Abióptica participa de Audiência Pública da Câmara dos Deputados e discute combate à ilegalidade

Receita Federal apresentou programa Remessa Conforme; Mais de 53 milhões de óculos ilegais e falsificados são vendidos no Brasil A Abióptica participou nesta terça-feira (14) da Audiência Pública promovida pela Comissão Externa da Câmara dos Deputados (CEXBRLEG), criada para discutir os atos de pirataria e a agenda do chamado “Brasil Legal”. A entidade foi representada por sua diretora-Executiva, Ambra Nobre Sinkoc. “O combate à ilegalidade protege a saúde da população, fortalece a indústria nacional, preserva empregos, amplia a arrecadação tributária e garante um ambiente concorrencial equilibrado”, afirmou a executiva. Durante a reunião, a Receita Federal apresentou o programa Remessa Conforme, iniciativa voltada ao aprimoramento da conformidade tributária nas remessas internacionais. As entidades representativas dos diversos segmentos da economia brasileira, bem como a Abióptica, apóiam a iniciativa. “Nosso papel é acompanhar os debates legislativos e contribuir tecnicamente para a construção de políticas públicas voltadas à valorização da legalidade, da competitividade e da proteção do consumidor”, afirmou. Segundo a diretora-Executiva, a pirataria e a entrada irregular de produtos impactam diretamente toda a cadeia óptica brasileira. “A ilegalidade prejudica empresas que investem em inovação, cumprem rigorosamente as exigências regulatórias e geram empregos formais no Brasil”, disse. A Abióptica defende uma atuação integrada entre Receita Federal, Anvisa, forças de segurança, Poder Legislativo e setor produtivo para ampliar o enfrentamento às práticas ilegais que afetam diversos segmentos da economia brasileira. “O combate à ilegalidade deve ser tratado como uma política permanente de Estado”, concluiu a executiva. O setor óptico emprega mais 190 mil pessoas em 71.226 pontos de venda. Por ano são vendidos 106,5 milhões de óculos no Brasil, sendo metade de produtos falsificados e de origem ilegal, o que representa uma perda bilionária para as empresas e a receita federal. Informações à imprensa: Fernando [email protected] Fonte: Comissão Externa da Câmara dos Deputados Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Receita Federal fecha dois shoppings em São Paulo com 2 mil lojas em busca de mercadorias falsificadas

A Receita Federal fechou dois centros comerciais, o Shopping 25 Brás e o Stunt, ambos localizados no centro da cidade São Paulo. Ao todo 2 mil lojas ficarão fechadas por até duas semanas para que os fiscais possam verificar se há mercadorias falsificadas ou em situação irregular. A ação é resposta a vários pedidos encaminhados por associações que representam diversos segmentos da indústria brasileira, como a Abióptica. “Essa ação é mais um golpe contra o crime organizado que lesa a arrecadação, tira empregos de brasileiros e prejudica nossas empresas”, afirma Ambra Nobre Sinkpc, diretora Executiva da Abióptica. O foco principal da ação são mercadorias alusivas à Copa do Mundo de Futebol. Fonte: Abióptica Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
Mercado óptico perdeu no ano passado R$ 11,43 bilhões para pirataria e ilegalidade

Em 2025, setor faturou R$ 28 bilhões; Volume de evasão fiscal foi de aproximadamente R$ 6,3 bilhões As operações piratas e de venda ilegal de óculos e demais produtos do setor óptico chegaram a R$ 11,43 bilhões em 2025. O levantamento é do FNCP – Fórum Nacional Contra a pirataria e a Ilegalidade que listou 15 setores produtivos que sofrem com a ação dos criminosos. “Portanto, o mercado óptico brasileiro poderia ter faturado R$ 39,43 bilhões em 2025 se a pirataria e as operações de venda ilegais não existissem. Um volume de vendas que seria revertido para as operações das empresas, para a manutenção de empregos, treinamento de pessoal, desenvolvimento de produtos, implantação de novas tecnologias, promoção da inovação, realização de ações sociais e recolhimento de impostos”, afirma Ambra Nobre Sinkoc, diretora Executiva da Abióptica que completa: “Estamos diante de uma perda bilionária para o Brasil”. O montante de R$ 11,43 bilhões, faturado nas ações criminosas, representaria aproximadamente R$ 6,3 bilhões em impostos. O setor óptico emprega mais 190 mil pessoas em 71.226 pontos de venda. Por ano são vendidos 106,5 milhões de óculos no Brasil, sendo metade de produtos falsificados e de origem ilegal, o que representa uma perda bilionária para as empresas e a receita federal. O FNCP divulgou sua pesquisa com os 15 setores produtivos atingidos pela ação de criminosos. O setor óptico é o nono. No total, a entidade estima que no ano passado as ações de pirataria e venda ilegal de produtos foram responsáveis por faturamento de R$ 326,34 bilhões e a evasão de R$ 146,85 bilhões em impostos. O impacto negativo para o País é de 473,19 bilhões, ou seja, 3,75% do PIB. Informações à imprensa: Fernando [email protected] Fonte: FNCP Sobre Abióptica A Abióptica – Associação Brasileira da Indústria Óptica atua desde 1997 como representante do segmento óptico brasileiro. São mais de 250 empresas associadas que respondem por mais de 95% do mercado das marcas comercializadas no país. Um dos principais objetivos da Abióptica é promover a união da indústria e varejo, fortalecendo a defesa dos interesses do consumidor e do setor.
