Associados Abióptica têm condição especial para o evento O Novo Processo de Importação

Os associados da Abióptica têm condição especial para participar do evento O Novo Processo de Importação, promovido pela Aliança Procomex – Aliança Pró Modernização Logística de Comércio Exterior. O encontro será dia 7 de outubro. O evento reunirá representantes dos setores público e privado para debater as alterações no processo de importação e a migração do modelo anterior para o novo, incluindo as alterações no modelo de fiscalização. “O encontro é uma importante oportunidade de atualização e troca de experiências, abordando os principais impactos dessa alteração, os avanços já alcançados, os desafios operacionais e as oportunidades de aumento da eficiência, conformidade e competitividade das empresas”, diz Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. Os associados terão 10% de desconto na inscrição, utilizando o cupom ABIOPTICAASSOCIADOSNPI26. O Novo Processo de Importação será no WTC – Av. das Nações Unidas, 12551 – Brooklin Novo, São Paulo – SP. A programação pode ser acessada clicando aqui! Fonte: Aliança Procomex Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Desenvolve SP faz webinar com Abióptica

A Desenvolve SP, agência de fomento do Governo do Estado de São Paulo, vai realizar uma webinar com a Abióptica para mostrar alternativas de crédito e financiamento. O encontro será dia 29 de setembro, às 10h. “A iniciativa tem por objetivo apoiar o crescimento e a competitividade das empresas, abrindo oportunidades para modernizar operações, ampliar a capacidade produtiva, investir em tecnologia e equipamentos, reforçar o capital de giro e viabilizar novos projetos de expansão”, explica Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. Durante a webinar, especialistas da Desenvolve SP apresentarão as principais linhas disponíveis para empresas e informações a respeito de: • Financiamento para investimentos e expansão; • Aquisição de máquinas, equipamentos e tecnologia; • Capital de giro; • Modernização e aumento de produtividade; • Condições, prazos e critérios das diferentes linhas; • Orientações práticas sobre como solicitar o crédito. Fonte: Desenvolve SP Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Abióptica compartilha Ranking IRTT TOP 300 do Varejo Brasileiro – Edição 2026

A Abióptica está compartilhando o Ranking IRTT TOP 300 do Varejo Brasileiro – Edição 2026. O levantamento é feito pelo Instituto Retail Think Tank e reúne informações relevantes sobre o desempenho, a estrutura e as principais transformações em curso no varejo nacional. O estudo mostra um varejo resiliente mesmo diante de um ambiente econômico desafiador, com as empresas do TOP 300 somando aproximadamente R$ 1,3 trilhão em vendas em 2025. O levantamento não separa Óticas, Joias, Bijoux, Bolsas e Acessórios em categorias distintas e destaca como características desse grupo a forte presença de franquias, a construção de marcas consolidadas, a presença nacional, a oferta de serviços e a operação digital. Fonte: Instituto Retail Think Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Business Insights from Italy tem conexão com mercado óptico brasileiro

A Business Insights from Italy, publicação da The European House – Ambrosetti, tem muitos pontos de conexão com o mercado óptico brasileiro. O material, produzido em colaboração com instituições italianas, apresenta uma leitura atualizada do cenário econômico, dos investimentos e das políticas de estímulo empresarial na Itália. “O Brasil é um mercado estratégico para o eyewear italiano, embora as exportações italianas para cá tenham recuado 13,8% em 2025”, diz Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica, que completa: “O acordo União Europeia–Mercosul poderá alterar a dinâmica competitiva entre os dois mercados nos próximos anos”. A Abióptica compartilha o material completo com exclusividade para seus associados. Fonte: The European House – Ambrosetti Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
TJ-SP mantém entendimento sobre Portaria que trata de consultórios de optometria

A 12ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) rejeitou, por unanimidade, os embargos de declaração apresentados pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) em processo que discute a Portaria CVS nº 06/2025. A decisão, de 25 de agosto de 2026, manteve o entendimento de que a norma não regulamenta o exercício da profissão de optometrista, mas estabelece requisitos sanitários para o funcionamento de consultórios no Estado de São Paulo. A Abióptica compartilha a decisão com seus associados por sua relevância para o setor óptico e optométrico. Segundo o entendimento do TJ-SP, a Portaria permanece dentro dos limites da competência sanitária estadual, sem invadir a competência privativa da União para legislar sobre condições para o exercício profissional. Fonte: TJ – SP Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Abióptica defende equilíbrio e diálogo na discussão sobre o fim da escala 6X1

Impacto no setor, formado em sua maioria por pequenos negócios, poderá ser de aumento de custos de mão de obra da ordem de 25% A discussão sobre o fim da escala 6×1 traz para o centro do debate um tema legítimo e importante: a busca por melhores condições de trabalho e maior qualidade de vida para os trabalhadores brasileiros. Entendemos, no entanto, que uma mudança dessa dimensão não pode ser analisada de forma isolada ou conduzida de maneira apressada. Estamos falando de uma alteração estrutural nas relações de trabalho, com impactos diretos sobre empresas, trabalhadores, geração de empregos, custos operacionais, produtividade e, consequentemente, sobre toda a economia. No setor óptico, essa reflexão merece atenção especial. Temos uma cadeia formada majoritariamente por micro e pequenas empresas, além de milhares de estabelecimentos comerciais que operam em ruas, centros comerciais e shopping centers, com jornadas de funcionamento que incluem noites, finais de semana e feriados. Estudos realizados pela Abióptica indicam que, no varejo óptico, inclusive nas lojas localizadas em shopping centers, uma eventual alteração da escala nos moldes atualmente discutidos poderá representar um aumento de aproximadamente 25% nos custos com mão de obra. É um impacto extremamente relevante para um setor formado, em grande parte, por pequenos negócios e que já opera sob forte pressão de custos e margens. Esse dado demonstra por que qualquer mudança precisa considerar as particularidades de cada atividade econômica. Uma redução de jornada que não venha acompanhada de mecanismos de adaptação poderá exigir ampliação significativa das equipes apenas para que as empresas consigam manter os mesmos horários de atendimento e funcionamento. Defender melhores condições para o trabalhador não pode significar colocar em risco a sustentabilidade das empresas que geram esses empregos. Da mesma maneira, preservar a competitividade das empresas não pode significar ignorar as transformações nas relações de trabalho e as legítimas expectativas das pessoas por maior equilíbrio entre vida profissional e pessoal. É justamente por isso que esse debate precisa fugir de posições simplistas. Acredito que o caminho mais responsável passa pelo diálogo entre trabalhadores, empresas, entidades representativas e poder público, considerando as diferentes realidades econômicas e setoriais do país. Setores distintos possuem necessidades distintas, e a legislação precisa permitir flexibilidade para que jornadas e escalas possam ser construídas de maneira adequada a cada atividade. Também consideramos fundamental que qualquer eventual mudança seja implementada de forma gradual, com período de transição, previsibilidade e segurança jurídica. Uma transformação dessa magnitude precisa permitir que as empresas reorganizem suas operações, revejam processos, invistam em produtividade e se adaptem sem comprometer empregos ou sua própria sustentabilidade. Mais do que simplesmente discutir o fim de uma escala, precisamos discutir como tornar o trabalho no Brasil mais produtivo, moderno e equilibrado. Países que conseguiram reduzir jornadas de forma sustentável fizeram esse movimento acompanhado de ganhos de produtividade, qualificação profissional, tecnologia e novas formas de organização do trabalho. A Abióptica entende que avanços nas relações de trabalho são importantes e necessários, mas devem ser construídos com responsabilidade e visão de longo prazo. Precisamos encontrar uma solução que concilie qualidade de vida, produtividade, competitividade das empresas e preservação dos empregos. Esse equilíbrio é possível. Mas ele exige diálogo, conhecimento da realidade de cada setor e, sobretudo, responsabilidade para que uma mudança criada com o objetivo de melhorar a vida das pessoas não produza, como consequência indesejada, redução de oportunidades de trabalho e maior fragilidade para quem empreende e gera empregos no Brasil. Ambra Nobre Sinkoc – diretora Executiva e presidente Estatutária da Abióptica Informações à imprensa: Fernando [email protected] Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
DO DIA DA INDEPENDÊNCIA AO DIA DA DEPENDÊNCIA

Coalizão Prospera Brasil critica sanção de texto aprovado pelo Congresso e alerta para aumento da desigualdade competitiva entre produtos nacionais e importados A Coalizão Prospera Brasil, formada por 25 entidades representativas da indústria, do varejo e dos trabalhadores, manifestou preocupação com a sanção do texto aprovado pelo Congresso Nacional para a Medida Provisória nº 1.357/2026. Segundo o grupo, a medida amplia as vantagens tributárias concedidas às pequenas encomendas internacionais e pode favorecer a substituição da produção brasileira por produtos importados, especialmente os comercializados por plataformas asiáticas. Em pronunciamento divulgado após a decisão, a coalizão classificou simbolicamente o momento como um “Dia da Dependência”, em contraposição às recentes celebrações do Dia da Independência. A avaliação das entidades é de que o tratamento tributário concedido às compras internacionais não oferece condições equivalentes às enfrentadas pelas empresas que produzem e comercializam mercadorias no Brasil. O documento também critica a velocidade da tramitação da matéria na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Para as entidades, uma decisão com potenciais reflexos sobre milhões de empregos, milhares de empresas e famílias brasileiras deveria ter sido precedida de discussão mais aprofundada e de uma análise ampla dos impactos sobre a atividade produtiva nacional. A Coalizão Prospera Brasil argumenta que indústria e varejo nacionais já enfrentam um cenário competitivo desfavorável, marcado por juros elevados, complexidade tributária, problemas de infraestrutura, encargos regulatórios e custos de produção. Ao mesmo tempo, segundo o pronunciamento, grandes plataformas e produtores asiáticos operam com vantagens relacionadas à escala, subsídios, incentivos e capacidade produtiva excedente. Na avaliação das entidades, a sanção não cria esse desequilíbrio, mas pode aprofundá-lo. O documento aponta como sinais desse cenário a queda da produção nos segmentos têxtil e de confecção, a redução dos empregos formais e o avanço das importações no mercado brasileiro. O posicionamento ressalta que a mobilização não representa oposição ao comércio eletrônico, à tecnologia ou às plataformas internacionais. A reivindicação central é pela adoção de condições tributárias, regulatórias e de fiscalização equivalentes para empresas nacionais e estrangeiras que comercializam produtos para consumidores brasileiros. A coalizão também relaciona a defesa da produção nacional à manutenção do emprego e da renda. O argumento apresentado é de que a perda de postos de trabalho afeta não apenas a capacidade produtiva do país, mas também o consumo, já que trabalhadores desempregados passam a contar com menor renda disponível. O pronunciamento afirma ainda que a independência econômica depende da preservação da capacidade produtiva brasileira e critica um modelo baseado na substituição de fábricas por estruturas logísticas, da produção nacional pelas importações e dos empregos brasileiros por postos de trabalho gerados no exterior. Apesar da derrota durante a votação no Congresso, as entidades afirmam que continuarão atuando em defesa da produção, do empreendedorismo, do trabalho e do consumidor brasileiros, com foco na busca por condições mais equilibradas de concorrência no mercado nacional. A Coalizão Prospera Brasil reúne 25 entidades, entre elas associações dos setores calçadista, têxtil, óptico, farmacêutico, varejista e de shopping centers, além de sindicatos industriais e organizações representativas dos trabalhadores. A relação apresentada no documento inclui Abicalçados, Abit, Abvtex, Abióptica, Assintecal, Abrafarma, Abrasce, CNDL, IDV e UGT, entre outras organizações. Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Eyewear Intelligence discute como as óticas poderão se transformar nos próximos anos

Como as óticas poderão se transformar nos próximos anos? A resposta para essa pergunta faz parte da reflexão desenvolvida pelo periódico Eyewear Intelligence, parceiro da Abióptica, que compartilha seu conteúdo com os associados. Mais do que falar sobre tecnologia, a matéria sugere pensar na evolução do próprio modelo de negócio das óticas. O texto aborda a evolução questionando se a ótica continuará sendo predominantemente um lugar para escolha e compra de óculos ou passará a ocupar um espaço muito mais amplo na jornada de saúde visual e bem-estar do consumidor. Fonte: Eyewear Intelligence Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Abióptica condena articulação pela aprovação da Medida Provisória 1.357

Medida vai zerar imposto de importação de encomendas internacionais de até US$ 50; Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva e presidente Estatutária da entidade, alerta que MP prejudica o comércio legal e regulado de itens para a saúde e a segurança da população Recebemos com profunda preocupação e indignação o acordo anunciado para viabilizar a aprovação da Medida Provisória nº 1.357/2026, permitindo zerar o Imposto de Importação sobre encomendas internacionais de até US$ 50. Não consideramos razoável e muito menos justo que empresas brasileiras, que investem, empregam, recolhem impostos, cumprem normas técnicas, sanitárias, trabalhistas e regulatórias e contribuem diariamente para o desenvolvimento do País, sejam obrigadas a competir em condições tão desiguais com produtos estrangeiros. Não estamos discutindo uma posição contrária à concorrência. Concorrência saudável é necessária e faz parte de qualquer economia moderna. O que não podemos aceitar é uma concorrência artificialmente desequilibrada pelo próprio Estado. Enquanto indústria e varejo brasileiros convivem com elevada carga tributária, juros, burocracia, custos operacionais e inúmeras exigências de conformidade, cria-se uma vantagem adicional para mercadorias importadas que, em muitos casos, não estão submetidas às mesmas obrigações exigidas das empresas instaladas no Brasil. E este não é um problema apenas do varejo. A indústria brasileira também vem sofrendo forte pressão do crescimento das importações tradicionais e, simultaneamente, do avanço acelerado das encomendas internacionais realizadas por plataformas digitais. O resultado é perda de mercado, redução da atividade produtiva, adiamento de investimentos e, principalmente, risco para empresas e empregos brasileiros. No setor óptico, nossa preocupação é ainda maior. Falamos de produtos que, além da questão econômica, estão relacionados à saúde visual e à segurança dos consumidores. O cumprimento de normas e requisitos de conformidade não pode representar um custo apenas para quem produz e comercializa formalmente no País, enquanto produtos estrangeiros acessam o mesmo consumidor em condições diferentes. É preciso coerência. Se entendemos que a carga tributária brasileira é excessiva, e sabemos que é, devemos trabalhar para reduzir impostos e o Custo Brasil para todos, especialmente para aqueles que produzem, investem e geram empregos aqui. Desonerar ainda mais o produto importado sem oferecer condições equivalentes para a produção e o comércio nacionais não resolve o problema tributário brasileiro. Apenas amplia uma assimetria já existente. O consumidor pode enxergar, em um primeiro momento, um preço menor. Mas precisamos olhar além do benefício imediato. Sem empresas fortes, não existem investimentos. Sem investimentos, não existem empregos. E sem empregos e renda, não existe consumo sustentável. Defendemos um ambiente de negócios aberto, competitivo e moderno. Mas também somos a favor, com a mesma convicção, da isonomia tributária, regulatória e concorrencial. Quem disputa o mesmo mercado e o mesmo consumidor precisa estar submetido a condições minimamente equivalentes. Concorrência, sim. Privilégio competitivo criado pela desigualdade tributária e regulatória, não. Ambra Nobre Sinkoc – diretora Executiva e presidente Estatutária da Abióptica Informações à imprensa: Fernando [email protected] Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Abióptica compartilha a pesquisa Consumer Trends Brasil 2026

A Abióptica está compartilhando a pesquisa Consumer Trends Brasil 2026, que revela aspectos relevantes sobre o comportamento do consumidor e quais as tendências do mercado de varejo no País. “O trabalho reforça a existência de um cenário onde o consumidor está mais informado, mais conectado e mais orientado quanto ao valor dos produtos, o que exige adaptação contínua das estratégias comerciais e de relacionamento”, explica Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva a Abióptica. A Consumer Trends Brasil 2026 mostra que o consumidor brasileiro busca simultaneamente preço baixo, promoções, qualidade e experiência de compra. Além disso há o forte avanço do chamado atacarejo assim como o crescimento consistente das vendas online. Outros aspectos que a pesquisa traz é que promoções, programas de fidelidade e marcas próprias ganham protagonismo na decisão de compra. E que há um crescente uso de inteligência artificial no processo de compra, como no momento de comparar preços e conhecer recomendações. Fonte: Consumer Trends Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
