“Chega de “análise”: governo tem que acabar com subsídio aos crossborders, já!

governo tem que acabar com subsídio aos crossborders

“Chega de “análise”: governo tem que acabar com subsídio aos crossborders, já! Há meses lemos na imprensa que o Ministério da Fazenda está analisando os efeitos da medida, adotada em agosto, que isentou de impostos federais as compras até US$ 50 feitas por meio dos sites internacionais de e-commerce, os crossborders. Já se passou tempo mais do que suficiente para entender as consequências da medida, que estabeleceu uma falta de isonomia cristalina – enquanto os crossborders pagam apenas 17% de ICMS, o Varejo e a indústria nacional carregam uma carga tributária de mais de 80%. A medida precisa ser revogada, já! Veja por que não há mais o que analisar: • Quando importa produtos do Exterior, a Indústria e o Varejo nacionais pagam ao redor de 109% de impostos, contra apenas 17% dos crossborders. • O IBGE diz que o Varejo de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, por exemplo, teve uma queda acumulada, em 12 meses (até novembro), de 6,4% — enquanto a projeção é de que o PIB tenha crescido mais de 3% em 2023. Política industrial x destruição de empregos Infelizmente, a insistência em manter (ou “permanecer estudando”) este benefício aos crossborders faz o governo mergulhar em um poço de contradições: • O mesmo governo que acabou de lançar uma (meritória) política industrial mantém uma isenção de impostos a sites estrangeiros que ameaça destroçar o varejo e a indústria atuantes no País; • O governo busca o equilíbrio fiscal — e para isso, ameaça até acabar com a desoneração de impostos sobre a folha de pagamentos, o que pode gerar desemprego. Mas por que este mesmo governo não busca recursos para cumprir a meta fiscal cobrando impostos de importação dos crossborders? Estimativas mostram uma perda de arrecadação anual de até R$ 30 bilhões com a isenção – metade do orçamento do Bolsa Família. A imprensa diz que o governo não revoga a isenção aos crossborders porque teme a reação “das redes sociais”. Pois o que pensa o consumidor brasileiro? O Instituto Locomotiva ouviu os brasileiros de todas as idades. Mesmo entre os consumidores dos produtos dos crossborders, 84% afirmam que, “se pudessem escolher comprariam de empresas que gerem trabalho e renda para os brasileiros”. Mas se preferem comprar do Varejo nacional, por que usam os sites estrangeiros? A resposta é óbvia: os crossborders têm preços artificialmente baixos, graças a subsídios para produzir e exportar recebidos no país de origem e, “jaboticaba nacional”, do governo brasileiro! Para encerrar, um apelo ao Governo: se pretende “permanecer analisando” os efeitos óbvios deste desastre decorrente da falta de isonomia tributária, que, enquanto não toma uma decisão, iguale os impostos das empresas nacionais aos dos crossborders. Assim, pela manutenção de empregos dos brasileiros, teríamos tempo para planejar as encomendas do Varejo e a produção da Indústria para o Dia das Mães, 2ª maior data do comércio depois do Natal, no qual já fomos muito prejudicados em 2023. ISONOMIA TRIBUTÁRIA, JÁ!   Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 170 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.   Leia também: Entidades citam “desigualdade tributária” por compras internacionais  

Abióptica firma parceria Feiras e Congressos como agência oficial

Abióptica firma parceria Feiras e Congressos

Abióptica firma parceria Feiras e Congressos como agência oficial A Abióptica firmou parceria com a Feiras e Congressos como agência oficial da Expo Óptica 2024. “Já trabalhamos em anos anteriores com a Feiras e Congressos e a resposta do nosso público à sua atuação tem sido muito satisfatória”, afirma Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. A Feiras e Congressos vai centralizar todo o suporte aos visitantes e expositores em passagens aéreas, reserva de hospedagem, aluguel de carro e entretenimento. Para os expositores que planejaram eventos durante a Expo Óptica 2024, a agência também vai oferecer suporte na seleção e cotação de salas e preços diferenciados para hospedagem de grupos. Para conhecer os serviços e valores, CLIQUE AQUI!   Sobre Expo Óptica 2024 A Expo Óptica chega a mais uma edição consolidada como o maior evento do setor óptico na América Latina e vai celebrar seus 20 anos em 2024 com uma exposição maior e melhor! Serão mais de 120 expositores em um ambiente propício para os principais representantes da óptica mundial apresentarem aos profissionais do mercado toda a gama de novidades, inovações e tendências.   Saiba Mais

Entidades citam “desigualdade tributária” por compras internacionais

Entidades citam “desigualdade tributária” por compras internacionais

Entidades citam “desigualdade tributária” por compras internacionais As entidades empresariais criticam a demora em decidir sobre o fim da isenção de impostos para vendas de até US$ 50 de sites estrangeiros. Veja mais no link publicado no portal Poder360. Saiba mais!   Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 170 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.   Leia também: Quem é contra a nova política industrial é contra o Brasil  

Abióptica divulga mapa de distribuição do setor óptico

Abióptica divulga mapa de distribuição do setor óptico

Abióptica divulga mapa de distribuição do setor óptico A Abióptica divulgou o mapa de distribuição do setor óptico brasileiro. O levantamento mostra onde e quantas são as unidades de varejo, os laboratórios e as fábricas por região do Brasil. “Trata-se de um levantamento estratégico e fundamental para quem precisa planejar suas ações em uma apresentação simples de ser visualizada”, diz Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abiópica. O material é de acesso exclusivo aos associados à entidade.   Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 170 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.   Leia também: Vendas do varejo em dezembro de 2023 crescem 4,3% sobre dezembro de 2022  

Agilize sua visita à Expo Óptica 2024!

Agilize sua visita à Expo Óptica 2024

Agilize sua visita à Expo Óptica 2024! Para agilizar a visita a Expo Óptica 2024, no pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo, a Abióptica criou o serviço de transfer gratuito. São seis rotas que terão como pontos de partida pontos estratégicos da cidade como a estação do Metrô Portuguesa-Tietê, os aeroportos de Congonhas e Guarulhos e os hotéis oficiais do evento. Fique de olho no site www.expooptica.com.br para saber mais sobre o serviço gratuito de transfer na Expo Óptica 2024.   Sobre Expo Óptica 2024 A Expo Óptica chega a mais uma edição consolidada como o maior evento do setor óptico na América Latina e vai celebrar seus 20 anos em 2024 com uma exposição maior e melhor! Serão mais de 120 expositores em um ambiente propício para os principais representantes da óptica mundial apresentarem aos profissionais do mercado toda a gama de novidades, inovações e tendências.   Saiba Mais

Vendas do varejo em dezembro de 2023 crescem 4,3% sobre dezembro de 2022

Vendas do varejo em dezembro de 2023 crescem 4,3% sobre dezembro de 2022 As vendas no mercado de varejo em dezembro de 2023 cresceram 4,3% sobre dezembro de 2022. O levantamento está no relatório do Índice Cielo do Varejo Total Ampliado (ICVA) e mostra que o E-commerce cresceu 4%  e o varejo físico ampliou suas vendas em 4,4%. “Essa quase equivalência de crescimento entre as duas modalidades de venda mostra que o consumidor não teve uma preferência nítida sobre como comprar”, analisa Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. O macrossetor de Bens Duráveis e Semiduráveis apresentou aumento de 0,9% e o de Bens Não Duráveis cresceu 2,3%. Já o macrossetor Serviços recuou 2,5%. Na análise por regiões brasileiras a única que apresentou queda foi o Centro-oeste: 0,6%.   Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 170 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.   Leia também: Parceria ITA e Abióptica seleciona empresas para a MIDO  

Por que participar da Expo Óptica 2024?

Por que participar da Expo Óptica 2024?

Por que participar da Expo Óptica 2024? Porque é o maior e mais importante evento do varejo e da indústria óptica da América Latina. “Os mais de 120 expositores são as empresas que mais se destacam no setor e estarão lá para mostrar novidades em estilo e tecnologia que são fundamentais para quem faz parte desse ambiente de negócios”, explica Ambra Nobre Sinkoc, diretor Executiva da Abióptica. A Expo Óptica 2024 também é o maior polo de conhecimento e formação do varejo e indústria óptica na América Latina. “Capacitar é algo importante para formação de profissionais e a feira oferece várias formas”, diz a executiva. De 10 a 13 de abril serão realizadas oficinas, palestras e workshops com os mais variados e importantes temas do setor. “É só vir e escolher a forma de ampliar seus conhecimentos em favor do desenvolvimento do seu negócio”, conclui.   Sobre Expo Óptica 2024 A Expo Óptica chega a mais uma edição consolidada como o maior evento do setor óptico na América Latina e vai celebrar seus 20 anos em 2024 com uma exposição maior e melhor! Serão mais de 120 expositores em um ambiente propício para os principais representantes da óptica mundial apresentarem aos profissionais do mercado toda a gama de novidades, inovações e tendências.   Saiba Mais

Quem é contra a nova política industrial é contra o Brasil

Quem é contra a nova política industrial é contra o Brasil

Quem é contra a nova política industrial é contra o Brasil Novo plano para indústria se assemelha ao que tornou o Brasil a grande referência do agronegócio e tem ações direcionadas aos desafios postos pelo cenário atual! Abastece com etanol? Compra remédio mais barato? Viaja num dos aviões mais modernos e seguros do mundo? Consome proteína animal que abastece o mundo ou eletricidade com motores elétricos? Temos celulose com sustentabilidade e crédito de carbono? Agradeça à política industrial. O que nos leva ao acalorado debate que temos observado a partir do lança mento da Nova Indústria Brasil, em 22 de janeiro, sobre se o Estado deve exercer maior ou menor papel em conduzir os caminhos para o desenvolvimento do país. Afinal, do que trata e o que pretende a Nova Indústria Brasil e por que ela deve ser apoiada não só pela indústria? De forma resumida, seu fio condutor é alinhar agentes públicos e privados para posicionar o Brasil frente aos desafios contemporâneos. Isso se dá por meio de quatro temas transversais: inovação, produtividade, descarbonização e export tações, tendo a indústria como elemento central na indução de um novo ciclo de desenvolvimento econômico e social. A adoção de políticas públicas focadas na indústria tem uma explicação simples. Seja nas economias mais desenvolvidas ou no Brasil, é ela que detém capacidade de dinamizar cadeias produtivas e outros setores da economia. É também na indústria que mais se oferta e consome inovação, na qual se agrega valor ao produto nacional e se encontram os melhores empregos. Este raciocínio moderno mostra uma conexão oportuna entre o desenho das missões contidas na nova política industrial e os desafios do Brasil real. Parte da premissa de que existem problemas sistêmicos que afetam o setor produtivo e que, se solucionados, toda a sociedade colherá os benefícios desse esforço. Afinal, se um setor econômico cresce, cresce a reboque a economia e, com isso, há efeitos positivos sobre o mercado de trabalho, a renda e a qualidade de vida do cidadão. Tome-se como exemplo o velho desafio da baixa produtividade enfrentado pela indústria brasileira, mal que acomete de forma ainda mais intensa as empresas de pequeno e médio portes. Faz sentido, portanto, que os eixos Mais Produtividade e Mais Inovação e Digitalização, do Plano Mais Produção, busquem direcionar e coordenar ações e recursos para solucionar um problema transversal, com R$ 246 bilhões em financiamento. Já os efeitos das mudanças climáticas nos afetam como sociedade. É compreensível, portanto, que o poder público busque coordenar agentes públicos e privados em torno de ações estruturadas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, de se promover a transição para uma matriz energética mais limpa e eficiente e de desenvolver a bioeconomia a partir da riqueza dos recursos naturais. Ou, ainda, de fortalecer o complexo produtivo da saúde para reduzir a vulnerabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS) frente à alta concentração da produção de insumos médicos e farmacêuticos em países da Ásia. Não é difícil recordar a escassez de produtos básicos, como álcool em gel, luvas de látex e princípios ativos de medicamentos, quando a pandemia de covid-19 provocou um desarranjo das cadeias globais de produção. Estabelecer uma missão de política industrial com esse foco e objetivo faz todo sentido e a Nova Indústria Brasil acerta ao definir essa prioridade. Àqueles que avaliam a Nova Indústria Brasil olhando pelo retrovisor, cabe recordar bons exemplos de política industrial que contribuíram para consolidar importantes setores da nossa economia. No campo do complexo industrial da saúde, um exemplo recente e bem-sucedido de política industrial pautada pelo conceito de missão é do medicamento genérico, na década de 1990, que ampliou o acesso da população a remédios mais baratos. O Pró-Alcool, por sua vez, na década de 1970, colocou o Brasil na vanguarda da produção de biocombustíveis e pavimentou uma estrutura produtiva e de pesquisa e inovação sólida e que é referência mundial. A Embraer, terceira maior empresa de aviação comercial do mundo, serve de âncora para uma avançada base industrial, tanto na aviação civil como na militar. Vale lembrar que o Brasil é uma potência agroindustrial porque compreendeu, como política de Estado, que investir em inovação e tecnologia é o caminho para promover o desenvolvimento de um setor econômico como um todo. Tal como a que tornou o Brasil a grande referência do agronegócio, a nova política vai no mesmo sentido, mas com o foco na indústria, de forma transversal e com programas e ações direcionados aos desafios postos pelo cenário atual econômico, ambiental e geopolítico. Em reação a esse mesmo cenário, as indústrias dos Estados Unidos, da União Europeia, do Reino Unido e do Japão estão recebendo US$ 6,8 trilhões em políticas industriais. Se nesses países os objetivos não se alcançam sozinhos, nossa situação é ainda mais difícil, pois partimos de um ambiente de negócios que custa às empresas R$ 1,7 trilhão ao ano em Custo Brasil e de um spread bancário de 27,4%, diante de uma média mundial de 7,3%. Na Nova Indústria Brasil, são R$ 300 bilhões a serem empregados ao longo de quatro anos, ou R$ 75 bilhões ao ano, com impacto fiscal adicional zero. São recursos já previstos no orçamento do governo federal, seja nos fundos que alimentarão o programa, como o FNDCT, o FUST e o FAT, seja via captação internacional – como a ocorrida em novembro de 202 3, cuja demanda pelos títulos excedeu a oferta em três vezes. Em suma, as linhas de financiamento previstas na nova política industrial não custarão um centavo a mais para o contribuinte, não demandarão despesas novas e não será preciso alterar os valores já previstos para acomodar as medidas anunciadas. Para efeito de comparação, o Plano Safra promete em apenas um ano R$ 364 bilhões, sem comprometer o equilíbrio fiscal do país e com resultados positivos para o desenvolvimento do agronegócio. Por esses motivos, a indústria está profundamente engajada com essa agenda. Vamos trabalhar para que os recursos empregados se convertam em desenvolvimento produtivo, crescimento econômico, empregos e renda

Parceria ITA e Abióptica seleciona empresas para a MIDO

Parceria ITA e Abióptica seleciona empresas para a MIDO

Parceria ITA e Abióptica seleciona empresas para a MIDO A ITA, em parceria com Abióptica, selecionou associados da entidade para participarem da MIDO 2024. As empresas são Brazil Comex, Protus, Pollen, NV Acessórios, Jaguar e Visie Brasil. O evento acontece de 3 a 5 de fevereiro de 2024, em Milão, mas os participantes terão acesso a um encontro prévio exclusivo já no dia 2 de fevereiro.  “Estar na MIDO é saber de forma detalhada quais serão as tendências do mercado mundial óptico”, diz Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica que completa: “além de ser o momento oportuno de se renovar parcerias e abrir novas portas para os negócios”. O programa da ITA inclui acomodação para quatro noites, passagens aéreas (Brasil-Itália-Brasil), serviços de transfers, almoço e coffee break durante os dias da feira. Além do evento de networking e acesso ao Buyer Lounge VIP. Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado.   Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 170 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.   Leia também: OWP Educação e Olyra vão ao evento Pós NRF 2024  

OWP Educação e Olyra vão ao evento Pós NRF 2024

OWP Educação e Olyra vão ao evento Pós NRF 2024

OWP Educação e Olyra vão ao evento Pós NRF 2024 A OWP Educação e Olyra vão ao Retail Trends, o evento Pós NRF 2024, que acontece no dia 31 de janeiro, no teatro Bradesco em São Paulo. As empresas venceram o sorteio promovido pela consultoria Gouveia de Souza em parceria com a Abióptica. O evento mostra as principais tendências do mercado e traz os debates que aconteceram durante a NRF 2024, que aconteceu de 14 a 16 de janeiro em Nova Iorque. “É a chance única de acessar a experiência da NRF sem precisar sair do país, “ afirma Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. Mais informações entrar em contato com [email protected] e aplique para ser um associado.   Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 170 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.   Leia também: Prime Cases leva tecnologia sustentável à Mido 2024  

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