de catarata. Conclusão: tecnologia a serviço da visão, mas o olhar continua humano A próxima década será moldada por lentes inteligentes, diagnósticos automatizados e experiências digitais imersivas. No entanto, mesmo em meio à sofisticação dos algoritmos e à ascensão dos dispositivos conectados, permanece insubstituível o papel do ser humano. É o olhar do especialista que traduz a necessidade individual, é a escuta atenta do consultor óptico que acolhe as inseguranças na adaptação, é o toque humano que transforma um simples par de óculos em confiança renovada. No setor óptico, onde a precisão técnica é essencial, o vínculo humano continua sendo o verdadeiro diferencial. Porque enxergar bem não é apenas uma questão de nitidez é também sobre sentir-se visto. E isso, nenhuma máquina substitui. Autor: Ambra Nobre Sinkoc – Diretora Executiva da Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 200 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Curso de Consultor Óptico GRATUITO abre novas turmas!
Vendas no mercado óptico recuam 11% em junho!

As vendas no mercado óptico recuaram 11% em junho com relação a maio. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda, registrada nos PDVs, foi de 1%. “O recuo de mercado era esperado em face da instabilidade econômica que estamos vivendo”, explica Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. A expectativa de crescimento de mercado para 2025 é de 7,2%. Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 200 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Curso de Consultor Óptico GRATUITO abre novas turmas!
Mercado de óculos inteligentes deve chegar a 17 milhões de unidades até 2029

O relatório da Counterpoint Research, empresa internacional de pesquisa e consultoria com foco no setor de alta tecnologia, mostra que o mercado de óculos inteligentes deve chegar a 17 milhões de unidades até 2029. A projeção é baseada no aumento de vendas do produto em 2024 que cresceram 210% em relação ao ano anterior, totalizando mais de 2 milhões de unidades. A Counterpoint Research classifica óculos inteligentes como dispositivos de computador vestíveis que integram componentes eletrônicos em óculos tradicionais para fornecer funcionalidades “inteligentes”, com ou sem inteligência artificial (IA). A categoria exclui óculos com telas transparentes e sistemas ópticos (em outras palavras, óculos inteligentes de RA). A matéria completa pode ser acessada pelo link exclusivo fornecido pela Abióptica aos seus associados como resultado da parceria da entidade com a Eyewear Intelligence, plataforma informativa que cobre tecnologia focada no mercado óptico. Fonte: Eyewear Intelligence Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 200 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Curso de Consultor Óptico GRATUITO abre novas turmas!
