Conheça os vencedores do Silmo D’Or 2023

Conheça os vencedores do Silmo D’Or 2023 O Silmo, salão francês de óptica, divulgou a lista de indicados para a edição 2023 do Silmo D’Or, o mais importante prêmio da óptica mundial. Esta é a 30ª vez que acontece a premiação e este ano ela foi dividida em nove categorias. Confira os vencedores: Infantil Etnia Eyewear por Ba-Baaaang! Esporte Marchon por Nike modelo Flyfree Visão Essilorluxottica por Varilux XR Series Morrow por Morrow Eprogressives Material ou Equipamento Saargos por Plenoptika produto Quicksee Free Armação de Receituário de Grifes & Marcas Odlm-Seaport por Carven modelo Cc1086 Vedo Óculos Solares de Grifes & Marcas Odlm-Seaport por Carven modelo Cc4091s Nove Inovação Tecnológica em Óculos Sbrusset & Co por Meyro-Nde Op Óculos Solares de Design Andy Wolf por Blossom col.05 Armação de Receituário de Design Cutler And Gross por 9126 Lunettes Cat-Eye Prêmio Classe Show Veronika Wildgruber com Lane Prêmio Especial do Juri Lafont com Ouvrage Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Italian Trade Agency em parceria com Abióptica seleciona seis associados para irem ao IEE
Faturamento do setor óptico em agosto de 2023 superar o mesmo mês do ano passado em 4%

Faturamento do setor óptico em agosto de 2023 superar o mesmo mês do ano passado em 4% O faturamento do setor óptico em agosto de 2023 superou o mesmo mês do ano passado em 4%. “Isso confirma uma leve tendência de crescimento que projetamos para esse ano sobre 2022 apesar de termos reduzido a estimativa de crescimento no ano para 8,2%”, afirma Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. O faturamento acumulado de janeiro a agosto desse ano é 5,5% superior ao registrado em igual período do ano passado. O relatório detalhado, que a Abióptica disponibiliza somente para os seus associados, mostra porque a perspectiva foi ajustada. Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Abióptica encaminha resultados da Consulta Pública sobre o Custo Brasil
Abióptica encaminha resultados da Consulta Pública sobre o Custo Brasil

Abióptica encaminha resultados da Consulta Pública sobre o Custo Brasil A Abióptica encaminhou os resultados da Consulta Pública sobre o Custo Brasil. O levantamento foi realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) no primeiro semestre de 2023. O objetivo da consulta foi colher contribuições da sociedade civil e do setor produtivo para identificar os entraves que oneram o ambiente de negócios brasileiro. A CNI apresentou contribuições à consulta e sua participação foi destacada no relatório. “Esse documento traz a situação real das empresas frente ao chamado Custo Brasil e balizará as reinvindicações em favor de reformas e políticas públicas”, afirma Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: O varejo mantido em banho-maria e o País perdendo investimento, renda e emprego formal
O varejo mantido em banho-maria e o País perdendo investimento, renda e emprego formal

O varejo mantido em banho-maria e o País perdendo investimento, renda e emprego formal “Não só o varejo, mas também a indústria nacional, em especial de vestuário e itens de consumo de baixo valor, estão sendo mantidos em banho-maria, com perda de investimentos e vendas, gerando prejuízos pela inaceitável protelação de medidas que restabeleçam a equidade competitiva e tributária no mercado.” O tema é recorrente e a ausência de decisão e atitude do governo tem gerado perda de investimentos, vendas, salários e emprego por manter uma situação inaceitável de desigualdade competitiva, prejudicando de forma direta empresas varejistas e a indústria de consumo de itens de baixo valor unitário, em benefício de produtores e varejistas internacionais que podem vender no mercado brasileiro sem pagar Imposto de Importação. Só para resgatar a origem do tema. Já existia um mecanismo que autorizava a importação de itens de baixo valor – de até US$ 50 – sem pagamento de impostos, no espírito de que seriam produtos enviados por pessoas físicas para pessoas físicas como presente ou algo similar. A expansão e evolução inevitáveis do e-commerce em âmbito global por meio dos marketplaces e do chamado cross border fizeram crescer de forma dramática o volume de entrada desses produtos no mercado brasileiro, só que de maneira diferente do espírito da concessão. Empresas sediadas no exterior passaram a promover a venda de produtos de consumo de baixo valor no mercado brasileiro, com toda a força de sua reconhecida competência operacional e investimentos promocionais, sem pagamento de qualquer tipo de imposto. Para complicar ainda mais, a ausência de um efetivo controle na fiscalização de entrada desses produtos fez com que o teto de US$ 50 fosse sistematicamente burlado, pois o sistema conseguia monitorar apenas 2% do que entrava. Como resultado, o apelo de produtos vindos do exterior com baixo valor e com o benefício da isenção fez explodir as vendas em várias categorias, em especial no vestuário. Alertado, o governo acordou e se comprometeu a fechar a máquina de inequidade competitiva. No meio do processo, porém, o próprio governo foi internamente convencido pelo apelo populista de que dar acesso a produtos com preços mais baixos tinha forte adesão da população e recuou de sua intenção de taxar de forma equivalente essa concessão. Como resultado, definiu novos processos com o programa Remessa Conforme e estabeleceu a cobrança de um ICMS de 17%, tendo se comprometido com o setor de varejo a taxar também com o Imposto de Importação tão logo o sistema da Receita Federal estivesse operacional. Ocorre que o tempo está passando e nada acontece, enquanto o duto de inequidade continua aberto e estimulando os que estavam operando de maneira formal a poderem também se ajustar para terem um mínimo de condições de concorrer. É isso mesmo. O governo está estimulando que mais empresas que operavam de maneira formal e recolhiam os impostos no País revejam sua estratégia e passem a operar aproveitando-se da brecha criada. Não será estranho que em pouco tempo mais empresas abram filiais no Paraguai, por exemplo, e passem a trazer produtos produzidos na Ásia, com custos mais baixos, dentro da regra do Remessa Conforme, pagando apenas o ICMS e sem pagar taxas de importação. Isso valerá para todas as categorias possíveis e limitado aos US$ 50, o que representa a esmagadora maioria de compras feitas no país. A consequência direta e objetiva é que o varejo nacional diretamente afetado está deixando de vender, fechando lojas, reduzindo quadros e protelando investimentos. Funcionários dessas empresas estão deixando de receber comissões sobre vendas e reduzindo seus ganhos. A indústria nacional desses produtos está deixando de produzir, reduzindo quadros e baixando a encomenda de matérias-primas e insumos, gerando consequências em toda a cadeia de valor. Indústria e varejo nacionais, vendendo menos, recolherão menos impostos e outro setores, segmentos e categorias terão que pagar mais para fechar a conta dos gastos públicos. Mas é verdade que os desempregados e funcionários com ganhos reduzidos poderão comprar produtos mais baratos pela não taxação da importação. Está institucionalizada a miopia tributária populista. Enquanto muito se conversa e nada se impõe, diversos setores estão perdendo vitalidade e o varejo e a indústria estão sendo mantidos em banho-maria. O País segue orientado pela miopia do apelo popular de curto prazo destruidor do futuro. Bom para a próxima eleição e inconsequente com a Nação. Vale refletir. Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem e publisher da plataforma Mercado&Consumo. *Este texto reproduz a opinião do autor e não reflete necessariamente o posicionamento da Mercado&Consumo. Fonte: Mercado & Consumo Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Silmo divulga vencedores do Silmo d’Or em 1º de outubro
Governança Transformacional – Pacto Global da ONU

Governança Transformacional – Pacto Global da ONU Em setembro de 2020, mais de 1.300 CEOs de empresas de mais de 100 países se reuniram para assinar United in the Business of a Better World: A Statement of Business Leaders for Renewed Global Cooperation. Em 01/06/2021 o Pacto Global da ONU lançou uma nova ferramenta para acelerar a ação empresarial da Governança – G do ESG, com o E de Ambiental e o S de Social. Leitura indispensável! Ela é essencial para entender a urgência e relevância da Governança do ESG, para um melhor futuro imediato da humanidade. “A Governança Transformacional é uma filosofia baseada em princípios — e não um novo conceito jurídico — que apela às empresas para que sejam mais responsáveis, éticas, inclusivas e transparentes como impulsionadoras de uma conduta responsável, de um melhor desempenho ESG e de instituições, leis e sistemas públicos fortalecidos. Isto significa promover uma cultura de integridade, justiça e inclusão para além da formalidade legal – perguntando não apenas o que é legal, mas o que é certo”. “O Quadro Empresarial do ODS 16 visa inspirar as empresas a abraçar o seu papel na governança transformacional, que inclui o fortalecimento do multilateralismo e a reinvenção do contrato social. António Guterres – Secretário-Geral das Nações Unidas” “As empresas podem e devem desempenhar um papel importante na promoção da liderança ética e na construção da confiança entre instituições públicas e privadas, e da confiança nestas instituições por parte da sociedade civil. Sanda Ojiambo – CEO e Diretor Executivo do Pacto Global das Nações Unidas”. Conheça o Sumário Executivo Estrutura Empresarial do ODS 16 – Inspirando Governança Transformacional Responsabilidade Corporativa – Ética nos Negócios. Em outubro de 2017, escrevi artigo com título acima. Nele relacionei 10 dados e datas para embasar a afirmação: “Sabemos que não há negócio e entidade sustentável, sem ética e sem transparência”. Esta afirmação ensejou a pergunta: Então porque tamanha abrangência, intensidade e representatividade das falcatruas no Brasil? Para ler os 10 dados e a conclusão, acesse o artigo. Correlação do artigo de 2017 com o Pacto Global da ONU Faço a correlação para reafirmar que não há resultados e realizações sustentáveis, sem um amplo e efetivo atendimento das metas do ODS 16; destaco a meta 16.5 (combate a corrupção e ao suborno). A prática para atender o ESG e o ODS 16 e suas metas, deve se dar de forma concomitante e completa e se exige a ética nos Negócios. A ética é exigida em nossas conexões com todas as organizações das 4 hélices: academia, empresa, governo, entidades sociais. E fazendo uma analogia, que a prática da ética seja de corpo, mente e alma, nos fazendo lembrar do bom livro: A empresa de corpo, mente e alma, autor, Roberto Tranjan. Concluindo A Agenda 2030 da ONU e seus 17 ODS é de janeiro de 2016, portanto há quase 8 anos. O cumprimento efetivo das 169 metas originais estão ainda muito aquém do estabelecido e estão ainda mais desafiadoras, em função do mundo VUCA / BANI que vivenciamos. Somente com conexões e interconexões com propósitos éticos é que se podem mudar realidades. Sem isso o futuro da humanidade estará irremediavelmente comprometido. A solução, a meu ver, passa mandatoriamente pelas práticas das metas 17.16* e 17.17*, ODS 17. Ary Silveira Bueno Fundador e Diretor da ASPR Presidente do Conselho do SiNEco do Brasil Digital para Todos #aspr #timeaspr #auditoria #consultoria #contabilidade #gestao #servicosfinanceiros Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Fonte: ASPR Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Silmo divulga vencedores do Silmo d’Or em 1º de outubro
Silmo divulga vencedores do Silmo d’Or em 1º de outubro

Silmo divulga vencedores do Silmo d’Or em 1º de outubro A Silmo vai anunciar no dia 1º de outubro os ganhadores da edição 2023 do Silmo d’Or. O júri é presidido pelo designer de moda Nicolas Fafiotte e vai decidir os vencedores nas categorias Criança, Esporte, Visão, Equipamentos, Armações (marcas), Óculos solares (marcas), Inovação tecnológica, Óculos solares (design) e Armações (design). Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: Italian Trade Agency em parceria com Abióptica seleciona seis associados para irem ao IEE
MC Óptica

Italian Trade Agency em parceria com Abióptica seleciona seis associados para irem ao IEE

Italian Trade Agency em parceria com Abióptica seleciona seis associados para irem ao IEE Italian Trade Agency em parceria com Abióptica seleciona seis associados para irem ao IEE – Italian Eyewear Exhibition. O evento será realizado na cidade do Panamá (Panamá) de 30 de novembro a 1º de dezembro de 2023. “Todo grupo de empresários brasileiros que participa de um evento internacional desse porte sempre traz na bagagem informação que vai beneficiar nosso mercado”, analisa Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado. Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 160 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor. Leia também: De olhos nos olhinhos: todos contra o Retinoblastoma
O impacto da confiança no varejo, no consumo, nos investimentos, na renda e no emprego

O impacto da confiança no varejo, no consumo, nos investimentos, na renda e no emprego A confiança dos consumidores atingiu seu nível mais alto desde janeiro de 2019, sinalizando melhorias no varejo e consumo, mas tem um comportamento distinto da confiança empresarial, que tende a declinar, impactando investimentos, geração de emprego e renda. A confiança dos consumidores é fator crítico e influencia a propensão a comprar, consumir e impacta de forma direta o comportamento do varejo, mesmo quando a renda está sob pressão, pois pode ser usado o crédito. E, normalmente, o crescimento da confiança do consumidor antecipa ciclos de expansão de negócios nos setores de varejo e consumo, alternando o comportamento de categorias de produtos. Por outro lado, a confiança empresarial é fator determinante para o aumento ou redução dos investimentos privados, geradores de emprego e renda no País. Por tudo isso, é importante acompanhar e, quando possível, explicar e antecipar o comportamento da confiança empresarial e do consumidor pelos impactos na economia e no mercado. Esse foi um dos temas bastante debatido durante o Latam Retail Show 2023, em diversos painéis, em especial o final com a participação de Abílio Diniz. Quando analisamos o comportamento histórico mais recente desses indicadores, podemos entender os ciclos econômicos e o comportamento desses fatores e, ao mesmo tempo, antecipar o que deve acontecer no futuro mais próximo. Como mostrado no gráfico abaixo, com base nos dados apurados pela FGV-Ibre nos últimos 18 anos, os dois indicadores, confianças empresarial e dos consumidores, caminharam de forma convergente, com exceção de poucos períodos: o mais forte deles, durante a recente pandemia, do início de 2020 até o início deste ano, quando a confiança dos consumidores caiu muito e a do setor empresarial manteve-se mais alta. O crescimento do Índice de Confiança dos Consumidores neste momento é reflexo de uma conjugação positiva de fatores, que inclui a melhoria de curto prazo do emprego, da renda real, a redução da inflação, em especial na alimentação no lar, e o ampliado programas de auxílios sustentado pelo governo. A deflação apurada na alimentação no lar tem forte e direto impacto nas classes de menor poder aquisitivo, que representam a maior parcela da população. O elevado nível de taxas de juros no crédito, a limitada e cautelosa oferta de crédito, a alta inadimplência e o elevado nível de endividamento das famílias, que se alteraram de forma marcante durante o período da pandemia, conspiram para que o índice de confiança não seja ainda maior. Os períodos de maior confiança do consumidor foram os de julho de 2007 a maio de 2008 e depois de abril de 2010 a dezembro de 2013, quando tivemos a maior expansão do varejo e do consumo na história mais recente do País e que marcaram o que ficou conhecido como Período de Ouro desses setores. Do lado empresarial, temos no momento um cenário contrário. A redução das taxas de juros traz uma sinalização, sem dúvida, positiva, tanto quanto a melhoria do emprego e da ocupação, ainda que com forte crescimento do emprego informal. Mas a ainda elevada taxa de juros inibe investimentos e o comportamento fica dividido. É reconhecida a importância do que foi feito na gestão dos juros e seu impacto na queda da inflação, que colocou o País em situação de destaque no cenário internacional, porém, a necessária e cautelosa redução das taxas inibe novos investimentos. Para o setor empresarial mais ligado ao consumo e varejo, os mesmos dados positivos e negativos que impactam o consumidor geram um comportamento também mais cauteloso, em particular a elevada inadimplência e o nível de endividamento das famílias. Mas o maior impacto na confiança empresarial é outro conjunto de fatores, de maior relevância nos médio e longo prazos, que envolve indefinições, dúvidas, impactos e consequências de temas fundamentais para o presente e o futuro do País. Indefinições sérias sobre a reforma tributária e seus impactos diretos em determinados setores, em especial os de comércio e serviços, a retomada das contribuições sindicais dos empregados e a lentidão de tudo que envolve uma reforma administrativa de fato são algumas dessas preocupações. Tanto quanto o intervencionismo do STF em matérias que confirmam aquela colocação de que no Brasil até o passado é incerto, cuja autoria, também incerta, é atribuída a Pedro Malan ou Gustavo Loyola. Para não falar de bizarrices tributárias, como a não taxação de importações de produtos de baixo valor, em flagrante e iníqua concorrência com o varejo e a indústria nacionais, que não podem se beneficiar da mesma benesse promovida pelo populismo de curto prazo. Outros temas relevantes, estruturais e estratégicos também não avançam e têm seu futuro incerto e indefinido. E tudo o que se consegue enxergar é, desde o começo, o compromisso maior com a próxima eleição e não com a nação. Para despertar e potencializar a confiança empresarial que possa gerar investimento, renda e emprego, fatores fundamentais no desenvolvimento sustentável do Brasil, precisamos ter regras claras e transparentes, reforma administrativa que modernize o Estado, uma reforma do Judiciário, que o coloque a serviço do País e não de interesses políticos, e, principalmente, um projeto de longo prazo para a nação. Para despertar e potencializar a confiança empresarial que possa gerar investimento, renda e emprego, fatores fundamentais no desenvolvimento sustentável do Brasil são precisas regras claras e transparentes, reforma administrativa que modernize o Estado, reforma do Judiciário que o coloque a serviço do país e não de interesses políticos e principalmente, um projeto de longo prazo para a Nação. De forma cautelosa, acreditamos que nos curto e médio prazos a confiança do consumidor poderá ainda aumentar e melhorar desempenho do varejo e consumo, mas, enquanto persistir a miopia atual, a confiança empresarial não vai crescer e contribuir para o crescimento sustentável. E permaneceremos reféns de uma equação antiga e superada no mundo moderno dependendo ainda mais da expansão e sustentação do Estado, com elevada tributação, em vez da dinâmica, iniciativas e visão do setor privado. Vale refletir. Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral da Gouvêa
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