Minas Óptica 2026 reúne mercado óptico em Belo Horizonte com negócios, tendências e conteúdo

Evento será realizado de 12 a 14 de novembro, no CenterMinas Expo, e aposta na combinação de exposição de marcas, networking, palestras e debates sobre o futuro do setor. Belo Horizonte será ponto de encontro de empresários, lojistas, fornecedores e profissionais do setor durante a Minas Óptica 2026, que acontece nos dias 12, 13 e 14 de novembro, no CenterMinas Expo. A feira será realizada diariamente das 14h às 21h e pretende fortalecer negócios, apresentar novidades e ampliar a conexão entre diferentes segmentos do mercado óptico. Apresentada pela organização como a maior feira óptica de Minas Gerais, a edição de 2026 reúne expositores nacionais e internacionais e coloca no mesmo ambiente empresas, profissionais e potenciais compradores. Entre as marcas e organizações já apresentadas no site oficial estão Laboratório Tavares, Robsol, Multifoco Soluções Ópticas, MaxGlasses, Eaglelab, Avodah Optical, Cometa Estojos, Belaro, Shinedux e Optiflow, além de empresas de serviços e outras instituições ligadas ao ecossistema do setor. Mais do que uma vitrine de produtos, a proposta é transformar os três dias em um ambiente voltado à geração de negócios e relacionamentos profissionais. O público poderá acompanhar novidades, conhecer fornecedores, ampliar contatos comerciais e observar tendências que vêm influenciando o varejo óptico. Conteúdo entra no centro da programação A programação também reserva espaço para debates sobre gestão, vendas, tecnologia, tendências e comportamento do consumidor. Quatro palestrantes estão previstos para subir ao palco ao longo da feira, com conteúdos direcionados à realidade das empresas e dos profissionais do segmento. Outro destaque será a realização de dois talk shows. O primeiro acontece em 12 de novembro, às 15h, reunindo mulheres com atuação no mercado óptico para discutir experiências, liderança e transformação no setor. No dia seguinte, 13 de novembro, também às 15h, será realizado o encontro dedicado às experiências e perspectivas de profissionais homens do segmento. As palestras começam a partir das 19h. Entre os nomes anunciados estão Luiza Morando, no dia 12, Gislene Carvalho, no dia 13, além de Serjão Óptico e Carlos Coan, com participação prevista para o dia 14. Feira reforça importância de Minas Gerais para o setor A realização em Belo Horizonte busca aproximar fabricantes, distribuidores, prestadores de serviços e varejistas de um mercado regional com forte capacidade de consumo e geração de negócios. Em um setor marcado pela renovação constante de produtos, tecnologias e estratégias de atendimento, eventos presenciais seguem funcionando como espaços importantes para negociação direta e atualização profissional. O CenterMinas Expo foi escolhido para receber a programação e conta com áreas destinadas à exposição, palestras e networking. O espaço fica na Avenida Pastor Anselmo Silvestre, 1495, no bairro União, em Belo Horizonte. A Minas Óptica 2026 é realizada pela Connect Eventos e conta com apoio institucional apresentado no site oficial da Abióptica e do CROO-MG. Associados da Abióptica também têm condição diferenciada para aquisição de estandes. Com três dias de programação, a feira chega a novembro buscando consolidar Belo Horizonte como um dos pontos de encontro do calendário nacional do mercado óptico, combinando lançamentos, conhecimento, relacionamento profissional e oportunidades comerciais. Minas Óptica 2026Data: 12, 13 e 14 de novembro de 2026Horário: das 14h às 21hLocal: CenterMinas Expo — Belo Horizonte (MG)Inscrições e informações: site oficial da Minas Óptica 2026 Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Setor óptico sinaliza recuperação em agosto de 2026 com crescimento de 2% sobre 2025

Faturamento no mês foi de a R$ 2,277 bilhões; Na comparação com julho, o desempenho de vendas foi 6% superior O desempenho do setor óptico brasileiro em agosto de 2026 dá mostras de recuperação. As vendas no mês totalizaram R$ 2,277 bilhões, o que representa crescimento de 2% sobre agosto de 2025 e 6% sobre julho de 2026. No acumulado do ano o setor faturou R$ 18,496 bilhões. “Ainda é cedo para reavaliarmos a nossa previsão de crescimento porque o cenário econômico atual não sofreu alterações”, explica Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. A expectativa da Abióptica para o desempenho do setor em 2026 deverá ser de crescimento de 2,9% sobre o resultado de 2025. Essa previsão é considerada intermediária pela entidade, que entende que a visão conservadora seria crescimento seria de 1,8% e a otimista, variação positiva de 3,9%. “A atividade está mais morna porque o consumidor continua cauteloso e deve evitar se endividar”, assinala Ambra. Para a executiva, outro fator que reduz a atividade comercial é a entrada de produtos ilegais e piratas no País. “Essa concorrência desleal e ilegal nos subtraem vendas de aproximadamente 53 milhões de produtos todos os anos, trazendo prejuízos para a cadeia produtiva, para a Receita Federal e para a população porque coloca em risco sua saúde visual e aos trabalhadores porque reduz a oferta de empregos formais”. O setor óptico emprega mais 190 mil pessoas em mais de 65 mil pontos de venda. Por ano são vendidos 106,5 milhões de óculos no Brasil, sendo, de acordo com levantamento do FNPC – Fórum Nacional contra a Pirataria e a Ilegalidade, metade desse volume de produtos falsificados e de origem ilegal. Isso representa uma perda bilionária para as empresas e a receita federal. Informações à imprensa: Fernando [email protected] Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
ICVA deflacionado mostra queda de 2%

O ICVA (Índice Cielo de Varejo Ampliado) deflacionado mostra queda de 2% em agosto de 2026, em comparação com o mesmo mês do ano passado. “O resultado sem a influência da inflação mostra a situação real de vendas do varejo brasileiro”, explica Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. O levantamento nos macrossetores, ainda em termos deflacionados, mostra que Bens não duráveis ficou próximo da estabilidade com -0,4%. Já os macrossetores de Bens duráveis e Serviços registraram, respectivamente, recuo de -4,6% e retração de -3,7%. No corte por setor e descontada a inflação, as retrações de maior peso foram registradas em Alimentação – Bares e Restaurantes e Supermercados e Hipermercados. O crescimento nominal em agosto de 2026, sobre o mesmo mês do ano passado, foi de 2,1%. No levantamento feito no desempenho dos canais vendas o Ecommerce apresentou alta de 5,1% enquanto o varejo físico registrou crescimento de 1,2%. Fonte: Cielo Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
O jogo mudou no varejo óptico!

Durante muitos anos, a lógica do varejo parecia bastante objetiva: aumentar o fluxo de clientes, vender mais unidades e fazer o faturamento crescer. Quanto maior o volume, melhor o resultado. As equipes eram treinadas para vender, as campanhas buscavam atrair pessoas para as lojas e as promoções ajudavam a acelerar esse processo. Só que o jogo mudou! Hoje, vender mais a qualquer custo pode significar faturar e, ainda assim, não ganhar dinheiro. Pode significar comprometer margem, acostumar o consumidor ao desconto e conquistar um cliente que nunca mais voltará. E não podemos atribuir essa mudança apenas ao desempenho da economia brasileira. É evidente que os juros, a inflação, o crédito e o comprometimento da renda das famílias afetam o consumo. O consumidor está mais cuidadoso e pensa mais antes de gastar. Mas há algo maior acontecendo: sua forma de escolher, comprar e se relacionar com as empresas também mudou. Ele pesquisa antes de entrar na loja, compara preços, consulta avaliações, acompanha as redes sociais e observa a reputação da empresa. Chega mais informado, com mais alternativas e menos disposição para aceitar um atendimento superficial. Além disso, uma ótica não concorre somente com outra ótica. Concorre com o comércio eletrônico, com produtos importados e também com todas as outras escolhas que disputam o orçamento do consumidor: viagens, eletrônicos, estética, lazer e serviços. Portanto, o desafio já não é apenas vender óculos. É fazer o cliente entender por que deve escolher aquela ótica, naquele momento, e não qualquer outra possibilidade de consumo. Atrair, vender e reter Atrair um cliente ficou mais difícil e mais caro. Exige investimento em comunicação, presença digital, conteúdo, equipe, exposição de produtos e reputação. O problema é que muitas empresas fazem todo esse esforço para atrair o consumidor e encerram o relacionamento assim que o pagamento é aprovado. Entregam os óculos e esperam que, um dia, ele se lembre de voltar. Isso não é estratégia de retenção. É torcida. O varejo óptico possui uma vantagem enorme: conhece o cliente. Sabe o que ele comprou, qual é sua necessidade visual, quais produtos utiliza e, muitas vezes, suas preferências estéticas e seus hábitos. Poucos segmentos dispõem de tantas informações para construir uma relação de longo prazo. Mesmo assim, ainda tratamos muitas vendas como episódios isolados. Reter não significa bombardear o cliente com mensagens ou promoções. Significa manter uma relação útil. Acompanhar sua adaptação, oferecer manutenção, lembrar o momento de revisar a visão e apresentar soluções que realmente façam sentido para a sua rotina. Relacionamento não é insistência. É relevância. Cordialidade deixou de ser diferencial. Atender bem é uma obrigação. Receber o cliente com educação, oferecer um café e ser gentil são cuidados importantes, mas já não bastam para diferenciar uma empresa. No varejo óptico, precisamos de profissionais capazes de compreender a necessidade do consumidor e orientá-lo com segurança. Isso pressupõe conhecimento sobre lentes, materiais, tratamentos, armações, conforto, estética e estilo de vida. O cliente não precisa apenas ouvir que determinada lente é melhor. Ele precisa entender por que ela é mais adequada para quem trabalha diante de telas, dirige à noite, pratica esportes ou passa muitas horas em ambientes fechados. Da mesma forma, não basta afirmar que uma armação ficou bonita. É necessário avaliar conforto, proporção, resistência, personalidade e adequação ao uso. Quando o profissional somente apresenta produtos, a comparação acontece pelo preço. Quando entrega conhecimento e segurança, o cliente passa a perceber valor. Essa é a diferença entre tirar um pedido e fazer uma venda de verdade. O desconto não pode sustentar o negócio. Em um cenário mais desafiador, recorrer às promoções parece uma solução rápida. Elas podem, sim, ter uma função comercial. O problema começa quando o desconto deixa de ser uma estratégia pontual e se transforma no principal argumento de venda. Se tudo termina em preço, o consumidor aprende a esperar a próxima promoção. A empresa pode vender mais, mas perde margem, posicionamento e capacidade de investir. Cada ótica precisa responder com clareza a uma pergunta básica: por que o cliente deveria comprar aqui? Pela especialização técnica? Pela curadoria de produtos? Pela variedade? Pela conveniência? Pela agilidade? Pelo atendimento? Pelo pós-venda? Se a empresa não sabe qual é o seu diferencial, não será o consumidor que irá descobri-lo. Preço importa, evidentemente. Mas confiança, segurança, atendimento e conveniência também têm valor. Principalmente em um setor que reúne saúde visual, tecnologia, moda, estética e identidade pessoal. A venda não pode terminar no caixa! Precisamos rever a jornada completa do cliente. Como ele conhece a loja? O que encontra quando chega? A equipe compreende sua necessidade ou apenas apresenta produtos? A recomendação é personalizada? O prazo prometido é cumprido? Alguém entra em contato depois da entrega? A empresa sabe quando esse cliente deveria voltar? Essas perguntas parecem simples, mas as respostas revelam a maturidade do negócio. Também precisamos ampliar os indicadores. Faturamento é importante, mas não conta toda a história. É necessário acompanhar conversão, tíquete médio, margem, recompra, indicações, satisfação e retorno dos clientes. O faturamento mostra quanto a empresa vendeu. A recorrência mostra o valor que conseguiu construir. O varejo óptico brasileiro tem competência, capilaridade e enorme potencial. Mas precisa abandonar a ideia de que crescer significa apenas colocar mais pessoas dentro das lojas e vender mais unidades. No novo varejo, resultado sustentável depende de atrair o cliente certo, oferecer uma boa experiência, vender com margem e criar razões concretas para que ele volte. Vender uma vez gera faturamento. Fazer o cliente voltar constrói uma empresa. Ambra Nobre Sinkoc – Diretora Executiva ABIÓPTICA Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Setor óptico recua 11% em julho desse ano com relação ao ano passado

Faturamento total no mês chegou a R$ 2,15 bilhões e Abióptica acredita que setor em 2026 deverá crescer 2,9% sobre o ano anterior; Na comparação com junho de 2026 o mercado apresentou crescimento de 3% O setor óptico brasileiro recuou 11% em julho desse ano com relação ao resultado registrado no mesmo mês de 2025. No mês as vendas chegaram a R$ 2,15 bilhões. Em comparação a junho desse ano, o mercado registrou crescimento de 3%. Para a Abióptica, o ano poderá registrar 2,9% de crescimento sobre 2025. A entidade trabalha com três cenários prováveis para o resultado de 2026. A previsão de 2,9% está no chamado cenário-base, o que representa faturamento de R$ 28,77 bilhões. “A curva positiva do desempenho do setor, anotada na variação de julho sobre junho, não é forte o suficiente para sustentar uma previsão otimista porém tem mostrado consistência e por isso a entidade entende que o balanço poderá ficar nessa faixa intermediária”, explica Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica. Os demais cenários estimados pela entidade são o conservador, onde o crescimento seria de 1,8% e as vendas de R$ 28,47 bilhões; e o otimista, com variação positiva de 3,9% e vendas de R$ 29,07 bilhões. O cenário econômico atual, aponta a executiva, tem sido desafiador para os empresários do setor de varejo. “O consumidor está mais cauteloso, evitando se endividar ainda mais o que gera desaceleração da atividade”, explica Ambra que completa: “Outro fator nocivo ao nosso mercado tem sido a concorrência de produtos ilegais e piratas que nos subtraem vendas anuais de aproximadamente 53 milhões de produtos, gerando perda de arrecadação, risco à saúde visual e redução de empregos formais”. O setor óptico emprega mais 190 mil pessoas em 71.226 pontos de venda. Por ano são vendidos 106,5 milhões de óculos no Brasil, sendo, de acordo com levantamento do FNPC – Fórum Nacional contra a Pirataria e a Ilegalidade, metade desse volume de produtos falsificados e de origem ilegal. Isso representa uma perda bilionária para as empresas e a receita federal. Informações à imprensa: Fernando [email protected] Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Abióptica compartilha Ranking IRTT TOP 300 do Varejo Brasileiro – Edição 2026

A Abióptica está compartilhando o Ranking IRTT TOP 300 do Varejo Brasileiro – Edição 2026. O levantamento é feito pelo Instituto Retail Think Tank e reúne informações relevantes sobre o desempenho, a estrutura e as principais transformações em curso no varejo nacional. O estudo mostra um varejo resiliente mesmo diante de um ambiente econômico desafiador, com as empresas do TOP 300 somando aproximadamente R$ 1,3 trilhão em vendas em 2025. O levantamento não separa Óticas, Joias, Bijoux, Bolsas e Acessórios em categorias distintas e destaca como características desse grupo a forte presença de franquias, a construção de marcas consolidadas, a presença nacional, a oferta de serviços e a operação digital. Fonte: Instituto Retail Think Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Business Insights from Italy tem conexão com mercado óptico brasileiro

A Business Insights from Italy, publicação da The European House – Ambrosetti, tem muitos pontos de conexão com o mercado óptico brasileiro. O material, produzido em colaboração com instituições italianas, apresenta uma leitura atualizada do cenário econômico, dos investimentos e das políticas de estímulo empresarial na Itália. “O Brasil é um mercado estratégico para o eyewear italiano, embora as exportações italianas para cá tenham recuado 13,8% em 2025”, diz Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica, que completa: “O acordo União Europeia–Mercosul poderá alterar a dinâmica competitiva entre os dois mercados nos próximos anos”. A Abióptica compartilha o material completo com exclusividade para seus associados. Fonte: The European House – Ambrosetti Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
TJ-SP mantém entendimento sobre Portaria que trata de consultórios de optometria

A 12ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) rejeitou, por unanimidade, os embargos de declaração apresentados pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) em processo que discute a Portaria CVS nº 06/2025. A decisão, de 25 de agosto de 2026, manteve o entendimento de que a norma não regulamenta o exercício da profissão de optometrista, mas estabelece requisitos sanitários para o funcionamento de consultórios no Estado de São Paulo. A Abióptica compartilha a decisão com seus associados por sua relevância para o setor óptico e optométrico. Segundo o entendimento do TJ-SP, a Portaria permanece dentro dos limites da competência sanitária estadual, sem invadir a competência privativa da União para legislar sobre condições para o exercício profissional. Fonte: TJ – SP Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Abióptica defende equilíbrio e diálogo na discussão sobre o fim da escala 6X1

Impacto no setor, formado em sua maioria por pequenos negócios, poderá ser de aumento de custos de mão de obra da ordem de 25% A discussão sobre o fim da escala 6×1 traz para o centro do debate um tema legítimo e importante: a busca por melhores condições de trabalho e maior qualidade de vida para os trabalhadores brasileiros. Entendemos, no entanto, que uma mudança dessa dimensão não pode ser analisada de forma isolada ou conduzida de maneira apressada. Estamos falando de uma alteração estrutural nas relações de trabalho, com impactos diretos sobre empresas, trabalhadores, geração de empregos, custos operacionais, produtividade e, consequentemente, sobre toda a economia. No setor óptico, essa reflexão merece atenção especial. Temos uma cadeia formada majoritariamente por micro e pequenas empresas, além de milhares de estabelecimentos comerciais que operam em ruas, centros comerciais e shopping centers, com jornadas de funcionamento que incluem noites, finais de semana e feriados. Estudos realizados pela Abióptica indicam que, no varejo óptico, inclusive nas lojas localizadas em shopping centers, uma eventual alteração da escala nos moldes atualmente discutidos poderá representar um aumento de aproximadamente 25% nos custos com mão de obra. É um impacto extremamente relevante para um setor formado, em grande parte, por pequenos negócios e que já opera sob forte pressão de custos e margens. Esse dado demonstra por que qualquer mudança precisa considerar as particularidades de cada atividade econômica. Uma redução de jornada que não venha acompanhada de mecanismos de adaptação poderá exigir ampliação significativa das equipes apenas para que as empresas consigam manter os mesmos horários de atendimento e funcionamento. Defender melhores condições para o trabalhador não pode significar colocar em risco a sustentabilidade das empresas que geram esses empregos. Da mesma maneira, preservar a competitividade das empresas não pode significar ignorar as transformações nas relações de trabalho e as legítimas expectativas das pessoas por maior equilíbrio entre vida profissional e pessoal. É justamente por isso que esse debate precisa fugir de posições simplistas. Acredito que o caminho mais responsável passa pelo diálogo entre trabalhadores, empresas, entidades representativas e poder público, considerando as diferentes realidades econômicas e setoriais do país. Setores distintos possuem necessidades distintas, e a legislação precisa permitir flexibilidade para que jornadas e escalas possam ser construídas de maneira adequada a cada atividade. Também consideramos fundamental que qualquer eventual mudança seja implementada de forma gradual, com período de transição, previsibilidade e segurança jurídica. Uma transformação dessa magnitude precisa permitir que as empresas reorganizem suas operações, revejam processos, invistam em produtividade e se adaptem sem comprometer empregos ou sua própria sustentabilidade. Mais do que simplesmente discutir o fim de uma escala, precisamos discutir como tornar o trabalho no Brasil mais produtivo, moderno e equilibrado. Países que conseguiram reduzir jornadas de forma sustentável fizeram esse movimento acompanhado de ganhos de produtividade, qualificação profissional, tecnologia e novas formas de organização do trabalho. A Abióptica entende que avanços nas relações de trabalho são importantes e necessários, mas devem ser construídos com responsabilidade e visão de longo prazo. Precisamos encontrar uma solução que concilie qualidade de vida, produtividade, competitividade das empresas e preservação dos empregos. Esse equilíbrio é possível. Mas ele exige diálogo, conhecimento da realidade de cada setor e, sobretudo, responsabilidade para que uma mudança criada com o objetivo de melhorar a vida das pessoas não produza, como consequência indesejada, redução de oportunidades de trabalho e maior fragilidade para quem empreende e gera empregos no Brasil. Ambra Nobre Sinkoc – diretora Executiva e presidente Estatutária da Abióptica Informações à imprensa: Fernando [email protected] Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Eyewear Intelligence discute como as óticas poderão se transformar nos próximos anos

Como as óticas poderão se transformar nos próximos anos? A resposta para essa pergunta faz parte da reflexão desenvolvida pelo periódico Eyewear Intelligence, parceiro da Abióptica, que compartilha seu conteúdo com os associados. Mais do que falar sobre tecnologia, a matéria sugere pensar na evolução do próprio modelo de negócio das óticas. O texto aborda a evolução questionando se a ótica continuará sendo predominantemente um lugar para escolha e compra de óculos ou passará a ocupar um espaço muito mais amplo na jornada de saúde visual e bem-estar do consumidor. Fonte: Eyewear Intelligence Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
