Fundação Abióptica oferece testes gratuitos de acuidade visual em São José do Rio Preto

A entidade social Fundação Abióptica – Pelo Direito de Enxergar Direito realizará nos dias 25 e 26 de maio, no município de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, a Ação Olho Vivo. A triagem visual gratuita, que tem como objetivo levar orientação e estimular a prevenção contra doenças oculares, acontece no Plaza Avenida Shopping. A Ação Olho Vivo é voltada para todas as idades e consiste na avaliação de acuidade visual por meio da aplicação da Tabela de Sinais de Snellen. Se identificada alguma dificuldade de leitura, a pessoa será orientada a procurar um médico/especialista. A iniciativa visa, também, esclarecer sobre os riscos de usar produtos ópticos piratas ou ilegais, orientando sobre as melhores práticas no momento da compra de óculos solares e de receituário. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 50% da população mundial apresentam algum tipo de problema visual. Por outro lado, mais de 60 milhões de brasileiros não fazem os exames visuais periódicos. Para o presidente da Abióptica, Bento Alcoforado, a falta de conscientização da população está relacionada, em especial, à falta de políticas públicas de prevenção e cuidados com a visão. “Muitos não sabem que precisam de correção visual, afinal, as doenças oculares são silenciosas e não causam dor. Por isso, a Ação Olho Vivo busca informar e conscientizar a população”, comenta o presidente. Outros dados importantes referentes à saúde ocular: * Uma estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) mostra incidência da catarata em 17% das pessoas entre 55 e 65 anos; 47% entre 65 e 75 anos e 73% nas que têm mais de 75 anos; * Dados do Ministério da Saúde mostram que 70% das crianças matriculadas no Ensino Fundamental público nunca passaram por consulta oftalmológica; * 25% dos acidentes de trabalho são causados por distorções ou falhas visuais; * O uso de lentes vencidas ou danificadas causam inúmeras complicações à visão, além de aumentar em 10 vezes a chance de ser ter uma úlcera; * 15% das mulheres que usam maquiagem regularmente relatam problemas como olho seco, alergias, conjuntivite e blefarite; * Praticar atividades externas sem o uso de óculos de proteção solar aumenta em 60% a chance de se adquirir catarata precoce; A Ação Olho Vivo já realizou triagens visuais em mais de dez mil pessoas de várias cidades em 2017, passando por regiões de norte a sul do Brasil. Mais informações pelo telefone (11) 5093-0563. Sobre a Fundação Abióptica A Fundação Abióptica – Pelo Direito de Enxergar Direito é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que tem em sua essência e premissas a defesa dos direitos do cidadão – crianças, adolescentes, adultos e idosos – de enxergar direito. Foi criada para desenvolver ações que visem a gerar e administrar meios e recursos que propiciem aos jovens em situação de vulnerabilidade social uma melhor qualidade de vida. SERVIÇO: Ação Olho Vivo – Fundação Abióptica Datas: 25 e 26 de maio Horários: 25/05 – das 12h às 20h; 26/05 ? das 10h às 18h. Local: Plaza Avenida Shopping Endereço: Av. José Munia, 4775 – Jardim Redentor, São José do Rio Preto – SS   Fonte: Opticanet

Ação promove exame de visão gratuito em Rio Preto

Evento será nesta sexta e sábado em um shopping da cidade Uma ação gratuita vai oferecer testes de qualidade visual em São José do Rio Preto (SP) nesta sexta-feira (25) e sábado (26) em um shopping da cidade. A Ação Olho Vivo pretende orientar a população quanto à necessidade dos cuidados com a visão e diagnósticos preventivos. A triagem visual é gratuita e acontece no Plaza Avenida Shopping. Se identificada alguma dificuldade de leitura, a pessoa será orientada a procurar um especialista. A ação também orienta dos riscos de usar produtos ópticos piratas ou ilegais. O evento é feito pela Fundação Abióptica. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 50% da população mundial apresentam algum tipo de problema visual. Por outro lado, mais de 60 milhões de brasileiros não fazem os exames visuais periódicos. Serviço: Ação Olho Vivo Datas: 25 e 26 de maio Horários: 25/05 – das 12h às 20h; 26/05 – das 10h às 18h Local: Plaza Avenida Shopping Endereço: Av. José Munia, 4775 – Jardim Redentor, Rio Preto   Fonte: G1

Ar seco aumenta conjuntivite alérgica

A conjuntivite alérgica é um sério problema de saúde pública que se propaga nesta epoca do ano. Isso porque, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que no outono e inverno triplicam as alergias respiratórias: rinite, sinusite, bronquite e asma. Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier de Campinas, a propagação da conjuntivite alérgica neste período do ano está relacionada à maior concentração da poluição típica do ar seco, e ao fato de 6 em cada 10 alérgicos terem a manifestação nos olhos durante as crises de alergia. Para se ter ideia da magnitude disso para a saúde ocular, a estimativa da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai)) é de que 41,8 milhões de brasileiros, ou 20% da população, têm algum tipo de alergia. O oftalmologista afirma que a conjuntivite alérgica se manifesta mais em: crianças que estão com o sistema imunológico em desenvolvimento e por isso são mais suscetíveis às doenças alérgicas; mulheres devido à maior prevalência de olho seco entre elas e ao contato da mucosa ocular com maquiagem e cosméticos, e usuários de lente de contato por causa da reação a algum componente da solução higienizadora. Ao contrário do que algumas pessoas imaginam não é possível desenvolver alergia às lentes que produzidas em material biocompatível com a superfície ocular.   Fonte: Correio do Sul

Mais de 7 mil óculos falsificados são apreendidos em Goiânia

A ação foi deflagrada no Camelódromo Ok, localizado na Praça A, no Setor Campinas, nesta Capital A Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Consumidor, com apoio do GT-3 (Grupo Tático da Polícia de Goiás) e SPTC (Polícia Científica de Goiás), deflagrarou a Operação “Falsa Proteção”, visando resguardar o consumidor contra os males causados pela falsa proteção solar, combatendo a pirataria e delitos contra a relação de consumo, de óculos solares e armações de óculos de grau, após denúncia protocolada pela ABCF – Associação Brasileira de Combate à Falsificação. A ação foi deflagrada no Camelódromo Ok, localizado na Praça A, no Setor Campinas, nesta Capital. Além dos óculos solares e armações de marcas falsificadas, foram encontrados óculos de grau prontos, que eram vendidos sem receita médica, apenas com um precário teste visual. A operação, coordenada pelo Delegado Rodrigo do Carmo Godinho, resultou na apreensão de aproximadamente 12.000 (doze mil) peças de diversas marcas famosas, como: Prada, RayBan, Dior, Miu Miu, Michel Kors, Dolce & Cabbana, Giorgio Armani, Oakley, HB, Gucci, Nike, Ferrari, Puma, Carolina Herrera, Adidas, Ana Hickmann, Hugo Boss, Pólice, Chillibeans, Bvlgari, Emporio Armani, Jimmy, Porsche, Pierre Cardim, entre outras. Ainda, foram encontradas, em uma das lojas, falsificações de relógios das seguintes marcas: Diesel, Invicta, Rolex, Cassio, Puma, Tommy Hilfiger, Adidas, dentre outros. Estima-se o prejuízo causado ao estado seja de aproximadamente R$ 700.000,00 ante o não recolhimento do ICMS. Segundo Rodolpho Ramazzini, diretor da ABCF, ações como a que ocorreu em Goiânia precisam ser intensificadas, já que o contrabando e a pirataria geram à economia naciona a perda de cerca de R$145 bilhões ao ano. “O setor óptico é um dos mais prejudicados. Além das perdas na geração de empregos, renda e riqueza, há a questão da saúde. Produtos de péssima qualidade podem lesar a saúde e a segurança”, alerta o diretor. Diante da evidência de crimes contra as relações de consumo, os proprietários de três lojas foram autuados em flagrante delito, por infringir o art. 7º, parágrafo  único da Lei 8.137/90, cumulado com o  artigo 18, parágrafo 6º, inciso II, do Código de Defesa do Consumidor. Fonte: Optica net

Conjuntivite alérgica em crianças é mais prevalente no Outono-Inverno

15/05/2018 Crianças que apresentam rinite alérgica têm maior risco de apresentar alergias oculares Todos os pais sabem que outono e inverno são sinônimos de agravamento de problemas alérgicos, respiratórios e oftalmológicos, como a conjuntivite alérgica. Esta condição é mais comum entre os meses de abril e setembro e afeta, principalmente, crianças que já apresentam quadros de alergia respiratória, como a rinite. Estima-se que as alergias oculares, como a conjuntivite, afetam de 15 a 20% da população mundial, sendo o clima um dos principais fatores de risco. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as causas mais comuns da conjuntivite alérgica são pó, ácaros e pólen. Segundo a oftalmopediatra, Dra. Marcela Barreira, geralmente a conjuntivite alérgica está associada a um quadro respiratório, como a rinite. “O clima mais frio é o principal desencadeador das crises alérgicas. Isso porque há uma maior exposição aos agentes alergênicos, como pó e ácaros. É muito comum no outono e no inverno, quando as crianças ficam mais dentro de casa e têm um maior contato com cobertores, tapetes e malhas de lã, objetos muito propícios ao acúmulo de pó e ácaros”, observa. Rinite aumenta risco de alergia ocular De acordo com o Estudo Internacional sobre Asma e Alergias na Infância (ISAAC), no Brasil cerca de 29% dos adolescentes e 25% das crianças em idade escolar sofrem com sintomas relacionados à rinite alérgica e, portanto, estão mais suscetíveis a apresentarem também alergias oculares e outras alergias, como dermatites, por exemplo. “Pacientes com conjuntivite alérgica apresentam coceira nos olhos, vermelhidão e secreção. Entretanto, diferentemente da conjuntivite provocada por bactérias ou vírus, a secreção da conjuntivite alérgica é mais clara e a coceira é muito mais intensa. É também um tipo de conjuntivite mais prolongada, mais crônica, diferente dos quadros agudos, característicos das conjuntivites infecciosas”, comenta Dra. Marcela. A oftalmopediatra explica que outra diferença da conjuntivite alérgica para as conjuntivites bacterianas ou virais é o tempo de resolução. “Nas conjuntivites infecciosas o tratamento é rápido e a condição costuma se resolver entre 7 e 14 dias. Já as conjuntivites alérgicas duram mais tempo e o tratamento deve levar em consideração também o tratamento preventivo da alergia para evitar crises”, afirma. Como é feito o tratamento De acordo com Dra. Marcela, assim como todo quadro de alergia, a conjuntivite alérgica tem picos de melhora e de piora e, por isso, dependendo da frequência com que ela aparece, o tratamento pode ir além de antialérgicos e colírios. “Existem crianças que apresentam um quadro um pouco mais intenso e frequente. Se não for tratada corretamente, a conjuntivite alérgica pode causar sequelas, como lesões de córnea”, explica. A escolha do melhor tratamento e a necessidade de cada criança são determinadas pelo oftalmopediatra. Mas, em alguns casos, pode ser necessário o uso de corticoides, por exemplo. Prevenção Se seu filho (a) é alérgico (a), é possível adotar algumas medidas preventivas que ajudarão a evitar o desencadeamento das crises. Veja abaixo: – Mantenha a casa e o quarto das crianças sempre limpos, evitando o acúmulo de pó – Preste atenção principalmente nos bichinhos de pelúcia, que tendem a acumular ácaros e poeira. O ideal é mantê-los guardados, para evitar o acúmulo de poeira – No quarto da criança evite colocar cortinas e tapetes. Se colocar, lave-os a cada 15 dias – Lave as roupas de lã e/ou de frio antes de usá-las. Geralmente são agasalhos que ficam muito tempo guardados, acumulando ácaros e, às vezes, até desenvolvendo mofo – Tome cuidado com o ar condicionado. O filtro deve ser sempre limpo – Em vez de vassouras, prefira o aspirador de pó, que não espalha a poeira no ar e passe um pano úmido no chão em seguida – Lembre-se que travesseiros e colchão também acumulam ácaros. Coloque-os para tomar sol ou use capas antialérgicas Fonte:  https://opticanet.com.br/secao/saude/11860/conjuntivite-alergica-em-criancas-e-mais-prevalente-no-outono-inverno

Gravidez pode afetar a visão da mãe e do bebê

Mulheres não sabem que os hormônios podem afetar a visão, diz pesquisa. O antigo ditado, “ser mãe é padecer no paraíso” inclui alterações na saúde ocular durante a gestação que a maioria das brasileiras desconhece. É o que mostra uma pesquisa feita pelo oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, feita com 745 mulheres de 25 a 60 anos. Das participantes 90% não sabem que as mudanças hormonais na gravidez interferem na saúde dos olhos. Instabilidade de grau O especialista afirma que a visão embaçada é a queixa mais comum das gestantes. Uma das causas, explica, é a maior produção de estrógenos que faz o corpo reter mais água e o cristalino do olho ficar mais espesso. Esta produção oscila e quando cai desidrata o cristalino. ” Este processo instabiliza o grau dos óculos e lentes de contato. Ainda assim, a troca só é indicada dois meses após o parto” afirma. Olho seco e ceratocone A variação hormonal também influi na qualidade e quantidade da lágrima. ” É a síndrome do olho seco que também embaça a visão, provoca coceira, irritação e maior sensibilidade à luz”, afirma. O oftalmologista adverte que o olho seco pode agravar o ceratocone. “A doença degenerativa afina a córnea e reponde por 70% dos transplantes no país. Por isso, todo cuidado para manter os olhos bem lubrificados é pouco”, pondera. A dica do oftalmologista para prevenir o olho seco é incluir na dieta alimentos que contêm ômega 3: semente de linhaça e peixes gordurosos como a sardinha, salmão e bacalhau. “O tratamento é feito com colírio lubrificante e a melhor fórmula depende de uma avaliação médica da lágrima”, salienta. O especialista diz que a única terapia que interrompe a progressão do ceratocone é o crosslink, cirurgia ambulatorial que fortalece as fibras de colágeno da córnea, associando a aplicação de radiação ultravioleta e riboflavina (vitamina B2) Manchas escuras Queiroz Neto afirma que outra alteração ocular que pode ocorrer na gravidez é enxergar manchas escuras. A alteração está relacionada à pré-eclâmpsia, uma emergência médica caracterizada pelo aumento da pressão arterial e inchaço generalizado do corpo. O diagnóstico pode ser feito pelo exame de fundo de olho que diagnostica alterações nos vasos da retina, um dos primeiros sinais da hipertensão arterial. O tratamento é feito pelo oftalmologista em conjunto com o ginecologista e pode impedir a morte da mãe e do bebê durante o parto. Alimentação da mãe pode cegar o bebê “Consumo de verduras e frutas mal lavadas, água contaminada, ovos crus ou leite não pasteurizado durante a gravidez pode contaminar o feto”, alerta Queiroz Neto. Ele explica que o parasita toxoplasma gondii atravessa a placenta e pode causar no bebê importantes causas de perda da visão na infância: glaucoma, doenças inflamatórias na retina, nervo óptico, ou catarata congênita Falha na vacina O oftalmologista alerta que muitas mulheres não tomam as duas doses da vacina contra rubéola quando completam a idade de 1 ano e entre 4 a seis anos. Por isso, não ficam imunizadas contra a doença que pode ser contraída durante a gravidez, expondo o bebê ao risco de nascer com catarata congênita, salienta. O diagnóstico é feito na maternidade pelo teste do olhinho que apesar de barato ainda não é obrigatório em todo o país. Como nos adultos, o único tratamento da catarata infantil é a cirurgia que deve ser feita até 1 ano de idade, pontua. Doenças sexualmente transmissíveis A vida e a visão de milhares de bebês que são contaminados pela bactéria da sífilis, doença sexualmente transmissível, poderia ser salvas se as gestantes fizessem o tratamento com antibióticos assim que recebessem o diagnóstico. “A bactéria atravessa a placenta e pode causar sérios danos na visão como a catarata congênita, além de alterações no coração e cérebro que podem levar à morte. O herpes genital também pode causar a perda parcial da visão do bebê caso a uma ferida se rompa na hora do parto. Fonte: imirante 

Receita emite multas milionárias contra importadores de óculos

Na “Operação Miopia”, deflagrada nesta terça-feira contra importadores de SP, autos de infração lavrados contra 7 empresas de SP já somam mais de R$ 106 milhões em tributos e multas A Receita Federal, por meio da Delegacia Especial de Fiscalização de Comércio Exterior (Delex) de São Paulo, deflagrou nesta terça-feira, 9 de maio, a “Operação Miopia” de combate à sonegação e fraudes na importação de óculos por empresas de São Paulo. Os autos de infração lavrados pelos auditores-fiscais envolvidos na operação já somam, até a presente data, mais de R$ 106 milhões em tributos e multas lançados contra sete importadores devido à sonegação de direitos comerciais incidentes na importação de óculos e tributos correlatos. Outras oito fiscalizações já estão em curso. A expectativa é que se chegue ao total de R$ 150 milhões lançados. As empresas fiscalizadas (que não tiveram seus nomes revelados pela Receita) são acusadas de simular o fracionamento de suas importações, ou importavam as peças avulsas, havendo a necessidade de um mero encaixe ou parafusamento. Trata-se, segundo a Receita, de uma tática utilizada no intuito de fugir do pagamento dos direitos antidumping: as pessoas jurídicas deixaram de declarar a importação de armações e passaram a informar hastes e frontais em uma manobra que acarretou em significativa redução dos tributos devidos, pois, além de não recolherem os direitos antidumping, também sonegaram Imposto de Importação (II) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). As 15 fiscalizações já iniciadas foram abertas apenas em empresas da Grande São Paulo. O conhecimento adquirido e a metodologia de fiscalização desenvolvida pela Delex serão repassados às demais Unidades da Receita Federal, que iniciarão novos procedimentos em todo o território nacional. ENTENDA A FRAUDE A “Operação Miopia” visa garantir proteção ao segmento da indústria brasileira dedicado à fabricação de óculos. A meta é reestabelecer a livre concorrência no mercado, combatendo práticas concorrenciais destrutivas, e também autuar empresas que fraudaram os direitos antidumping incidentes na importação de armações e frentes de óculos, comportamento que já causou grandes prejuízos aos fabricantes nacionais. Condutas comerciais predatórias exercidas por exportadores chineses viabilizaram a entrada no mercado nacional de armações de óculos com preços muito abaixo de seu valor real. Trata-se de uma prática que possui iminente objetivo de prejudicar os fabricantes locais, levando-os à falência, para que, em momento posterior, os importadores consigam se consolidar no mercado e impor novos preços, sem concorrência. A tática comercial combatida é conhecida como “dumping”, cuja prática recorrente foi devidamente comprovada para esse segmento econômico. Em contrapartida, o Brasil determinou a imposição de medidas antidumping por meio da Resolução Camex nº 76, de 30 de setembro de 2013, documento que estabeleceu taxação adicional sobre a importação de armações de óculos. Trata-se de uma conduta protetiva, criada com objetivo de neutralizar os efeitos danosos à indústria nacional que foram causados por importações de produtos cujos preços praticados no mercado interno chinês são significativamente superiores aos de exportação para o Brasil. Ao se esquivarem da correta tributação por meio de fraudes que visaram alterar as características da obrigação tributária e reduzir o montante dos tributos devidos, as empresas fiscalizadas cometeram uma série de crimes, como sonegação e falsidade ideológica. As condutas entendidas como criminosas foram representadas ao Ministério Público Federal para que seja determinada a instauração de inquérito policial, ou mesmo apresentada denúncia criminal contra os envolvidos.   Fonte: Convergencia online 

Cosmética Beleza: acessórios estilosos

A variedade de óculos apresentada na Expo Abiótica 2018, ganhou ainda mais glamour quando exibida por celebridades Considerado pelo presidente da Abiótica, Bento Alcoforado, o maior evento da América Latina e o terceiro do mundo no segmento, a 16ª edição da Expo Abióptica, realizada de 10 a 13 de abril, em São Paulo, reuniu importantes nomes da indústria óptica nacional e internacional, personalidades e referências do setor. Durante os quatro dias de feira, os visitantes encheram os olhos com a inovação dos designs solares e receituários desfilados no Transámerica Expo Center. No estande da GO Eyewear, registramos presenças de famosos que causaram frisson no público ao desfilarem os mais novos modelitos. A apresentadora Ana Hickmann, com sua beleza e simpatia indescritíveis, exibiu os lançamentos de óculos da marca que leva seu nome, com uma coleção que reforça a volta do metal e aposta nas lentes sobrepostas na armação, com design duplo gatinho duplo, que evidencia as sobrancelhas. Na Bulget Occhiali, os óculos com design clássico se mantêm na coleção. Outras opções são as lentes sobre a armação, as de acetato frontal dégradé e hastes em metal vazado desfilados pela atriz Flávia Alessandra. Loiríssima e com um corte mega-atual, a global fez jus à elegância, à ousadia e à modernidade de um Bulget. No caso de Atitude, representada pelas cantoras Aline Barros e Vanessa, a novidade fica por conta das lentes únicas, que deixam os óculos ainda mais fashion. Com madeixas e figurino completamente renovados, Vanessa foi responsável pela fila quilométrica, formada por seus seguidores que disputaram horário e espaço para registrar o momento com a pop star e, claro, conhecerem as exclusividades da coleção. Já a Speedo segue com o sucesso da tecnologia omoplata. Os modelos esportivos foram desenvolvidos para auxiliar na performance atlética e os casuais para os praticantes de atividade física. Os designs foram apresentados pelos esportistas Marcelo Negrão e Gustavo Borges. “As lentes têm proteção ultravioleta e as charneiras omoplata permitem o giro de 360º das hastes”, revela o coordenador de grifes da GO, Daniel Rios.   Fonte: Diario do Nordeste

Por que o varejo ótico brasileiro cresce tanto?

O segmento de Óticas cresceu nos últimos anos estimulado por uma mudança de posicionamento, mas ainda enfrenta desafios para conseguir se consolidar Um hino dos Paralamas do Sucesso cai por terra oficialmente. Em 1984, o vocalista Herbert Vianna desabafava no hit “Óculos” sobre a desaprovação alheia em torno do uso do objeto. Após mais de três décadas do lançamento da música, o mercado de óticas rumou para o sentido oposto e passou por grande transformação. As estratégias de marketing, colocando o acessório como parte essencial da moda, alavancaram a procura pelas armações e lentes. Se no passado usar um par de óculos era visto de forma debochada, hoje ter dois ou mais para usar em ocasiões diferentes é o habitual. O presidente da Abióptica (Associação Brasileira da Indústria Óptica), Bento Alcoforado, reconhece que, nos últimos dez anos, houve crescimento real do setor por conta da inserção da moda na venda dos óculos. De 2006 para 2017, o aumento foi de 172% no faturamento do segmento, passando de R$ 7,7 bilhões para R$ 21 bilhões. “Há uma evolução tecnológica nas lentes e um desenvolvimento extraordinário no design dos óculos. E isso foi acompanhado pelo mercado. É uma grande tendência e fator crucial para continuarmos crescendo”, afirma o economista de 71 anos, à frente da entidade há mais de uma década. As armações de óculos de grau, com design arrojado e diversificado, deram lucro de R$ 7,4 bilhões no ano passado. As vendas dos modelos com grau chegaram a triplicar em comparação a 2006. Na mesma linha, os óculos de sol vieram ainda mais fortes na série histórica, atingindo no ano passado R$ 9,5 bilhões. Considerada um divisor de águas no mercado ótico, a Chilli Beans se inseriu entre os grandes players de forma rápida e com uma proposta inovadora, mexendo com a estratégia das concorrentes, que tiveram de se adaptar à nova fórmula de sucesso nas vendas de óculos instaurada pela empresa. Esqueça os balcões, em que profissionais de jaleco destrancavam e abriam as portas de vidro para mostrar peças ao cliente. O modelo de negócio da Chilli Beans deixou isso no passado. “Nós criamos a inovação no setor. Mostramos que podíamos fazer diferente, e sempre que alguém faz isso força o mercado a se mexer e a repensar seus formatos. Nós mostramos que os óculos de sol podem, sim, ser um acessório de moda”, afirma o CEO e fundador da marca, Caito Maia. “Eu costumo pensar que nós trouxemos o conceito de fast fashion para o mercado ótico antes mesmo de esse conceito estar em evidência no varejo”, conclui. Seja com quiosques espalhados por shopping centers, sejam pelas lojas físicas, que se destacam pela exposição e iluminação das armações em contato direto com os consumidores, a empresa, fundada em 1997, fatura anualmente cerca de R$ 600 milhões com suas 800 franquias espalhadas pelo Brasil e exterior. A companhia almeja ter mais 300 pontos nos próximos dois anos e chegar à marca do R$ 1 bilhão em faturamento nos próximos cinco anos. “Há uma evolução tecnológica nas lentes e um desenvolvimento extraordinário no design dos óculos. E isso foi acompanhado pelo mercado. É uma grande tendência e fator crucial para continuarmos crescendo”, afirma o economista de 71 anos, à frente da entidade há mais de uma década. As armações de óculos de grau, com design arrojado e diversificado, deram lucro de R$ 7,4 bilhões no ano passado. As vendas dos modelos com grau chegaram a triplicar em comparação a 2006. Na mesma linha, os óculos de sol vieram ainda mais fortes na série histórica, atingindo no ano passado R$ 9,5 bilhões. Considerada um divisor de águas no mercado ótico, a Chilli Beans se inseriu entre os grandes players de forma rápida e com uma proposta inovadora, mexendo com a estratégia das concorrentes, que tiveram de se adaptar à nova fórmula de sucesso nas vendas de óculos instaurada pela empresa. Esqueça os balcões, em que profissionais de jaleco destrancavam e abriam as portas de vidro para mostrar peças ao cliente. O modelo de negócio da Chilli Beans deixou isso no passado. “Nós criamos a inovação no setor. Mostramos que podíamos fazer diferente, e sempre que alguém faz isso força o mercado a se mexer e a repensar seus formatos. Nós mostramos que os óculos de sol podem, sim, ser um acessório de moda”, afirma o CEO e fundador da marca, Caito Maia. “Eu costumo pensar que nós trouxemos o conceito de fast fashion para o mercado ótico antes mesmo de esse conceito estar em evidência no varejo”, conclui. Seja com quiosques espalhados por shopping centers, sejam pelas lojas físicas, que se destacam pela exposição e iluminação das armações em contato direto com os consumidores, a empresa, fundada em 1997, fatura anualmente cerca de R$ 600 milhões com suas 800 franquias espalhadas pelo Brasil e exterior. A companhia almeja ter mais 300 pontos nos próximos dois anos e chegar à marca do R$ 1 bilhão em faturamento nos próximos cinco anos.   Fonte: Portal no varejo 

Expo Abióptica 2018 traz inúmeras novidades para o setor

Entre as maiores feiras do setor ópticos da América Latina, a Expo Abióptica aconteceu em São Paulo, no Transamérica Expo Center, entre os dias 10 e 13 de abril. Zelo foi convidada a estar presente no evento, que reuniu marcas nacionais e internacionais, empresários do ramo, executivos e profissionais do segmento. A Abióptica, Associação Brasileira da Indústria Óptica, está entre as mais importantes instituições do segmento brasileiro, com mais de 100 associados que representam 95% das empresas do setor, entre indústrias, importadores, exportadores, distribuidores e varejo. E, para este ano, trouxe novidades em seu evento. Entre elas, o Eyewear Brands, um ambiente dedicado às marcas Premium, onde os visitantes tiveram acesso aos principais óculos referências em luxo e modernidade; o Eyewear Fashion – ala para pequenas empresas e fornecedores em busca de oportunidades no mercado; e o Abióptica 20 anos, espaço voltado à história do setor óptico, onde foi lançado o livro “Abióptica 20 anos”. Sentidos apurados Entre os vários estandes que compunham a exposição o da alemã Zeiss Vision Care chamava atenção, trazendo um layout lúdico, com um circuito interativo que convidava o visitante a embarcar em um tour sensorial. O percurso, realizado em três etapas; olhos de todos, seus olhos e suas lentes, simulava as etapas pelas quais um paciente em consultório oftalmológico passa, do diagnóstico dado pelo médico ao processo de escolha das lentes na óptica, para demonstrar o que a tecnologia da multinacional traz de novo. Entre os destaques do percurso, a ARD – Aberrometria Refratométrica Digital, tecnologia ZEISS para médicos oftalmologistas que detecta com muito mais precisão o grau necessário para os óculos do paciente. “Em apenas um minuto, fornece ao médico o resultado com uma precisão inovadora”, destaca Fabio Del Vecchio, Coordenador de Treinamentos Zeiss. Luxo A Marchon Eyewear, que está entre as maiores designers, fabricantes e distribuidoras de óculos de sol e de receituário, também marcou presença na exposição. Responsável por produzir os óculos de grandes marcas globais do universo de moda, lifestyle e esporte, a Marchon Eyewear representa Calvin Klein, Chloé, Diane Von Furstenberg, Lacoste, Marchon NYC, Nautica, Nike, Nine West, Salvatore Ferragamo e Airlock, e durante o evento apresentou mais de 30 lançamentos para o mercado ótico. Entre os destaques, a Calvin Klein, que traz ao Brasil pela primeira vez alguns óculos assinados pelo novo diretor criativo Raf Simons, que vem mudando o posicionamento da grife americana e atiçando o desejo de quem acompanha moda. Chloé e Salvatore Ferragamo, dois fortes nomes no segmento de luxo, reforçam sua fabricação artesanal italiana e design icônicos, como o modelo Carlina (que você pode conferir na galeria no fim dessa matéria) da grife francesa, um clássico contemporâneo que aparece repaginado com novos detalhes em torno de suas famosas lentes. Entre os grandes, também estava a GO Eyewear, empresa brasileira que cria e desenvolve óculos solares e de receituário, com novidades das 16 marcas do portfólio da companhia – Ana Hickmann, Evoke, Hickmann, Atitude, Speedo, T-Charge, Bulget Occhiali e Jolie -, além das marcas internacionais oriundas da parceria com a italiana Kering Eyewear, firmada no primeiro semestre de 2017. São elas: Cartier Lunettes, Gucci, Bottega Venetta, Saint Laurent, Puma, Alexander McQueen/McQ, Stella McCartney e Boucheron. A atriz Flávia Alessandra, que marcou presença no estande da marca, sinalizou a importância do evento: “Para nós mulheres, apaixonadas por esse acessório, é incrível um evento como esse. Aqui temos uma concentração de tudo o que é tendência, de tudo o que vai apitar durante o ano e podemos fazer parte desse metiê que está ditando a moda”. E, ainda, lembrou sobre sua linha colaborativa com a Bulget, que já existe fazem mais de 5 anos.   Fonte: Revista Zelo 

Junte-se a Abióptica, a mais representativa instituição do setor óptico brasileiro

Principal entidade representativa do setor óptico no Brasil, com mais de 230 empresas associadas e 95% das marcas comercializadas no Brasil
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