Abióptica oferece subsídio de 50% no transporte de lojistas para Expo Abióptica 2018

20/03/2018 Atuantes do setor óptico vindos de municípios com até mil quilômetros de distância da Expo Abióptica 2018, que acontece na capital paulista, podem solicitar subsídio de 50% no transporte à Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica) para visitar o evento, que acontece entre os dias 10 e 13 de abril, no Transamérica Expo Center, região sul de São Paulo. Entre as cidades que estão sempre presentes na exposição e que utilizam as caravanas, estão: Araçatuba, Araras, Barueri, Caçapava, Cosmopólis, Franco da Rocha, Leme, Marília, Bauru, São Carlos, São Joaquim da Barra, São Sebastião, Sorocaba, Taquarituba, Itararé, Itupeva, Taubaté, Ourinhos (em São Paulo) além de Curitiba, Cascavel e Londrina (no Paraná). O benefício das caravanas é voltado para grupos com mais de dez pessoas. O transporte será feito de ônibus, micro-ônibus ou van e os interessados devem entrar em contato pelo e-mail [email protected] para obter mais informações e para conhecer as regras. Atrações Como em todos os anos, a Expo Abióptica vai oferecer muitas oportunidades de capacitação para os profissionais do setor, com temas indicados pelos próprios associados, em pesquisa realizada pela Abióptica. Assim, as tradicionais palestras do Saber Abióptica abordarão assuntos relacionados à marketing, vendas, gestão de pessoas, motivação e tendências. Também haverá apresentações de Painéis de Discussões com debates sobre mercado, envolvendo importantes players do setor; já o Espaço Saúde Ocular da Fundação Abióptica disponibilizará uma prestação de serviço com ações e orientações relacionadas aos cuidados com a visão. No entanto, a grande novidade será o lançamento do Clube Abióptica de Benefícios. A iniciativa é uma plataforma de serviços que oferecerá vantagens aos micro e pequenos varejistas, como descontos em produtos ópticos e outros inúmeros serviços, tais como planos de saúde, passagens aéreas, hospedagem, locação de veículos, entre outros. A adesão pode ser realizada durante a Expo Abióptica e o empresário já poderá sair usando os benefícios. A meta, durante a exposição, é cadastrar cerca de sete mil empresas do varejo óptico. “Além de oferecer muitos benefícios, a intenção é aproximar a Abióptica dos mais de 23 mil pontos de vendas espalhados pelo Brasil e fortalecer a relação entre todos os elos da cadeia óptica”, destaca Bento Alcoforado, presidente da Abióptica. Esta edição trará ainda o Eyewear Brands – ambiente dedicado às marcas Premium, onde os visitantes terão acesso aos principais óculos referências em luxo e modernidade; o Eyewear Fashion – ala para pequenas empresas e fornecedores que estão em busca de oportunidades no mercado; e o Abióptica 20 anos – espaço voltado à história do setor óptico e ao lançamento do livro “Abióptica 20 anos”. Neste ano, a exposição também ganhará uma passarela, por onde passarão as principais novidades, e lançará o Prêmio Visionários da Óptica, que reconhecerá em 2019 o profissional, a empresa e jovem talento do segmento óptico. Campanha 2018 Para este ano, o evento abordará o tema “A hora é agora” – uma referência ao mercado óptico que nos últimos meses recuperou seu crescimento. Segundo Alcoforado, 2015 e 2016 foram anos de inúmeras dificuldades para a economia brasileira e no setor óptico não foi diferente. “No entanto, o faturamento cresceu 7,4% em 2017, na comparação com o ano anterior, e as vendas totalizaram R$ 21,04 bilhões. Foi o primeiro aumento desde 2015”, conta. Ainda sem projeção oficial, a associação acredita que o ritmo será mantido, ou seja, esperam crescimento torno de 7% no faturamento do setor, já no primeiro semestre de 2018.   Fonte: http://www.diarioinduscom.com/abioptica-oferece-subsidio-de-50-no-transporte-de-lojistas-para-expo-abioptica-2018/

Surtos de conjuntivite se espalham em vários pontos do país

Previna-se! Surtos de conjuntivite se espalham em vários pontos do país. A conjuntivite pode ser viral, bacteriana, alérgica ou tóxica com sintomas bastante semelhantes. 30% dos brasileiros costumam se automedicar quando percebem os sintomas. Olhos vermelhos, lacrimejamento, coceira, sensação de corpo estranho, queimação, fotofobia e visão borrada são os sintomas da conjuntivite, inflamação da conjuntiva, que é a membrana que recobre a esclera, da parte branca dos olhos e a face interna das pálpebras. Segundo o oftalmologista de São Paulo Leôncio Queiroz Neto, a doença acontece o ano todo, mas no verão aglomerações água contaminada das piscinas e praias, excesso de filtro solar e compartilhamento de teclados em empresas facilitam o aumento de casos. Ele explica que a conjuntivite pode ser viral, bacteriana, alérgica ou tóxica com sintomas bastante semelhantes, mas tratamentos diferentes. O problema é que o 30% dos brasileiros costumam se automedicar, hábito que chega a 40% no verão conforme um levantamento feito pelo oftalmologista. Tratamentos Queiroz Neto ressalta que o problema é que os sintomas da conjuntivite alérgica, frequentemente causada pela penetração do filtro solar nos olhos, e da viral são idênticos – coceira, olhos irritados, fotofobia e visão borrada e secreção aquosa. Mas a alérgica pode ser tratada com colírio anti-histamínico e para conjuntivite viral é indicado o uso de colírio anti-inflamatório. Nos dois casos recomendada aplicação de compressas frias para aliviar os sintomas. Já a conjuntivite bacteriana provoca uma secreção amarelada. O especialista diz que o tratamento é feito com colírio antibiótico também por uma semana.O oftalmologista ressalta que o uso prolongado de colírio anti-inflamatório é perigoso pois geralmente contém corticóide que aumenta o risco de surgir catarata e glaucoma. Por outro lado, adverte o uso indiscriminado de antibióticos pode causar resistência da bactéria à medicação o que dificulta a cura.

Mercado óptico perde 50% de arrecadação com o comércio ilegal de produtos piratas Paraíba RádioBlog

Os óculos têm se tornado um acessório de moda indispensável para os brasileiros que adoram variar o look com armações diferenciadas. E, para manter o estilo em dia, muitos optam em adquirir armações e lentes falsificadas em camelôs, e acabam deixando a saúde de lado. Tanto que, segundo a ABIÓPTICA, a associação que representa as empresas do mercado nacional, estima-se que, apenas em 2016, cerca de R$ 9 bilhões de reais, de um total de R$ 19,6 bilhões, foram provenientes desses produtos ilegais. Muitas vezes, por economia, o consumidor compra óculos em lugares sem procedência para pagar mais barato e ter o acessório para, supostamente, voltar a enxergar melhor e ficar na moda. Com isso, ele não tem noção do perigo que está provocando à saúde dos olhos, afirma Arione Diniz, presidente e fundador das Óticas Diniz maior rede de varejo óptico do País. Outro agravante da falsificação é que traz maiores prejuízos à sociedade. Quem lida com esses itens também contribui para a sonegação de impostos, já que quase a metade do faturamento do segmento óptico vem da pirataria. E isso atrapalha o crescimento do mercado, além de favorecer o desenvolvimento de doenças oculares que podem levar a perda da visão, pois a armação e as lentes do comércio popular ilegal não têm a mesma procedência e garantia que as óticas oferecem, explica o executivo. Em tempos de crise, a preferência por óculos pirateados tende a aumentar entre os brasileiros. Nos últimos dez anos, os órgãos fiscalizadores apreenderam mais de 80 milhões de unidades de produtos ópticos falsificados, de acordo com a ABIÓPTICA. É fácil entender o motivo. Com pouco dinheiro no bolso, o consumidor abre mão da qualidade para ter o seu acessório, ainda que falsificado, mas se esquece que o material destes itens é frágil, pode descascar e quebrar. Ou seja, as perdas são enormes para todos, principalmente para quem utiliza o objeto, analisa Diniz. Sobre as ÓTICAS DINIZ Fundada no centro da capital maranhense por Arione Diniz, em 1992, as Óticas Diniz são, hoje, a maior rede do varejo óptico do Brasil e a única marca de ópticas 100% nacional que está presente com mais de 1.000 unidades em todo o País. Seu mix diversificado de produtos e soluções para a saúde visual conta com as melhores opções em lentes e óculos de grau e solares, incluindo as principais marcas do mercado. Entre elas a sua bandeira própria DNZ EyeWear, sinônimo de autenticidade, liberdade e autoconfiança para quem não abre mão do conforto e da espontaneidade. Além disso, oferece aos seus clientes um ambiente aconchegante e acolhedor, bem como um atendimento exclusivo e personalizado que preza pela qualidade e que já é referência entre os brasileiros. www.oticasdiniz.com.br

Setor ótico chega à marca de R$ 21 bilhões. Conheça franquias para investir na área

Previsão do setor é crescer 5% em 2018. Franquias representam cerca de 13% dos 26 mil pontos de venda no varejo Depois de dois anos em queda, o setor ótico cresceu 7,4%, em 2017, chegando à marca de R$ 21 bilhões. A estimativa é da Abióptica, que engloba toda a cadeia produtiva do setor, como fabricantes e laboratórios. Para abrir uma franquia do setor, há opções a partir de R$ 15 mil. Conheça XXseteXX redes de óticas para investir. Operando há cinco anos no modelo de franchising, a Mercadão dos Óculos abriu 60 novas unidades no ano passado (2017), e pretende inaugurar outras 70 neste ano. Com foco nas classes C e D, a rede cresceu com a migração de usuários. “No setor de alimentação dizemos que quem tinha um ticket de R$ 80 caiu para R$ 50; o de R$ 50 caiu para R$ 30, e o de R$ 30 passou a trazer marmita de casa. No segmento ótico aconteceu a mesma coisa”, explica Gustavo de Freitas, diretor executivo da marca. Das 192 unidades franqueadas da Mercadão, hoje, cerca de 90% são lojas de rua. O investimento inicial da franquia parte de R$ 95 mil. A rede aproveita o fato de trabalhar com marcas prórias, entre produtos fabricados e importados pelo Mercadão. “Como o nosso produto é marca própria, a gente pode oferecer qualidade sem precisar pagar royalties [cobrados pelas grifes”] As grifes foram as grandes responsáveis, nos anos 1990, pela migração do óculos como um produto funcional para tornar-se um artigo fashion, explica o presidente da Abióptica, Bento Alcoforado. Este processo de transformação e crescimento seguiu por todos os anos 1990 e 2000. E segue firme, principalmente em mercados emergentes, como o Brasil. “Em 2010, na Europa, um estudo indicou que a América Latina, impulsionada pelo Brasil, iria ultrapassar o mercado da Europa Ocidental ao final de dez anos”, lembra Bento. A tendência foi interrompida pela crise econômica e política brasileira. Mas deve voltar para este rumo nos próximos anos. Para 2018, a entidade prevê um crescimento de 5% no setor. Dos cerca de 26 mil pontos de venda que existem no Brasil, o número de unidades vinculadas a franquias ainda é pequeno (cerca de 13%). A norte-americana Nys Collection chegou no Brasil em com modelos de loja e quiosque pensados para shopping, com investimento inicial a partir de R$ 68 mil. No ano passado, a rede lançou a primeira franquia de óculos home-based do Brasil. O franqueado não tem ponto comercial, e leva os produtos dentro de uma mala. O foco deste modelo é em óculos de sol, e o investimento inicial fica em R$ 15 mil. 1 – NYS Collection Quiosque  Investimento Inicial: de R$ 68,5 mil a R$118,5 mil Taxa de franquia: R$ 30 mil Capital de giro: R$ 30 mil Royalties: 15% sobre a compra Taxa de publicidade: 2% sobre a venda Área mínima: 2 mts x 1,10 mt a 4 mts x 1,10 mts Número de funcionários: 3 Faturamento Bruto Mensal: R$ 28 mil (modelo smart) a R$ 40 mil (modelo premium) Lucro médio mensal: de 15% sobre o faturamento líquido Prazo de Retorno: 18 meses a 24 meses Home-Based  Investimento inicial total: R$ 15 mil Taxa de franquia: R$ 5 mil Capital de giro: R$ 3 mil Royalties: 15% do valor das compras Taxa de publicidade: 2% do valor das vendas Faturamento médio mensal estimado: R$ 4,5 mil Retorno sobre investimento estimado: de 6 a 8 meses Mais informações no site da empresa: http://bit.ly/2FvXJGz 2 – Mercadão dos Óculos  Investimento Inicial: de R$ 95 mil e R$ 115 mil Taxa de franquia: de R$ 35 mil a R$ 55 mil Capital de Giro: de R$ 20 mil a R$ 30 mil Área média para Instalação: 25 m² a 60 m² Tipo de negócio: Ótica Ano de fundação: 2012 Ano de fundação do franchising: 2013 Número de funcionários: 4 Número de unidades próprias: 3 Número de unidades franqueadas: 190 Royalties: 5% sobre o faturamento Taxa de publicidade: 2% Faturamento médio da unidade: R$ 50 mil Lucro médio mensal: de 15% a 25% do faturamento Prazo médio para retorno: de 18 meses a 24 meses Mais informações no site da empresa: http://bit.ly/2HkcIUh 3 – Óticas Carol Instalação: em torno de R$ 800 a R$1,2 mil o metro quadrado para lojas de rua. Já as de shopping, em torno de 50% a mais. Projeção de abertura em 2018: 190 lojas Taxa de franquia: até R$ 50 mil Royalties: 4% do faturamento bruto Capital de Giro: 4 a 6 meses do faturamento médio esperado Faturamento Médio mensal: R$ 70 mil Lucro Médio Mensal: 12% a 18% Prazo de retorno: em torno de 24 a 36 meses Mercadoria inicial: a partir de R$ 65 mil Mais informações sobre a empresa: http://bit.ly/2HleFzR 4 – Mercadótica Investimento inicial: R$ 150 mil a R$210 mil Taxa de Franquia: R$ 40 mil Instalações: R$ 60 mil a R$ 90 mil Capital de Giro: R$ 50 mil a R$ 80 mil Royalties : 5% (sete por cento) sobre faturamento bruto Taxa de Publicidade (FPP): 2% (dois por cento) sobre faturamento bruto Faturamento Médio Mensal: R$ 35 mil a R$ 80 mil Retorno: 18 a 30 meses (em média) Tempo de Contrato: 5 anos (60 meses)   Fonte: Gazeta do povo 

Abióptica vai mapear lojistas pelo Brasil

Para ajudar a mapear um dos segmentos mais pulverizados do varejo, a associação das óticas pretende lançar em abril o Clube Abióptica de Benefícios. Por meio de uma plataforma, o objetivo e oferecer vantagens aos associados e obter informações relevantes sobre o segmento no Brasil. A novidade será lançada no mês que vem durante a Expo Abióptica 2018. “Além de oferecer benefícios, a intenção é aproximar a Abióptica dos mais de 23 mil pontos de vendas espalhados pelo Brasil”, diz o presidente da Abióptica, Bento Alcoforado. Os benefícios envolvem mais de 500 marcas fornecedoras para a cadeia. A adesão é gratuita, feita por meio da internet.    Fonte: DCI

Marco Luque estrela campanha bem-humorada de combate à pirataria das Óticas Diniz

Rede aposta nos personagens “Silas Simplesmente” e “Ed Nerd” para abordar os perigos do uso de óculos falsos. Em março, as Óticas Diniz — maior rede do varejo óptico do Brasil — comemoram o mês de Combate à Pirataria em mais uma campanha com veiculação nacional. Marco Luque, da Globo, foi o escolhido para protagonizar o novo filme da marca por meio de “Silas Simplesmente” e “Ed Nerd”, dois dos papeis mais populares da carreira do humorista. Para Leandro Escudeiro, gerente de Marketing da rede, o objetivo é transmitir a mensagem de forma efetiva, sem parecer clichê. “Queríamos tratar o tema de um jeito que realmente chamasse a atenção das pessoas. E nada melhor do que usar o humor para isso, ainda mais com um dos grandes nomes do stand-up comedy brasileiro da atualidade”, destaca. Ainda segundo o executivo, o filme é bem diferente de tudo o que as Óticas Diniz já fizeram antes. “Pirataria é coisa séria, mas pode ser abordada com leveza e sutileza para alertar sobre os perigos do uso de produtos falsos, principalmente de óculos, que é uma questão de saúde. Sem dúvida, o carisma dos personagens de Marco Luque vai atrair o público”, afirma. Nos vídeos de 30” e 15”, o taxista “Silas Simplesmente” transporta e conversa com “Ed Nerd” durante a corrida. O motorista conta que tem um passageiro que oferece acessórios piratas, e o rapaz que sabe tudo de internet fica surpreso, mas “Silas” responde: “Pirata aqui never! Silas é simplesmente original”, e que só compra óculos de grau e de sol com garantia e confiança nas Óticas Diniz. Depois de apresentada a mecânica promocional do período, “Ed Nerd” finaliza: “Vou comprar e destruir todos os piratas”. Criada pelo Grupo RÁI — um dos maiores grupos independentes de comunicação do país –, a campanha de Combate à Pirataria também pode ser conferida no PDV, além dos canais da TV aberta e de PayTV, entre eles, GNT, Multishow, SporTV, Viva, Megapix, Universal, GloboNews, ID, TLC, Fox, FX, Fox Life, TNT, Space, Esporte Interativo, Warner, Sony, AXN, History, Cinemax, Discovery Channel, Discovery Kids, Discovery H&H e todos os Telecines. O filme também pode ser acessado nas plataformas digitais das Óticas Diniz no YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=F4WzfB7wxfA&feature=youtu.be), no Facebook (https://pt-br.facebook.com/oficial.oticasdiniz/) e no Instagram (https://www.instagram.com/oticasdiniz/). Pirataria.: Anunciante: Diniz Franchising Administração Ltda. | Agência: RÁI Publicidade Ltda.| Produto: Óculos | Título: Pirataria | Duração: 30” e 15” | Formato: HD | VP de criação: Mauricio Cavalcanti | Diretor de criação: Ricardo Domingues | Criação: Ricardo Domingues e Maurício Cavalcanti |Roteiro: Mauricio Cavalcanti | RTV: Rose Jimenes | Produtora executiva: Rose Jimenes | Atendimento: Roberta Mendes, Renata Silveira e Mariana Oliveira | Produtora de imagem: YAD 18 | Diretor de cena: Thiago Vieira Bozzo | Direção de fotografia: Bruno Tiezzi | Montador: Caio Martins / Mateus Avila | Fotografia: Sergio Still é Sergio Chvaicer| Finalização: Renato Montoro | Aprovação cliente: Leandro Escudeiro | Produtora de Áudio: Lucha Libre.

Herpes ocular: períodos de estresse intenso favorecem a doença

Apesar de haver tratamento para o herpes ocular, a doença ainda é incurável. Trata-se de uma infecção provocada pelo mesmo vírus do herpes labial, o herpes simplex (HSV). Existem mais de 80 tipos de vírus do herpes, mas uma coisa eles têm em comum: percorrem os nervos até se alojarem numa terminação nervosa, onde passam períodos de inatividade. Quando acomete lábios e pele, o diagnóstico do herpes é bastante fácil. Mas quando o vírus atinge os olhos, a doença pode ser mal diagnosticada e tratada indevidamente – aumentando os riscos, inclusive, de o paciente perder a visão. De acordo com Renato Neves, médico oftalmologista e diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, é preciso ter bom conhecimento para distinguir o herpes ocular do herpes zoster (causado pelo vírus da varicela), de determinadas infecções, e até mesmo de uma intoxicação ocular provocada por medicamentos. Assim como o herpes labial, que pode surgir novamente quando a imunidade da pessoa está em baixa, dados da Academia Americana de Oftalmologia (AAO) revelam que, depois do episódio inicial, há 27% de chance de acontecer novamente dentro de um ano, 50% em cinco anos e 63% em 20 anos. “Infecções recorrentes incomodam muito os pacientes, já que a doença pode surgir na infância e voltar a ocorrer de tempos em tempos. Vale ressaltar que o herpes ocular pode acometer qualquer camada dos olhos, mas as manifestações mais comuns incluem blefarite (inflamação das pálpebras), conjuntivite folicular (causada por alterações da própria mucosa) e ceratite (inflamação da córnea). Outro ponto importante e que precisa ser esclarecido: o herpes ocular nada tem a ver com o herpes genital, que é uma doença sexualmente transmissível”, diz Neves. O médico explica que geralmente a pessoa entra em contato com o vírus herpes simplex ainda na infância – mas a doença pode se manifestar muitos anos depois, em períodos de estresse intenso ou baixa imunidade. “Em determinados casos, a criança é tratada de uma infecção moderada. O vírus invade os olhos e chega ao gânglio trigeminal, onde encontra condições ideais para se instalar e se tornar latente. Ao longo da vida, principalmente quando a pessoa passa por episódios traumáticos, esse vírus faz o caminho de volta para a córnea e se manifesta como herpes ocular. O tratamento imediato com medicamentos antivirais específicos ou antibióticos interrompe a multiplicação do vírus e impede que a doença continue destruindo as células epiteliais”. Embora o estresse seja um gatilho importante para a manifestação da doença, o oftalmologista afirma que problemas de saúde bucal, queimaduras de sol, traumas e períodos pós-cirúrgicos também podem desencadear novos episódios de herpes ocular. “Mais da metade da população mundial já entrou em contato com esse vírus. O importante é que a doença seja devidamente diagnosticada e tratada, a fim de não se agravar. Em casos mais severos, o tratamento indicado é o transplante de córnea.”

Mercadão dos Óculos abre unidades em Santa Bárbara dOeste e Itapecerica da Serra

Próxima de completar 200 unidades, a Mercadão dos Óculos, rede de franquias de óticas, inaugurou em fevereiro mais duas unidades no estado de São Paulo: uma em Santa Bárbara d’Oeste e outra em Itapecerica da Serra. As novidades se juntam às mais de 70 lojas da marca em São Paulo, região onde o Mercadão dos Óculos possui maior presença. Atualmente, a empresa conta com 190 franquias abertas em todo Brasil. O objetivo é atingir 600 unidades até 2020. “Em 2017, a marca faturou R$ 80 milhões e abriu 57 novas franquias pelo país, sendo 43 no Estado de São Paulo, onde muitos franqueados inauguraram a segunda unidade”, afirma Gustavo de Freitas, diretor executivo do Mercadão dos Óculos. Em Santa Bárbara d’Oeste, a jornalista e apresentadora Chris Flores, que assina uma linha exclusiva de óculos solares e armações do Mercadão dos Óculos, convidou os moradores da região por meio de um vídeo publicado na internet. “Olá pessoal de Santa Bárbara d’Oeste, aqui é a Chris Flores e estou convidando todo mundo para passar na loja do Mercadão dos Óculos. É o melhor preço do mercado, pode ir lá conferir”, disse. A unidade está localizada na rua Limeira, 1786, Parque Zabani, telefones 19 3629-6601 e 19 98711-7252. Na Grande São Paulo, a loja de Itapecerica da Serra se une às demais franquias da região, como em Taboão da Serra, São Bernardo do Campo, Santo André, Guarulhos, Diadema, dentre outras, oferecendo mais opções de atendimento ao cliente. A unidade fica na ladeira Capitão Moraes, número 78, Centro, telefones 11 4559-5430 e 11 99301-5048. Com preços que variam entre R$ 19,90 e R$ 239,90, o Mercadão dos Óculos atende as classes C e D. Para ser um proprietário de uma franquia da marca o investimento inicial varia entre R$ 95 mil e R$ 115 mil. O prazo de retorno estipulado é de 18 a 24 meses.

Usar lentes de contato em demasia pode causar até doença grave

Se você é um usuário constante de lentes de contato, saiba que é preciso ter cuidado para evitar danos aos olhos. As lentes corretivas podem substituir os óculos, entretanto, a falta de limpeza ou o uso contínuo (sem tirar nem para dormir) são fatores que contribuem para o desenvolvimento de algumas condições oculares que podem ser graves.A estimativa do governo dos Estados Unidos é de que cerca de 6% dos 33 milhões de usuários de lentes de contato apresentam algum problema nos olhos, todos os anos. De acordo com a oftalmologista Tatiana Nahas, da Santa Casa de São Paulo, é normal receber pacientes que usam as lentes corretivas queixando de algo nos olhos. “Independente do material, forma de uso ou tecnologia, o fato é que a lentes de contato alteram a fisiologia dos olhos. Essas mudanças, no geral, não são importantes. Mas, em certas situações, podem levar a quadros potencialmente graves. Mesmo que a pessoa seja uma usuária há muitos anos, precisamos levar em conta que há fatores ambientais e físicos interagindo constantemente”, esclarece a especialista.Entre um dos principais e mais graves problemas relacionados ao uso de lentes de contato está a ceratite bacteriana. “O uso de lentes de contato é o principal fator de risco para o desenvolvimento desta condição. Em pessoas que usam lentes de forma contínua, ou seja, que não fazem a colocação e a retirada diariamente, o risco é 10 a 15 vezes maior. Ou seja: não durma de lentes”, alerta a oftalmologista.Ainda conforme Tatiana Nahas, a ceratite pode progredir muito rápido e, quando não tratada, há risco de provocar lesões na córnea que, em casos mais graves, pode levar à diminuição da capacidade visual. Quando isso acontece, o único recurso disponível para recuperar a visão é o transplante de córnea.A médica explica que as complicações estão ligadas à falta de higienização, manutenção e bom uso das lentes. “Esses processos previnem a formação de depósitos de sujeira que provocam desconforto e turvação visual, além de aumentarem o risco de aderências de micro-organismos nas lentes de contato”, afirma a especialista. O grande problema de dormir com a lente, de acordo com Tatiana, é que o fechamento das pálpebras durante o sono impacta na falta de oxigenação na córnea, condição que aumenta o risco de adesão de micro-organismos no acessório e, consequentemente, de uma infecção.A ceratite tem sintomas bem específicos. A dor é um deles, pois a córnea é cheia de nervos. Além disso, a pessoa terá uma importante sensibilidade à luz, a visão ficará borrada, podendo ainda apresentar vermelhidão, lacrimejamento e sensação de ter algo grudado nos olhos. Tratamento A melhor coisa a se fazer é procurar, como mostra a oftalmologista, é procurar ajuda profissional. Depois da confirmação do quadro, o tratamento é feito com colírios antibióticos, lubrificantes, além do controle do desconforto ocular.As lentes de contato podem ser práticas, mas quem as usa tem que ter consciência da importância de seguir as recomendações do médico, do fabricante e fazer corretamente a limpeza e a manutenção. Além destes cuidados, é preciso evitar usar as lentes em piscinas ou no mar, assim como visitar o médico regularmente.

Marcas de óculos investem no varejo

Fabricantes brasileiros de óculos têm investido na abertura de franquias, para melhorar sua rentabilidade com a venda direta ao consumidor. As companhias optam principalmente por quiosques, que têm custo de investimento mais baixo em comparação a lojas tradicionais. A GO Eyewear, fabricante brasileira de óculos, começou a fazer a venda direta de suas marcas por meio da rede varejista Atitude Point, da qual é sócia majoritária. A Atitude Point foi criada em 2015 e passou a abrir unidades de franquia em 2017. A varejista fechou 2017 com 41 unidades, sendo duas lojas e 39 quiosques, e receita de R$ 12,5 milhões. Para 2018, a meta é abrir 18 quiosques e elevar a receita para em 20%, para R$ 15 milhões. Marcelo Teixeira, gerente nacional da Atitude Point, prevê abrir unidades em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O investimento inicial gira entre R$ 120 mil e R$ 150 mil e a taxa de retorno é de 16%. “A GO tem milhares de modelos de óculos. É possível adaptar o mix de produtos em cada quiosque, de acordo com o perfil do shopping center e sem competir diretamente com as lojas que são clientes da fabricante”, afirmou Teixeira. O executivo também disse que, nas lojas tradicionais, a oferta de óculos de sol não passa de 5% do total de armações disponíveis. No quiosque, é possível oferecer mais opções ao consumidor. Joyci Lin, presidente da Go Eyewear, disse que as vendas da fabricante no ano passado cresceram 25% em volume. O aumento deveu-se à expansão de dois dígitos nas vendas para grandes redes de óticas e ao fechamento de um acordo com a Kering, segunda maior empresa de luxo do mundo, atrás da LVMH, para a venda de marcas de luxo de óculos no Brasil. A GO passou a distribuir as marcas Gucci, Bottega Venetta, Saint Laurent, Puma, Alexander McQueen e Stella McCartney no Brasil. “Nos últimos dois anos, os varejistas estavam desanimados. Mas hoje, as redes estão voltando a investir na abertura de lojas”, disse Joyci. Ela estima que as vendas totais da GO, incluindo venda para outros varejistas, crescerão 15% neste ano em volume. A executiva disse que vê crescimento mais forte principalmente em marcas de valor agregado mais alto e de luxo. “Os consumidores que em anos anteriores trocaram óculos por armações de preços mais baixos estão voltando a buscar produtos mais premium neste ano.” A venda direta ao consumidor tem sido feita há mais tempo no Brasil pela Chilli Beans. Há 20 anos no mercado, a companhia fechou 2017 com 800 unidades no país, entre lojas e quiosques, e abertura de 73 unidades. Caito Maia, presidente da Chilli Beans, disse que a meta é chegar a 900 unidades neste ano. Em receita, a companhia cresceu 8% no ano passado, para R$ 653 milhões. Para 2018, a companhia prevê uma expansão de 8%, para 706 milhões. “Estou empolgado com a entrada de 2018, as vendas no começo do ano ficaram acima da média do mercado”, afirmou Maia, sem citar números. O executivo disse que a companhia segue reforçando a oferta de óculos de preços mais baixos – R$ 139,80 o par. Com isso, tem ampliado as vendas. “No ano passado, essas linhas responderam por 9% das vendas totais. Neste ano, devem representar 15%”, disse Maia. Na Chilli Beans, 20% dos produtos são fabricados localmente e 80% são importados. Setor cresceu 7,4% em receita em 2017, para R$ 21 bilhões. Para 2018, a expectativa é de um avanço de 10% Outro fabricante em expansão é o Mercadão dos Óculos, de São José do Rio Preto (SP). Em 2017, a companhia abriu 60 lojas nas regiões Sudeste e Sul do país e atingiu uma receita de R$ 80 milhões. Gustavo Freitas, diretor-executivo do Mercadão dos Óculos, disse que a meta da companhia para 2018 é abrir pelo menos 70 lojas e obter um aumento de 50% na receita da rede, que já conta com 187 unidades. A meta é chegar em 2020 com 600 lojas em todo o país. O Mercadão dos Óculos opera com lojas de 35 a 40 metros quadrados. O investimento inicial médio é de R$ 200 mil. “O que mais tem motivado a expansão de lojas hoje é a procura dos próprios franqueados para abrir mais lojas”, afirmou Freitas. O executivo disse que o mercado de óculos voltou a crescer desde o segundo semestre de 2017. E a rede apresenta aumento de vendas acelerado por causa da sua proposta de valor. “O consumidor não paga por marca, por luxo do shopping. A marca própria nos permite oferecer preços mais competitivos”, disse o executivo. As armações são vendidas a partir de R$ 19,90. Os óculos prontos são vendidos a partir de R$ 50. O Mercadão dos Óculos produz em torno de 25% das linhas em São José do Rio Preto. O restante é importado da Ásia. Outra fabricante que começou a investir no varejo é a Suncode, de óculos de sol. Fundada no fim de 2016 por Makoto Ikegame e Pedro Ortega, a Suncode fabrica óculos de sol em Campinas (SP) e vende exclusivamente pela internet. Os óculos são vendidos a preços a partir de R$ 155 o par. “Se fosse incluir royalties de fábrica, margem de importador, de distribuidor e da ótica, os óculos iam custar o triplo do preço”, disse Ortega. O comércio eletrônico foi aberto em 2017 e tem previsão de receita de R$ 2 milhões neste ano. A decisão dos fabricantes ópticos de abrir lojas segue uma tendência mundial das empresas de bens de consumo. Não por acaso, a Luxottica, maior empresa mundial de óculos, comprou em janeiro de 2017 a Óticas Carol, por EUR 110 milhões (R$ 386,6 milhões). A Luxottica já era dona da rede Sunglass Hut no Brasil, com cerca de 100 lojas. A Óticas Carol é a maior rede do Brasil, com 950 lojas. Procuradas, a Óticas Carol e a Luxottica não quiseram comentar sobre seus resultados no país em 2017. De acordo com a Abióptica, após

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